O problema do Portas
5 Outubro, 2012
7 mil milhões de euros
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Este é o défice que tem que ser cortado em 2 ou 3 anos. Quem ambiciona ser um político relevante em Portugal nos próximos anos tem que ter uma solução realista para este problema. O Portas não tem nenhuma melhor que o programa da troika. Nem ele nem ninguém.
23 comentários
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Nada disso interessa já: os traidores subiram hoje a uma varanda para darem o sinal, internacional, de que Portugal já está tomado. Agora começa a guerra.
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QUEREMOS
RESPEITO! RESPEITO! RESPEITO! RESPEITO!
RESPEITO!
O dinheiro vem depois.
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Porque o programa da troika é realista? A sério? 🙂
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O João Miranda você está obcecado com o argumento do défice e dos milhões que são precisos. Essa ideia fixa está a dar cabo das suas análises. Já parece quando se envolveu na defesa de que as consequências ambientais do aquecimento global, que você nunca reconheceu, não existiam.
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Mantenha a mente aberta, este blogue não tem de ser hostil às soluções que passam pelo cumprimento dos encargos da dívida (eu não sou) sem necessidade de ser tão obsessivamente seguidor das opções do Governo.
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Olhe pela sua saúde, homem você assim não dorme!
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Eles não, meu tenho um esboço do que será necessário (esboço que envei ao blogue álias):
1) Privatização de todas as escolas e hospitais do país, oferecendo em contrapartida um cheque-ensino e saúde a cada português de um valor equivalente no minímo ao que se gasta por pessoa em prestações sociais na Educação e Saúde. Além disso deve ser possível a prazo a cada cidadão de decidir quais prestações quer usufruir, por exemplo se o Ministério da Saúde comparticipar 100% dos custos em caso de crise cardiáca, 50% em caso de cancro dos pulões e 0% para aspirinas mas alguém querer ter o cancro dos pulmões comparticipado por inteiro e as aspirinas a 50% deverá pagar mais (e para quem quiser menos também poderá pagar menos) > poupança estimada 18 mil milhões de euros, 11% do PIB, 22% da despesa pública
2) Criação de um fundo de solidariedade social alimentado e gerido pelos fregueses. Ou seja cada ano o eleitorado de cada freguesia seria chamado a votar o orçamento do seu fundo, decidir quanto é que seria de acordo de contribuir, que montantes alocarem e a quem (nota se alguém quiser só dar 100 euros então o fundo só receberá 100 euros de essa pessoa, e obviamente ele só poderá ter prestações correspondentes a esse valor). Para evitar descriminizações poderiamos guardar o RSI alargado ou subsídio de desemprego reduzido que poderia ser pedido por toda mas que seria considerado como uma dívida a pagar a longo prazo, ou desde que a situação do beneficiário se tenha ameliorado. A rapidez com o qual a dívida deveria ser reembolsada ou a taxa de juro seria decidida democraticamente pelos fregueses > poupança difícil de estimar (podemos dizer 20 milhões que é o valor do funcionamento no sentido estrito)
2) Redução de metade do financiamento dos 70 maiores insititutos e organismos públicos portugueses (a lista está no último livro do ministro da Economia) > poupança estimada 3,2 mil milhões de euros, 2% do PIB, 4% da despesa pública
3) Corte de metade dos encargos gerais do Estado (os « políticos ») > poupança estimada 1,3 mil milhões de euros, 0,8% do PIB, 1,6% da despesa pública
4) Extinção dos Ministérios da Agricultura, Assuntos Parlamentares e Economia > poupança estimada 1 mil milhões de euros, 0,6% do PIB, 1,2% da despesa pública
5) Proibição de dar mais de 1500 euros de reforma por mês > poupança estimada 910 milhões de euros (só na CGA), 0,5% do PIB, 1% da despesa pública.
6) Privatização do grupo RTP > poupança estimada 360 milhões de euros, 0,2% do PIB, 0,4% da despesa pública
8) Proibição dos subsídios económicos > poupança estimada 304 milhões, 0,2% do PIB, 0,4% da despesa pública
Total: 25 mil milhões de euros de poupança estimada.
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Eles não mas eu tenho um esboço para isso (esboço que enviei ao blogue álias):
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1) Privatização de todas as escolas e hospitais do país, oferecendo em contrapartida um cheque-ensino e saúde a cada português de um valor equivalente no minímo ao que se gasta por pessoa em prestações sociais na Educação e Saúde. Além disso deve ser possível a prazo a cada cidadão de decidir quais prestações quer usufruir, por exemplo se o Ministério da Saúde comparticipar 100% dos custos em caso de crise cardiáca, 50% em caso de cancro dos pulões e 0% para aspirinas mas alguém querer ter o cancro dos pulmões comparticipado por inteiro e as aspirinas a 50% deverá pagar mais (e para quem quiser menos também poderá pagar menos) > poupança estimada 18 mil milhões de euros, 11% do PIB, 22% da despesa pública
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2) Criação de um fundo de solidariedade social alimentado e gerido pelos fregueses. Ou seja cada ano o eleitorado de cada freguesia seria chamado a votar o orçamento do seu fundo, decidir quanto é que seria de acordo de contribuir, que montantes alocarem e a quem (nota se alguém quiser só dar 100 euros então o fundo só receberá 100 euros de essa pessoa, e obviamente ele só poderá ter prestações correspondentes a esse valor). Para evitar descriminizações poderiamos guardar o RSI alargado ou subsídio de desemprego reduzido que poderia ser pedido por toda mas que seria considerado como uma dívida a pagar a longo prazo, ou desde que a situação do beneficiário se tenha ameliorado. A rapidez com o qual a dívida deveria ser reembolsada ou a taxa de juro seria decidida democraticamente pelos fregueses > poupança difícil de estimar (podemos dizer 20 milhões que é o valor do funcionamento no sentido estrito)
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3) Redução de metade do financiamento dos 70 maiores insititutos e organismos públicos portugueses (a lista está no último livro do ministro da Economia) > poupança estimada 3,2 mil milhões de euros, 2% do PIB, 4% da despesa pública
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4) Corte de metade dos encargos gerais do Estado (os « políticos ») > poupança estimada 1,3 mil milhões de euros, 0,8% do PIB, 1,6% da despesa pública
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5) Extinção dos Ministérios da Agricultura, Assuntos Parlamentares e Economia > poupança estimada 1 mil milhões de euros, 0,6% do PIB, 1,2% da despesa pública
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6) Proibição de dar mais de 1500 euros de reforma por mês > poupança estimada 910 milhões de euros (só na CGA), 0,5% do PIB, 1% da despesa pública.
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7) Privatização do grupo RTP > poupança estimada 360 milhões de euros, 0,2% do PIB, 0,4% da despesa pública
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8) Proibição dos subsídios económicos > poupança estimada 304 milhões, 0,2% do PIB, 0,4% da despesa pública
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Total: 25 mil milhões de euros de poupança estimada.
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Caro JM, à sua consideracao:
– 15%* 21.000 milhoes = 3.150 milhoes
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Nota: 21.000 milhoes é o valor das despesas publicas que NAO salarios e pensoes (30% de 70 mil milhoes de despesa). Se cortar 15% destas despesas, corta 3 mil milhoes.
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Rb
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Na saude já se cortou cerca de 10% e na educacao tambem. Faltam cortes equivalentes em em toda a panoplia de transferencias de verbas para tudo o que é organismo. Reduzir 15% da despesa que nao é salario e pensoes nao me parece uma calamidade… nem de dificl execucao.
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HAja vontade… E algum trabalho.
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Rb
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Matematicamente é fácil cortar 7 mil milhões num ano só até. Basta reduzir 10% em do valor que o Estado gasta em todos, absolutamente todos os pontos do orçamento do Estado e terá até mais do que os seus 7 mil milhões. Sem aumento de impostos, sem pensar na receita. Apenas cortando nos custos do Estado. Isso implicava, claro, cortar 10% dos ordenados da função pública toda bem como dos próprios políticos. Mas lá está, matematicamente é fácil, o difícil é conseguir fazer isso…
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Nuno Leal,
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e tem alguma ideia para tornarmos isso “fácil” ou maneira que seja minimamente realiável?
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Guillaume Tell, gostava imenso de lhe dizer que sim, mas não, não tenho. Nunca fui governante local ou nacional para saber como proceder num caso destes… Não passa apenas de matemática: se os gastos primários hoje são de 70 mil milhões e é preciso cortar ainda mais 7 mil milhões em despesa, é só tirar 10% nos gastos da despesa em relação a este ano. Limpinho. Como se faz para dizer a um hospital, ou uma escola, ou a uma autarquia, ou a um qualquer serviço público que no próximo ano tem menos 10% de transferências do Estado e que se governe assim… pois, não sei…
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Obrigado na mesma. A propósito eu estou a tentar criar um grupo que formularia uma série de propostas de redução da despesa pública (aquelas em cima são a minha primeira contribuição). Estaria interessado em participar?
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Não é que tenha muitas mais ideias sobre o assunto, mas sim, se me quiser adicionar, poderei participar.
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Bom isto ainda está em estado muito embrionário a ideia germiu-me há 2 semanas e comecei a falar disso com gente há minha volta só desde ontem de maneira a que ainda não há nada de verdadeiramente concreto, a não ser as propostas que fiz em cima. Mas se estiver interessado na mesma pode enviar-me o seu email para o endereço andre.pg91@gmail.com, e quando eu começar a ter algo de mais consistente contacto-o.
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O LEÃO NÓRDICO
e o NABO algarvio …
“NÃO TEMOS MEDO DOS MERCADOS , ELES QUE PAGUEM A CRISE”
E ninguém há-de morrer de fome num País com mais ovelhas que Gente e mais canas de pesca que telemóveis” .
(OLAFUR GRIMSSON – Presidente da ISLÂNDIA)
E deixa o aviso :
Não será encerrada nenhuma Escola , um Infantário ou um Hospital para pagamento das “ aventuras e cowboiadas” da Banca e da Bolsa” .
N.B. E quando se insulta os mercados o resultado é 4 anos após a crise ,
é o País que mais está a crescer na Europa , tendo o Desemprego caido e 14% para 7% e a Divida Externa desceu apenas para 30% do PIB !…
“Insultar os mercados prejudica a Economia Nacional” .
(ANIBAL CAVACO SILVA – Presidente de Portugal)
E deixa o aviso:
Os mercados externos têm que ser respeitados na certeza de que se alguém insultar os mercados internacionais (?) vai haver prejuizo para a Economia Nacional .
“Deus nos livre de termos um Presidente da Republica que não mede as palavras que diz” .
(castigat ridendo mores)
E quando não se insulta os mercados , o resultado é estarmos na sub-cave da bancarrota ….
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…o Grimsson até parece que foi aluno de Salazar !!!…
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O Financial Times anda a ler as perguntas do JM no Blasfémias ou então esteve no congresso das Alternativas:
“Moody’s warns on Portugal’s bailout plan
Rating agency says Lisbon may have to extend bailout plan”
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Nuno Leal “Como se faz para dizer a um hospital, ou uma escola, ou a uma autarquia, ou a um qualquer serviço público que no próximo ano tem menos 10% de transferências do Estado e que se governe assim… pois, não sei…”
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sugiro, da mesma maneira como se diz a TODOS os Portugueses não no proximo ano, mas já, tens menos dinheiro ao fim do mês com o aumento do iva, do imi, do irs etc,
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ou se despediu à força mais dum milhão de Empregados Portugueses ou à força já foram obrigadas a falir quase cem mil empregadores
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ou até enxutam os Portugueses, desinfentem a tenda daqui para fora, que queremos é sacar divisas que os emigras mandam para cá.
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A magnitude disto faz do “Como se faz para dizer a um hospital, ou uma escola, ou a uma autarquia, ou a um qualquer serviço público que no próximo ano tem menos 10% de transferências do Estado e que se governe assim… pois, não sei…” UM PIGMEU,
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Aqui encontra a resposta, não fazem porque não querem. Essa da dificuldade e do ‘não sabem ou nã têm coragem” só contaram mesmo para você. Quiça rapaziada de aviário provinda das ‘juventudes’, com tarimba a ‘martelo’ de ‘universidades de verão’ …… Nada contra isto. MAS COISA NO SEU SITIO.
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Para mi é salomonico. CARTÃO VERMELHO EM CIMA DA MESA CONTRA A DESTRUIÇÃO DE PORTUGAL.
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A cabar com isto em 2013.
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O mal faz-se todo duma vez segundo Maquiavel. Às pinguinhas, desgraçando aqueles, empobrecendo aqueloutro, falindo algures, destruindo além quando pessoalmente não se gosta, destruindo poder de compra propositadamente, obrigando a trabalhar mais baratoetc.
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Cheira a ‘golpe de estado de secretaria’. E porquê ? Para ser feito o mesmo num País em Democracia e com moeda nacional só com a instauração duma Ditadura. Como com o Euro e a União Europeia parece que as Ditaduras formais são inaceitáveis …… tudo dito.
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Para 2013 o macro nem precisa duma folha A4. Basta um parágrafo:
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Simples para 2013: corte salomonico de cerca de 4% em todas as despesas e rubricas do Orçamento Geral do Estado para 2013. O prejuizo para Funcionários Publicos Civis, Militarizados e Militares, para Empregados, para Empregadores, para Familias, para Desempregados, para Jovens é bem menor, e justo, que a atual trapalhada que desde de 2008 andam a perorar provocando a violência com a violência sem qualquer sentido, solução ou utilidade.
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Durante 2013 preparar com tempo POLITICAS SIMPLES para as reformas radicais e inovadoras de simplificação fiscal, pensões e reformas, imposto para a Segurança Social, encerramento de fundações institutos observatórios, empresas municipais e demais partes publicas, para publicas ou dalguma forma dependentes do financiamento com os impostos dos Cidadãos a aplicar no Orçamento geral do Estado de 2014,
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MAS APENAS SE SIMULTANEAMENTE HOUVER A EQUIVALENTE IMEDIATA REDUÇÃO DE IMPOSTOS GERAIS PARA ‘POR DENTRO’ AUMENTAR O PODER DE COMPRA DOS SALARIOS E VENCIMENTOS, CAPITALIZAR AS EMPRESAS E ALICIAR INVESTIMENTO ESTRANGEIRO.
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Politicas como as em curso, travestidas ou equivalentes ou radicais para abandono do Euro etc, como se está a ver é jogar aos legos em cima de incêndio que já acenderam e alastra rapidamente bem pegado.
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15 anos loucos de desgoverno e a malta queria isto resolvido num ano.
Agora o maior problema aqui é que o desgoverno continua ou seja não cumpre rigorosamente o memorando da troika. 2/3 na despesa 1/3 na receita.
Se na minha casa tiver que cortar 10%, 20%, 30%, o que for, corto!!!! Abdicando do que não é essencial.
Desemprego. + de 1 milhão de portugueses ficaram sem empresa. na função pública 0.
Este é o tal país da equidade que até se dá ao luxo de ter o seu maior representante a hastear a bandeira ao contrário. Uma república de bananas.
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15 anos loucos de desgoverno e a malta queria isto resolvido num ano.
Agora o maior problema aqui é que o desgoverno continua ou seja não cumpre rigorosamente o memorando da troika. 2/3 na despesa 1/3 na receita.
Se na minha casa tiver que cortar 10%, 20%, 30%, o que for, corto!!!! Abdicando do que não é essencial.
Desemprego: + de 1 milhão de portugueses ficaram sem emprego na função pública 0.
Este é o tal país da equidade que até se dá ao luxo de ter o seu maior representante a hastear a bandeira ao contrário. Uma república de bananas.
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Na maquina gigantesca que é a ‘empresa’ Estado é impossivel de cima cortar toda a gordura do Estado, cortando cirurgicamente gordura aqui, gordura acolá.
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É impraticavel como sabe qualquer admnistrador de qualidade ou dirigente empresarial experiente.
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É uma fantasia de inexperientes ou de teóricos ou de sonhadores ou vender maçã bichada ou mesmo ouro falso.
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A UNICA MEDIDA DE AUSTERIDADE que funciona é de cima vir a ordem para um corte salomonico e transversal em todas as despesas do X % que for preciso para meter a máquina na ordem e controlar ferreamente que os debaixo estão a cumprir a ordem sob pena de penalização por prejuizos que ocasionem por incuimprimento ou mesmo despedimento.
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A opção é a que a Governança está a obrigar para ficar tudo na mesma, pedir ‘emprestadado’ aos Cidadãos e às Empresas através de mais impostos, taxas, multas etc, os muitos tubos do aspirador fiscal cepalopode. Pelo meio uns cortezitos numas gorduritas para a fotografia. Se assim teimarem, no sec XXII Portugal sairá disto, travestindo-se de pinguço com tombo aqui, ziguezague acolá.
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Boa noite. Interrogo-me se não foi o TC que num acordão afirmou que as remunerações dos funcionários não podiam ser reduzidas através dos cortes de 2 meses de salário. A austeridade teria de ser partilhada por todos. É isto que o governo faz. Quando não se pode diminuir o vencimento dos trabalhadores do estado só resta aumentar os impostos.
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