Foto 1: Poceirão é uma pequena localidade situada aproximadamente a 300 km a oeste de Nantes e a 750 km a sul de Marselha.
Foto 2: Interpretação possível #1: Uma pobre senhora que teve a infeliz ideia de tentar retocar o batom enquanto aceitava boleia de um desses amáveis motociclistas.
Interpretação possível #2: É complicado dar porrada a mineiros Asturianos.
Se a garina mineira tiver netos fica com uma foto bonita para lhes mostrar como reagia quando o namorado não a trocava por outra mais convencional.
Agora com o injinheiro em S. Germain des Prés, ainda por cima a estudar, agora que o Richard Descoing já não o apoquenta, as linhas do TGV vão todas avançar.
A primeira foto tem lá a legenda:
“LGV: les lignes confirmées e les autres.”
Na segunda foto há uma senhora de rosto ensanguentado e polícia de choque.
Chocou com a polícia?
.
As suas referências a Poceirão e minas de carvão… deve ser para rimar.
Sangue !
HMatos enaltece o sangue numa manifestante (“perigosa”, de “esquerda”) depois duma carga policial !
Se fosse um vulgar penso na cabeça dum manifestante “de direita”, “aqui d’el rei !”
Depois, a questão da ligação + Poceirão, francamente… Vale tudo ?
Quem leu o «Germinal», de Émile Zola (todo passado em minas de hulha francesas, no século passado), sabe bem que não faltavam mulheres mineiras.
No romance em causa, uma das personagens principais, Catarina (que trabalhava a mais de 500 metros de profundidade), passou de revolucionária a fura-greves, mas isso é outra história…
Já agora:
Ainda em «Germinal», têm particular relevo, no fim da obra, as manifestações dos mineiros em greve, em que participam, com particular violência, as respectivas mulheres. Nessa altura, as manifestações não eram reprimidas pela polícia mas sim pela tropa, os “dragões”.
Claro que as mulheres dos mineiros participaram nesta greve mas acontece que os confrontos em Madrid pouco tiveram a ver com os mineiros como a senhora da foto bem ilustra.
o radical-chique tem destas coisas… vestimos de preto, fazemos um corte de cabelo alternativo e depois sentimos bué bué injustiçados, pá, e vamos lutar contra esses porcos fascistas.
O mais certo é qualquer uma dessas meninas pertencer a uma familia da velha burguesia, com mais dinheiro do que os mineiros cujos direitos dizem defender.
HMatos,
“os confrontos em Madrid pouco tiveram a ver com os mineiros como a senhora da foto bem ilustra” ??
Querem ver que aqueles mineiros não são mineiros ? — sómente comunas das CObreras ?
Não marcharam até Madrid ? — foram de autocarros até às ruas adjacentes aos locais de protesto ?
Não encontraram solidariedade desde as Astúrias e especialmente em Madrid ? — e, quem não sendo mineiro (mulher ou homem) mas solidário na capital, estava proíbido de se lhes juntar na marcha e nos protestos ?
…A polícia identificou um-a-um, antes de os persuadir, impedir ou atacar ? — “és mujer de minero ?” “No ?” “No mismo ?” “Toma !” — e sai agressão…
ingenuo,
Há algum impedimento, civica e eticamente reprovavel que uma pessoa com dinheiro e vivendo bem ou razoavelmente bem, se revolte contra injustiças sociais e se coloque ao lado dos desfavorecidos, dos espoliados pelo Estado e injustiçados pela Justiça ?
Só as “meninas” ou meninos” mais os séniores da “velha burguesia” podem e devem fomentar(!) e praticar a caridadezinha, tantas vezes interesseira ? — não confundir com caridade.
«Nessa altura, as manifestações não eram reprimidas pela polícia mas sim pela tropa, os “dragões”»
Medina Ribeiro, ainda acrescento mais. Consta que as lindas, e largas, avenidas de Paris foram feitas exactamente para permitir cargas de cavalaria contra manifestantes.
Helena, o que é que a senhora da foto bem ilustra? Uma gaja vestida de preto com o cabelo pintado de vermelho (aquilo vermelho no cabelo é tinta, certo?) não pode ser mineira, filha de mineiros, ou noiva de algum mineiro?
Não, não vejo nenhum problema com o conceito de protesto e de manifestar o nosso desagrado com alguma situação. Mas com respeito á propriedade de todos, a quem passa, a quem vive e a quem, por motivos profissionais, tem que estar no outro lado da barricada a assegurar a ordem pública.
Em resumo, respeitando o próximo.
Mas para essas meninas estarem a sangrar, enquadradas pela policia de choque e tendo em consideração o número de feridos entre manifestantes e policias, certamente que não estavam só num cantinho sossegadas, pá, muito revoltadas treka treka, e muito radicais género “o dinheiro do meu pai oprime-me”.
ingénuo,
como eu nâo consigo ajuizar pessoas que nâo conheço só pela aparências, no caso por uma foto ou vídeo…
E se Vc. concluíu que aquelas “meninas” são “meninas cujo dinheiro dos papás as oprime…”, é porque à polícia cheirou-lhe “esquerda caviar” e zás !
Começa a ser intrigante o repetitivo alvo dos mineiros das Astúrias. Um assunto que terá perdido alguma actualidade após as medidas de austeridade anunciadas, ontem, por Rajoy nas Cortes…
O ‘incêndio’, mesmo no nosso quintal, ameaça alastrar-se. É presumível que, a partir de agora, a ‘questão social’ em Espanha seja um infindável manancial para múltiplos ‘post’s’.
.
El ajuste más duro de la democracia http://politica.elpais.com/politica/2012/07/11/actualidad/1341987548_244376.html
.
E a resposta do ‘Body talk’ da coisa que fala mais que quinhentas horas de oratória ou milhares de ‘linguados’ para Comunicação Social ver:
. http://politica.elpais.com/politica/2012/07/11/album/1342001220_443965.html#1342001220_443965_1342001767
.
:)))), Isto só visto, ouvido é musica.
.
Tenham juizo que isto está a dar m*rd*a da grossa. Não é vai dar, está a dar m*rd*a da grossa. A olharem para o umbigo, só Cândidos na Situação e Libelinhas na Oposição acreditam que estão no céu….
.
os Cidadãos (os que ainda conseguem sobreviver), Familias (as que ainda conseguem viver) e Empresas (as que ainda conseguem existir) divorciaram já disto tudo. É o salve-se quem puder como rumo nacional das Governanças. Ora bem. Até ….. o pacifismo ir às malvas, que suponho já foi. E sou contra isso. Mas quem sou eu para contariar.
.
Malhar em friganóides é bem mais fácil que em mineiros. Chiça. Ainda no outro dia, houve um que espetou um selo no capacete do bófia, que até lhe arrancou a viseira. Por isso, vá, chegue-se a esta maralha, que além de mal amanhada, é bem mais molinha. Eu gostava de a ver dizer isso na cara de um dos tipos que lá estão a defender o pão que comem.
Afinal é verdade. Nem todos os envolvidos eram mineiros. http://www.elmundo.es/elmundo/2012/07/11/espana/1342038668.html
“Gente que salía de los cines, teatros y bares cercanos se ha visto sorprendida por el amplio dispositiva. “La gente que estaba en Sol ha salido corriendo por las calles adyacentes y se ha refugiado en los comercios, que aún estaban abiertos. Uno de los policías ha entrado en la librería de El Corte Inglés y ha golpeado con la porra a dos chicas que venían de la calle”, han explicado a ELMUNDO.es testigos.”
O TGV da policia descarrilou e fez vária vitimas?
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Foto 1: Poceirão é uma pequena localidade situada aproximadamente a 300 km a oeste de Nantes e a 750 km a sul de Marselha.
Foto 2: Interpretação possível #1: Uma pobre senhora que teve a infeliz ideia de tentar retocar o batom enquanto aceitava boleia de um desses amáveis motociclistas.
Interpretação possível #2: É complicado dar porrada a mineiros Asturianos.
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Se a garina mineira tiver netos fica com uma foto bonita para lhes mostrar como reagia quando o namorado não a trocava por outra mais convencional.
Agora com o injinheiro em S. Germain des Prés, ainda por cima a estudar, agora que o Richard Descoing já não o apoquenta, as linhas do TGV vão todas avançar.
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A primeira foto tem lá a legenda:
“LGV: les lignes confirmées e les autres.”
Na segunda foto há uma senhora de rosto ensanguentado e polícia de choque.
Chocou com a polícia?
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As suas referências a Poceirão e minas de carvão… deve ser para rimar.
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Brutalidade contra Solidariedade, é a legenda da foto.
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#2 Mineira Perroflauta
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Perdón – de las minas de Perroflauta!
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Sangue !
HMatos enaltece o sangue numa manifestante (“perigosa”, de “esquerda”) depois duma carga policial !
Se fosse um vulgar penso na cabeça dum manifestante “de direita”, “aqui d’el rei !”
Depois, a questão da ligação + Poceirão, francamente… Vale tudo ?
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Quem leu o «Germinal», de Émile Zola (todo passado em minas de hulha francesas, no século passado), sabe bem que não faltavam mulheres mineiras.
No romance em causa, uma das personagens principais, Catarina (que trabalhava a mais de 500 metros de profundidade), passou de revolucionária a fura-greves, mas isso é outra história…
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Já agora:
Ainda em «Germinal», têm particular relevo, no fim da obra, as manifestações dos mineiros em greve, em que participam, com particular violência, as respectivas mulheres. Nessa altura, as manifestações não eram reprimidas pela polícia mas sim pela tropa, os “dragões”.
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Correcção: claro que onde, atrás, escrevi “no século passado” pretendia dizer “no séc. XIX”…
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Claro que as mulheres dos mineiros participaram nesta greve mas acontece que os confrontos em Madrid pouco tiveram a ver com os mineiros como a senhora da foto bem ilustra.
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o radical-chique tem destas coisas… vestimos de preto, fazemos um corte de cabelo alternativo e depois sentimos bué bué injustiçados, pá, e vamos lutar contra esses porcos fascistas.
O mais certo é qualquer uma dessas meninas pertencer a uma familia da velha burguesia, com mais dinheiro do que os mineiros cujos direitos dizem defender.
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HMatos,
“os confrontos em Madrid pouco tiveram a ver com os mineiros como a senhora da foto bem ilustra” ??
Querem ver que aqueles mineiros não são mineiros ? — sómente comunas das CObreras ?
Não marcharam até Madrid ? — foram de autocarros até às ruas adjacentes aos locais de protesto ?
Não encontraram solidariedade desde as Astúrias e especialmente em Madrid ? — e, quem não sendo mineiro (mulher ou homem) mas solidário na capital, estava proíbido de se lhes juntar na marcha e nos protestos ?
…A polícia identificou um-a-um, antes de os persuadir, impedir ou atacar ? — “és mujer de minero ?” “No ?” “No mismo ?” “Toma !” — e sai agressão…
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ingenuo,
Há algum impedimento, civica e eticamente reprovavel que uma pessoa com dinheiro e vivendo bem ou razoavelmente bem, se revolte contra injustiças sociais e se coloque ao lado dos desfavorecidos, dos espoliados pelo Estado e injustiçados pela Justiça ?
Só as “meninas” ou meninos” mais os séniores da “velha burguesia” podem e devem fomentar(!) e praticar a caridadezinha, tantas vezes interesseira ? — não confundir com caridade.
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«Nessa altura, as manifestações não eram reprimidas pela polícia mas sim pela tropa, os “dragões”»
Medina Ribeiro, ainda acrescento mais. Consta que as lindas, e largas, avenidas de Paris foram feitas exactamente para permitir cargas de cavalaria contra manifestantes.
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Helena, o que é que a senhora da foto bem ilustra? Uma gaja vestida de preto com o cabelo pintado de vermelho (aquilo vermelho no cabelo é tinta, certo?) não pode ser mineira, filha de mineiros, ou noiva de algum mineiro?
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Não, não vejo nenhum problema com o conceito de protesto e de manifestar o nosso desagrado com alguma situação. Mas com respeito á propriedade de todos, a quem passa, a quem vive e a quem, por motivos profissionais, tem que estar no outro lado da barricada a assegurar a ordem pública.
Em resumo, respeitando o próximo.
Mas para essas meninas estarem a sangrar, enquadradas pela policia de choque e tendo em consideração o número de feridos entre manifestantes e policias, certamente que não estavam só num cantinho sossegadas, pá, muito revoltadas treka treka, e muito radicais género “o dinheiro do meu pai oprime-me”.
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Entretanto já se sabe o que as “mineiras” fizeram para estarem naquele estado:
http://www.abc.es/20120712/local-madrid/abci-balance-protestas-mineros-201207121348.html
Ainda assim levaram pouco. Com canalha desta, só as que caiem ao chão ficam por dar…
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ingénuo,
como eu nâo consigo ajuizar pessoas que nâo conheço só pela aparências, no caso por uma foto ou vídeo…
E se Vc. concluíu que aquelas “meninas” são “meninas cujo dinheiro dos papás as oprime…”, é porque à polícia cheirou-lhe “esquerda caviar” e zás !
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claro, o “balanço” da manif e das “mineras”, tinha de ser assim, pelo ABC…
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Olhe que o artigo em causa é explicito referente às pessoas detidas e que aparecem na foto; inclusive uma delas tem antecedentes criminiais de roubo.
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Helenafmatos e seus apoiantes, muito divertidos.
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Começa a ser intrigante o repetitivo alvo dos mineiros das Astúrias. Um assunto que terá perdido alguma actualidade após as medidas de austeridade anunciadas, ontem, por Rajoy nas Cortes…
O ‘incêndio’, mesmo no nosso quintal, ameaça alastrar-se. É presumível que, a partir de agora, a ‘questão social’ em Espanha seja um infindável manancial para múltiplos ‘post’s’.
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El ajuste más duro de la democracia
http://politica.elpais.com/politica/2012/07/11/actualidad/1341987548_244376.html
.
E a resposta do ‘Body talk’ da coisa que fala mais que quinhentas horas de oratória ou milhares de ‘linguados’ para Comunicação Social ver:
.
http://politica.elpais.com/politica/2012/07/11/album/1342001220_443965.html#1342001220_443965_1342001767
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:)))), Isto só visto, ouvido é musica.
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Tenham juizo que isto está a dar m*rd*a da grossa. Não é vai dar, está a dar m*rd*a da grossa. A olharem para o umbigo, só Cândidos na Situação e Libelinhas na Oposição acreditam que estão no céu….
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os Cidadãos (os que ainda conseguem sobreviver), Familias (as que ainda conseguem viver) e Empresas (as que ainda conseguem existir) divorciaram já disto tudo. É o salve-se quem puder como rumo nacional das Governanças. Ora bem. Até ….. o pacifismo ir às malvas, que suponho já foi. E sou contra isso. Mas quem sou eu para contariar.
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Malhar em friganóides é bem mais fácil que em mineiros. Chiça. Ainda no outro dia, houve um que espetou um selo no capacete do bófia, que até lhe arrancou a viseira. Por isso, vá, chegue-se a esta maralha, que além de mal amanhada, é bem mais molinha. Eu gostava de a ver dizer isso na cara de um dos tipos que lá estão a defender o pão que comem.
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http://fotos.sapo.pt/daniel_oliveira/fotos/?uid=vVDFOJ695PeYYTSUtSl8
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Afinal é verdade. Nem todos os envolvidos eram mineiros.
http://www.elmundo.es/elmundo/2012/07/11/espana/1342038668.html
“Gente que salía de los cines, teatros y bares cercanos se ha visto sorprendida por el amplio dispositiva. “La gente que estaba en Sol ha salido corriendo por las calles adyacentes y se ha refugiado en los comercios, que aún estaban abiertos. Uno de los policías ha entrado en la librería de El Corte Inglés y ha golpeado con la porra a dos chicas que venían de la calle”, han explicado a ELMUNDO.es testigos.”
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A linha que separa a criminalidade organizada e o comunismo e apêndices sindicais é quase indistinguível.
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… os “mineiros” até quiseram incendiar uma loja de roupas.
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O mapa está errado,pelo menos Nancy e Metz não têm aquela posição
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