O Senhor Arménio Carlos já afirmou aos Orgãos de Comunicação Social que não aconselha violência nas manifestações deste sábado dia 16 de Setembro.
É sabido que a CGTP e o PCP, desde que começaram as medidas de austeridade, sempre têm tentado desencadear violência em manifestações, para fins sinistros, desejosos de imitar a Grécia em violência de rua. E é mais que evidente que, à semelhança do que tem sucedido nas arruaças promovidas pelos mesmos aquando das deslocações de membros do Governo, eles vão comparecer nestas manifestações.
Por isso, aquele conselho do Sr Arménio Carlos não é mais que uma forma de se estar já a desculpabilizar, dos efeitos das acções de violência que aqueles elementos do PCP vão desencadear nas manifestações deste sábado.
Eu não sei, João Miranda, senão dizia.
Mas sabia que PPC não diz menos mentiritas do que o seu antecessor. E que as medidas do orçamento para este ano não iriam resultar. Só a direita e os liberais não sabiam.
E olhe que eu consigo ainda hoje ter mais simpatia por PPC do que pelo anterior.
Acho estranho que na entrevista de ontem na RTP os dois sonsos que supostamente o deveriam entrevistar não o tenham confrontado mais incisivamente sobre o falhanço deste ano.
E fico estupefacto que PPC tente alimentar a ideia de que a situação era pior do que ele esperava, quando ele sustentou a ideia de que estávamos na falência.
Podia ter deixado falir o BPN e não ter enterrado lá o nosso dinheiro. Pode unilateralmente impor novas condições às PPP. Porque é nestas tretas que o dinheiro se está a ir.
Não cortava nada! Baixava a actual fasquia dos 150.000 no IRS para 50.000 e progredia até aos 250.000 na taxa de 99,99%. Acabava com o IRC. Mandava o povo ser patrão se quer ficar “rico”.
1º Aumento da TSU em 7pp para o sector público
2º Corte de 1/4 de um subsídio de Natal em ambos os sectores.
3º O que foi dito em 2º, deve ser feito via aumento do IRS, para englobar todos os tipos de rendimento
4º Ups, já está, afinal era tão fácil.
O que fazer perante o acórdão do TC?
PPC dveria fazer o mesmo que Papandreau: ameaçar com um referendo. E, de imediato, ser posto fora pela Merkel… Nessa altura, seria expectável, arranjarmos um Governo chefiado pelo Dr. António Borges, que seria o serventuário com um curriculum q.b. (Goldman Sachs + FMI, etc.).
O que provávelmente nos conduziria aos mesmos resultados (ao mesmo impasse) mas tinha a vantagem de conhecermos o rosto do sátrapa de serviço. Isto é, aproveitar o acórdão para ‘clarificar’ a situação (política, económica e financeira)…
“Então e um funcionário publico ir lá a casa lavar-lhe o rabinho com água das malvas, não quer?”
Acabei de propor uma solução em que o funcionário público sai beneficiado, recuperando três quartos de um subsídio, e você vem com esta pergunta? É burro?
Todos sabemos que os equílibrios exigidos ao país não se obterão sem a comparticipação de quase todos os portugueses. E digo quase todos, excluindo aqueles que por evidente insuficiência de rendimentos não podem (ou deveriam, por decência, ser poupados) contribuir.
Agora, o que não é admissível é observar o «regime light» de comparticipação que está a ser exigido ao topo e níveis superiores da pirâmide de rendimentos comparativamente à parte restante. Essa comparticipação deve ser equivalente em taxa de esforço, caso contrário o pricípio da equidade na distribuição de sacrífícios não passa de um simulacro, que se junta a esseoutro convenientemente enviesado que é o paradoxal e clássico princípio da misteriosa impossibilidade de equidade na distribuição dos rendimentos, que coloca Portugal no pódio das desigualdades sócio-económicas.
Mas há gente cá da terreola que confunde liberalismo funcional (e sobretudo, meta-económico) com proteccionismo e nepotismo dos rendimentos das classes sócio-económicas melhor colocadas…
E disso, as pessoas (deixem lá as famílias em paz na sua intimidade, poupando-as à suez instrumentalização emotiva que os gurus do marketing conseguiram impingir aos políticos e media) não se vão esquecer, nem vão poder perdoar.
Não me admira nada que a terceira hipótese esteja na frente.
O problema está nas contas públicas. Então agarra-se e vai-se buscar mais aos privados para equilibrar essas mesmas contas.
.
Bela teoria. E quando a SONAE passar por dificuldades corta-se nos funcionários públicos para a empresa não ter de despedir ou reduzir bruscamente aos seus funcionários.
Para o Portela Menos 1
No filme que apresenta, eu estou do lado dos que fazem, dos que trabalham, dos que sorriem. Faço parte deles.
Você, pelo contrário, faz parte dos que desfazem e que não sabem que coisa é trabalho.
AAA
A ser assim esqueceu-se daquela parte em que devolve os dois subsídios e o outro desconto (3,5 a 10%).
Se a ideia era fazer um reset a 2010 e depois então aplicar isto, então desculpe lá. Nos idas que correm já ninguem conta com devolução de nada, tudo o que se ouve é a somar (ou melhor, a subtrair)
Olha maia uma triste que acha que sendo mal educada tem uma opinião mais forte. Mas quem vai pelo insulto apenas deixa transparecer a falta de outros argumentos. Cada vez gosto mais da alcunha apanha-tontos que escolhi.
Sobre o comentário, as empresas ou bancos nacionalizados será que não podem falir? Claro que foi o outro que, pela nacionalização, transformou o BPN num problema de todos. Mas é de ver quanto dinheiro entrou no BPN já com este governo em funções e que tal não aconteceria caso o BPN fosse declarado insolvente e, consequentemente, fechado.
O veto do TC é inconstitucional. FP e Sector Privado (SP) não são entidades comparáveis—aliás o primeiro tem um etenso conjunto de regalias que não existem no mundo empresarial portanto qualquer tentativa de “equidade” é uma piada bastante cínica. Toda a FP, se quiserem fazer uma comapação real com o SP, é uma classe protegida. O déficit é um problema de despesa, não de ordenados excessivamente altos em Portugual, nem de economia directa. O que há a fazer é reduzir o número de funcionários públicos e ajudar esses trabalhadores a encontrar colocação no SP, criar o seu próprio negócio, etc, etc. e não esperar que a estimulação e o crescimento da economia real possa permitir manter o Estado como está (organismos e funcionários). Qualquer outra “medida” (palavra odiosa) é injusta e retira dinheiro directamente às famílias. Só a transferência do peso de trabalhadores de um sector para o outro pode permitir algum equilíbrio (daqui a 5 ou 10 anos).
Jorge Fliscorno,
compreendamos que este governo é um amigo do REGIME ANGOLANO e do seu mui liberal jogo do MONOPÓLIO familiar!…
Então iam agora entregar um banco descapitalizado ao amigo ZÉ EDU (perdão!… à sua empreendedora filha e ao seu lugar-tenente MIRA AMARAL)?!…
C’oa breca, sejamos compreensivo!…
Ao Jorge Miranda só faltou apontar explicitamente os CASINOS como destino e recurso de quem se vê mais empobrecido, e procura descolar de tal pobreza e ajudar a economia…
Portanto, confirmaste o que eu disse- que estavas a bufar por um aparo que os teus deram a um banco privado. E foram os teus que nos puseram a pagar até isso. Fora o resto (porcelanas portuguesas) está lá a explicação dessas endogamias da coroa republicana e laica
Falta a hipótese mais fácil, porventura a que agradaria a mais pessoas:
Corte dos restantes 12 meses de pensão de reforma aos reformados e pensionistas.
Em vez de comerem só o pequeno almoço aos idosos e inválidos, comiam-lhes tudo.
“AAA
A ser assim esqueceu-se daquela parte em que devolve os dois subsídios e o outro desconto (3,5 a 10%).”
Esqueci-me de quê? É burro ou faz-se? O post é sobre o veto do TC e como se resolve isso. Portanto os 3,5 a 10% não têm nada a ver com o post, e os subsídios estão devolvidos porque é um pressuposto do post.
É como eu digo, eu a fazer uma sugestão em que os FPs só perdem 1,25 ordenados em vez dos 2 actuais, e você a armar-se em parvo.
A vossa pergunta está mal feita. Não se trata de o governo contornar o veto do tribunal. Trata-se sim de contornar a inconstitucionalidade que ele mesmo, ao propor, a assembleia, ao aprovar e o presidente, ao promulgar, cometeram
reduzir drasticamente a despesa pública e abdicar da colecta
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Não chateava ninguem, era melhor tolerada e passava no TC…
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À atenção de quem de direito
O Senhor Arménio Carlos já afirmou aos Orgãos de Comunicação Social que não aconselha violência nas manifestações deste sábado dia 16 de Setembro.
É sabido que a CGTP e o PCP, desde que começaram as medidas de austeridade, sempre têm tentado desencadear violência em manifestações, para fins sinistros, desejosos de imitar a Grécia em violência de rua. E é mais que evidente que, à semelhança do que tem sucedido nas arruaças promovidas pelos mesmos aquando das deslocações de membros do Governo, eles vão comparecer nestas manifestações.
Por isso, aquele conselho do Sr Arménio Carlos não é mais que uma forma de se estar já a desculpabilizar, dos efeitos das acções de violência que aqueles elementos do PCP vão desencadear nas manifestações deste sábado.
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Eu não sei, João Miranda, senão dizia.
Mas sabia que PPC não diz menos mentiritas do que o seu antecessor. E que as medidas do orçamento para este ano não iriam resultar. Só a direita e os liberais não sabiam.
E olhe que eu consigo ainda hoje ter mais simpatia por PPC do que pelo anterior.
Acho estranho que na entrevista de ontem na RTP os dois sonsos que supostamente o deveriam entrevistar não o tenham confrontado mais incisivamente sobre o falhanço deste ano.
E fico estupefacto que PPC tente alimentar a ideia de que a situação era pior do que ele esperava, quando ele sustentou a ideia de que estávamos na falência.
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A questão é como o Governo poderia ter evitado o veto do Tribunal Constitucional.
A sua demagogia é no mínimo, com o devido respeito, patética JM.
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para o sousa pinto:
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Podia ter deixado falir o BPN e não ter enterrado lá o nosso dinheiro. Pode unilateralmente impor novas condições às PPP. Porque é nestas tretas que o dinheiro se está a ir.
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Não cortava nada! Baixava a actual fasquia dos 150.000 no IRS para 50.000 e progredia até aos 250.000 na taxa de 99,99%. Acabava com o IRC. Mandava o povo ser patrão se quer ficar “rico”.
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Demitindo-se…
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1º Aumento da TSU em 7pp para o sector público
2º Corte de 1/4 de um subsídio de Natal em ambos os sectores.
3º O que foi dito em 2º, deve ser feito via aumento do IRS, para englobar todos os tipos de rendimento
4º Ups, já está, afinal era tão fácil.
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O que fazer perante o acórdão do TC?
PPC dveria fazer o mesmo que Papandreau: ameaçar com um referendo. E, de imediato, ser posto fora pela Merkel… Nessa altura, seria expectável, arranjarmos um Governo chefiado pelo Dr. António Borges, que seria o serventuário com um curriculum q.b. (Goldman Sachs + FMI, etc.).
O que provávelmente nos conduziria aos mesmos resultados (ao mesmo impasse) mas tinha a vantagem de conhecermos o rosto do sátrapa de serviço. Isto é, aproveitar o acórdão para ‘clarificar’ a situação (política, económica e financeira)…
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AAA
Então e um funcionário publico ir lá a casa lavar-lhe o rabinho com água das malvas, não quer?
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JDGF
Brincar com o fogo, não é?
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Paulo,
Brincar com o fogo, não é?
Não será exactamente ‘isso’ o que, neste momento, se passa no (pelo) País?
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“Então e um funcionário publico ir lá a casa lavar-lhe o rabinho com água das malvas, não quer?”
Acabei de propor uma solução em que o funcionário público sai beneficiado, recuperando três quartos de um subsídio, e você vem com esta pergunta? É burro?
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Todos sabemos que os equílibrios exigidos ao país não se obterão sem a comparticipação de quase todos os portugueses. E digo quase todos, excluindo aqueles que por evidente insuficiência de rendimentos não podem (ou deveriam, por decência, ser poupados) contribuir.
Agora, o que não é admissível é observar o «regime light» de comparticipação que está a ser exigido ao topo e níveis superiores da pirâmide de rendimentos comparativamente à parte restante. Essa comparticipação deve ser equivalente em taxa de esforço, caso contrário o pricípio da equidade na distribuição de sacrífícios não passa de um simulacro, que se junta a esseoutro convenientemente enviesado que é o paradoxal e clássico princípio da misteriosa impossibilidade de equidade na distribuição dos rendimentos, que coloca Portugal no pódio das desigualdades sócio-económicas.
Mas há gente cá da terreola que confunde liberalismo funcional (e sobretudo, meta-económico) com proteccionismo e nepotismo dos rendimentos das classes sócio-económicas melhor colocadas…
E disso, as pessoas (deixem lá as famílias em paz na sua intimidade, poupando-as à suez instrumentalização emotiva que os gurus do marketing conseguiram impingir aos políticos e media) não se vão esquecer, nem vão poder perdoar.
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Não me admira nada que a terceira hipótese esteja na frente.
O problema está nas contas públicas. Então agarra-se e vai-se buscar mais aos privados para equilibrar essas mesmas contas.
.
Bela teoria. E quando a SONAE passar por dificuldades corta-se nos funcionários públicos para a empresa não ter de despedir ou reduzir bruscamente aos seus funcionários.
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Para o Portela Menos 1
No filme que apresenta, eu estou do lado dos que fazem, dos que trabalham, dos que sorriem. Faço parte deles.
Você, pelo contrário, faz parte dos que desfazem e que não sabem que coisa é trabalho.
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AAA
A ser assim esqueceu-se daquela parte em que devolve os dois subsídios e o outro desconto (3,5 a 10%).
Se a ideia era fazer um reset a 2010 e depois então aplicar isto, então desculpe lá. Nos idas que correm já ninguem conta com devolução de nada, tudo o que se ouve é a somar (ou melhor, a subtrair)
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Quem podia ter deixado falir o BPN era o outro governo, não este, ó corno feliz
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Olha maia uma triste que acha que sendo mal educada tem uma opinião mais forte. Mas quem vai pelo insulto apenas deixa transparecer a falta de outros argumentos. Cada vez gosto mais da alcunha apanha-tontos que escolhi.
Sobre o comentário, as empresas ou bancos nacionalizados será que não podem falir? Claro que foi o outro que, pela nacionalização, transformou o BPN num problema de todos. Mas é de ver quanto dinheiro entrou no BPN já com este governo em funções e que tal não aconteceria caso o BPN fosse declarado insolvente e, consequentemente, fechado.
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O veto do TC é inconstitucional. FP e Sector Privado (SP) não são entidades comparáveis—aliás o primeiro tem um etenso conjunto de regalias que não existem no mundo empresarial portanto qualquer tentativa de “equidade” é uma piada bastante cínica. Toda a FP, se quiserem fazer uma comapação real com o SP, é uma classe protegida. O déficit é um problema de despesa, não de ordenados excessivamente altos em Portugual, nem de economia directa. O que há a fazer é reduzir o número de funcionários públicos e ajudar esses trabalhadores a encontrar colocação no SP, criar o seu próprio negócio, etc, etc. e não esperar que a estimulação e o crescimento da economia real possa permitir manter o Estado como está (organismos e funcionários). Qualquer outra “medida” (palavra odiosa) é injusta e retira dinheiro directamente às famílias. Só a transferência do peso de trabalhadores de um sector para o outro pode permitir algum equilíbrio (daqui a 5 ou 10 anos).
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Ó sr João Miranda,então hoje estou condenado a embirrar consigo?Então,só tem essas premissas?inibiu o meu voto!
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Jorge Fliscorno,
compreendamos que este governo é um amigo do REGIME ANGOLANO e do seu mui liberal jogo do MONOPÓLIO familiar!…
Então iam agora entregar um banco descapitalizado ao amigo ZÉ EDU (perdão!… à sua empreendedora filha e ao seu lugar-tenente MIRA AMARAL)?!…
C’oa breca, sejamos compreensivo!…
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Ao Jorge Miranda só faltou apontar explicitamente os CASINOS como destino e recurso de quem se vê mais empobrecido, e procura descolar de tal pobreza e ajudar a economia…
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Estew gajo é anormal. Inventou o nic “fliscorno “e acha que é um insulto alguém o tratar por “corno feliz”
.
“:O))))))))))))
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Portanto, confirmaste o que eu disse- que estavas a bufar por um aparo que os teus deram a um banco privado. E foram os teus que nos puseram a pagar até isso. Fora o resto (porcelanas portuguesas) está lá a explicação dessas endogamias da coroa republicana e laica
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Falta a hipótese mais fácil, porventura a que agradaria a mais pessoas:
Corte dos restantes 12 meses de pensão de reforma aos reformados e pensionistas.
Em vez de comerem só o pequeno almoço aos idosos e inválidos, comiam-lhes tudo.
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“AAA
A ser assim esqueceu-se daquela parte em que devolve os dois subsídios e o outro desconto (3,5 a 10%).”
Esqueci-me de quê? É burro ou faz-se? O post é sobre o veto do TC e como se resolve isso. Portanto os 3,5 a 10% não têm nada a ver com o post, e os subsídios estão devolvidos porque é um pressuposto do post.
É como eu digo, eu a fazer uma sugestão em que os FPs só perdem 1,25 ordenados em vez dos 2 actuais, e você a armar-se em parvo.
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AAA
Se fosse pressuposto o Passos Coelho tinha devolvido.
Percebeu ou quer um desenho?
.
Vá lá chamar burro aos seus camaradas de taberna
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A vossa pergunta está mal feita. Não se trata de o governo contornar o veto do tribunal. Trata-se sim de contornar a inconstitucionalidade que ele mesmo, ao propor, a assembleia, ao aprovar e o presidente, ao promulgar, cometeram
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Ó zazie ignorante, fliscorno é um instrumento musical.
Depois, o que é isso dos meus? Eu não tenho dono. Tu tens?! Quem são os teus?
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