Da notícia: O presidente da Câmara do Porto alertou para a «decadência» do regime…
Tem razão!.. Regime decadente, surrealista, kafkiano… Somos todos responsáveis.
Da notícia: O presidente da Câmara do Porto alertou para a «decadência» do regime…LuisF
…
Tem razao o Professor Arroja quando afirma que todo comenzou com a escalada as altas magistraturas das mulheres-juizas. Afundar mas e impossivel…
–
“Durante a sessão, a juíza perguntou se o autarca sabe que «há gente que o apelida de fanático dos popós», se tem «uma paixão profunda por automóveis» e se «apadrinha o circuito da Boavista». Rio respondeu «não» a tudo, explicando que o circuito da Boavista…
A Justiça, a suprema das virtudes, o mais precioso dos bens, o maior dever prosseguido pela sociedade civilizada e pelo estado, em Portugal, resume-se a isto: uma senhora sorridente (googlem-na…), que, confrontada com o acrónimo “FDP” – inserido a photoshop numa fotografia na capa de uma revista – entende ser seu dever indagar se o visado com o apodo é “fanático de popós” (porque calhou não ser de pipis, de pastéis ou de petingas). Como respeitar esta indigência? Como respeitar uma sociedade onde esta indigência não tem sanção? Como respeitar uma sociedade onde esta indigência persistirá até à aposentação, intocável e plenipotenciária? Simples: faz-se como o autor da “brincadeira” e não se respeita. Pode-se fingir respeitar (como todos, por dever, mas contrafeitos, temos de fazer), mas não se respeita. E numa sociedade onde não se respeita a Justiça, não se tem de respeitar nada nem ninguém.
isto é a fantástica justiça que temos! Entetanto c estas e outras vão-se esquecendo as PPP e os contratos criminosos que faliram o Estado. E, se para disfarçar, não forem esquecidas e se fizerem uns teatritos, não darão em nada, como habitualmente acontece c os julgamentos dos grandes corruptos e mafiosos de Estado. Só uma guerra pode limpar isto.
deviam acabar c o sistema de justiç amanhã e transitoriamente criar-se tribunais ad hoc que iriam seguramente funcionar com mais justiça do que o sistema de justiça vergonhoso que temos. (c as magistradas pagas a 4000 euros/mês mais 1000 livres de impostos para despesas de alojamento!)
Quem levou o caso para a Justiça foi Rio, com uma providência cautelar para impedir a distribuição do guia onde se lia «Rio és um fdp».
O autor do guia contestou, dizendo que “fdp” é “Fanático Dos Pópós”.
Os tics autoritários de Rio espalharam-o ao comprido.
Se o Estado Português já apoia a Jihad Judaico-Sunita na Siria contra os Cristãos…está à espera do quê das elites portuguesas? o comportamento do estado portugues só tem um qualificativo, judeus!!!…o Estado Português apoiar os Judeus-Sunitas na destruição da ultimo refugio do Cristão no Médio-Oriente…VERGONHOSO!!!! SIMPLESMENTE, VERGONHOSO, PASSOS COELHO !!!!! PASSOS COELHO, o JUDEU…tal como toda a comunicação social portuguesa…
.
Portugal apoia a Jihad Judaico-Sunita contra os Cristãos e os seus aliados Alaoitas…Portugal…que decadência!!!
.
“The armed [rebels] in Syria [have] murdered more than 200 Christians in the city of Homs, including entire families with young children,” a priest in Homs told Barnabas Aid magazine. “These gangs kidnapped Christians and demanded high ransoms. In two cases, after the ransoms were paid, the men’s bodies were found.”
(…)
“For the newest generation of Sunni jihadists, Syria has become the latest front in the struggle to wrest control of the region from rival religious sects and foreign occupation,” Daniel Brode, Roger Farhat, and Daniel Nisman, intelligence analysts at Max-Security Solutions, wrote in an op-ed for the New York Times. “Many of these fighters hail from the vast reaches of North Africa and the Gulf, arriving in Syria with weapons, funds and a radical ideology.”
.
Asia News, quoting Kuwait’s Arabic-language newspaper, Al-Qabas, reported that “jihadists” from Kuwait, Saudi Arabia, Algeria, and Pakistan “crossed the Syrian-Turkish border to fight in the jihad alongside [opposition forces]… against the regime of Bashar el Assad.”
(Rescue Christians org)
.
O ódio aos Judeus está muito bem documentado no século passado.
O que adinisa é que O NAZISMO NÃO ACABOU: agora reside nos
muçulmanos e seue protetores (protectores) . . .
Tiro ao Alvo
Posted 3 Agosto, 2012 at 17:39 | Permalink
Piscoiso,
Já uma vez te disse para meteres o coiso pelo dito cujo acima.
Tem vergonha e não faças figura de parvo.
__________
Há *casos* en que a natureza prevalece sobre a razão . . .
Quando não se percebe nada do assunto, só saem asneiras ( isto inclui o post da maoista neo-liberal Leninha) A Juiz chamou o Rui Rio – bem sabendo quais seriam as respostas que o mesmo iria dar-, para melhor fundamentar porque não considerou como credíveis as explicações do tipo da ” Porto Menu”. Assim, na decisão escrita a deferir a providência cautelar, a Juiz escreverá que não acreditou nas explicações dadas pelo responsável da revista em causa, porque as mesmas, não só contariam as regras da experiência comum, como foi o próprio visado a referir que não era nenhum fanático dos pópós. Deste modo, com uma decisão o mais fundamentada possível complica-se e muito qualquer tipo de sucesso ao recurso que da mesma, eventualmente, se venha a interpor.Perceberam?
Demais, caros, já advogado defendeu um seu cliente que ‘fdp’ em todas as letras (filho ‘da’ p.) não é nada, pois quem é o f. da p.?, se a houvesse, a única e aquela por excelência, em lugar de tantas, lá sei bem, que se o dito amigo de acrónicos, lá que é isso, escrevesse figlio ‘de’ putana, para ex., ofendia, pois que nem todas são lá por o serem algumas.
E assente a diferença de ditos, ditou a juíza sentença de acordo, está livre, homem, mas tenha comedimento na língua.
E agradecendo-lhe este, respondeu-lhe, não me agradeça a mim, mas ao f (da) p do advogado que o defendeu, certo?
Enquanto ao caso presente, se ali constava somente o ápodo ou apodo, acrónimo, em meras garrafais FDP, a dizer o Rio é FDP, não leva a nenhum significado certo, por improvabilidade de o autor logo ir buscar o pior, “el es un hijo (de) putana’, que ofenderá só um pouco, sem força, que mal soa. Diferente de se dizer ‘figlio della (da) p.’ mais sonante, mas que não passa de expressão banal, sem sentido, visto como ninguém se arroga importância de ser assim tão ‘único’, bafejado, o escolhido filho daquela, por excelência, se não existe, nem com RR, apesar da importância e senhoria.
De modo que vêem, meus caros, que podia fazer mais a juíza? Como decidir do improvável que lá havia? Quod Provat?
E então melhor ficar-se pela positiva, quase a atribuição de um título, ‘fanático dos popós’, pessoa de bom gosto, dado ao desporto, além de rica, pomposa, assim dada ao luxo, capricho de tal mania.
E ainda Rio se ofende, como à força querendo que o chamassem… mas é ridículo .
Não, pá, não percebi, nem ninguém com um grão de juizo percebe as lengalengas absurdas do juridiquês, tão ou mais nocivo que o eduquês. O Rio devia ter dito que não, que não é um filho da puta. Nem a senhora sua mãe nem a mortíssima juíza; a muitíssima juíza é apenas tola. Essa e outras coomo a que já me convocou três vezes para ser testemunha num processo: falta um caramelo qualquer da outra parte, canalha de um gangue, e a mortíssima juíza adia, porque as pessoas normais não têm mais nada que fazer. O mais estapafúrdio no caso é que a juíza já não é obrigada a adiar, mas adia, suponho que por devoção aos meliantes. Das faculdades de direito já saem diminuídos, depois de muitos teatrinhos palermas no sej e umas borradelas com sociologia de bolso ficam uns perfeitos idiotas, prontos a complicar ainda mais – como se tal fosse necessário – a caótica e conveniente obra do legislador. Deputados, sociedades de advogados onde se congeminam as leis para nos esmifrar, redes de cumplicidades dos beija-cus do avental têm os juízes que lhes dão jeito. E nós é que ficamos sem jeito. À cautela até arranjam um paulo morais para parecer que querem moralizar a coisa.
Assad é apenas um ditador genocida, capitulacionista perante os sionistas (não os têm no sítio para libertar o Golan ocupado), com aversão à rua e à primavera árabe. Representa apenas os 12% de alauitas sírios, a quer se aliaram 10% de cristãos sírios, inimigos da democracia e da maioria (os sunitas são 70%). Quem se alia a ditadores assassinos partilha a sua sorte. A democracia islamista impor-se-é nas eleições livres na Síria primaveril. Deus é grande !
A falar verdade, o Rio, não o Douro, mas Rui, é cá de uma ousadia, uma vaidade e pedância, fanático dos popós, que muitas vezes vai além das marcas e ofende, de modo que não faltará quem o ache o grande fdp que ele pretende.
Acontece é que daí a dizê-lo com todas as letras, vai grande passo, com quanto se subentende.
Mas Rio não é qualquer e gosta de ser assim, acima dos mais, malandro. E justo é que se lhe pague na medida, vai trabalhar, ganhar juízo, seu abusador, grande malandro !
Quando um professor chamou FDP ao Sócrates, a direita elevou-o a herói Nacional , pasme-se um professor que o tinha feito. Esse mesmo professor respondeu num processo disciplinar e foi de certa maneira sancionado. A mesma direita e não só, pretenderam fazer passar a ideia que tinha sido o cercear da liberdade de um cidadão muito educado… Como os tempos estão mudados meus amigos! Grande hipocrisia e é bom não esquecer estas coisas.
Dado que o comentador Tiago parece partilhar com a Il. Juíza a aguda percepção dos valores em presença no processo civil (nos quais se incluem a economia e a celeridade, com o corolário na ilicitude da prática de actos inúteis) e do respeito devido ao Tribunal (que inclui não troçar da sua inteligência, nem fazer pouco da contra-parte), eu explico-lhe o meu entendimento: é (ou devia ser) absolutamente irrelevante para a decisão do pedido desta providência se o Sr. Rio tem ou não “uma paixão profunda por automóveis” (tal como, aliás, sempre seria pouco relevante para prova desse “facto” o depoimento do próprio). Com efeito, tal como não é necessário provar que quando há sol é de dia e que quando chove as ruas ficam molhadas, também não é necessário provar (nem é possível a contra-prova) do que todo e qualquer destinatário normal (e, no caso eram os vários milhares de leitores da brochura) retira da expressão, grafitada numa parede: “Rio és um FDP”. Assim, a alegação do autor da frase é (no mínimo) irrelevante, pois mesmo que o Sr. Rio se confessasse o maior adepto de automóveis da Terra, tal não alteraria, de todo, o que um destinatário normal retira da sua qualificação, naquele contexto, como um “FDP”. Esta sigla, naquele contexto, só pode, para quem a lê, ter um significado, coisa que o autor não ignora nem podia ignorar. Ou seja, se o cidadão em apreço quisesse dizer que o Sr. Rio era um “Fanático dos Popós” (ou qualquer dos outros inúmeros significados que as pessoas se divertiram a inventar quando a notícia saiu) tinha de tê-lo escrito por extenso, pois “FDP” para quem lê a expressão num graffiti numa parede quer dizer, necessariamente, “filho da puta”. Por isso, o facto de a sentença incluir o “facto não provado” de que o Sr. Rio “é um fanático dos popós”, não a torna “mais bem fundamentada”, apenas, a meu ver, atesta a competência técnica e, em especial, a percepção do seu papel na sociedade que tem a pessoa que a subscreve.
O JPT tem toda a razão e o Piscoiso é burro. Duas evidências ao alcance de qualquer um. Todavia, se o caso do Piscoiso parece não ter cura, o caso da justiça talvez tenha, se os seus “chefes” lerem muitos posts como o do JPT. Oxalá assim aconteça.
Da notícia: O presidente da Câmara do Porto alertou para a «decadência» do regime…
Tem razão!.. Regime decadente, surrealista, kafkiano… Somos todos responsáveis.
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Da notícia: O presidente da Câmara do Porto alertou para a «decadência» do regime…LuisF
…
Tem razao o Professor Arroja quando afirma que todo comenzou com a escalada as altas magistraturas das mulheres-juizas. Afundar mas e impossivel…
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“Durante a sessão, a juíza perguntou se o autarca sabe que «há gente que o apelida de fanático dos popós», se tem «uma paixão profunda por automóveis» e se «apadrinha o circuito da Boavista». Rio respondeu «não» a tudo, explicando que o circuito da Boavista…
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confessou-se o energúmeno que vai depor a tribunal e anuir que é FdP
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A Justiça, a suprema das virtudes, o mais precioso dos bens, o maior dever prosseguido pela sociedade civilizada e pelo estado, em Portugal, resume-se a isto: uma senhora sorridente (googlem-na…), que, confrontada com o acrónimo “FDP” – inserido a photoshop numa fotografia na capa de uma revista – entende ser seu dever indagar se o visado com o apodo é “fanático de popós” (porque calhou não ser de pipis, de pastéis ou de petingas). Como respeitar esta indigência? Como respeitar uma sociedade onde esta indigência não tem sanção? Como respeitar uma sociedade onde esta indigência persistirá até à aposentação, intocável e plenipotenciária? Simples: faz-se como o autor da “brincadeira” e não se respeita. Pode-se fingir respeitar (como todos, por dever, mas contrafeitos, temos de fazer), mas não se respeita. E numa sociedade onde não se respeita a Justiça, não se tem de respeitar nada nem ninguém.
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isto é a fantástica justiça que temos! Entetanto c estas e outras vão-se esquecendo as PPP e os contratos criminosos que faliram o Estado. E, se para disfarçar, não forem esquecidas e se fizerem uns teatritos, não darão em nada, como habitualmente acontece c os julgamentos dos grandes corruptos e mafiosos de Estado. Só uma guerra pode limpar isto.
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deviam acabar c o sistema de justiç amanhã e transitoriamente criar-se tribunais ad hoc que iriam seguramente funcionar com mais justiça do que o sistema de justiça vergonhoso que temos. (c as magistradas pagas a 4000 euros/mês mais 1000 livres de impostos para despesas de alojamento!)
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Quem levou o caso para a Justiça foi Rio, com uma providência cautelar para impedir a distribuição do guia onde se lia «Rio és um fdp».
O autor do guia contestou, dizendo que “fdp” é “Fanático Dos Pópós”.
Os tics autoritários de Rio espalharam-o ao comprido.
FDPs há muitos.
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Piscoiso,
Já uma vez te disse para meteres o coiso pelo dito cujo acima.
Tem vergonha e não faças figura de parvo.
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Neste caso, o tal Piscoiso fez questão de provar as suas próprias afirmações (a última, claro).
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Rock in Rio
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Se o Estado Português já apoia a Jihad Judaico-Sunita na Siria contra os Cristãos…está à espera do quê das elites portuguesas? o comportamento do estado portugues só tem um qualificativo, judeus!!!…o Estado Português apoiar os Judeus-Sunitas na destruição da ultimo refugio do Cristão no Médio-Oriente…VERGONHOSO!!!! SIMPLESMENTE, VERGONHOSO, PASSOS COELHO !!!!! PASSOS COELHO, o JUDEU…tal como toda a comunicação social portuguesa…
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Portugal apoia a Jihad Judaico-Sunita contra os Cristãos e os seus aliados Alaoitas…Portugal…que decadência!!!
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“The armed [rebels] in Syria [have] murdered more than 200 Christians in the city of Homs, including entire families with young children,” a priest in Homs told Barnabas Aid magazine. “These gangs kidnapped Christians and demanded high ransoms. In two cases, after the ransoms were paid, the men’s bodies were found.”
(…)
“For the newest generation of Sunni jihadists, Syria has become the latest front in the struggle to wrest control of the region from rival religious sects and foreign occupation,” Daniel Brode, Roger Farhat, and Daniel Nisman, intelligence analysts at Max-Security Solutions, wrote in an op-ed for the New York Times. “Many of these fighters hail from the vast reaches of North Africa and the Gulf, arriving in Syria with weapons, funds and a radical ideology.”
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Asia News, quoting Kuwait’s Arabic-language newspaper, Al-Qabas, reported that “jihadists” from Kuwait, Saudi Arabia, Algeria, and Pakistan “crossed the Syrian-Turkish border to fight in the jihad alongside [opposition forces]… against the regime of Bashar el Assad.”
(Rescue Christians org)
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O ódio aos Judeus está muito bem documentado no século passado.
O que adinisa é que O NAZISMO NÃO ACABOU: agora reside nos
muçulmanos e seue protetores (protectores) . . .
Tiro ao Alvo
Posted 3 Agosto, 2012 at 17:39 | Permalink
Piscoiso,
Já uma vez te disse para meteres o coiso pelo dito cujo acima.
Tem vergonha e não faças figura de parvo.
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Há *casos* en que a natureza prevalece sobre a razão . . .
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Essa juiza não passa de lixo. Nem sei como chegou a juiza. Com juizas e juizes destes, não admira a bosta de justiça que temos.
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Quando não se percebe nada do assunto, só saem asneiras ( isto inclui o post da maoista neo-liberal Leninha) A Juiz chamou o Rui Rio – bem sabendo quais seriam as respostas que o mesmo iria dar-, para melhor fundamentar porque não considerou como credíveis as explicações do tipo da ” Porto Menu”. Assim, na decisão escrita a deferir a providência cautelar, a Juiz escreverá que não acreditou nas explicações dadas pelo responsável da revista em causa, porque as mesmas, não só contariam as regras da experiência comum, como foi o próprio visado a referir que não era nenhum fanático dos pópós. Deste modo, com uma decisão o mais fundamentada possível complica-se e muito qualquer tipo de sucesso ao recurso que da mesma, eventualmente, se venha a interpor.Perceberam?
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Demais, caros, já advogado defendeu um seu cliente que ‘fdp’ em todas as letras (filho ‘da’ p.) não é nada, pois quem é o f. da p.?, se a houvesse, a única e aquela por excelência, em lugar de tantas, lá sei bem, que se o dito amigo de acrónicos, lá que é isso, escrevesse figlio ‘de’ putana, para ex., ofendia, pois que nem todas são lá por o serem algumas.
E assente a diferença de ditos, ditou a juíza sentença de acordo, está livre, homem, mas tenha comedimento na língua.
E agradecendo-lhe este, respondeu-lhe, não me agradeça a mim, mas ao f (da) p do advogado que o defendeu, certo?
Enquanto ao caso presente, se ali constava somente o ápodo ou apodo, acrónimo, em meras garrafais FDP, a dizer o Rio é FDP, não leva a nenhum significado certo, por improvabilidade de o autor logo ir buscar o pior, “el es un hijo (de) putana’, que ofenderá só um pouco, sem força, que mal soa. Diferente de se dizer ‘figlio della (da) p.’ mais sonante, mas que não passa de expressão banal, sem sentido, visto como ninguém se arroga importância de ser assim tão ‘único’, bafejado, o escolhido filho daquela, por excelência, se não existe, nem com RR, apesar da importância e senhoria.
De modo que vêem, meus caros, que podia fazer mais a juíza? Como decidir do improvável que lá havia? Quod Provat?
E então melhor ficar-se pela positiva, quase a atribuição de um título, ‘fanático dos popós’, pessoa de bom gosto, dado ao desporto, além de rica, pomposa, assim dada ao luxo, capricho de tal mania.
E ainda Rio se ofende, como à força querendo que o chamassem… mas é ridículo .
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Não, pá, não percebi, nem ninguém com um grão de juizo percebe as lengalengas absurdas do juridiquês, tão ou mais nocivo que o eduquês. O Rio devia ter dito que não, que não é um filho da puta. Nem a senhora sua mãe nem a mortíssima juíza; a muitíssima juíza é apenas tola. Essa e outras coomo a que já me convocou três vezes para ser testemunha num processo: falta um caramelo qualquer da outra parte, canalha de um gangue, e a mortíssima juíza adia, porque as pessoas normais não têm mais nada que fazer. O mais estapafúrdio no caso é que a juíza já não é obrigada a adiar, mas adia, suponho que por devoção aos meliantes. Das faculdades de direito já saem diminuídos, depois de muitos teatrinhos palermas no sej e umas borradelas com sociologia de bolso ficam uns perfeitos idiotas, prontos a complicar ainda mais – como se tal fosse necessário – a caótica e conveniente obra do legislador. Deputados, sociedades de advogados onde se congeminam as leis para nos esmifrar, redes de cumplicidades dos beija-cus do avental têm os juízes que lhes dão jeito. E nós é que ficamos sem jeito. À cautela até arranjam um paulo morais para parecer que querem moralizar a coisa.
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Assad é apenas um ditador genocida, capitulacionista perante os sionistas (não os têm no sítio para libertar o Golan ocupado), com aversão à rua e à primavera árabe. Representa apenas os 12% de alauitas sírios, a quer se aliaram 10% de cristãos sírios, inimigos da democracia e da maioria (os sunitas são 70%). Quem se alia a ditadores assassinos partilha a sua sorte. A democracia islamista impor-se-é nas eleições livres na Síria primaveril. Deus é grande !
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A falar verdade, o Rio, não o Douro, mas Rui, é cá de uma ousadia, uma vaidade e pedância, fanático dos popós, que muitas vezes vai além das marcas e ofende, de modo que não faltará quem o ache o grande fdp que ele pretende.
Acontece é que daí a dizê-lo com todas as letras, vai grande passo, com quanto se subentende.
Mas Rio não é qualquer e gosta de ser assim, acima dos mais, malandro. E justo é que se lhe pague na medida, vai trabalhar, ganhar juízo, seu abusador, grande malandro !
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Quando um professor chamou FDP ao Sócrates, a direita elevou-o a herói Nacional , pasme-se um professor que o tinha feito. Esse mesmo professor respondeu num processo disciplinar e foi de certa maneira sancionado. A mesma direita e não só, pretenderam fazer passar a ideia que tinha sido o cercear da liberdade de um cidadão muito educado… Como os tempos estão mudados meus amigos! Grande hipocrisia e é bom não esquecer estas coisas.
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Filipe Domingues, quem te contou essa do professor? Sonhaste?
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Dado que o comentador Tiago parece partilhar com a Il. Juíza a aguda percepção dos valores em presença no processo civil (nos quais se incluem a economia e a celeridade, com o corolário na ilicitude da prática de actos inúteis) e do respeito devido ao Tribunal (que inclui não troçar da sua inteligência, nem fazer pouco da contra-parte), eu explico-lhe o meu entendimento: é (ou devia ser) absolutamente irrelevante para a decisão do pedido desta providência se o Sr. Rio tem ou não “uma paixão profunda por automóveis” (tal como, aliás, sempre seria pouco relevante para prova desse “facto” o depoimento do próprio). Com efeito, tal como não é necessário provar que quando há sol é de dia e que quando chove as ruas ficam molhadas, também não é necessário provar (nem é possível a contra-prova) do que todo e qualquer destinatário normal (e, no caso eram os vários milhares de leitores da brochura) retira da expressão, grafitada numa parede: “Rio és um FDP”. Assim, a alegação do autor da frase é (no mínimo) irrelevante, pois mesmo que o Sr. Rio se confessasse o maior adepto de automóveis da Terra, tal não alteraria, de todo, o que um destinatário normal retira da sua qualificação, naquele contexto, como um “FDP”. Esta sigla, naquele contexto, só pode, para quem a lê, ter um significado, coisa que o autor não ignora nem podia ignorar. Ou seja, se o cidadão em apreço quisesse dizer que o Sr. Rio era um “Fanático dos Popós” (ou qualquer dos outros inúmeros significados que as pessoas se divertiram a inventar quando a notícia saiu) tinha de tê-lo escrito por extenso, pois “FDP” para quem lê a expressão num graffiti numa parede quer dizer, necessariamente, “filho da puta”. Por isso, o facto de a sentença incluir o “facto não provado” de que o Sr. Rio “é um fanático dos popós”, não a torna “mais bem fundamentada”, apenas, a meu ver, atesta a competência técnica e, em especial, a percepção do seu papel na sociedade que tem a pessoa que a subscreve.
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Para além de se concluir que FDP quer dizer filho da puta, falta esclarecer se Rio o é ou não.
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O JPT tem toda a razão e o Piscoiso é burro. Duas evidências ao alcance de qualquer um. Todavia, se o caso do Piscoiso parece não ter cura, o caso da justiça talvez tenha, se os seus “chefes” lerem muitos posts como o do JPT. Oxalá assim aconteça.
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