Excelente blog, realmente. E a qualidade técnica dos nossos passeios? A “calçada à portuguesa” é uma verdadeira metáfora da nossa cultura, como o “português suave”: a máfia urbanizadora faz de conta que constrói passeios, as câmaras que os mantêm, o povo que gosta muito, excepto na urgência hospitalar com o tornozelo partido. Lancil em calcário baratucho que quebra ao primeiro toque do pneu, e vamos embora que o país sempre esteve em crise. E para quê lavar à mangueira os passeios se a porcaria fica retida estre as nossas queridas pedras de calçada com temas marítimos que celebram os descobrimentos…
A calçada à portuguesa é a maior porcaria que impede que se passeie por cá como se pode passear noutras cidades.
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Um novo-riquismo absolutamente imbecil que já se espalhou por todo o lado. Bastava no centro da cidade e mais nada.
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Não faz sequer qualquer sentido no Norte ou mesmo em Sintra onde até nas rampas para a serra já a colocaram.
Tenho algumas fotos interessantes sobre este assunto. Talvez envie para lá.
—-
O que vale é que a calçada à portuguesa fica barata. Não deve ter contribuído nada para as dívidas das câmaras municipais. Não vou há tempo à serra da Estrela. Já calcetaram aquilo tudo?
“O que vale é que a calçada à portuguesa fica barata”
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Pelo contrário, é mais cara do que as soluções industriais correntes em cidades como Paris ou Madrid, em zonas que não justificam outro tratamento. Não existe qualquer fundamento económico, é mais uma componente da nossa maneira “rústica e desleixada” de ser.
Meus caros XisPto e Pedro,
Não leram tudo, com certeza, senão ter-se-iam apercebido da ironia.
E as ironias não são para desmentir, senão deixam de o ser.
Estraguei tudo, prontos!
Se não há corrupção digam como é possivél trocar trabalhadores por outros num despedimento coletivo do casino estoril com milhões de lucros e faz dois anos e meio na justiça e nada.
Cada vez mais se dá a mostrar ao povo os verdadeiros corruptos pela boca de Candida Almeida.
Que país poderá ser mais corrupto que este, quando esta senhora, que nas intervenções públicas aparece sempre revestida de uma serenidade e postura próprias de uma lady, vem com trejeitos histéricos, hiperexcitada, quase verborreica, afirmar o contrário que todos sabem e que ela própria deveria combater com o maior afinco?! Cada vez melhor percebo: não há forma mais perfeita de se roubar e corromper que através da Lei. Quer seja na elaboração de leis com fins protectores de interesses quer, como neste caso, “comprando” a Lei para a ter do seu lado. Portugal não tem futuro.
Helena,
Este blog também está muito bem feito:
http://anossaterrinha.blogspot.pt/
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Excelente blog. Aquilo é que é serviço público.
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Excelente blog, realmente. E a qualidade técnica dos nossos passeios? A “calçada à portuguesa” é uma verdadeira metáfora da nossa cultura, como o “português suave”: a máfia urbanizadora faz de conta que constrói passeios, as câmaras que os mantêm, o povo que gosta muito, excepto na urgência hospitalar com o tornozelo partido. Lancil em calcário baratucho que quebra ao primeiro toque do pneu, e vamos embora que o país sempre esteve em crise. E para quê lavar à mangueira os passeios se a porcaria fica retida estre as nossas queridas pedras de calçada com temas marítimos que celebram os descobrimentos…
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A calçada à portuguesa é a maior porcaria que impede que se passeie por cá como se pode passear noutras cidades.
.
Um novo-riquismo absolutamente imbecil que já se espalhou por todo o lado. Bastava no centro da cidade e mais nada.
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Não faz sequer qualquer sentido no Norte ou mesmo em Sintra onde até nas rampas para a serra já a colocaram.
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Tenho algumas fotos interessantes sobre este assunto. Talvez envie para lá.
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O que vale é que a calçada à portuguesa fica barata. Não deve ter contribuído nada para as dívidas das câmaras municipais. Não vou há tempo à serra da Estrela. Já calcetaram aquilo tudo?
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eheheh
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Podes crer. Só falta a Serra da Estrela. Não há aldeia que não tenha calçada Lisboeta (manuelina, a que passaram a chamar portuguesa).
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“O que vale é que a calçada à portuguesa fica barata”
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Pelo contrário, é mais cara do que as soluções industriais correntes em cidades como Paris ou Madrid, em zonas que não justificam outro tratamento. Não existe qualquer fundamento económico, é mais uma componente da nossa maneira “rústica e desleixada” de ser.
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Como bem disse o XPTO é dos pisos mais caros !
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Meus caros XisPto e Pedro,
Não leram tudo, com certeza, senão ter-se-iam apercebido da ironia.
E as ironias não são para desmentir, senão deixam de o ser.
Estraguei tudo, prontos!
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Pois foi. Estragaste tudo porque a ironia não é para todos.
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Se não há corrupção digam como é possivél trocar trabalhadores por outros num despedimento coletivo do casino estoril com milhões de lucros e faz dois anos e meio na justiça e nada.
Cada vez mais se dá a mostrar ao povo os verdadeiros corruptos pela boca de Candida Almeida.
Que país poderá ser mais corrupto que este, quando esta senhora, que nas intervenções públicas aparece sempre revestida de uma serenidade e postura próprias de uma lady, vem com trejeitos histéricos, hiperexcitada, quase verborreica, afirmar o contrário que todos sabem e que ela própria deveria combater com o maior afinco?! Cada vez melhor percebo: não há forma mais perfeita de se roubar e corromper que através da Lei. Quer seja na elaboração de leis com fins protectores de interesses quer, como neste caso, “comprando” a Lei para a ter do seu lado. Portugal não tem futuro.
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