não a empandeirem, não…
31 Agosto, 2012
A tal empresa “muito lucrativa” nos últimos anos, que suscita a volúpia e a ganância dos “privados”, quer 80 milhões de euros do estado, em 2013, a título de indemnização compensatória. Compensação de quê, já agora?
.
Adenda: Leitura imprescindível do artigo de João Miguel Tavares, no Correio da Manhã, Oh, não! O que será do país se a RTP acabar. Não recomendável a algumas almas mais sensíveis que comentam no Blasfémias.
22 comentários
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A pedir assim, parecem quase algumas empresas privadas. Gaita!
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FIncapé,
Você, meu caro, tem certamente um trauma qualquer com os “privados”. Mas, como lhe disse há uns dias, ainda lhe há-de passar…
Cumps.,
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como dizia o papagaio da anedota «picha no cu, janela fora»
está à venda na Net o livro
armand dubarry; les invertis (le vice allemand)
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🙂 🙂 🙂 Caro rui a.
Você a dar-lhe! Não tenho nada contra os privados, tenho muitos amigos com pequenas ( e até médias) empresas, dou-me bastante bem com eles e aprecio o seu trabalho e capacidade de enfrentarem as dificuldades.
Sei e digo-lhes que eles trabalham muito mais do que qualquer dos seus trabalhadores e, além disso, correm os riscos financeiros inerentes à sua atividade.
Ora, é isso precisamente o que não acontece com aqueles que vivem encostados ao Estado, mas que são muito liberais. Há ainda aqueles que destilam liberalismo por todos os poros, mas não criam qualquer empresa, limitando-se a gerir aquilo que os outros construíram. São bons, mas não o demonstram. São uma espécie de Pacheco do Eça nas Cartas de Fradique Mendes.
Não sei se leu o artigo de Juan José Millás que saiu no El País e que aparece por aí nalguns blogues de esquerda (não sei porque é que a direita não há-de concordar com aquilo, talvez um dia descubra). É contra o capitalismo financeiro, mas não contra o capitalismo que ele chama clássico, mas que é o capitalismo, digamos, produtivo. Aquele com que a Europa quase acabou, principalmente desde Tatcher e Reagan. Não é a mesma coisa, mas eu quis fazer a relação. Aprecio os sectores produtivos e não aprecio os que vivem encostados e ainda mandam bocas. É só isso. Acha mesmo que devo mudar?
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Desculpe,
Cumprimentos
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Caro Fincapé,
Então, vc. reclama do pessoal que anda encostado ao estado e, depois, quer mais estado e não menos?…
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“Correio da Manhã” — Eis um belo exemplo de competência jornalística!… Melhor que isso só assistir à TV privada… http://www.tvi.iol.pt/videos/13690067
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A malta deve ser da Casa das Aranhas
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Rui a.
Desculpe a intromissão.
Quando o Fincapé reclama do pessoal que anda encostado ao Estado quer menos pessoal encostado ao Estado e não (necessariamente) menos Estado.
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Está perdoado, Cáustico. Mas quanto menor for o estado, menos superfície tem para quem se lhe queira encostar. É uma questão de espaço físico. E, já agora, de budget e da dimensão de interesses que por ele passam…
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Parece-me que a coisa é um bocadinho mais subtil.
Além de emagrecer, o hospedeiro dever tomar também um desparasitante. Era ver a bicharada a cair como tordos.
Haja coragem – muitas dessas carraças passam a vida a dizer mal do Estado.
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Até este momento______IMPECÁVEL.
(Vão ver o Piscoiso agoniado com a proposta
de desparazitação/ desencosto____ mesmo que não
se estenda aos Partidos Políticos).
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“Além de emagrecer, o hospedeiro dever tomar também um desparasitante. ”
E nunca se perguntou por que é que isso nunca sucede?
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rui a.
Cáustico
Não haverá nenhuma dimensão ideal para o Estado, até porque “cada cabeça cada sentença” quanto a este assunto.
Para dizer uma banalidade, quero um Estado suficiente para cumprir devidamente os serviços que deverá prestar.
Como muita gente fala um pouco de cor sobre o assunto, ao ponto de haver quem considere o Estado uma enormidade e depois se queixar da demora no atendimento, para mim só há uma maneira de avaliá-lo: comparar-mo-nos com os Estados que funcionam bem e que vão à nossa frente em desenvolvimento económico e social. Podemos ser mais pobres, mas não deveremos querer ser mais burros. Assim, ganhando menos, tendo menos equipamento médico, menos espingardas ou menos quadros interativos nas escolas, podemos ter um número de pessoal proporcional à população das nossas referências nos hospitais, no exército, nas escolas, e prestar serviços equivalentes.
Não se trata de uma cópia, pelo que poderá ter de haver alguns ajustamentos. Há estatísticas para isto tudo e não é necessário inventar nada. Basta mesmo não andarmos a inventar cada vez que muda um governo ou às vezes todos os anos, ao sabor do vento.
O problema agrava-se quando toca a escolher as referências. Mas na Europa temos muitas das boas. Na atual situação é mais difícil, mas não se pode navegar ao sabor do vento.
Tem mesmo de haver um mínimo de concertação política que estabeleça um rumo.
Isto não é nada de novo, mas ninguém o faz. Se for mostrada uma estatística qualquer que mostre que o nosso Estado está na média da UE, vai haver sempre quem diga que é pequeno e quem diga que é grande. Raramente se compara os serviços que presta ou tem em atenção as necessidades.
Ui, já vai longo!
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rui a,
Aqui está mais um Heleno Matas( João Miguel Tavares), que até lia de forma agradavel as suas crinicas ao domingo no CM, até ao dia que o vi e ouvi a bramir contra aqueles que não conseguindo emprego devia de trabalhar. Como se todos nascessem com o cu virado p´ra lua.
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Os carolas que correram para aqui com os links que a RTP já ia ter lucros de 20 milhões, levados pelas contas do Espesso de lacinho, é preciso não conhecer minimamente a RTP para dizer tal barbaridade, agora já não falam desta pedinchice de mais 80 milhões e do pagamento das dívidas que ainda existem. Falava-se em 20 milhões de lucros para RTP como quem estala os dedos, já está.
Que grande azar, quando se aproximava a hora de decidir sobre o futuro da RTP, privatização de um canal no programa do partido que ganhou as eleições, eis que eles estavam a preparar-se para dar 20 milhões de lucros. Que grande azar!
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Talvez seja ignorância minha, mas pendo que não existe verbo “empadeirar”.
Não quererá dizer “empandeirar”? ( tornar-se pando, bojudo; inflar-se; encher-se em demasia)
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Ainda há quem esteja atento e corrija o português . . .
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Por mim podem empandeirá-la à vontade.
Até deito foguetes.
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acabe-se de vez com o monstro. mto obrigadinho (é que eu não vejo rpt – e para dizer a verdade nem as outras, exceptuando aqueles canais estrangeiros fantásticos que agora descarregaram tudo no youtube – há décadas…)
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Claro que é «empandeirar». «Empadeirar» só se fosse relativo a um padeiro ou a uma empada… De todo o modo, obrigado por me ter feito reparar no lapso.
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Caro Rui,
aqui fica especialmente para si, embora já tenha deixado noutro local para todos os anfitriões. Depois não diga que não sou amigo.
“Caros(as)
Helena,
rui a.,
jmf1957,
LR,
etc.
Há tipos com cada ideia! Vejam lá para o que deu a estes(s)! No entanto, se quiserem aproveitar para dar sugestões ou mesmo participar, mais tarde, nas votações aqui fica (aviso que não tenho comissão):”
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