Notícias da Pagolândia, a terra onde o contribunte paga o que existe, o que não existe e o que pode vir a existir
PÚBLICO «Após a greve nacional de médicos de 11 e 12 de Julho, Paulo Macedo assumiu o compromisso, perante os responsáveis dos sindicatos, que “as alterações às listas de utentes em curso seriam suspensas e o processo submetido a negociação sindical e ao respeito pela legislação”. (…) No entanto, segundo uma carta que o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) enviou ao ministro da Saúde, a ARS continua a avançar com o projecto e não dá qualquer resposta aos pedidos de explicação dos sindicatos. (…) Uma fonte da ARS de Lisboa garantiu, no entanto, que o projecto está mesmo suspenso. Até ao momento, o projecto avançou em nove dos 22 ACES que integram a ARSLVT, mas só em quatro foi concluído. Este novo sistema permitiu “uma diminuição de 278.930 utentes sem médicos” desde o início do ano até 31 de Maio. Resumidamente, este projecto explica-se da seguinte forma: os utentes que não tenham tido qualquer contacto com o seu centro de saúde durante um período de três anos passam a surgir no Sinus – o sistema informático das unidades de saúde – com o tipo de inscrição “não frequentador”, mas continuam a pertencer à lista do respectivo médico de família. E por cada utente que é considerado “não frequentador” entra um utente sem médico, que passará a integrar essa lista. E é precisamente aqui que, para os sindicatos, reside o problema, pois o acordo colectivo de trabalho em vigor estipula que “o número de utentes inscritos em lista nominativa não pode ser superior a 1550” para cada médico. E com este projecto o rácio de utentes por médico de família passa a ser superior, violando assim o estipulado.»

aos profs aumenta-se o número de alunos por turma. Aos médicos… Quem pode pode!
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Um amigo meu, médico com imensa experiência, defende que poderia sem qualquer risco ser aumentado o número de utentes por médico.
Eu não tenho opinião formada, mas tendo em atenção o que referi anteriormente de um excelente e preocupado profissional, experimentalmente poderia fazer sentido.
O problema é que se houver deterioração do SNS ninguém jamais corrigirá a asneira. Porque, no fundo, a finalidade é destruir o sistema para que possam ser sustentadas todas as unidades privadas que começam a proliferar como cogumelos.
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A meu ver a medida está correctissima, ou seja por cada utente que não frequenta, deve entrar um utente sem médico, o sindicato independente dos médicos, que certamente defende os direitos sociais, devia apoiar, mas não, preferem defender os direitos dos que não frequentam, ou seja dos que estão a frequentar os sistemas privados de saúde, ainda assim não venham estes a todo o momento a precisar dos serviços públicos, ” o sindicato independente dos médicos é assim um verdadeiro guardião dos seus clientes perdão, dos direitos sociais “, não é? e impede a proliferação dos privados? outro inimigo da saúde pública, não é? e a deterioração dos serviços de saúde, mantendo os médicos a prestar “cuidados de saúde” a utentes que nunca lá põem os pés, vão-se catar, e não brinquem com as pessoas.
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Já em tempos J. Miranda se referiu em tempos aos mitos sobre o SNS:
1º Mito – A falta de médicos
2º Mito – O reforma do SNS pode secundarizar a ética e a formação contínua dos seus agentes
3º Mito – A reforma deve evitar mudanças drásticas
4º Mito – O custo de um SNS não se pode reduzir
5º Mito – Os sistemas privados põem em causa o controlo das despesas
Esses mitos continuam presentes nas pobres mentes.
Dizia ele com propriedade a 23 de Junho de 2010:
“Regras constitucionais como o “tendenciamente gratuito” e a obrigação do Estado de manter uma rede pública de saúde servem para manter coesa a coligação de interesses que sustenta o socialismo. Estas regras politizam a sociedade, criam incentivos ao status quo, dificultam a vida aos dissidentes que poderiam existir dentro do próprio sistema público. A esquerda percebe isto muito bem. Eles são contra qualquer alteração destas regras, mesmo que se continue a garantir as necessidades dos mais desfavorecidos doutra forma, porque sabem que elas dificultam a liberdade de escolha e o opting out. O maior inimigo do socialismo em Portugal é o opting out. Com opting out o sistema público desfaz-se”.
Passados 2 anos o funcionamento dos centros de saúde continua a variar muito de local para local. As USF vieram amenizar um pouco o panorama mas a sua resposta é altamente deficitária.
É preciso perceber que estamos num protectorado onde os indígenas querem acima de tudo ver um médico quando lhes apetece. Venham os médicos tão “simpáticos”. Houve tempo em que pediam as análises e os “tacos” à fartazana o que gerava muita satisfação. Agora é mais difícil que o cacau falta, mas ainda assim escutarão melhor as pessoas até porque têm dificuldade em perceber o que elas dizem!
Há muitos casos de falsos médicos nos cuidados primários que fizeram brilhante carreira.
Tirando alguns médicos dedicados é a enfermagem que dá respostas adequadas na área materno-infantil. A restante panóplia de queixas, a maior parte delas de teor manifestamente subjectivo, será tema para análise mais profunda se um dia se quiser saber de verdade a vantagem versus desvantagem em se arriscar a ser utente desses serviços. Os que mais dizem bem deles são em geral os que não os frequentam.
Pelo que sei de gente bem informada, são os idosos com doenças crónicas que os frequentam semanalmente- “são sempre os mesmos”. Os cuidados que recebem tem pouco que se diga, receitas e mais receitas, muitas com produtos que os vão prejudicar a curto e a médio prazo. Os cursos de medicina não preparam sequer os clínicos para a abordagem ao doente crónico, mas sim para agudos. As situações agudas são estranhas aos médicos de família uma vez que passam o tempo às suas secretárias, eles ao contrário dos seus colegas europeus, só põem o pé nos hospitais quando adoecem. Isto tanto é verdade para a pública como para a privada. Agora se algum dia existirem esforços do lado da privada para dotar os utentes de serviços capazes não se admirem de ouvir os latidos. Tal como com a educação há que jure que só os serviços públicos têm direito a existir.
Isto vai do pcp ao cds porque o país está refém de ideologias ultrapassadas.
Para resumir, a qualidade do serviço é fraca e o esforço dos profissionais é limitado. Eles dizem que ganham pouco mas para o que fazem ganham demais. Os centros da saúde assim como as câmaras são um formidável centro de empregos, o que justifica a sua defesa desesperada. Quem observa de fora o que se passa acredita que ser médico afinal é fácil e em tempos de crise até o zé do balcão da botica arrisca. Os que mais precisam de facto das consultas esperam meses. Muitas vezes já chegam tarde demais ao hospital. Se fossem cidadãos bem informados a coisa fiava mais fino, como são ignorantes aguentam e às vezes sofrem muito e morrem antes de tempo.
À laia de conclusão: quem está bem informado e tem condições para recorrer a serviços idóneos na pública ou na privada safa-se, quem não está Kaput.
Existiria uma forma de avaliar a realidade. Pedir a profissionais encartados para pegarem nuns milhares de utentes frequentadores de centros de saúde e estudar o que se passa com eles durante um ano, por exemplo, em termos de consequências positivas e negativas de lá terem ido.
Já estou a ouvir- “Mas que grande trabalheira”! Não há como ficar tudo na mesma e fazer acreditar que temos um dos melhores serviços de saúde do mundo.
A única forma de avaliar os serviços de saúde em geral partirá de gente descomprometida da sociedade livre ao criar grupos de advogados especializados a quem utentes podem relatar os acontecimentos de que são frequentemente vítimas silenciosas e indefesas e instaurar processos sempre que julgassem justificado. Isto já se faz nos EUA com alguma brutalidade, mas essa experiência é susceptível de ser melhorada e aprofundada.
A menos que o protectorado tenha estiolado de vez com a herança pesada do turista a passear saudoso pelos “boulevards” com a mesada da mamã. Às vezes a fugazinha ao estádio universitário…
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O aumento do número de utentes por médico é uma questão muito sensível. Depende da qualidade da prestação assitencial. Muita boa gente considera, por exemplo, que o número de doentes (5)/hora que constam (constariam?) nos contratos de médicos à hora (é discricionário, sob a ambiguidade de ser ‘indicativo’), poderá ‘levar’ à degradação da qualidade assistencial…
A solução salomónica de os utentes ‘não frequentadores’ continuarem a integrar a lista mas o seu lugar passar a ser ‘ocupado’ por um novo é, como sabemos, um expediente administrativo que, servindo para os objectivos políticos do momento (um médico de família para cada português), não tem qualquer sustentabilidade em termos de futuro.
Na realidade, quantos dos utentes ‘não frequentes’ não poem os pés nos CS ou nas USF’s simplesmente porque emigraram ou migraram temporáriamente (caso de idosos)?
E quando regressarem – haverá alguma esperança de ‘isto’ melhorar? – substituem o ‘novo’ utente que entrou pelo regressado ou adiciona-se (activando a ‘inscrição adormecida’) o ‘filho pródigo’.
Afinal, o MS poderá estar a fazer o mesmo que o MEC – com o aumento de nº. de alunos por turma – por outros caminhos…
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javitudo
Um retrato mais ou menos fiel. Aos idosos, que procuram companhia, há que acrescentar os diabéticos, que são muitos e os que têm os filhos doentes e precisam do atestado para justificação de falta, tambem os que estão doentes e precisam de baixa, os que não estão e não apreciam trabalhar , ou não podem porque têm um biscate ou não lhes chega o ordenado para os transportes, a miudagem dos contraceptivos à borla…
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Fico desfeito em gratidão,por cada estoica tomada de atitude destes verdadeiros herois do SNS
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O SNS foi tomado de assalto por tudo o que mexe… Até pelos “utentes” (palavra mais horrorosa) que para lá vão passar tempo ou, simplesmente, pedir receitas de medicamentos (em inglês, drugs… temos mais que uma geração de velhos e não só viciadas em medicamentos, depois dizem que o dinheiro não chega).
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Pencundo, é verdade, deve juntar-se a pílula do do Aborto (Mifepristone) muito em voga… há muito por onde escolher, ou então as viagens aos paraísos tropicais fecham-se em copas, já que os delegados de propaganda também dado apreciável contribuição para esta SNS modelo.
Chegou-se ao ponto de dar ao médicos de família exclusividade nas baixas para mais fácil controlo das mesmas, imagine-se! O tempo morto a passar papéis. Um especialista hospitalar que conhece muito mais do doente que vem seguindo, não está em condições de o fazer. O estalinismo sempre à tona da água pantanosa. E nem a famosa ordem dos médicos toma uma posição sobre o assunto!
O maravilhoso mundo do SNS e de outros serviços públicos, oferece amplas possibilidades em matéria de gastar dinheiro do contribuinte, sob a forma de derrapagens ou ofertas, através de concursos ou ajustes directos no fornecimento de bens e serviços.
A burocracia tapa tudo. Os centros de saúde funcionam na base de uma burocracia asfixiante onde o utente é quem menos conta. A legislação das USF é mais um monumento nesse sentido. Para os interessados no negócio é um modelo de excelência. Já assim foi com a Constituição de 1976. Vê-se.
A formação clínica deficiente é sempre disfarçado, a falta de comunicação evidente entre muitos médicos e os seus utentes continua, as incríveis listas de espera também, apesar do enorme esforço de alguns profissionais do sector. Falta de confiança na prática por outro e o laxismo perante um mundo científico por demais exigente por outro, faz com que a produtividade real – mais saúde e bem estar, não a dos números tão queridos dos privados – doentes vistos por hora, soçobre à vista dos que ainda não cegaram.
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…Falta de confiança na prática por um lado…. corrijo.
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Então e que tal?!!!! Ainda há boas “universidades”!!!! Esses senhores sabem-na toda, não? E querem continuar a achar que somos todos parvos!
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Estas apreciações do SNS são um chorrilho de lugares comuns verdadeiramente notável.
Também achei extraordinária a ideia do “grupo de advogados especializados” para avaliar os serviços de saúde (javitudo).
Potente…
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É muito fácil falar sobre o SNS sem o conhecer. Ou tomar a nuvem por Juno.
Acaso um serviço (público) com carácter universal é fácil de gerir?
Ou que se está a propor não é uma melhor gestão mas, simplesmente, a sua extinção?
Os indicadores de saúde que hoje desfrutamos serão obra dos comentadores, detractores, advogados, etc.?
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Proponho uma “Comissão de Utentes Não-Frequentadores do Serviço Nacional de Saúde” a ser presidida ou coordenada por um militante do BE ou do PCP e criar um observatório observável pelo nosso Buenaventura.
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Então, não havendo incêndios durante uns tempos acaba-se com os Bombeiros. Se acontecer a alguém de repente ficar doente, convém que antes se tenha apresentado ainda que não precise. Cambada!
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Cáustico, a contradição é evidente:
“Estas apreciações do SNS são um chorrilho de lugares comuns verdadeiramente notável”.
Um chorrilho de lugares comuns não pode ser notável, é apenas um chorrilho.
Há também uma contradição: para um cáustico as ideias “potentes” deviam ser apreciadas.
A menos que tragam prejuízo, não é?
JDGF: É muito fácil falar sobre o SNS sem o conhecer, deve ser o seu caso.
Se quer entender alguma coisa comece por: http://pns.dgs.pt/2011/01/13/port-system/
avance para: http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0003/98391/E93348.pdf
Depois faça uma pausa, dispa-se preconceitos ideológicos, imagine o que faria se pensasse ter uma doença grave (longe vá o agouro) e tivesse possibilidade de escolher entre público ou privado.
Não me diga que faria ao contrário de quase todos os governantes e respectivas famílias.
Estará pronto a escrever novo post.
Longe de mim convencer quem já está convencido, note-se. Tempo perdido. Não há que perder tempo com esses que por aqui passam quase sempre insultando, insinuando e desconversando. Para quem pretende ter uma ideia real do que acontece num protectorado de sombras, isso valerá a pena.
Com os mídia no estado em que estão é realmente muito difícil senão impossível.
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a saude tambem mete juizes:
http://www.publico.pt/Mundo/tony-esta-paralisado-e-quer-morrer-mas-o-supremo-tribunal-nao-lhe-deu-razao-1559272
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“aos profs aumenta-se o número de alunos por turma. Aos médicos… Quem pode pode!” trill
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e é assim mesmo, quem pode pode, lá é tap ou médico ou maquinista ou relvas e o passos… o mais é zé povo .
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Deixa-me ver se percebi…há doentes que NÃO têm médico de família, porque há médicos “lotados” com doentes que NUNCA foram ao médico? E os médicos ou os sindicatos, ou o raio que os parta, não concordam que esses doentes SEM médico lhes sejam “distribuídos”, em substituição daqueles “seus doentes” que NUNCA foram a uma única consulta? É assim? Ai, mãe…
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Veneno: uma consulta num médico particular custa entre os 45-60 euros, porque será que numa USF custa 130 euros ao estado (ou seja a nós todos)? Por “atacado” não costuma ficar mais barato?
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O JDGF pode deixar as turmas de lado, não misture, ok? E já agora, os serviços públicos, devem ser mesmo muito difíceis de gerir, atendendo ao número de câmaras municipais falidas, ou então os presidentes e demais técnicos não percebem nada da “poda”, um empresário que vá à falência é excomungado, um “gestor público” é promovido!
Quanto aos emigrantes e velhinhos, é muito fácil, se fores para fora avisa, senão …quando voltares tens outro médico de família.
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Olha, olha (tirada do link fornecido pelo javitudo – Já agora obrigado!)
“Total expenditure on health has increased substantially over the past decade. However, the increase in private expenditure, including out-of-pocket payments and cost sharing, has been disproportionate, placing an additional burden on disadvantaged households and potentially limiting access to care.”
” Increase value from investments in health by prioritizing spending on primary health care and public health, and by enhancing the efficiency of service delivery.”
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O problema não é o SNS- é a máfia dos médicos que se apoderaram dele.
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“A despesa total em saúde aumentou substancialmente na última década. No entanto, o aumento da despesa privada, inclusive fora-de-bolso pagamentos e partilha de custos, tem sido desproporcional, colocando uma carga adicional sobre os agregados familiares desfavorecidos e potencialmente limitando o acesso aos cuidados médicos. ”
“Aumentar o valor dos investimentos em saúde, priorizando os gastos em cuidados de saúde primários e saúde pública, e aumentando a eficiência da prestação de serviços” (…) diz acima o zé da tasca, algo assim .
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Mas é claro, o aumento de utentes por médico não o obriga a mais que aquelas consultas da norma e a nem mais horas, acontece que o sindicato dos ditos sabe que com a diminuição de utentes, fica o marmanjo livre de se pôr a milhas mais cedo, se não a tagarelar para a dona, lá em casa, ou a amante e a telebizão !
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que se trate da saúde aos médicos
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Javitudo,
Continua a ser muito fácil falar sobre o SNS…
Ao contrário do sugere, em situações dramáticas, recorre-se – mesmo governantes e famílias – aos serviços públicos. Quanto mais não seja pelos serviços de reanimação e de transfusão.
Um dia – despido de preconceitos ideológicos como recomendou – explicará que serviços (públicos ou privados) espera construir ‘contra os profissionais de saúde’ (não são só médicos).
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serviço público, nomeadamente para os editores do Blasfémias:
http://expresso.sapo.pt/provedor-de-justica-da-razao-a-precarios-contra-a-seguranca-social=f746932
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mais serviço público:
http://www.ionline.pt/mundo/wikileaks-australia-alega-poder-fazer-pouco-julian-assange
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UK, os tais que deram asilo a Pinochet.
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um familiar meu foi gerir um hospital público e pôs os médicos a ter de passar o dedinho num leitor óptico, resultado: poupança de 60% em horas extraordinárias. Mas mesmo assim é preciso cuidado porque ummédico disse-me: o teu … tem a mania que é esperto mas eu mando lá a minha filha com um molde de silicone com a minha impressão digital e a máquina lê como se fosse eu. Bom,,, acho que ele (o médico) estava a brincar pois não posso imaginar mandar a filha ir passar o selicone na máquina e ele contar-me a cena na boa.
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silicone…
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dão asilo a Pinochet, protegem-lhe as contas bancárias (c a ajuda de um conhecido banco português), e não o depacham para ser julgado em Espanha.
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Ó trill, o Pinochet já morreu, pá!… Há já alguns anos!
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em 10 de dezembro de 2006, para alguns tarde demais.
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muito tarde demais mesmo. Deveria ter sido condenado por crimes contra a humanidade. Além de que os filhos dele são conhecidos gangsters traficantes de droga.
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a Argentina deveria aproveitar agora para re-conquistar as Malvinas. E logo a Escócia aproveitaria para declarar independência antes do referendo…
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Não querem falar dos fuzilamentos que hoje se deram no país de Nelson Mandela governado pelos comunistas do ANC?
A esquerda ortodoxa, a caviar, xuxa-lamecha está atónita e em silêncio. Estão a falar do Assange. Não falam do que se passou na África do Sul.
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directamente do 5dias para os distraídos:
http://5dias.net/2012/08/16/tempos-e-cores/#respond
e é uma pena que alguns editores de blogs de extrema direita estejam de férias…
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Ó Cardoso vai nanar.
Foram os comunistas do ANC a matar sindicalistas ortodoxos.
Ficou tudo em casa.
Ficas mais tranquilo assim?
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A Argentina Re-conquistar as Malvinas?
Havia Argentina quando os ingleses chegaram ás Malvinas? Que povo “argentino” o povoava?
O Pinochet devia ter sido julgado? Claro que devia!!! Acompanhado por outros ditadores da América Latina que são denominados com líderes históricos e que assassinaram tanto ou mais que ele.O Pinochet matou ou promoveu a matança de um número semelhante de pessoas que o Partido Comunista Chinês num dia em Tienamen. Já pensaram levar eles a julgamento?
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JDGF,
Claro que há situações limite em que todos têm que recorrer aos serviços de ponta. Os Serviços Públicos tem de ter isso em conta. Não pode haver lugar a partidarização como está a ser feito actualmente na ARS do Norte por exemplo, tal como sucessivos governos o têm feito. Para que essa despesa não comprometa a sustentabilidade é preciso gerir bem e acima de tudo ir buscar as poupanças à promoção e prevenção coisa de que se fala a tempos mas nunca se concretiza.
Diz você: ” Um dia – despido de preconceitos ideológicos como recomendou – explicará que serviços (públicos ou privados) espera construir ‘contra os profissionais de saúde’ (não são só médicos)”.
Não é este o lugar para responder a essa questão. Os seus amigos já mostraram bem que não sabem a começar pelo dinossauro barbudo da DGS. Os ministros ficam tolhidos com o desregramento das contas, perturbados com a ladroagem que os cerca.
Vão ter que ser os cidadãos a tomar as rédeas do sistema. Nunca através da generalidade dos ditos representantes “democráticos” de todos os partidos que se estão c… para eles, mas mercê do apoio de técnicos idoneos de várias profissões onde terá que estar gente da área do direito e representantes da OMS. Já que chegámos a protectorado assumamos que precisamos de bóias para nos salvar em todos os domínios. Isto tem sido feito com vários países por exemplo a Polónia com efeitos notáveis. Quem segurou a Alemanha depois da guerra. Julga você que estamos em melhor situação? Engana-se, o mal feito ao povo português ao longo de décadas, nomeadamente o saque dos últimos anos é porventura mais difícil de recuperar até porque as ajudas que nos oferecem são muito limitadas.
Não me estou a referir a euros que é talvez o menos importante.
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“O Pinochet devia ter sido julgado? Claro que devia!!! Acompanhado por outros ditadores da América Latina que são denominados com líderes históricos e que assassinaram tanto ou mais que ele.O Pinochet matou ou promoveu a matança de um número semelhante de pessoas que o Partido Comunista Chinês num dia em Tienamen. ”
ok, certo, mas o Pinochet deveria ter sido julgado e não foi devido à Inglaterra,,, ou reino (des)unido,,,
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“A Argentina Re-conquistar as Malvinas?
Havia Argentina quando os ingleses chegaram ás Malvinas? Que povo “argentino” o povoava?”
é evidente que isso é uma longa história, a história do Povo Mapuche e outros, esse sim, “originários”, e seguramente que a história oficial está mto mal contada…
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Eles que tentem e vão ver como lhes mordem!
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Trill,
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A Espanha ocupou as ilhas, e depois acabou por as desocupar em 1811, no seguimento das guerras de independência da Argentina. Estas foram efectivemente ocupadas pelos britânicos quase vinte anos depois, em 1833. Os argentinos que guarneciam um posto ocupacional renderam-se e retornaram à Argentina por estarem em manifesta inferioridade numérica e tecnológica.
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É um pouco como Olivença ou Gibraltar. Ninguém quer abrir mão do que considera direitos seus, mesmo que sejam impossíveis de exercer e de manter (ou mesmo insanos de conceber, dada o hiato desde o abandono).
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Tiradentes,
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Havia um acordo entre chilenos que dizia isto: «Pinochet, calas-te, vives a tua vidinha na tua casa e és feito senados vitalício; e em troca sais do poder e ninguém te toca». Posso dizer-lhe que foi abortada in extremis no Chile uma intentona para restaurar a ditadura no Chile durante a estulta afoita de Baltazar Garzón, el Juez Holá.
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Depois do retorno, no Chile, Pinochet resolveu quebrar o acordo que tinhe feito e mencionou algumas coisas sobre a situação política. E o Estado Chileno é que não esteve com meias medidas e começou a preparar-se para julgar o Pinochet. O que não aconteceu apenas porque o tipo infelizmente foi cedo de mais dançar com as minhocas.
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A historieta do Garzón teve uma consequência que afecta milhões de pessoas. Instalados como o José Eduardo dos Santos estiveram bem atentos, e sabem bem não poderão sair do poder sem haver um fatinho de madeira a envolvê-los, pois sabem o que isso lhes pode significar. Porque é que pensa que as eleições presidenciais em Angola foram sucessivamente adiadas desde há mais de uma década? E quem diz Angola diz Zimbabué. E diz Camarões. E disse Guiné Equatorial. E Venezuela. E mesmo Cuba. E Bielorrússia. E Birmânia. E Síria, de que tanto se fala.
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O Baltazar Garzón resolveu fazer política externa em causa própria. As consequências do processo serão muito difíceis de medir, mas tenho a certeza de que o Mundo não é um lugar melhor por causa disso. E que muitas pessoas mais estão escusadamente sob ditaduras vitalícias (especialmente mal num tempo em que as pessoas vivem cada vez mais). O acordo chileno, que era apregoado secretamente nas chancelarias como uma saída viável para os ditadores, passou a ser-lhes um aviso e um assombro.
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Sempre disse que se deveria fazer um acordo semelhante ao que fizeram com o Pinochet com o Fidel Castro, para deixar Cuba se democratizar. Acha que depois do Garzón o Castro o aceitaria?
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E que tal isto? http://economia.publico.pt/Noticia/para-o-fmi-o-resgate-ao-estilo-islandes-e-uma-licao-a-reter-em-tempos-de-crise-1559284?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29#.UC4iQ9Majbw.facebook
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