um banco seguro
6 Outubro, 2012
Não bastando a faraónica Caixa Geral de Depósitos e a muita massa espatifada com a nacionalização do BPN, o PS propõe agora, pela voz do seu ainda secretário-geral, António José Seguro, que o governo crie e seja proprietário de mais um banco “de fomento destinado a apoiar investimentos em articulação com os fundos comunitários e o Banco Europeu de Investimentos”. Com que dinheiro o estado faria essa “articulação”, o Dr. Seguro não nos explica. O assunto foi apresentado “sem detalhar pormenores”, muito naturalmente. Não há ninguém pelo PS que explique ao seu secretário-geral que os portugueses estão saturados de parlapatices e que este não é o melhor momento para lhes torrar a paciência?
8 comentários
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A CGD não pode e deve fazer esse papel? Ou é para continuar nos negócios “finos” de controlo de bancos e empresas do regime ?
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Sem lhe querer tirar razão, também penso que o Estado deveria criar um Banco de Investimento, voltado para o apoio às PME e para a Exportação. Um Banco pequeno, que até poderia operar através de outras instituições de crédito e que, não sendo forçosamente uma financeira de capital de risco, caminharia nesse sentido.
E se assim fosse feito, a Caixa Geral de Depósito deveria ser privatizada, o mais rápido possível.
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De tanta náusea me dar, começo a achar alguma graça a isto; faz-me lembrar os marretas.
Uns têm a solução de não pagar e rasgar o plano da troika, o que equivale (por muito que nos digam o contrário) a sair da Europa: a Esquerda radical tem um plano;
Outros dizem que tem de ser diferente mas não explicam como e dizem que tem de se apostar no crescimento económico mas, para isso, discursam e discursam, gastam imensas palavras (que ainda não são taxadas) quando lhes bastava dizer isto: MAGIA!
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O Seguro sem querer deu-nos a solução: reduzir a CGD a um pequeno banco de fomento destinado a apoiar investimentos em articulação com os fundos comunitários e o Banco Europeu de Investimentos…
Talvez agora o Passos se decida a fazer o que tem de ser feito.
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Como questão prévia :
1º Não tenho nenhum mandato para defender JS nem o que vou explanar nisso consiste
Aliás , JS e PPC são farinha do mesmo saco .
2º Também não trago nenhum “recado” dos restantes partidos que aliás desconheço .
Questão principal :
Tem duvidas que o grande erro de PPC que o vai levar ao cadafalso foi não ter logo como acto prioritário promover a constituição de um Banco de Fomento Nacional a par de uma Sociedade de Seguro de Crédito , para financiamento das PME ???
(entre outras , diminuição do desemprego , menores despesas sociais , maior procura , estabilidade social ,
melhores condições para reorganizar a educação , saúde e justiça , etc .) . Ainda , a possibilidade(!) de PP poder cumprir as suas promessas : estabilidade fiscal “conditio sine qua non” de qualquer investimento estrangeiro .
E como sabe melhor do que ninguém , sem INVESTIMENTO não temos ALTERNATIVAS (?) …para um desemprego galopante .
E a propósito das alternativas ,
“NÃO TEMOS MEDO DOS MERCADOS , ELES QUE PAGUEM A CRISE”
E ninguém há-de morrer de fome num País com mais ovelhas que Gente e mais canas de pesca que telemóveis” .
(OLAFUR GRIMSSON – Presidente da ISLÂNDIA)
E deixa o aviso :
Não será encerrada nenhuma Escola , um Infantário ou um Hospital para pagamento das “ aventuras e cowboiadas” da Banca e da Bolsa” .
N.B. E quando se insulta os mercados o resultado é 4 anos após a crise ,
é o País que mais está a crescer na Europa , tendo o Desemprego caido e 14% para 7% e a Divida Externa desceu apenas para 30% do PIB !…
“Insultar os mercados prejudica a Economia Nacional” .
(ANIBAL CAVACO SILVA – Presidente de Portugal)
E deixa o aviso:
Os mercados externos têm que ser respeitados na certeza de que se alguém insultar os mercados internacionais (?) vai haver prejuizo para a Economia Nacional .
“Deus nos livre de termos um Presidente da Republica que não mede as palavras que diz” .
(castigat ridendo mores)
E quando não se insulta os mercados , o resultado é estarmos na sub-cave da bancarrota ….
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Ó senhor dr. Tosé cada vez mais inseguro, por amor de Deus, criar mais empresas para o governo não!!!
Não lhe chegam as já existentes 457 ?…óbaimaloja!!!!
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-> Muito pessoal quer comer-nos por parvos!?!?… Leia-se, não falam das obscenidades dos administradores dos bancos privados!?!?
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ANEXO:
Cartelizadores em pânico
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-> Sempre que uma empresa pública concorrente apresenta lucros, os cartelizadores entram em pânico!
-> Um exemplo: quiseram introduzir taxas em cada levantamento multibanco… todavia, no entanto, o banco público CGD apresentava lucros sem ser necessário mais uma taxa… quem queria introduzir mais uma taxa teve de amochar!
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-> Com o objectivo de se verem livres da concorrência pública, a falta de ética dos cartelizadores é óbvia:
– cartelizadores apoiaram a nacionalização do ‘negócio madoffiano’ BPN;
– e agora apoiam a privatização do banco público CGD – não é um ‘negócio madoffiano’, é um banco que funciona de forma regular: umas vezes apresenta lucros e outras vezes apresenta prejuízos.
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P.S.
Preço de combustíveis exagerado, taxas e mais taxas dos bancos, etc… são tudo factores que ATRAVANCAM o crescimento económico… e que poderiam ser eficazmente combatidos caso existisse a concorrência de empresas públicas!
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«…E quando não se insulta os mercados , o resultado é estarmos na sub-cave da bancarrota…»
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Não é só taxar os consumidores… há que ‘EQUILIBRAR A COISA’.
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-> Taxar os investidores… vai prejudicar o crescimento da economia…
-> Taxar os consumidores (em particular, os trabalhadores por conta de outrém)… vai provocar uma diminuição no consumo… logo… vai prejudicar o crescimento da economia…
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-> Face à existência duma dívida para pagar… deve-se ‘EQUILIBRAR A COISA’:
– taxar consumidores…
– e também taxar investidores: um exemplo, uma taxa sobre transacções financeiras em bolsa (vulgo Taxa Tobin).
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