É que vamos ficar privados da recorrente entrevista daquela agência a Otelo Saraiva de Carvalho:
13.04.2011 – 10:24 Por Lusa Otelo: Se soubesse como o país ia ficar, não fazia a Revolução
09.11.2011 – 16:52 Por Lusa Otelo admite novo golpe militar em Portugal. Para mim, a manifestação dos militares deve ser, ultrapassados os limites, fazer uma operação militar e derrubar o Governo”, defendeu Otelo, em entrevista à Agência Lusa, num comentário à “manifestação da família militar”, no sábado, em Lisboa.
17-10-2012 às 19:24 : Em entrevista à Agência Lusa, no dia em que militares se reúnem para discutir a situação atual e as suas repercussões nas Forças Armadas, o célebre “capitão de Abril” diz que é diariamente confrontado com “anónimos” que o convidam a fazer uma nova revolução, “agora sem cravos”. Esta ideia de uma nova revolução “está latente”, disse Otelo.
(…)
Não há problema algum na greve da Lusa, ou na luta dos jornalistas do Público. O problema é o estado de manipulação, de completo enfeudamento a que chegou o jornalismo em Portugal. Quem trabalha na comunicação social, devia ser mais sensível a esse problema.
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Sem cravos, acho bem. Pode ser só com ferraduras, com ou sem cavalgaduras.
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Em 74 não nos deixaram acabar, mas agora não perdoa-mos.
Morte aos fascistas e aos ricos. Viva a Coreia do Norte. Morte aos capitalistas e empresários. Cuba Sempre!
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Um dia e um post normal em HelenaMatos.
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A Helena já deu hoje pela falta da Lusa?
A vida noticiosa decorre normalmente, na banca e online, na TV e na rádio, vejam bem a falta que a Lusa faz.
Amanhã se o Público não estiver nas bancas, nem se vai notar.
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se amanhã fosse reposto o “lápis azul” haveria gente que não daria por nada.
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Onde está o Diário – a verdade a que temos direito? Quando fechou que manifestações de solidariedade houve? Alguém se lembra?
E quando fecharam as publicações dirigidas pelo já falecido Miguel Portas, houve manifestações de solidariedade?
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Prémio Pessoa 2011:
http://www.publico.pt/Cultura/manuel-antonio-pina-1567976
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Helena Matos,
Que nunca passe pelo drama que estes seus colegas estão a passar é o voto dum comunista. O desdem com que colocou este post é confragedor para não lhe chamar patetico.
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Serviço público da Lusa:
1) Texto – entre 300 e 400 notícias/dia;
2) Fotografia – entre 30 e 50 fotos/dia;
3) Áudio – entre 10 e 20 registos/dia;
4) Vídeo – entre 5 e 10 registos/dia.
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Sim, a Lusa tem o lado A e o lado B. O lado A é o serviço público. O lado B é o lado imbecil, arcaico e institucionalizado.
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