A alternativa de Pacheco Pereira
Pacheco Pereira escreve um longo artigo contra a ideia de que não há alternativas no qual a única alternativa que apresenta é o imposto Cadilhe sobre o património. E é este o estado das nossas elites. A solução de Pacheco Pereira para uma crise de sobreendividamento e de excesso de despesa do Estado, num país descapitalizado e em que os investidores desconfiam do Estado, é um imposto sobre o património que deixa intacta a despesa do Estado e que obrigaria contribuintes endividados e sem liquidez a pagar impostos sobre património. E pagariam o imposto com quê? Pedaços da casa?
O imposto Cadilhe seria impraticável uma vez que muitos agentes não teriam liquidez para o pagar. Mesmo que fosse aplicado, o efeito estrutural seria contrário ao necessário. A despesa pública seria mantida e a economia produtiva seria penalizada com uma perda de património que teria que ser reposto com poupança.

O Pacheco e o Cadilhe são uns burros.
O que nos vale é o Miranda que emparelha em genialidade com Borges.
Com essas duas parelhas podia-se fazer uma corrida.
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Felizmente há luar… e o génio do Miranda! 🙂 🙂
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Se este imposto fosse compensado com a baixa dos impostos que sobrecarregam a classe média tudo bem, mas a solução é mesmo cortar na despesa do estado.
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” Porque, sendo um acto impositivo ( imposto extraordinário de 3% a 4% do património líquido ), pode colher a boa adesão dos contribuintes, e deve por razões de inteligência, bom senso e solidariedade. “ – escreve Cadilhe.
As ditas razões de inteligência, bom senso e solidariedade, nem sempre são acessíveis.
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Vejo que o Pacheco Pereira também tem “dificuldades de comunicação” com o João Miranda. O último não entende o primeiro… 😉
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Sr Miranda, o Cadilhe que refere é aquele da que acabou com o imposto da Sisa depois de ter comprado um luxuoso apartamento nas Amoreiras? O sujeito é aquele bimbo, amigo de Cavaco Silva, que quando tutelava a Guarda Fiscal num genuíno tique de cacique, típico da sua região, pôs as viaturas e os agentes a carregar a mobília? É essa a encomenda?
Se é, então sr Miranda antes de referir essa abencerragem, peça uma valaliação, à igualmente albençoada Standard & Poor`s para verificar se o rating do sujeito está ao mesmo nível do país que ele e o seu amigo governaram durante anos. Já agora era do interesse geral saber se o rating do sr Borges é lixo ou AAA. Muito Obrigado.
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Se não têm liquidez, vendam as casas tal e qual o Estado se desfaz das empresas que tem. Além disso, a poupança nunca fez mal a ninguém. Parece simples.
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“A despesa pública seria mantida e a economia produtiva seria penalizada com uma perda de património que teria que ser reposto com poupança.”
Deve ser difícil dizer tanta asneira em tão poucas palavras.
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É mais TRALHA…
…é a conversa do “ignorante”, a treta do “empresário que não contratava”, o imposto do Pacheco…É disto que o País vive quando vai a caminho da Queda.
O próximo orçamento é vital.
Mas muitos não pagam os devidos impostos…
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Vamos por partes.
Pacheco Pereire é um intelectual com uma angustiante dor de corno por ninguém ligar às suas opiniões, artigos e intervenções nas televisões.
Posto isto acho que muito está explicado.
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O genial miranda e o não menos genial pacheco ainda não perceberam que o imposto sobre o património vai ser aumentado, e muito, no IMI. Portanto, é de sugerir a criação de parques para telhados e tijolos por forma a que o Fisco possa receber o dito cujo.
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pacheco é um intelectual uma porra. pacheco é um coleccionador. (isto é uma homeagem a esse outro grande intelectual que é o não sei quê mãe)
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…extraordinário debate. Neste país vendem-se revistas de cor de rosa porque há leitores…; quero lá saber o que é o Miranda, ou o Pacheco…IDEIAS, carago! Pois , népia.
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Mais um que apresenta como alternativa… Aumentos da carga fiscal.
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Duarnte dias andaram a bater no governo porque diziam que a subida da TSU era mais um aumento da carga fiscal e o problema estava na elevada despesa. Caindo a TSU, propõm todos aumentos da… Carga fiscal. ehhehehh
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Este país é mesmo maluco. Uma completa anedota.
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“Duarnte dias andaram a bater no governo porque diziam que a subida da TSU era mais um aumento da carga fiscal e o problema estava na elevada despesa. Caindo a TSU, propõm todos aumentos da… Carga fiscal. ehhehehh”
Ver este posto de Tavares Moreira:http://quartarepublica.blogspot.pt/2012/09/guerra-da-tsu-nao-havera-alternativa.html
E outra coisa: porque não vender mais património,privatizar mais, cortar gasto social e funcionários?
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Distorcer a opinião expressa por Pacheco Pereira mostra a que ponto se chegou. Onde está sugerido que o ‘imposto Cadilhe’ prescinde do controlo da despesa pública?
De facto, a crise no ‘baronato’ (muitos PSD’s integram este grupo) revela fracturas ideológicas que já nada tem a ver com nuances sobre o mesmo tema ( ‘ajuda externa’ + ‘ajustamento’).
O edifício ideológico da Direita está a ruir. Mais do que pequenas tricas o que está em causa é a implosão do modelo.
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A Blasfémia é a melhor defesa contra o aumento da carga fiscal aos ricos, ricaços, podres de ricos e inúteis correlativos.
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Infelizmente o Tavares Moreira vem com mais impostos. Claro que ele também se esqueceu de dois ou três pontos importantes. A saber:
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i) A subida da TSU era progressiva;
ii) As associações patronais e os sindicatos poderiam negociar subidas salariais para compensar os trabalhadores; as próprias empresas, individualmente, também tinham essa possibilidade;
iii) O corte na despesa passava a permanente, agora terá que ser compensada com um novo arrastão fiscal. Transferindo dos salários do sector privado para o funcionalismo público;
iv) O governo, através dos reguladores, poderiam esmagar ainda mais as margens, nos produtos e serviços “tabelados”;
v) O governo poderia incidir determinadas medidas para impedir que os sectores rent seeking se aproveitassem de eventuais descidas salariais. (Que é agora o que o próprio Tavares Moreira vem defender.)
vi) As medidas anteriores davam primazia ás negociações em sede se Concertação Social, aumentando o poder negocial do sector privado, que agora são obrigados a pagar mais impostos sem poderem regatear.
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Claro que o Anti-práticos tem andado a mudar de posições como quem muda de calções. Já foi a favor do consumo privado, mas parece que agora não sabe bem o que quer. (Mamas hayek?)
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O Anti-práticos já acusou as medidas anteriores de aumentos da carga fiscal, mas agora não conhece outras medidas que não, mais aumentos da carga fiscal. (Li num jornal francês, que os tais 75% sobre os ricos, apenas vai aumentar em cerca de 200 milhões de euros, nas receitas fiscais francesas. Se isto só dá em França, quanto dará em Portugal?)
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O Anti-prático até dizia que era uma intromissão do Estado nas negociações entre privados. (Aumento dos conflitos sociais, como alvitava algumas almas penadas?)
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Ou seja, o Anti-Práticos apenas faz má oposição ás medidas do governo e não consegue passar uma semana sem mudar de opiniões como quem muda de calções. eheheheheh
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O mais estrambólico das medidas Pacheco Pereira (se o JM retratar com fidelidade as propostas dele) é qu iriam aumentar as fugas de capitais de Portugal, numa altura em que Portugal vive um credit crunch. Será que o Pacheco Pereira sabe o que é um credit crunch? E o quanto está a penalizar Portugal e a ter pesados efeitos recessivos? Não deve saber, com tamanhas propostas mirabolantes. E na despesa? Não há nenhuma ideia? Ou acabando a demagogia dos cortes nas Fundações, pouco mais ficou? Senão ir ao filet mignon? ehehheehheh
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fundo de pensões da banca!!?? a tragédia de medidas extremamente inteligentes…
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o fundo de pensões da banca está para o estado, como a TSU está para a economia…
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“As associações patronais e os sindicatos poderiam negociar subidas salariais para compensar os trabalhadores; as próprias empresas, individualmente, também tinham essa possibilidade;
iii) O corte na despesa passava a permanente, agora terá que ser compensada com um novo arrastão
Pois mas esse eventual aumento de salários era insuficiente.Os trabalhadores ganham consoante a sua produtividade,e gatsam conforme o rendimento.O Fmi e o antónio borges não são os mercados.
“Claro que o Anti-práticos tem andado a mudar de posições como quem muda de calções. Já foi a favor do consumo privado, mas parece que agora não sabe bem o que quer. (Mamas hayek?)
O Anti-práticos já acusou as medidas anteriores de aumentos da carga fiscal, mas agora não conhece outras medidas que não, mais aumentos da carga fiscal. (Li num jornal francês, que os tais 75% sobre os ricos, apenas vai aumentar em cerca de 200 milhões de euros, nas receitas fiscais francesas. Se isto só dá em França, quanto dará em Portugal?)
O Anti-prático até dizia que era uma intromissão do Estado nas negociações entre privados. (Aumento dos conflitos sociais, como alvitava algumas almas penadas?)”
E continuo a ser.E continuo a achar que o que se tem de fazer é: rever as funções do estado, ou seja diminuir os salarios ,diminuir serviços, acelerar as renegociacoes das ppp e das rendas energéticas.Este é que é o nucleo da da despesa e que algumas pessoas como voce teem medo de atacar
Sim anti-comuna, esta medida da tsu mais que não é uma teoria académica nunca testada da cabeça oca do antónio borges.
Sim, defendo que os cidadãos não aguentam mais impostos, mais cortes no seu rendimento
Sou contra um estado obeso com cidadãos anorécticos
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ó anti-comuna: Mas se a medida era assim tão boa , tão fantástica,porque é que o governo não insistiu em vez de te-la retirado hum? Quer explicar-me isso?
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O Anti-práticos já acusou as medidas anteriores de aumentos da carga fiscal, mas agora não conhece outras medidas que não, mais aumentos da carga fiscal. (Li num jornal francês, que os tais 75% sobre os ricos, apenas vai aumentar em cerca de 200 milhões de euros, nas receitas fiscais francesas. Se isto só dá em França, quanto dará em Portugal?)
O Anti-prático até dizia que era uma intromissão do Estado nas negociações entre privados. (Aumento dos conflitos sociais, como alvitava algumas almas penadas?)”
Hollande só está a imitar o que vitor gaspar fez em portugal, nada mais.
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“O mais estrambólico das medidas Pacheco Pereira (se o JM retratar com fidelidade as propostas dele) é qu iriam aumentar as fugas de capitais de Portugal, numa altura em que Portugal vive um credit crunch. ”
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ja fugiu tudo…o lixo tóxico entrou para o estado com a transferência do fundo de pensões da banca!!! esse foi o unico que não fugiu…
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“Hollande só está a imitar o que vitor gaspar fez em portugal, nada mais.”
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então vai sair porcaria…
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“.Os trabalhadores ganham consoante a sua produtividade,e gatsam conforme o rendimento.”
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Que desuclpa mais estranha eu vi até agora. Importa-se de me explicar melhor? É tão mirabolante o que escreveu, que eu até fico na dúvida que o meu amigo é um génio e está a ver uma coisa que nos escapa. Explica, por favor este ponto? Obrigado.
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“E continuo a ser.E continuo a achar que o que se tem de fazer é: rever as funções do estado, ou seja diminuir os salarios ,diminuir serviços, acelerar as renegociacoes das ppp e das rendas energéticas.Este é que é o nucleo da da despesa e que algumas pessoas como voce teem medo de atacar”
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Sim? Vamos então ser sérios, sim?
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i) Que funções do Estado pretende mudar, cortar ou acrescentar?
ii) Que salários quer cortar, quanto e a quem?
iii) Quanto poupará o Estado com as renegociações das PPP?
iv) Nas rendas energéticas, quanto é que o Estado poupará e baixará a despesa?
v) Quem é que tem medo de atacar a despesa? Eu não, porque eu sei que em Portugal existe um novo Conselho da Revolução. E não fui eu o nabo que andou a dizer que a subida da TSU era um aumento da carga fiscal, como Vc. o fez.
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Eu espero pacientemente pela sua sábia resposta. E até já estou sentado e tudo. eheheheheh
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“Que desuclpa mais estranha eu vi até agora. Importa-se de me explicar melhor? É tão mirabolante o que escreveu, que eu até fico na dúvida que o meu amigo é um génio e está a ver uma coisa que nos escapa. Explica, por favor este ponto? Obrigado.”
É simples.Já ouviu falar na produtividade?Quando trabalham, atingem um determinado valor de produtividade, da qual a empresa irá beneficiar-se transformado em lucros.Ou seja,a minha produtuvidade atinge um valor e o valor da minha remuneração(que a empresa me paga deverá ser de acordo com o que trabalho.Quando mais se trabalha, mais se deve receber, quanto menos trabalho, menos recebo.
Sim? Vamos então ser sérios, sim?
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i) Que funções do Estado pretende mudar, cortar ou acrescentar?
ii) Que salários quer cortar, quanto e a quem?
iii) Quanto poupará o Estado com as renegociações das PPP?
iv) Nas rendas energéticas, quanto é que o Estado poupará e baixará a despesa?
v) Quem é que tem medo de atacar a despesa? Eu não, porque eu sei que em Portugal existe um novo Conselho da Revolução. E não fui eu o nabo que andou a dizer que a subida da TSU era um aumento da carga fiscal, como Vc. o fez.
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i)Todas menos as funções de soberania(justiça,defesa e segurança interna).Julgo que estará de acordo com isto.
ii) Funcionários publicos, reduzir deputados, reduzir assesores do governo,privatizar todas as empresas publicas.
iii) Acima de 50% seria um bom valor
iv) Em torno do valor acima indicado.Há que chatear o antónio mexia
v) O governo.Porque é que o henrique gomes demitiu-se da energia?? Portanto penso que para si a despesa não é um problema, certo? Ai não? Então para onde iam os 18% do trabalhador? De qualquer forma, o anti-comuna tem que se por na pele de um trabalhador: a este não lhe interessa se o dinheiro para o governo, ou para a china.Intereessa-lhe que é um corte de salario e nada mais.
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BTW:http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/ha-alternativa
Favor, ler este artigo
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“.Quando mais se trabalha, mais se deve receber, quanto menos trabalho, menos recebo.”
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Isto é produtividade? Então é melhor passar outra vez para as 48 horas semanais e a produtividade subirá desalmadamente. Subirá? Não, não subirá. eheeheheheh
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Mas o meu ponto era outro. E por aqui se vê que o meu amigo não pesca mesmo nada disto. Se a TSU cai para as empresas, qual o problema de lhes aumentar o salário, pois a produtividade não foi alterada com essa mesma queda? Está a ver onde o meu amigo não sabe o que diz nem escreve? ehehheheh
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“i)Todas menos as funções de soberania(justiça,defesa e segurança interna).Julgo que estará de acordo com isto.”
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Como o conseguirá fazer sem violar a Constituição, sem a aprovação do PR e a restante sociadede? Vai impôr uma ditadura em Portugal, como fez o Pinochet no Chile?
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“ii) Funcionários publicos, reduzir deputados, reduzir assesores do governo,privatizar todas as empresas publicas.”
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Ena, o amigo vai mesmo lançado para a foz. Mas cuidado com a areia no rio, está bem?
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Como iria financiar o despedimento de funcionários públicos sem subir o défice?
Quem é que iria assumir o défice orçamental de empresas fechadas ou vendidas?
Quem é que ia comprar empresas falidas como a CP, Metro, etc?
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“Acima de 50% seria um bom valor”
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Acima de 50% de quê? Não o percebi. Sabe se pode cortar nesse valor? Como o sabe? Conhece os contratos? Conhece eventuais medidas que impeçam o Estado de unilateralmente rasgar contratos sem ser condenado em alguns Tribunais internacionais e acabar por dar um valente de um imbróglio financeiro? (Ver o caso islandês, que começou muito bem e agora terão que pagar o que antes se negaram.)
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“iv) Em torno do valor acima indicado.Há que chatear o antónio mexia”
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Que valor acima indicado? 50% Sabe quem está a pagar as rendas de energia? Ou ainda vai tentar descobrir?
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“Então para onde iam os 18% do trabalhador? ”
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Parte dele para as empresas. Ou ainda não percebeu, ao fim de tantos dias? O amigo tem algum problema de leitura e compreensão? eheheheheh
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” De qualquer forma, o anti-comuna tem que se por na pele de um trabalhador: a este não lhe interessa se o dinheiro para o governo, ou para a china.Intereessa-lhe que é um corte de salario e nada mais.”
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Vai perder muito mais com os aumentos no IRS para financiar os salários do funcionalismo público. Ou ainda não chegou aqui a este importante ponto? Quer que lhe faça um desenho?
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Anti-práticos,
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As empresas podem sempre aumentar o ordenado dos trabalhadores em 5,25% (0,25% do ordenado actual) e repor o mesmo salário de hoje, tabelas de IRS incluídas).
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A obstinação de quem fala pelos empresários para com a TSU é no mínimo suspeita, e no máximo interessada (a parte que finge falar pelos empresários, não os empresários em si). Não sou muito amigo da medida que foi formulada, mas qualquer dos substitutos propostos é mil vezes mais escabroso. Nesta tenho de hesitantemente dar razão ao Anti-Comuna e ao João Miranda.
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Curioso o link que me indicou. O blogue das biblias acusou o autor de ser um Justiceiro com este bom artigo.
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Não, infelizmente o Paulo Morais falha num ponto. Não existem evidências que mostrem que essas poupançlas chegassem para evitar o buraco orçamental. Não, não estou a dizer que as ideias dele, não chegando para cobrir o défice, não devem ser feitas. Pelo contrário. Devem ser feitas, até para combater a corrupção. Mas isso não chegava e em tempo útil.
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É como o combate á economia informal. Deve-se fazer tudo para combater esta economia informal, mas não se esperem milagres orçamentais com esse combate.
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Caro Colaço, sugiro que releia o João Rendeiro e cruze com esta noticia aqui:
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http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=578111
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Está a ver a coisa? A maioria dos opositores da TSU eram afectados pela queda no consumo interno. Agora, com a subida do IRS, ainda vão perder muito mais. É para aprenderem a serem mais espertos e não cairem em contos do vigário do funcionalismo público.
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Pagavam com um tijolo na mona do Soares e da Paula Rego: ambos ricos e a mamar na teta pública
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Anti-Práticos,
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Uma PPP tem 23% de lucro (creio que a A23 anda próxima disso). Quer dizer que é 1,23 × custos. Os pagamentos do estado cobrem o 1,23. Quando um governo decidir que paga apenas 50%, vai pagar 50% de 1,23, ou 0,615 dos custos, já que as receitas próprias com a introdução de portagens não são assim tão significativas. Quer dizer que as PPP irão deixar de ter lucros para passar a ter prejuízos maciços.
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Caro Anto-Práticos, não acha que 1) se precaveram as PPP contra isso com blindagem jurídica de tungsténio nos contratos? Não pensa que 2) elas irão esbracejar, espernejar, remocar, ranger os dentes e rosnar antes que qualquer contrato possa ser alterado com esses montantes de 50%?
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Em suma, se conseguir 10% de redução na maioria das PPP vai com muita sorte.
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“Isto é produtividade? Então é melhor passar outra vez para as 48 horas semanais e a produtividade subirá desalmadamente. Subirá? Não, não subirá. eheeheheheh”
Eu não disse isso.Disse que see a remuneracao do trabalhador for superior á sua produtividade, o empregador ficará a perder, ou seja as coisas teem que ser sustentaveis
“Mas o meu ponto era outro. E por aqui se vê que o meu amigo não pesca mesmo nada disto. Se a TSU cai para as empresas, qual o problema de lhes aumentar o salário, pois a produtividade não foi alterada com essa mesma queda? Está a ver onde o meu amigo não sabe o que diz nem escreve? ehehheheh”
O problema é que esse auemnto não chegará para compensar o corte , é um remendo insignificante.Mas que sentido faz tirar aos trabalhadores tirar com a mão esquerda,e dar coma mão direita??
“Parte dele para as empresas. Ou ainda não percebeu, ao fim de tantos dias? O amigo tem algum problema de leitura e compreensão? eheheheheh”
Não.Iam para a segurança social.
“Como o conseguirá fazer sem violar a Constituição, sem a aprovação do PR e a restante sociadede? Vai impôr uma ditadura em Portugal, como fez o Pinochet no Chile?”
Quem lhe diz que ia haver contestação?O que significa que não é possivel reformas estruturais em portugal.Há que mudar a constituição
“Acima de 50% de quê? Não o percebi. Sabe se pode cortar nesse valor? Como o sabe? Conhece os contratos? Conhece eventuais medidas que impeçam o Estado de unilateralmente rasgar contratos sem ser condenado em alguns Tribunais internacionais e acabar por dar um valente de um imbróglio financeiro? (Ver o caso islandês, que começou muito bem e agora terão que pagar o que antes se negaram.)”
E onde está o dinheiro para pagarmos isso? Estamos falidos
“Que valor acima indicado? 50% Sabe quem está a pagar as rendas de energia? Ou ainda vai tentar descobrir?
Sei.Mas sei que o estado não tem nada que sustentá-los.
Quem é que iria assumir o défice orçamental de empresas fechadas ou vendidas?
Quem é que ia comprar empresas falidas como a CP, Metro, etc?
E voce acha que essas empresas vão-se aguentar por mais tempo? Não brinque comigo
Posto isto anti-comuna.O seu comentário é a prova do que eu digo há muito.Que reformas estruturais a sério não são possiveis em portugal.
Se era para termos mais do mesmo, mais valia os portugueses terem reconduzido s+ocrates nas eleições.Assim não vale a pena a direita existir
Ainda vai ter que me explicar a diferença entre este governo e o outro em matéria economica.Com os mesmo aumentos de impostos e falta de reformas.
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“O problema é que esse auemnto não chegará para compensar o corte , é um remendo insignificante.Mas que sentido faz tirar aos trabalhadores tirar com a mão esquerda,e dar coma mão direita??”
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Como é que sabe que não chega? Se nem sequer fizeram propostas reais em sede de Concertação Social? Está a ver o seu problema? Fala do que não sabe e discorre sobre o que não devia.
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Agora Vc. chegou à pergunta fulcral: “Mas que sentido faz tirar aos trabalhadores tirar com a mão esquerda,e dar coma mão direita??”
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Para cumprir o que o Tc tinha vetado. Está a ver a coisa? Se não estiver, é melhor ler o famoso e espatafúrdio cordão. O amis beo chocalho que eu vi em toda a minha vida, e nem sequer sou formado em Direito. lololol
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“As empresas podem sempre aumentar o ordenado dos trabalhadores em 5,25% (0,25% do ordenado actual) e repor o mesmo salário de hoje, tabelas de IRS incluídas).”
Francisco, a competitividade não pode passar pela desvalorização.Qualquer compensação era insuficiente para cobrir o corte.Apenas concordaria se: se a questão de se descontar mais 7% fosse opcional,e não OBRIGATÓRIA
“aro Anto-Práticos, não acha que 1) se precaveram as PPP contra isso com blindagem jurídica de tungsténio nos contratos? Não pensa que 2) elas irão esbracejar, espernejar, remocar, ranger os dentes e rosnar antes que qualquer contrato possa ser alterado com esses montantes de 50%?
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Em suma, se conseguir 10% de redução na maioria das PPP vai com muita sorte”
Olhe francisco, nós não temos dinheiro para sustentar ppp, e empresas publicas falidas.Até porque actualmente não é possivel ir extorquir mais dinheiro ao contribuinte.
E sabe uma coisa: Para que é que mudámos de partido, para termos com um ou outro acerto a mesma politica económica?
Acho que mais valia termos mantido os anteriores no poder.Com eles ou com estes, o pais vai para a fossa.
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“Não.Iam para a segurança social.”
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E quem é de dava o desconto às empresas? Não era a mesma Segurança Social? O meu amigo tem problemas de raciocinio, homem. Para si as coisas são mesmo simplistas, caraças. eheheheheh
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“E voce acha que essas empresas vão-se aguentar por mais tempo? Não brinque comigo”
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Enquanto houver Troika, há dinheiro. Não sabia? ehehhhheh
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“O seu comentário é a prova do que eu digo há muito.Que reformas estruturais a sério não são possiveis em portugal.”
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Claro que não. Depois daquele Acordão, depois do que eu vi nas últimas três semanas, Portugal implodiu, tanto economicamente como politicamente. Se não deixam tocar nos “chamados direitos sagrados” do funcionalismo público (que o amigo, feito calimero, também andou do lado deles, sem perceber o que estava em causa, só prova que o país está nas lonas), se não querem uma carga fiscal que mantenha o status quo, o país vai estoirar. Está a ver a Grécia? Para lá Portugal caminha. A menos, a menos, que o Norte e o Centro juntem os trapinhos e peçam a Independência. Et voilá. Problema resolvido para estas gentes.
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“Como é que sabe que não chega? Se nem sequer fizeram propostas reais em sede de Concertação Social? Está a ver o seu problema? Fala do que não sabe e discorre sobre o que não devia.”
Terá que falar com passos e borges sobre isso quando os encontrar, porque eles antes de anunciarem a medida não se dignaram a discutir a medida na concertação social e com o PS.Essa polémica da tsu só surgiu, porque o nosso competente e excelentissimo governo teve de dizer alguma coisa para não chumbarem na avaliação.
Mas oh anti-comuna, se a medida era tão boa,entºao porque é que o governo retirou a medida? Se o governo acreditasse mesmo na bondade da medida, então tinha-a mantido e pronto.
Para cumprir o que o Tc tinha vetado. Está a ver a coisa? Se não estiver, é melhor ler o famoso e espatafúrdio cordão. O amis beo chocalho que eu vi em toda a minha vida, e nem sequer sou formado em Direito. lololol
Mas assim mais vale manter tudo como está
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É de relembrar que o Norte e o Centro sempre foram os exportadores líquidos do país.
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“Terá que falar com passos e borges sobre isso quando os encontrar, porque eles antes de anunciarem a medida não se dignaram a discutir a medida na concertação social e com o PS”
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Bem, o PS é carta fora dfo baralho. É perder tempo e cera com maus defuntos.
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E sim, o Passos Coelho, quando informou o país das suas medidas, também informou que tudo iria ser discutido em sede de Concertação Social. O funcionalismo público percebeu que eles eram os únicos que iriam perder de vez os salários e lançaram o seu 11 de Março. Tipos como Vc. foram contentes na onda. eheheheheh
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“Mas oh anti-comuna, se a medida era tão boa,entºao porque é que o governo retirou a medida? ”
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Porque preferem o poder. Eu saia do poder. E quem andou a atirar pedras contra as medidas deles, que se chegassem á frente. Porque, logo que elas cairam, ainda não surgiu uma proposta viável e melhor que a do governo. Eu teria pedido a demissão. Porque, agora, vão sofrer como na Grécia. E nao vão conseguir evitar a implosão económica.
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O apego ao poder desta gente é que os levou a cometer harakiri. A menos que tenham outra fisgada e esperam pelo momento certo para calar os Anti-Práticos deste país. ehheehhheh
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“E quem é de dava o desconto às empresas? Não era a mesma Segurança Social? O meu amigo tem problemas de raciocinio, homem. Para si as coisas são mesmo simplistas, caraças. eheheheheh”
Mas foi isso que disse ! Não há financiamento directo, mas indirecto.Paga-se pars trabalhar
“Enquanto houver Troika, há dinheiro. Não sabia? ehehhhheh”
E quando não houver troika, quem é que vai garantir a boa gestão?
“se não querem uma carga fiscal que mantenha o status quo, o país vai estoirar. Está a ver a Grécia? Para lá Portugal caminha. A menos, a menos, que o Norte e o Centro juntem os trapinhos e peçam a Independência. Et voilá. Problema resolvido para estas gentes.”
Desculp-me mas que moral tem voce para protestar contra aumentos de impostos, se voce apoiou os aumentos do ano passado? Não é comigo que tem de discutir isso, é com passos e gasparJá estamos na rota da grécia desde há muito
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“É de relembrar que o Norte e o Centro sempre foram os exportadores líquidos do país.”
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Colaço, há outro factor que joga a favor do Norte e Centro: têm metade do funcionalismo público de al Ushbuna (Lisboa). Logo, além da Balança de Pagamentos positiva, também deverão ter um saldo orçamental positivo. Mesmo a herdarem a sua parte correspondente da Dívida Pública (mas também os activos, é bom relembrar), teriam o seu poder resolvido. Até se poderiam dar ao luxo de ter uma moeda própria, quase achassem necessário e era uma forma indirecta de dar um default aos seus credores externos. 😉
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E sim, o Passos Coelho, quando informou o país das suas medidas, também informou que tudo iria ser discutido em sede de Concertação Social. O funcionalismo público percebeu que eles eram os únicos que iriam perder de vez os salários e lançaram o seu 11 de Março. Tipos como Vc. foram contentes na onda. eheheheheh
Devia ter discutido antes, e não depois do anuncio!
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“Mas foi isso que disse ! Não há financiamento directo, mas indirecto.Paga-se pars trabalhar”
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Já estou a perder demasiado tempo consigo. Vira o disco e toca o mesmo. E que tal perguntar no blogue da moda e das bíblias? Eu já não tenho pachorra para repetir ad naseum os mesmos argumentos a quem continua curto de meninges. ehheehhhe
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“Porque preferem o poder. Eu saia do poder. E quem andou a atirar pedras contra as medidas deles, que se chegassem á frente. Porque, logo que elas cairam, ainda não surgiu uma proposta viável e melhor que a do governo. Eu teria pedido a demissão. Porque, agora, vão sofrer como na Grécia. E nao vão conseguir evitar a implosão económica.”
Falso, .Nada nem nnguém obrigava o governo a demitir-se se ele mantivesse a medida.Mantinha a medida, implementava-a e seguia o seu caminho.Porque é que que a tomada da medida implicaria a perda de poder
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á estou a perder demasiado tempo consigo. Vira o disco e toca o mesmo. E que tal perguntar no blogue da moda e das bíblias? Eu já não tenho pachorra para repetir ad naseum os mesmos argumentos a quem continua curto de meninges. ehheehhhe
Se não está contente, vá então embora.Adeusinho e passe bem.
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“Bem, o PS é carta fora dfo baralho. É perder tempo e cera com maus defuntos.”
Assinou o memorando também, ou já se esqueceu? Continuem a si continuem..
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«Assinou o memorando também, ou já se esqueceu? Continuem a si continuem..»
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Quanto ao PS, o Memorando é seu filho legítimo, mas enjeitado.
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Quanto ao PS, o Memorando é seu filho legítimo, mas enjeitado.”
Se não fosse filho enjeitado dele , seria de outro .Hoje em em dia, nao acredito que passos coelho ou ferreira leite se tivesse sido antes eleitos, teriam feito algo diferente.
Francisco, como disse ao AC, reformas nao sao possiveis.As gorduras que o psd falou , são uma ninharia afinal.O pec IV sói foi chumbazdo, porque passos coelho tinha o lugar em risco
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Anti-práticos,
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Educação e saúde juntas fazem mais de 45% do orçamento do Estado. Não me diga que quando o número de alunos em uma década desce, via contracção demográfica, bem mais de 20%, não deveria ser no mínimo expectável que o orçamento do ministério descesse concomitantemente.
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Não me diga também que, graças à introdução de medicamentos genéricos e da racionalização do sistema de saúde, o orçamento do dito ministério não deveria ter encolhido mais ou menos no mesmo valor.
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Estes 20% de 45% de 80 MM de euros seriam iguais a 7,2 mil milhões de euros. Ou meio défice da era Sócrates.
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Educação e saúde juntas fazem mais de 45% do orçamento do Estado. Não me diga que quando o número de alunos em uma década desce, via contracção demográfica, bem mais de 20%, não deveria ser no mínimo expectável que o orçamento do ministério descesse concomitantemente.
Não me diga também que, graças à introdução de medicamentos genéricos e da racionalização do sistema de saúde, o orçamento do dito ministério não deveria ter encolhido mais ou menos no mesmo valor.”
Não estou contra o corte dessas despesas.Quem lhe disse que era?
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Caro Colaço, não perca tempo com o Anti-Práticos. O que ele diz hoje, amanhã diz o seu contrário para logo se queixar novamente.
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Repare nisto. Ele diz que está a favor de costes na despesa que incluem despedimentos de funcionários públicos. Mas depois queixa-se que as receitas fiscais caem e que existe derrapagem nas despesas com a Segurança Social. (Menos contribuintes, porque no desmeprego, e mais desempregados a cobrarem o respectivo subsidio.)
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Não perca tempo. Ele não tem lógica. Mande-o perguntar no blogue das bíblias. heheheheheh
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Sim, é um imposto muito cool.
Economiza-se e depois para comprar, paga-se! (IMT)
Para ser ter, paga-se! (IMI)
Já agora, quando se está ainda a pagar a casa ao banco, quem paga? Quem mora mora nela ou o banco?
Afinal, em bom rigor, a casa ainda não é de quem mora nela, ou não é?
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Repare nisto. Ele diz que está a favor de costes na despesa que incluem despedimentos de funcionários públicos. Mas depois queixa-se que as receitas fiscais caem e que existe derrapagem nas despesas com a Segurança Social. (Menos contribuintes, porque no desmeprego, e mais desempregados a cobrarem o respectivo subsidio.:
E a solução é qual? Ficar de braços cruzados?
Anti-Comuna:
1º É ou não verdade que o estado consome 50% da economia nacional
2ºOnde estão as gorduras do estado que o psd falava?
3ºÉ possivel privatizar e reformar em portugal?
4ºOs partidos da direita foram demagogos na oposição contra socrates,?
5ºQue é feito do programa eleitoral do psd e cds?
E ultima: As medidas do pec IV no seu entender eram correctas?
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Anti-Comuna: Voce acha que sou um “lunatico”.Mas deixe-me lhe dizer que ao chamar-me lunático, está a dizer que todas as ideias politicas sao lunáticas.Está a chamar lunático ao programa do psd, está a chamar lunático a todos o que desejaram o reestabelecimento da democracia, aos que acreditaram em reformas.Estou sicneramento confuso omuna, aquilo que o psd e cds disseram durante anos de socrates era mentira e demagogia? Esclareça lá
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Essas afirmações que faz anti-comuna, acerca dos lunáticos.Voce estará a dar razão a socrates, quando dizia que a direita era demagoga e bota-abaixista?Se bem me lembro, voce foi em tempos socratico. Mas não o estou a ofender.Se calhar ser socrático afinal era positivo
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O IMI é cagativo para quem tem muitos imoveis. Vende aqui, esporta o capital e compra em Londres, S Paulo, Nova Iorque e tanto aonde há para investir que recebe de braços abertos tudo o que venha do exterior. Mas Portugueses para a classe politica em poder são só ‘ignorantes’. Ganha o dele e não atura tanto inteletual académico tuga.
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Outros até já meteram a sede emprtesarial na Holanda. Ainda não meteram no Luxemburgo. E andam estes não ignorantes a cender balelas que só existem nas sebentas que escreveram ….
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Valha-lhes deus ou o arquiteto, estão mesmo fora da coisa e do coiso convencidos que é a exportação do ouro dos brincos e dos broches das velhotas, ou a candonga dos sucateiros com o cobre gamado dos fios dos telefones etc ou etc etc etc e mais não digo que são os exitos das exportações de Portugal.
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É mesmo de certos otários académicos, chico esperticeauto designado de elite, pura de tuga de vão de escada que se auto acredita que lá fora não sabem da coisa ? Ou se calhar estão convencidos que lá fora não sabem do coiso antes de vocês ?
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Grande baile que estão a levar, O problema é que quem paga o bar são os Portugueses: empregadores, empregados, familias, desempregados, funcionarios publicos de medio altito até baixo civil militar ou militarizado.
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No vosso entender qual é o melhor caminho no vosso interesse pessoal ? Pensem, reflitam em grupo, e despachem. É inteligentissimo sair pelo proprio pé. Não se inspirem na musica do outro, cabeça que não tem juizo o corpo é que paga.
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Está mau. Pois está. É preciso unhas para tocar guitarra. Dum lado com um fim. Do outro para outro fim.
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Tão claro como isto não é possivel a bem do pacifismo social, economico e financeiro.
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uma boa notícia para o povo de esquerda, uma má notícia para o arco da governação:
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/bloco-de-esquerda-1565253
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“O problema de António Borges é o Governo”, porque “entende que aquelas ideias estão corretas” e são os portugueses que não as compreendem ou aceitam, observou Marcelo, acrescentando: “Parece que a sapiência está toda concentrada em São Bento.”
Mas “é mais fácil o povo mudar de Governo que o Governo mudar de povo.”, alertou o conselheiro de Estado e ex-líder do PSD.
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´Se calhar tem razão AC: o hayek, o mises, e o botas são liberais de pactotilha,e os neo estatistas como voce teem razão.
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Entendamo-nos, JM: A DESPESA PÚBLICA PORTUGUESA ESTÁ TRADICIONALMENTE ABAIXO DA MÉDIA DA UE.
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Tim,
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Os senhores da escarralhada invocam a média da UE quando conveniente e a especificidade portuguesa quando lhes dá mais jeito. Com média não vamos lá.
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Se eu viver num bairro onde o rendimento médio familiar é de 100.000 euros anuais, enquanto eu aufiro apenas um terço dele, terei de fazer vida de cem mil euros apenas por ser a média do bairro? Deverei comprar férias nas Bermudas e nas Seychelles duas vezes ao ano como a maioria dos meus mais afortunados vizinhos, ou deverei antes pensar o que devo ou não comprar com os meus trinta e poucos mil euros disponíveis, e agir de acordo com o plano?
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Non sequitur!
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Zé Paulo,
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A casa que está a pagar ao banco é sua, mesmo se sobre ela impender uma hipoteca. O banco não tem poder para vender a casa, e pô-lo dali para fora, salvo se o Zé Paulo não cumprir os pagamentos acordados do empréstimo. E apenas nesse caso o despossessa de uma propriedade SUA por SEU acordo, redigido a escrito aquando da constituição da hipoteca. Mesmo se o banco tiver por hipótese recebido uma oferta mil vezes superior ao valor da casa não a poderá vender, já que a casa não lhe pertence nem nunca lhe pertenceu. A hipoteca não transfere propriedade nem usufruto.
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É assim juridicamente. Se não acredita, talvez pudesse ter lido o contrato que assinou na íntegra e pedido esclarecimentos do que não compreendia.
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Daqui decorre que o IMI é da sua responsabilidade já que o imóvel é seu (tanto que o pode vender livremente desde que o banco o liberte da hipoteca, o que acontece usualmente com o pagamento integral do empréstimo).
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Francisco Colaço,
como deve depreender as médias a que me refiro são % do PIB e não valores absolutos.
Ou seja, Portugal, EM FUNÇÃO DA SUA RIQUEZA, tem uma despesa pública tradicionalmente inferior àquela da maioria dos países europeus também em função da sua riqueza.
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Francisco Colaço, bom dia.
Não me referia ao IMI, essse já pago todo o ano.
Referia-me ao imposto sugerido pelo Dr. Cadilhe. Afinal, em bom rigor, não posso dizer que o património é meu enquanto não estiver liquidado na íntegra. No entanto, ponderando bem, a lógica deverá ser idêntica a do IMI.
Penso igualmente – se bem entendi a proposta do Dr. Cadilhe – que deverá haver isenções, nas quais devo estar incluído. 🙂
PS: Agradeço a sua “preocupação” com a minha leitura e análise prévia do contrato que assinei. 🙂
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Zé Paulo,
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A propriedade é sua. O imposto é seu.
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Ao menos se tentar ir contra o imposto contra a propriedade, caro Zé Paulo, imagino que com argumentos sãos fará mais mossa que com falácias evidentes.
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Eu não aceito impostos sobre a propriedade. O IMI e o IMT são no mínimo aberrações, imagine-se um imposto especial sobre grandes propriedades. O Estado pode e deve taxar os rendimentos das pessoas singulares, o chamado IRS; ou em alternativa o consumo, o IVA. Qualquer coisa que vá para além disso é obviamente exagerado.
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Ao pagar IVA, pago com dinheiro que ganhei e sobre cujo paguei impostos (que não me saem nada baratos). É imposto sobre imposto, se bem que indirectamente, o que não o faz ilegal, mas entrementes imoral de sobremaneira.
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Tim,
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O Estado deve viver nas suas possibilidades, seja em valores absolutos ou relativos. Ora, neste momento podemos dispensar 250.000 funcionários públicos sem mudar as funções do Estado ou retirar serviços ou qualidade de serviços ao cidadão. Isso foi-me confirmado por funcionários públicos, o que seria irónico se não fosse plenamente trágico.
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Não quero saber se a Europa gasta 10% ou 100% do PIB. Quero saber o que é que Portugal pode ou deve gastar. Quero que gastemos menos 20% da educação que na base 2000, já que o número de alunos desceu mais que essa percentagem desde o início do Milénio, em 2001. Aliás, o que queria mesmo é que se fizessem as coisas bottom-up, agora, que temos ainda dados frescos dos censos.
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Saber que universidades, que cursos, que escolas secundárias, que escolas básicas, que infantários e creches, que escolas profissionais são necessárias e onde é trabalho que se faz num mês com uma equipa de dez pessoas licenciadas e outras tantas auxiliares, com os dados de natalidade e de população do INE. Com isso podem-se calcular recursos, custos desses recursos e aplicar políticas educacionais e cursos. Basta. Podem mandar metade da 5 de Outrubro e das DRE deste país ganhar o seu noutro lado e o país fica bem melhor. Melhor ainda, podem-se tornar essas escolas em cooperativas de professores (caso estes peguem nelas) ou em escolas privadas. As avaliações dos alunos, claro!, serão nacionais, únicas e publicados os resultados destas, avaliando assim escolas e professores.
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De saúde não sei muito, mas guess what!?, tenho familiares a trabalhar no Amadora-Sintra. Com a gestão privada do Grupo Mello o hospital gastava MENOS ao Estado e os funcionários tinham anualmente prémios de produtividade (um salário ou salário e meio). E produziam dez consultas por dia (no caso, de nutrição). Hoje a grande parte dos nutricionistas dão cinco consultas por dia (para quê dar mais? Pagam-lhes o mesmo!) O pessoal está desmotivado e comenta à boca fechada que a nacionalização do hospital foi um presente do José Sócrates para agradar à esquerda trauliteira (Jerónimo e Louçã).
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A esquerda e a sua política solidária trouxe uma grande população, que merece os líderes em quem votou apenas por ter votado neles, à miséria. A direita (se a há) não tem coragem de enfrentar a crise como deve ser. Haverá algum partido verdadeiramente liberal, cujo loiberalismo parta da cabeça e não da glote?
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“ra, neste momento podemos dispensar 250.000 funcionários públicos sem mudar as funções do Estado ou retirar serviços ou qualidade de serviços ao cidadão. Isso foi-me confirmado por funcionários públicos, o que seria irónico se não fosse plenamente trágico.”
Francisco,e não tinha que se pagar a indemnização deles, que aumentaria o defice?
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Anti-Práticos,
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Há indemnizações na Função Pública? Limitem então a lei para todos e limitem as indemnizações a seis meses de salário.
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Quanto mais facilmente se puder despedir, mais trabalho se cria. Sei que esta opinião não me traz simpatia de outros, mas creio que, em Portugal, as razões para a introdução dos contratos a prazo, dadas pelo Mário Soares, e os resultados dessa introdução dizem tudo.
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Oriento-me para resultados, não para o método. Qualquer ratoeira me é boa, desde que cace ratos. Os portugueses emigram para os Estados Unidos à procura de dinheiro, não são os americanos que emigram para a Europa (já nem digo Portugal) à procura de segurança laboral.
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“Há indemnizações na Função Pública? Limitem então a lei para todos e limitem as indemnizações a seis meses de salário.
Quanto mais facilmente se puder despedir, mais trabalho se cria. Sei que esta opinião não me traz simpatia de outros, mas creio que, em Portugal, as razões para a introdução dos contratos a prazo, dadas pelo Mário Soares, e os resultados dessa introdução dizem tudo.”
Ontem discuti essa questão com o AC.Ele disse que nao era possivel despedir, que nao e possivel reduzir rendas energia, e que nao e possivel privatizar empresas publicas.´
Que pensa disto francisco?
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Neste enquadramento legislativo, o Anti-Comuna tem razão. Mude-se a lei.
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