Dicionário breve da crise
Corte cego / Austeridade cega – Redução de despesa que afecta os interesses do emissor
Cortes nas despesas – Expressão usada para designar uma redução de despesa não se sabe onde nem em quê mas que se tem como urgente e miraculosa já que impediria os cortes cegos
Insensibilidade social – Expressão usada pelas corporações para protestar contra medidas que as afectam e que parte do princípio que os governos se dividem em sensíveis e insensíveis. Quanto ao social propriamente dito refere-se a um grupo de pessoas que nunca fala mas por quem todos falam todos os dias. Todos os governos portugueses dos séculos XX e XXI reivindicaram ter sensibilidade social. Aliás quanto mais se agrava a vida dos portugueses mais sensibilidade eles dizem ter. Recomenda-se com urgência a criação de uma tabela para aferir a sensibilidade social.
Estímulo à economia – Versão politizada dos pretéritos electro-choques: administra-se o estímulo sob a forma de dinheiros públicos e espera-se que a crise passe
Inconstitucional – Expressão idiomática em voga no final de 2012 que se traduz por: esperemos que os juízes do tribunal constitucional resolvam o problema por nós. Em resumo uma actualização da frase de Pilatos enquanto lavava as mãos: “Levem-no e julguem-no conforme a vossa lei
Indignado – Pessoa com enorme disponibilidade de tempo que lhe permite permanecer acampado ou sentado com intermitências de simulações de ataque/defesa perante a polícia. Falam de utopia e de ter de volta a vida que lhes permite essa oscilação entre ‘o sentado/acampado e vou ali mas volto já’. Alguns manifestam um profundo horror ao banho, outros pelo contrário fazem um esforço tremendo para transformar o look casual chic em revolucionário romântico. Cabelo desgrenhado é essencial. Em geral pautam-se por ter um péssimo gosto em matéria de poesia e adoram fazer manifestos absolutamente ilegíveis.
Ouvir a rua – Ao contrário do que se possa pensar “ouvir a rua” não se refere à poluição sonora mas sim à exigência para que os governantes cedam perante determinados grupos que gritam na rua. Desde que esses grupos se digam de esquerda. A rua só tem direito a ser ouvida se for de esquerda. Se não for de esquerda a rua deve ser ignorada porque é populista e demagógica. É essencial não esquecer que se a rua for de direita é arruaceira. Se for de esquerda é a voz da cidadania.
Escutar o povo – Expressão idiomática portuguesa que significa as eleições não contam nada
Cortar com a PPP’s – Reivindicação formulada com vigor no semestre de 2012 pelas mesmas pessoas que no primeiro trimestre de 2011 as defendiam, negociavam e aprovavam. Ou seja estamos perante uma versão actualizada em prosa do cultismo gongórico anunciador do barroco do soneto Amor é fogo que arde e não se sente

Perfeito!
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Lunáticos autistas «convenientemente» disfuncionais: o actual governo.
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As glosas à volta do termo ‘Inconstitucional’ são exemplares. Mostram à saciedade o tipo de concepção de Democracia reinante nas hostes que esvoaçam à volta do actual Executivo.
Poderia ser acrescentado:
‘Ajustamento’: máscara importada para um golpe de Estado governamental sob o manto da ‘excepcionalidade’.
Assim a lenga-lenga (populista) ficaria mais explícita …
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Notável como valoriza as eleições e ignora a Constituição ao abrigo da qual as eleições se realizaram.
Não percebe que é a Constituição, que quer ignorar, que legitima as eleições?
Sem a Constituição o governo não tem legitimidade nenhuma.
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well done Helena…
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Escutar o povo – Expressão idiomática portuguesa que significa as eleições não contam nada
.
Olhe que esta Helena ja esquenceu que um tal Sócrates usava a miudo esta mesma “expressao idiomática portuguesa” até conseguir um total descrédito da tal “expressao idiomática”. Ai que pequenos este incomodos mentais destas -amnesias-menores-vizioso-circulares ou lapsus de memoria involuntaria pelo mesmo erro de nao usar da memoria com algúm tipo de criterio a serio ou maiormente “científico”…
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Tontinha Matos:
Vou só pegar no último ponto.
Esqueceu-se dos que clamavam contra as PPP do Sócrates, enquanto o prazo de validade ainda dava para tal, e agora estão calados que nem ratos (ratas helenas e outras) perante o «astronómico» corte de 250 milhões que o governo fez.
Moral: há PPP de geometria variável, à Esquerda e à Direita.
P. S. Não é PPP’s, isto é uma parvoíce da parte de quem é tão exigente em relação ao que considera ser a ignorância que a Escola transmite.
E a senhora aprendeu quando?
E em que Escola?
Diga-me o que significa o ‘ (o apóstrofo) neste acrónimo?
Os acrónimos não pluralizam, pois podem ler-se no singular ou no plural (PPP – Parceria Público Privada ou PPP – Parcerias Público Privadas).
Quando quer pluralizar batata escreve batata’s?
Bem prega Frei Tomás, tontinha Matos.
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TAXAS de IRS :
Rendimento Colectável
1º escalão até 7.000,00 14,5% —–
2º escalão até 20.000,00 28,5% (+ 14%)
3º escalão até 40.000,00 37 % (+ 8,5%)
4º escalão até 80.000,00 45 % (+ 8%)
5º escalão > 80.000,00 48 % (+ 3%)
Ainda uma TAXA de 4% e uma SOBRETAXA de 2,5% !…
A Constituição da Republica dispõe UMA taxa para o IRS e não esta
dispersão de taxas e sobretaxas , sem prejuizo , como é óbvio , da existência de um conjunto de taxas progressivas , o que inconstitucionalmente também não se verifica !… . Pretende-se dizer
numa simples interpretação literal que para caso concreto apenas exista uma unica taxa seja a do respectivo escalão e não esta acompanhada de mais uma ou duas taxas . Parece que do ponto de vista literal(e não só ?)estamos perante alguns vicios de inconstitucionalidade.
Sempre se dirá que esta dispersão tem origem em “gente” que não é
“séria” . Não é credível . Estão de má fé !… O terrorismo fiscal no seu melhor !… É uma ardilosa forma de enganar o contribuinte , qual “aldrabão de feira” , pois constitui uma enganosa forma de anestesia
fiscal . O contribuinte português que em geral padece de iliteracia numérica , não está em condições de avaliar as taxas reais que lhe estão a ser impostas de forma tão pouco clara e isto acresce como reforço das
inconstitucionalidades já suscitadas . Vicio formal ? Tenhamos presente o recente Acordão do S.T.A. sobre as informalidades dos avisos de cobrança do IMI , julgados assim ineficazes . “Ad minus” mais uma distorção fiscal neste já tão distorcido sistema fiscal que mais parece um baralho viciado e em prol da nossa tão estimada burocracia !..
Também a redução de escalões de 8 para 5 , onde dentro de cada escalão vigora o principio da proporcionalidade , esta redução diminui a progressividade do IRS . No limite , a taxa proporcional única!…Os dois primeiros escalões (cerca de 90% dos contribuintes com mais de 2/3 da pressão fiscal total , aliás onde se situam os que menos hipótese têm de evasão ou elisão fiscais) são fortemente afectados fiscalmente , respectivamente , com as taxas de 18,5% e 32,5% , o que também viola o principio da progressividade do IRS .A partir do 3º escalão a pressão fiscal é atenuada !…Surge o paradoxo de tragicamente a capacidade contributiva diminuir em virtude da recessão , quando com este terrorismo fiscal surge um escandaloso aumento da pressão fiscal , sobretudo no 2º escalão que eventualmente suportará mais imposto do que os restantes !…
Não é inconstitucional alterar os escalões de IRS mas sim a forma como PPC a faz .
O IRS assim legislado está inquinado pelo vicio de inconstitucionalidade
quer pela proporcionalidade negativa quer pela supracitada redução de escalões . Viola ainda o principio da igualdade por discriminar os escalões inferiores .Viola o principio da progressividade . E assim é para o Prof. Jorge Miranda e outros , e até segundo a Associação de Juizes que informalmente já se pronunciou , viola ainda o “principio da confiança dos portugueses no Sistema Fiscal” e o “principio da capacidade contributiva” , tudo com total desrespeito pela Jurisprudência do Tribunal Constitucional .
A quase totalidade dos contribuintes contidos nos 1º e 2º escalões são taxados com elevada pressão fiscal . Os restantes contribuintes estão distribuidos por três escalões com taxas tendo uma progressividade atenuadamente decrescente ,respectivamente , 41% , 49% e 54,5% , conforme gráfico anexo .No 5º escalão , a partir dos 80 mil euros o imposto é proporcional (não progressivo) , não obstante assistirmos a escandalosas reformas de 170 mil euros !!!
Gráfico do Imposto
(Coeficientes angulares marginais decrescentes)
(7,97º ; 4,85º ; 4,57º e 3,14º )
………………………………………………………………………………………………..
Ainda , quanto ao subsidio de férias , como rendimento de uma pessoa singular , “in casu” , o funcionário publico e o pensionista , a sua tributação de forma autonoma com uma taxa de 100% – verdadeiro confisco – viola o principio da igualdade (equidade face ao trabalhador do sector privado) ; viola ainda os principios da unicidade e da progressividade do IRS , consignados no artigo 104º da Constituição da Republica Portuguesa e ainda a Jurisprudência do Tribunal Constitucional . DURA LEX SED LEX …
CONTRADITORIAMENTE , o Governo fixa a taxa máxima de IRS em 48% para rendimentos colectáveis anuais de 80 mil euros (!) quando existem reformas mensais de 170 mil euros , o que o Tribunal Constitucional também deverá ter em conta !…
Em suma , mais um aborto , neste caso , juridico. Todos à custa do condenado Contribuinte !…
P.S.
PPC está a matar a classe média com funeral adiado pelo cangalheiro e já a enterrar os pobres para enriquecimento ilicito do cangalheiro . Segue a cartilha de Cavaco : “O melhor é deixá-los morrer” (Cavaco Silva , 2002)
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Também gostaria de contribuir com uma definição:
Desonestidade Intelectual: Jorge Sampaio
– É o responsável pelo “golpe de estado” que levou José Sócrates ao poder!
– Recebe uma choruda reforma e benesses vitalícias!
– Tem os filhos empregados em altos cargos… Da Nação!
– Fica chocado por termos de fazer cortes para pagar todas estas benesses!
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O FMI reconhece hoje “que têm sido alcançados progressos significativos na gestão das contas publicas”, mas vem simultaneamente dizer que são precisos “ESFORÇOS ADICIONAIS” devido às condições externas e ao desemprego!
Onde é que estão agora os que nas ultimas semanas andaram a encher a boca com declarações da Mme Lagarde retiradas do contexto, entre os quais o Senhor Presidente da Républica?
O Gasparinho disse ontem no Parlamento o que é que se está aqui a passar! Mas parece que ninguem quiz (mais uma vez) ouvir.
Afinal de onde é que vem o dinheiro?
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venda de ouro…
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E a propósito da expressão idiomática em voga no final de 2012 que se traduz por: esperemos que os juízes do tribunal constitucional resolvam o problema por nós. Há quem comença a ter certas “suspeitas” totalmente imfundadas e insidiosas…
.
SUSPEITA
E se o governo estivesse deliberadamente, com mais ou menos consciência do que está a fazer, a suicidar-se para fugir à sua incapacidade em governar? É que há aspectos neste Orçamento de Estado que são tão grosseiramente errados, que podem apontar para outra intenção. Se por exemplo, o Orçamento de estado contiver inconstitucionalidades que nenhum “estado de emergência” pode justificar? Não é esse o pretexto ideal para a parte mais politiqueira do governo, o seu coração “político”, sair como vítima do Tribunal Constitucional e a dizer “nós tentamos, mas não nos deixaram” e retomar o “business as usual”? Para quem os conheça, é uma hipótese a considerar, porque são mesmo capazes disso.
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Ó Dona Helena, então está contra o corte nas despesas (e.g. nºdeputados, câmaras a fundir com outras, empresas públicas municipais a mais, casas vitalícias de borla para os juízes até às viúvas ?),a insensibilidade social (e.g. as reformas de catrogas, banqueiros,ou miras amarais- já reparou que esta gente só agora que vai mesmo pagar é que acha o governo parvo? ),o estímulo à economia ( e.g.diminuir a carga fiscal para estrangeiros cá se fixarem?), ou o eng. José Sócrates que ( leia o livro insuspeito dos jornalistas laranjinhas do Diário de Notícias : RESGATADOS ) tudo tentou para evitar o resgate com o apoio de Merrkl, e depois de arribado do governo por todos os outros partidos e perante a nova exigência da mesma alemã que nesse nova circunstãncia já só aceitava um resgate, o teve de negociar em péssimas circunstâncias políticas, financeiras e geopolíticas?
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ENSAIO sobre a PROGRESSIVIDADE FISCAL
Na Teoria do Imposto encontramos p.e. os seguintes impostos :
1º – O IMPOSTO FIXO , onde o imposto é uma “porção” fixa do Rendimento Colectável qualquer que ele seja .
Graficamente , um imposto constante e linear como uma recta paralela ao eixo do rendimento (abcissas) .
2º – O IMPOSTO PROPORCIONAL , onde o imposto é uma “proporção”
(%) fixa do Rendimento Colectável qualquer que ele seja .
Graficamente , um imposto crescente e linear como uma recta com origem na zona de isenção e com um coeficiente angular constante onde o inverso da proporção é a cotangente do coeficiente angular .
3º – O IMPOSTO MAIS QUE PROPORCIONAL (não progressivo) , onde
o imposto é uma “proporção” crescente do Rendimento Colectável
qualquer que ele seja , mas onde os “coeficientes angulares marginais” são decrescentes . Assim , uma falsa progressividade .
Graficamente , um imposto crescente e mais do que proporcional
como uma função do tipo p.e. uma parabola de eixo vertical de
grau 2 e com origem na zona de isenção e com um coeficiente angular crescente e equivalente à derivada linear da função imposto . Não é progressivo.
Na pratica , surge com “proporções”(%) crescentes situadas em sucessivos patamares de Rendimento Colectável , como agora acontece com o OGE 2013 mas erradamente com os seguintes “coeficientes angulares marginais” decrescentes:
7,97º ; 4,85º ; 4,57º e 3,14º .
4º – O IMPOSTO PROGRESSIVO , propriamente dito , onde o imposto
crescente é uma “proporção” crescente do Rendimento Colectável
qualquer que ele seja , mas onde os “coeficientes angulares marginais” são crescentes os quais revelam a verdadeira progressividade do imposto .
Graficamente , é um imposto crescente e progressivo , como uma
função do tipo p.e. uma parabola de eixo vertical de grau 3 ou superior , com origem na zona de isenção e com os “coeficientes angulares marginais” crescentes .
Este método deve ser utilizado apenas depois de determinados os diferentes pontos de acumulação no Universo do Rendimento Colectável . P.e. não tem interesse definir patamares onde não exista Rendimento Colectável .
U1(R1) U2(R2) U3(R3) U4(R4) U5(R5) U6(R6) …
Respeitando a capacidade contributiva de cada sub-universo , aos quais correspondem as seguintes taxas(%) do imposto
t1 t2 t3 t4 t5 t6 …
sendo definidos p.e. os seguintes patamares de tributação :
t1 para R < R1
t2 “ R < R2
t3 “ R< R3
t4 “ R< R4
t5 “ R R5
E respeitando as seguintes inequações :
t2 > t1
t3 > 2 x t2 – t1
t4 > 2 x t3 – t2
t5 > 2 x t4 – t3
t6 > 2 x t5 – t4
Ainda a PROGRESSIVIDADE FISCAL
De inspiração marxista e equivalente a roubo , segundo Stuart Mill !…
Noticia de ter começado na Prussia (1891) e em Inglaterra e E.U.A.
(1910-1913) . Chegaram a registar-se taxas de 90% !… Mas não é surpresa , pois em Portugal já se registaram tributações autonomas com a taxa de 100% sobre os subsidios de ferias e de natal que são rendimentos das pessoas singulares e sujeitos aos principios constitucionais de tributação com unicidade e progressividade.
Mas contraditoriamente , fixa-se a taxa máxima em 48% para rendimentos anuais de 80 mil euros , quando há reformas de 170 mil euros mensais o que o Tribunal Constitucional deverá ter em conta .
Uma politica de imposto progressivo é negativa , não obstante se encontrar consignada na abrilista Constituição de 1976 (artigo 104º).
Esta politica confronta-se frequentemente com a elisão e a fraude fiscais apenas acessivel aos mais ricos . E assim os mais pobres não beneficiam com a perda de investimento e aumento do desemprego
resultantes da livre circulação de capitais para paises fiscalmente mais favoráveis . Ainda , “ se , por serem superiores em maioria , aprouver aos pobres dividir os bens dos ricos , não será isto também uma injustiça ? “(Aristoteles) . Não obstante ,
“Redistribution by progressive taxation has come to be almost
universally accepted as just “ (Hayek)
Contudo , esta mentalidade pode originar perda da liberdade individual , uso arbitrário da força contra uma minoria e ineficiência do resultado final …
Mas Hayek admite já que o conceito de “justiça” tem sido deturpado ao londo do tempo …
Pelo que “ad minus” o imposto progressivo pode violar o “principio da justiça” , mas viola sempre os principios da simplicidade e neutralidade .
O Povo é Soberano e decide …
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Parafraseando o Craft : lê-la deveria ser ” gratuito e obrigatório”…
Bom senso, sólida preparação, espírito crítico saudàvel mente ironico – e uma gramática impecável.
Tudo isso provoca as habituais reacções dos “miasmas” habituais…
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Diário breve da palermice com pózinhos de serventia passista…
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Novos Abrantes – os herdeiros dos Abrantes de Socrates, agora sabujos de Passos e do ex-partido do contrbuinte.
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Um “pintelho” : O espaço que separa alguns escribas deste blog, apoiantes dos fascismo económico em que já vivemos, do fascismo político que, pelo menos alguns, não se importariam de ver regressar.
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Sobre o “esforço adicional” pedido pelo FMI, há por aqui gente que não sabe ler. Nem ouvir: http://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=esfor%C3%A7o%20adicional&source=web&cd=3&cad=rja&ved=0CCgQtwIwAg&url=http%3A%2F%2Fvideos.sapo.pt%2F9unON8ACwsvqihSnlGWM&ei=lSOJUNijCc23hAeD1oHADA&usg=AFQjCNF9K7-mLHsI7IEt38oQIqCQLDFhiA
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Continua a tentativa de branquear a incapacidade do governo de cortar no estado burocratico despesista.
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os neoliberais não desarmam com a ideia de destruir o estado social mantendo o estado não social superfulo.
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Continuar a discutir a constitucionalidade das taxas do IRS é um belo exercicio, mas quando não houver dinheiro para pagar os ordenados, as taxas até podem descer para 0%, que é igual ao litro.
A Irlanda está a sair do “buraco” muito por força do investimento estrangeiro, atraído por uma taxa de IRC de 12,5%.
O governo portugues, propôs uma taxa de 10% de IRC para novos investimentos acima de 5 milhões de euros, e que criem postos de trabalho. O parasita Proença da UGT, já veio dizer que isso é uma “vigarice”. Este Proença entre as fumaças dos MonteCristo que gosta de fumar, preocupa-se muito com o desemprego, como podemos constatar!
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Isto é a Helena Matos a cantarolar, à moda dos bons velhos tempos que se repetem:
– Forssa, Forssa, companheiro Paçsos, nós çeremos a maralha d’asso!…
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Helena,
Dicionário breve da crise??
Acrescente mais este item, o stock nas farmacia está em rotura, hoje fui á farmacia e o medicamento de que necessitava, estava ESGOTADO.
Continue a dar razão ao sistema pode ser qu elhe toque á porta.
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Obrigado, muito obrigado mesmo, por este post! Há muito tempo que não lia um post tão imbecil. Não pelo conteúdo, mas pelas contradições que revela com aquilo que pretende provar. É o chamado post com efeito boomerang, um novo género blogueiro .
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Esqueceram-se do significado de pobre:
Pobre – magistrado
http://utopiarealista.blogspot.pt/2012/10/inconstitucional-claro-que-nao.html
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Gostei. Ponto.
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HÁ QUE CONTROLAR OS MÉDICOS QUE RECEITM MEDICAMENTOS CAROS DESNECESSÁRIOS.
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Eu disse vinte vezes à médica que não tenho obstrução respiratória mas ela lá pelo meio meteu um bronco-delatador que me custou 20 euros a mim e 30 aos Estado. Não o vou usar, respiro bem, o problema é outro que ela não descobriu. Só comprei o tal “bonquiodilatador” porque estupidamente só perguntei os preços depois da factura estar passada. É preciso haver uma inspecção para controlar os médicos que são a causa do dscalabro do SNS.
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claro que nesta cidade os médicos andam em mercedes e audis topo de gama, enquanto na Polónia, onde serão talvez mais competentes, aplicados e sérios, andam de transportes públicos.
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há que acabar é com os 19 mil milhões de despesas extraordinárias, que pode ser qualquer coisa.
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a sra tenta de forma chico-esperta afastar a atenção das despesas da máquina do Estado e das despesas centrais das “máquinas” dos ministérios, que entram como despesas dos próprios ministérios. Estudos encomendados a empresas privadas, empresas e gabinetes de estudo “amigos”, desaproveitando-se os técnicos do Estado que os podiam fazer, são a regra. Disso a dona Helena não fala.
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o governo tão rápido a cortar nos que menos têm não consegur impôr aos médicos algo elementar como a obrigatoriedade da prescrição por princípio activo. O lobby médico, que é o responsável pela degradação do SNS, continua a agir impunemente. O governo só é forte para os fracos entre os fracos.
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Me gustó mucho tu post. Te admiro mucho como blogger. Escribes muy bien. Tus mensajes son siempre excelentes.
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Que em plano inclinado já Portugal está lá é isso é verdade, nem o palavreado arrastado à copacabana safa, ainda faz pior. Mas enfim cada um fala com a viz que Deus lhe deu.
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A governança (ampla fora e dentro) caiu no anarquismo. Não sou eu que descobri esse ‘segredo complicadissimo’ como ‘iminencia parda de pensamento’ ou ‘candidato a palrador anafado no palco da Comunicação”, sequer parreco ambicioso ‘politico’ a troco dumas “diarreias de status”. Nada disso, nenhuma delas’. É na rua a “pontapé”.
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Protejo o REGIME, embora no onde isto já vai possa ser um Idealista. Um teorico. Não sei, não há segurança,
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porque tudo indica que a Governança conseguiu reunir as condições para aparecerem as ‘camionetas’ no tempo do Granjo. Está por um fio mas há muita rapaziada nos holofotes que são uma tristeza que como surgiu só mesmo dalgum ‘fenomeno de aboboras do Entroncamento’ porque nem o de Fatima os pariria, mesmo admitindo nos limites da teorização que teria sido um ovni que teria poisado na azinheira com o solzinho a andar à roda.
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Pois é as comionetas no tempo do Granjo, e outros fenomenos na mesma epoca, explicam como é a coisa entre os tugas …
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Antes não fosse Tempo hoje. Não o promovo. Mas quem sou eu no meio de tanta elite de ‘pensatorio’, ‘eurotorio’ e ‘falatório’ ….. Quem ganha para o resolver que se tente desenrascar.
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Está a rodar bem.
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Se a Justiça Publica não presta o que dizer da Justiça Privada ?
Atacam Sampaio porque demitiu Santana Lopes . Não se enerve porque tem razão e não lha tiro . Mas acrescento o seguinte . Não foi Sampaio que elegeu Sócrates !… E Sócrates conviveu (dormiu ou dançou ?) com Cavaco dentro da tão iluminada colaboração institucional de Cavaco com Sócrates e por Cavaco tão alardeada Cavaco (ainda vivo) não tem desculpa . Doutorou-se com a tese “Divida e Crescimento” . Dividas não faltam !… Onde está o crescimento ? Não culpe apenas Sócrates porque ele não estava sozinho …Quando não se culpam os dois , juridicamente ficam o dois ilibados !… Sabia ? E Cavaco para nosso maior azar , custa-nos mais do que o Rei de Espanha custa aos espanhóis !…É sim um sobre-custo porque nasceu apenas uma vez e por isto nasceu imperfeito . Só tem altura como um qualquer eucalipto daninho …
Quid Juris ?
Em Portugal , “non succede nulla”
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EXCELENTE !
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Excelente. Peço desculpa mas foi roubado 😉
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A etica é feita pela genetica dum povo.
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Que seja chamada outra gente para Poder com o distanciamento capaz de estancar ‘noite das camionetas fantasmas’ que estão a buzinar.
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Em Portugal não há assaltos de massas, de centenas de milhares na rua, a assaltar os palácios reais ‘reo morto rei posto’. Mas quem se iluda com isso, historicamente as histórias explicaram como se funciona por cá. Por mais seguranças que houve. É isto assim.
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O Democracia não pode cair. Nem com supostos ‘golpes de estado’ de secretaria a violentamente provocarem a violência que quiçá não percebem onde se estão a meter arriscando com ignorância que sejamos o pilar que iria demolir a União Europeia e o Euro no contexto planetário, intercontinental.
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Mas quem pode e não sabe ou não quere …. é feliz enquanto pode, sabe e quere.
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Na amplitude, está a rodar bem.
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Falta a expressão “Outras Soluções” – Soluções ocultas ou do oculto que convém preservar como tal antes das eleições e antes que o povo descubra que não há solução nenhuma.
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De vez em quando aparecem uns pândegos a defender o pagamento de impostos, e contra a redução dos mesmos.
foi o saraiva da CIP
agora este:
http://expresso.sapo.pt/irc-a-10-sera-uma-vigarice-diz-joao-proenca=f762225
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Politólogo
vc é uma ignorância crassa…..
leia um pouquinho…não é preciso muito…….da Constituição de 02 de abril de 76
se é que sabe ler
se é que sabe interpretar português
e conjugar frases e conceitos
bem sei que são artºs diferentes….o que complica muito as cabeças ocas ou cheias de caca de galinha
mas leia..releia….releia durante horas a ver se percebe as competências constitucionais do PR
e o poder/competências de um governo com maioria absoluta na AR
entendeu?
é demasiado para si? compreendo….é demasiado para muita gente
fizeram a 4ª classe às cegas
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Mas pq é q a greve da lusa acabou?
voltaram as intoxicações..mentiras………embustes……fretes……..esuqerdóides
veja-se como se construíu esta notícia da lusa:
http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/ps-quer-suavizar-austeridade-com-almofada-de-7500-milhoes-1568765?showVideo=1
a partir de soluções NÃO ACEITES PELA TROIKA……….
transforma-se um puto em herói
só pq defende ideias muita porreiras….muita nice…menos impostos
mas como foi o governo do puto quem assinou o memorando com a troika.
ele devia refilar com a troika
ou com “Il capo” da corrupção–sókas—xuxa
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Excelente visão do que se passa actualmente em Portugal. Já dei umas valentes gargalhadas e isso só faz bem à saúde . Já copiei e pus no meu mural.
Parabéns, Helena !!!!!!!
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Relembrar Camões:
“Amor é fogo que arde sem se ver,
É ferida que dói, e não se sente;
…”
Joana
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Muito bom.
Acrescento as famosas “Políticas de crescimento”! Qualquer coisa como distribuír dinheiro imaginário para podermos todos continuar a fazer 5 refeições fora de casa por semana, ter meo e zon ao mesmo tempo (duas boxes de cada!), passar de 3 para 5 telemóveis, ir de carro vazio para o trabalho e consagrar na declaração universal dos direitos do homem estes e muitos mais direitos perfeitamente básicos! Com todo este “consumo”, o PIB só pode “crescer”.
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Claro que o Cavaco devia ter desrespeitado o voto popular no “inginheiro” pá!!!
Essa aliás é uma das atribuições constitucionais do PR.
Em que artigo vem isso?
Talvez o politologo me saiba dizer.
Só não percebo como se pode usar um argumento e o seu contrário só porque as personagens mudam.
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TIRADENTES !~
Dispenso o vosso serviço de dentista . Agradecido .
Já leu a C.R.P. ?
Se não leu , leia s.v.p.
ou recorde : 195º-2 ; 136º ; 134º ; 133º g) ; 186º-4 ; entre outros …
Sócrates (com o consentimento de Cavaco que precisava de não passar pela vergonha de não ser reeleito…) subiu a divida publica para níveis insuportáveis que nem os seus bisnetos a vão conseguir pagar !…
Cavaco não tem DESCULPA . Doutorou-se(?) com a tese ” a Divida e o Crescimento” !!!…
Cresceu o bolso de Cavaco e a Divida V. paga !…Leia , leia mais … Quanto a vossa confusão devo dizer-lhe que nenhum politico presta . Tem DUVIDAS ?
Deus o proteja .
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Coisas muito complicadas: o Manuel ganha 6000 euros e desconta,para a segurança social, ele e a empresa, 2085 euros por mês.Há 30 anos.
O Joaquim, ganha 2000 euros por mês, ele e a empresa,descontam 695 euros por mês.
Se ambos forem para o desenprego, vão ter o mesmo subsídio de desemprego.
É justo?
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O jmf já conseguiu um “tachito”, para a Lena deve estar a chegar! Ficará satisfeita com um
lugar de vogal numa qualquer comissãozita ???
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