Bendito Luisão*
Os juros da dívida pública caíram, esta semana, novamente.
Estão em causa os juros a 10 anos que desceram pela quinta vez consecutiva.
São, sem dúvida, boas notícias, dirão alguns. Os mercados recomeçam a acreditar em Portugal e, estando em causa a dívida pública a 10 anos, tal significa que há um crédito de confiança(zinha) na nossa recuperação. Mas, de todo o modo, essa performance já não tem sido tão impressiva no que respeita à dívida pública a curto prazo.
Portanto, se se começa a acreditar na recuperação, essa fé não é para já; acredita-se que se vai andando no bom caminho, só que este ainda é muito longo e cheio de imprevistos! Desde logo europeus. E, neste caso, a Europa (dos problemas e, para nós, dos imprevistos indesejáveis) começa mesmo aqui ao lado, em Espanha. E este será, talvez, o lado mau destas notícias financeiras, mesmo para quem viu, com a queda dos juros, a Primavera, em vez de uma simples andorinha.
Talvez o Primeiro – Ministro tenha razão quando diz que 2013 será o fim da recessão. Note-se, o fim do ciclo recessivo – o que, bem vistas as coisas, não significa (apesar de vários comentários e comentadores não terem ligado ao pormenor), início da retoma, recuperação de taxas de crescimento económico notoriamente positivas e o alívio nos nossos problemas. Significa literalmente aquilo que foi dito; provavelmente, continuaremos com indicadores negativos, porém, sem agravamento. Ficar como está, não piorar ainda mais – dir-me-ão – já não é mau. Mas também ainda está longe de ser bom. E o problema começa a ser psicológico. Como muitos têm dito, até vamos sobrevivendo. Mal, mas vamos. Mas as coisas complicam-se verdadeiramente quando o alento falta e o horizonte de normalidade é-nos apresentado a 5 ou a 10 anos! Aí, não há janelas, nem varandas de esperança que resultem, que deixem entrar ar. É certo que tivemos também 10 anos de crescimento económico nulo e era bom que erros de 10 anos se pudessem, na política, nas finanças como na vida, corrigir em dois. Mas, enfim, também precisamos de ilusões para viver…
Termos a capacidade para acreditar no que nos interessa, é fundamental. E aí, eu, portista convicto, existencialmente azul e branco, invejo alguns dos meus amigos benfiquistas: conseguem acreditar mesmo naquilo que não veem; melhor, no que é o contrário daquilo que toda a gente vê, em simples 30 segundo de imagens! E, como sempre disse o povo (suponho que não benfiquista!), uma imagem vale mais do que mil palavras. Realmente, palavras para quê?! Ponhamos os olhos na fé benfiquista e deixemos de pensar em resolver a crise! Basta termos capacidade para acreditar naquilo que queremos.
* Grande Porto, 17.08.12 (Opinião)

Como é que um país aguenta uma taxa de desemprego de 15 ou 20% durante 10 anos?
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Se o sujeito A estiver a pedir 10 euros e o sujeito B estiver a pedir 1000 euros a quem acha você que os interessados vão emprestar dinheiro?
Ao sujeito B porque lhe podem cobrar juros maiores. Logo a dívida portuguesa está a descer nos juros porque existem outra dívidas mais rentáveis.
Os bancos e os fundos financeiros vivem do que sempre viveram. As dívidas dos países.
Logo achar que os juros que temos de pagar são resultado do que estamos a fazer não é típico portista, é uma aberração perfeitamente idiota.
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Eu acredito é nas grandes virtudes da Fundação Porto/Gaia. Com Fundações como esta, o país vai sair da crise em dois tempos.
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Ala que se faz tarde Posted 18 Agosto, 2012 at 08:46 | Permalink
Quando ambos falirem, aliás a possibilidade do de 100o euros falir mais cedo o Banco vai ver que apostou no cavalo errado.
Não sei porquê estou a lembrar-me do ajuntador de quadros o senhor Berardo.
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“Talvez o Primeiro – Ministro tenha razão quando diz que 2013 será o fim da recessão. Note-se, o fim do ciclo recessivo – o que, bem vistas as coisas, não significa (apesar de vários comentários e comentadores não terem ligado ao pormenor), início da retoma, recuperação de taxas de crescimento económico notoriamente positivas e o alívio nos nossos problemas…”.
Tanto retórica para dizer aquilo a que – desde há muito – estamos habituados: ‘estamos mal (e vamos continuar) mas podia ser pior’. Ou, como se ouve frequentemente em casos de graves acidentes: ficou todo partido, perdeu tudo, mas podia ter morrido!
Além disso fica em suspenso a discussão: já batemos – ou não – no fundo?
É que quando se bate no fundo existe sempre a possiblidade de todo o sobrenadante ser considerado lucro!
Retoma-se aqui o recorrente e manhoso conceito do ‘economês politiqueiro e orgânico’: segue-se um período de ‘crescimento’ negativo…
Mas o que espanta por revelar completa falta de pudor (político), é os comentadores e servidores das opções políticas, económicas e financeiras em curso, mergulharem neste estafado ‘nonsense’, acalentando a esperança de vir a obter compreensão (já não falo em ‘adesão) dos cidadãos! Não seria melhor reduzir esta capciosa argumentação a uma ‘questão de fé’?
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Caro JCardoso, gosto muito de ler o Blasfémias mas aqui aplica-se a máxima portuguesa do “casa de ferreiro, espeto de pau”. Gostam muito de apontar as vergonhas alheias e passam ao lado das suas vergonhas. Agora tenho de ir falar com o Oliveirinha a ver se ele me arranja um carro.
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Em 2009, Hulk e Sapunaru foram suspensos preventivamente por agressão a um steward num túnel de acesso ao balneário.
Luisão, por agressão a um árbitro no terreno de jogo, não é suspenso preventivamente.
As leis do futebol são muito coloridas.
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bendito oliveirinha. Vejam hoje a capa do CM : Oliveira oferece carros à FPF, seu presidente e ao vitor pereira patrão dos árbitros. ´Devem ser as prendas pelo ultimo titulo entregue de bandeja ao FCP. O Pinto Costa anda louco com o Benfica mas não vale a pena, o Oliveira resolve…….neste portugal campeão da corrupção.
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o piscoiso tem os sentidos afectados..pudera com aquela fralda na cara, é natural. O árbitro alemão falou em agressão no seu relatório ? não, pois não. Então tira a fralda e respira FUNDO, PARA NÃO ESCREVERES BACORADAS.
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O POST foi escrito por um portista convicto, na fruta e no chocolate, só pode..ah,ah,ah. Tá tudo dito, não é preciso escreveres mais.
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“Os mercados recomeçam a acreditar em Portugal e, estando em causa a dívida pública a 10 anos, tal significa que há um crédito de confiança(zinha) na nossa recuperação.”
Os mercados são “pessoas” espertas!
Provavelmente, já “fez” as contas e concluíram que a ruína do país lhes dará menos lucro do que a descida de juros.
Mas se a falência do país “lhe” der mais lucros, então, será esse o caminho!
Os estudiosos sérios dos abomináveis comandantes de parte desses mercados têm explicado muito bem essa questão. Inclusive, como é que alguns manipuladores atuam nos referidos mercados.
Só não vê quem não quer. Não é à falta de livros, documentários e notícias.
Nisto como noutras coisas, há sempre aqueles que acreditam que o solzinho vai dançando nos céus!
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Fora da área do desporto, árbitro já apresentou queixa-crime contra Luisão, por agressão.
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Luisão, como capitão de equipa, deveria dirigir-se aos seus jogadores afastando-os do árbitro.
Ao dirigir-se intempestivamente ao árbitro, atingiu-o com um movimento de ombro que configura uma agressão.
Do Regulamento de arbitragem:
19.1 Sempre que qualquer elemento da equipa de arbitragem, em
virtude de agressão de um jogador, técnico, empregado ou
dirigente, fique impossibilitado de prosseguir no jogo, este deve ser dado como terminado.
Ao terminar o jogo aos 39′, determina automaticamente que o “incidente” foi uma agressão.
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Há por aí pessoal que acha que uma agressão tem de ser um soco ou um pontapé.
Está nos dicionários:
Agredir é atingir com ímpeto ou violência.
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Nas dívidas soberanas não há cavalos errados. Acha que a Grécia é um cavalo errado? Quanto é que a Grécia já deu a ganhar?
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passem ao vieira e a pdacosta:
http://leoninamente.blogspot.pt/2012/08/entre-dignidade-honra-e-falta-de-valores.html
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É por isso que esse país passou a ser denominado Tugulândia — o país dos Tugas.
Só o futebol lhes interessa e os do Puarto é que sõ bãos…
É, de facto, lamentável…
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os arbitros portugueses são uns hérois. Ao contrário do alemão, não há bota nas trombas ( Deco) que os derrube, ou empurroes que os deitem ao chão ( kostadinov) ou perseguições de bandos de jogadores que os façam parar de correr ( jose pratas), ou agressões e ameaças de morte nos túneis das antas…..podia aqui ficar o resto da tarde mas não vale a pena. Vocês sabem que a escola portista é infinita……
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José,
pois claro que há ou houve. E depois? Alguém disse o contrário? É disso que agora a FIFA e a FPF estão a cuidar?
Mas, e as imagens do luisão, na Alemanha – que é disso que agora estamos a falar? Como é? Serão uma montagem? Também acha que nem toca no árbitro e que o dito cujo simulou?
Portanto, vamos também acreditar que não há crise?
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