Lendo e relendo jornais
14 Outubro, 2012
Parece que há quem olhe para para Paulo Macedo como o possível Monti português.
Obs. Lendo isto só posso pedir um governo de esquerda, mesmo de esquerda porque fosse outra a linha do governo brasileiro e hoje as televisões estavam cheias de bispos, freis, freiras, sociólogos, antropólogos, cantores e actores, escritores e jornalistas denunciando a invasão das favelas. Assim chama-lhe renascimento.
23 comentários
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Abençoados sejam os açores!
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Indignado pela curteza de memória dos que criaram esta situação e que, agora, sem soluções para a resolução da mesma desancam em que está a tentar resolvê-la.
Indignado pela demagogia da esquerda comunista e bloquista que, depois dos gastos e dos empréstimos para sustentar a (boa) vida que tivemos nos últimos anos (mantendo os “direitos” sem olhar aos deveres) agora não os querem pagar.
Também sou um indignado
Indignado para os que protestam e são do contra, mas alternativas… nem vê-las.
Mas também protesto contra as opções erradas e pelas vistas curtas.
Estamos perante problemas novos, precisamos de medidas novas.
Os mercados financeiros são instrumentos globais importantes e necessários para garantir que a globalização cumpre os seus (bons) objectivos Mas, pelo caminho, criam-se situações que precisam de ser geridas de forma inovadora. No processo global, a maioria ganha, mas alguns perdem e, está visto, não há instrumentos capazes na “ferramentaria global” para acudir a estes no seu processo de ajustamento. São danos colaterais…
Seria como fazer costura com os instrumentos de um carpinteiro. Não é possível, mesmo que esses sejam os melhores instrumentos (para carpinteiros) que existam …
Estou indignado porque são falsos e mentirosos, aqueles decisores que mantêm viva a expetativa de que voltaremos aos (bons) dias que tivemos nos últimos anos. Não vamos voltar.
Mas também estou indignado por não nos apresentarem um plano credível e entendível pelo cidadão comum que assegure que – um dia – conseguiremos estabilizar a situação e poderemos começar a olhar para o futuro. Precisamos de uma luz ao fundo do túnel. Mesmo que o túnel seja a descer… precisamos de esperança para a saída do mesmo e para que o percurso, a partir daí, possa estabilizar.
Estou indignado face aos que contestam o ajuste que decorre e defendem (só pode ser isso) mais défice e mais dívida. Coisa impossível pois ninguém já nos empresta para retomarmos essa nossa vida boa, que tivemos, a viver acima do que produzíamos.
Estou indignado pelas políticas de gestão do trabalho que temos. Que ao invés de ser distribuído por mais gente é serciado a muitos. Através de mais horas de trabalho diário, menos feriados e férias. E reformas mais tarde. O que não tem sentido nenhum. Infelizmente, os desempregados (e os jovens, arredados do acesso ao mercado de trabalho) tratarão de fazer sentir essa insatisfação nas ruas. Da pior forma. Estamos a seguir políticas inversas às que deveriam ser seguidas.
Estou indignado com os indignados que, protestam, mas não têm qualquer ideia nem apresentam qualquer alternativa face à situação que vivemos.
Estou indignado face aos indignados que seguem os demagogos que, também sem soluções, só se encavalitam na insatisfação geral.
Estou indignado. Mas estou indignado, digo porquê e apresento caminhos diferentes.
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http://notaslivres.blogspot.com/2012/07/o-foco-errado-na-divida-soberana.html
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Da “novilíngua” como uma das Belas-Artes…
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Ni gauche! Ni droite!
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O Brasil está a atacar os seus problemas com coragem. Veja-se a recente condenação de um importante corrupto de colarinho branco, o que ainda não aconteceu por cá. Neste aspecto, vamos esperar com confiança pela actuação da nova PGR. E gostaria que por cá, aproveitando esta fase crítica, se entrasse de vez, com o saneamento de situações que pesam na despesa (e são tantas e conhecidas) a fim de aliviar o despudorado garrote aos portugueses mais frágeis que estão a passar por dramas inadmissíveis. Estamos a ultrapassar uma linha de não retorno a partir da qual não se adivinha as consequências…
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“cinco suspeitos foram mortos numa troca de tiros com a polícia”
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A favela de S.Bento não pode ser renascida também?
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Eram capazes de precisar de mais chumbo, porque os suspeitos sediados ali são muito mais coriácios, mas valia a pena. Também é “uma área fantástica, muito nobre, do ponto de vista da logística”.
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Helena,
Definitavamente não presta e o resultados eleiturais dos açores ainda a vai trazer mais ressabiada.
Estes são os 1ºs de muitos resultados negativos. Muitos, começam a duvidar se o PSD consegue sobreviver enquanto partido.
Atine porra…ou tem duvidas que vai na enxurada???
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Ei, vá lá que entre nós, as freiras e obispos, salva-se d. Januário .
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passos coelho, com o anti-ciclone dos açores, já começou a treinar os próximos discursos.
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“ Assim chama-lhe renascimento…”
Bem. O Brasil ou se quisermos o continente sul-americano nunca conheceu o ‘Renascimento’ tal como o entendemos (e o vivemos) na Europa. De facto, os colonizadores da América do Sul (Portugal e Espanha) foram, na Europa, países onde o Renascimento foi, infelizmente, anémico, uma amostra. Logo, ninguém exporta aquilo que não tem…
O termo usado pelo governador do Rio de Janeiro pretendeu expressar a esperança pelo ‘refazer’ de um antigo polo industrial, presentemente ocupado pelas favelas em referência. São ‘luxos’ de países emergentes.
A blague tentada por hfm à volta do termo ‘Renascimento’ é, no contexto onde foi enxertada, uma questão de mau gosto e de demagogia. Só isso!
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lendo e relendo jornais, enquanto existirem…
http://economia.publico.pt/Noticia/relvas-e-ricciardi-escutados-a-conversar-sobre-privatizacao-da-edp-1567305
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Eleições Regionais Açores
2012 – 2008
PS | 31 – 30
PSD | 20 – 18
CDS | 3 – 5
BE | 1 – 2
CDU | 1 – 1
PPM | 1-1
Apesar de tudo, os resultados nos Açores contrariam a rua, a comunicação social, os fazedores de opinião, um pé cá e outro lá e os líderes da oposição.
Quem era suposto ser castigado, PSD sobe dois lugares. Quem era suposto subir muito, PS sobe um lugar. Quem era suposto querer passar pelos pingos da chuva, CDS baixa dois lugares. Quem era suposto subir bem e ao ritmo das manifestações e das greves, CDU fica no mesmo sítio e não mexe. Quem era suposto subir bastante como os cogumelos a despontarem em comissões folclóricas de tudo e de nada, BE baixa para metade.
Os grandes perdedores das eleições regionais nos Açores são o BE, olhos nos olhos há que dizê-lo senhores jornalistas, e o CDS que com a táctica de um pé dentro e outro fora, escanchou-se por completo.
E anda por aqui uma mosca rara sem aeroporto para aterrar a assobiar para o lado como o fez Luís Fazenda na declaração à comunicação social, que à grande derrota, dado o contexto que se vive, do BE, disse zero. Uma imensa derrota.
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“Quem era suposto ser castigado, PSD sobe dois lugares.”
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ou seja, uma vitória Enorme, Robusta e Grande, à medida da situação de desgraça do país.
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hum este num deve ser o cardosão…e se é
num fala na grande vitória do pcp cgtp….
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num é o cardosão não…
num há esperança mesmo iste é um espelho em fragmentos mesmo
só há almas gêmeas gémeas geme as umas são quirais e outras num…
seus levógiros dextros
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JCardoso
Posted 14 Outubro, 2012 at 22:44 | Permalink
Eleições Regionais Açores
2012 – 2008
PS | 31 – 30
PSD | 20 – 18
CDS | 3 – 5
BE | 1 – 2
CDU | 1 – 1
PPM | 1-1
Apesar de tudo, os resultados nos Açores contrariam a rua, a comunicação social, os fazedores de opinião, um pé cá e outro lá e os líderes da oposição.
Quem era suposto ser castigado, PSD sobe dois lugares. Quem era suposto subir muito, PS sobe um lugar. Quem era suposto querer passar pelos pingos da chuva, CDS baixa dois lugares. Quem era suposto subir bem e ao ritmo das manifestações e das greves, CDU fica no mesmo sítio e não mexe. Quem era suposto subir bastante como os cogumelos a despontarem em comissões folclóricas de tudo e de nada, BE baixa para metade.
Os grandes perdedores das eleições regionais nos Açores são o BE, olhos nos olhos há que dizê-lo senhores jornalistas, e o CDS que com a táctica de um pé dentro e outro fora, escanchou-se por completo.
E anda por aqui uma mosca rara sem aeroporto para aterrar a assobiar para o lado como o fez Luís Fazenda na declaração à comunicação social, que à grande derrota, dado o contexto que se vive, do BE, disse zero. Uma imensa derrota.
uma vitória do status cu
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Em relação ao Brasil, eles devem fazer o que é melhor para ele e por vezes a violência (mas que até nem foi muito violento, numa ocupação em vinte minutos era difícil) é o melhor caminho. No entanto, a violência militar só é viável se por trás houver uma máquina política e social que consiga ajudar as pessoas a sair da pobreza para que as favelas não voltem a ser o que eram. Talvez seja disso que a autora do texto se esquece: enquanto que com a direita até havia as brigadas da morte, com a esquerda passou a haver ocupações efetivas de território com vista ao desenvolvimento económico. No entanto, ambos mataram, a diferença, uns com um propósito, outros nem tanto (deixo ao critério da autora quem tinha/tem o propósito nas suas ações).
Sabe que por vezes também se podia aplicr isto nos bairros de lata portugueses. A polícia entrava lá, ocupava e mantinha toda a gente na ordem. Passado uns tempos, a segurança social estava a ajudar aquelas pessoas e o ministério da economia estava a promover medidas de criação de empregos nessas áreas. Nisto tudo, o Estado tinha de gastar muito dinheiro (ups, mais despesa! O melhor é ficar como está).
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Claro que o Brasil pode e deve fazer o que entender lançando carros blindados de guerra contra a população. Quiçá em última análise bombardear com napalm.Desde que se mate suspeitos está tudo bem.
Aqui é que seria quase, como foi, criminoso ter carros blindados para proteger os agentes da polícia, isso sim é nota de uma fácismo atroz, ou será fássismo?.
Acabou de condenar o braço direito do Ali-bábá e também de inocentar o dito cujo.
A responsabilidade lá, no Brasil foi e é de todos os governos fácistas/fássistas de direita anteriores à governança do Ali que já consta na Forbes.
Aqui , por acaso a dívida monstruosa não é responsabilidade de ninguém, e muito menos de quem a duplicou em seis anos, no mesmo valor que todos os outros em vinte.
O que vale é que o Ali não estuda filosofia de Armani, sem rendimentos, em Paris de França.
Fora com a troika mas que deixem o cheque.
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Quando estiver o PCP no Poder até se poderá privatizar aeroportos, estradas, portos e não haverá polémica alguma, será algo aceite naturalmente, os nossos jornalistas da extrema esquerda farão títulos a elogiar as expectativas crescimento económico proporcionado pela visão do “líder” comunista agora PM , as entrevistas TV serão brandas com perguntas suaves, falarão de nova etapa do desenvolvimento do comunismo, recorrendo às forças da sociedade , até quiçá o líder comunista português dirá que “enriquecer é glorioso” como disse o líder comunista chinês 30 anos atrás…
http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/08/psdb-cumprimenta-dilma-por-privatizacao-de-rodovias-e-ferrovias.html
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Click to access sondagem12Out12.pdf
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Nesta sondagem feita para o expresso pela Eurosondagem S.A. há gente que se expressa no sentido de que ja se chegou ao limite do suportavel : Consideram um 20,6% do total.
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Dos consideram que ja ultrapassou-se o limite do suportavel:até 70,8 %
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Também há os que consideram que a carga fiscal e de impostos “ainda pode ser aumentada” (2,1 %) e asseguram de fontes bem informadas que havía uma meia duzia de firmantes destes neoliberais blasfemos…vivir para ver!
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Estranho um comuna como o neotonto não quer que se pague o estado social.
Devia aplaudir este governo que está a construir um estado ainda mais poderoso enfraquecendo a economia livre.
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Na dita sondagem em link do neotonto há uma questão fulcral que me faz suspeitar que realmente os sacrifícios exigidos aos portugueses estão realmente a ser distribuidos por todos, pois mais de 86% responde não.
Sabendo que os portugueses acham sempre que os outros é que devem pagar, quer dizer que pelo menos 86% já foram atingidos pelos sacrificios.
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OE13: (não se esqueçam de voltar a votar nestes ladrões)
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Cortes nas pensões vão permitir poupar 420,7 milhões
Receita vale 81% da consolidação orçamental
Governo prevê poupar 146 milhões com medicamentos
Mudanças no IRS rendem 2,8 mil milhões de euros
Corte na despesa é quase todo com pessoal e prestações sociais
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