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No Malomil trata-se dos manuais escolares. Do seu preço e do papel que tem sido desempenhado nesta imposição desta despesa anual aos pais pelo Observatório dos Recursos Educativos (ORE) cujo presidente o Professor Adalberto Dias de Carvalho afirmou que, feitas as contas, o sistema de empréstimo fica mais caro ao Estado O Presidente do Observatório dos Recursos Educativos não está só nessa posição: a DECO por exemplo quando muitos pais e alunos começaram a comprar e vender livros na internet também manifestou a sua preocupação com essa prática não regulamentada e Albino Almeida o eterno pai-presidente da CONFAP tb acha que não vale a pena apostar na reutilização dos manuais escolares. Fantástico, não é?
Por fim não é apenas uma questão de despesa mas também da completa inutilidade de muitos destes manuais. Aconselho mais uma vez que abram esses manuais e os leiam.

Eu abro os manuais e leio-os.
Nos do meu filho mais novo (terceiro ano) observo uma data de palavras que ele nem conhece nem, em minha opinião, tem obrigação de conhecer. Vejo além disso referências constantes a mundos desaparecidos e a coisa que hoje em dia ninguém conhece: espantalhos, duendes, fadas, o mundo agrícola em geral, festas de aldeia e outras coisas antiquadas, que causam imensa confusão a meninos da cidade.
Nos do meu filho mais velho (sétimo ano) observo conceitos complicadíssimos: supernovas, vôos espaciais, alterações climáticas, o diabo a sete. Coisas que no meu tempo ninguém aprendia, nem sequer no 12º ano.
Ou seja, observo, por um lado, na primária, referências culturais que nada têm a ver com as atuais, e que causam imensa dificuldade aos miúdos, por outro, no secundário, uma amplidão enorme de matérias complicadíssimas a aprender (e um estímulo desenfreado a que os miúdos vão à internet aprendê-las, o que aliás é impossível, dada a sua idade e capacidade intelectual).
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Completamente certa, HM.
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Os manuais parecem escritos para retardados mentais.
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Para o comentador Balio deveriam abundar, no terceiro ano, as referências à playstation, ao mcdonald’s, aos morangos com açucar, à casa dos segredos, ao nody, essas referências culturais atuais, nada antiquadas, com as quais os meninos da cidade estão bem familiarizados e que não lhes causam nenhuma confusão. Ou seja, a escola não acrescentaria nada àquilo que os meninos já conhecem.
Quanto sétimo ano, deveríamos continuar a infantilizar os adolescentes e impedi-los de ter contacto com palavras novas, termos específicos e adiar, sabe-se lá até quando, a aprendizagem de conceitos complexos.
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RC,
eu não disse nada disso. Disse que
(1) Os manuais da escola primária devem evitar apoiar-se sobre realidades culturais arcaicas ou imaginárias. Devem portanto evitar falar de um mundo rural que já não existe (e que não se pretende que volte a existir), devem evitar falar de religião ou de mitologia (fadas, duendes, menino Jesus, pai Natal, bruxas). Devem também evitar palavras complicadas que só se utilizam em textos literários, focando-se apenas em palavras necessárias e utilizadas no dia-a-dia.
(2) A matéria do secundário tem que ser restringida. Não se pode, como no outro dia fizeram ao meu filho, perguntar-lhe em que é que a perda de biodiversidade afeta a qualidade das águas, por exemplo. Isso são coisas que nem a maior parte dos adultos sabe, quanto mais as crianças. É perfeitamente disparatado ensinar astrofísica a uma criança, como atualmente se faz a miúdos de 12 anos.
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Para que existem os inquéritos?!
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O Balio é um provocador muito ironico.
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Mas porque raio alguem dá bola ao ” Observatório dos Recursos Educativos” e ao seu presidente, se o tal observatorio nem sequer esconde que não passa de uma entidade criada e financiada por uma empresa cujo negocio é a venda de livros.
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É o menos. Isso é o menos, Helena. Mal é andarmos a ser governados por esse bando de psd’s, cds’s e ps’s, ladroagem, toda uma cambada demafiosos que nos rouba, esfola e desgoverna. Esse é que é o grande problema. Como ora aí esse passos, incompetente, desonesto, dado a golpes manhosos à relvas. E é uma cambada pegada. Bem feito para o povo, maioria adrede a tal família de m>ânfios. Porque é tudo uma famelga herdada dos colonos que cá vieram tomar conta distpo com os romanos da Sicília e da Calábria. Todos PS’s PSD’s e mais CDS’s, dos partidos do poder e mais autarquias. Toda uma máfia, com gaspas e passos mais portas à frente, de momento, incompetentes, imbecis, ladrões .
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manuais escolares!!???então os de história…já elaboram manuais de história, que são referentes à história de Israel e que não tem nada a haver com Portugal…manuais escolares que implicitamente chamam nódoa à geração que acompanhou Salazar, não são manuais da História de Portugal…são manuais da história do país do atrasado mental que ousou designar a geração que acompanhou Salazar de nódoa…o silêncio das nossas elites sobre as afirmações do palhaço demonstra bem o estado de decadência a que chegou este regime e em que lado está a comunicação social portuguesa, ao serviço dos Judeus…basta apenas ter conhecimento de como é que a geração que acompanhou Salazar apanhou o país…os mares tempestuosos que atravessaram…e como o deixaram…uma geração que não reconhece a grandiosidade das geração que acompanhou Salazar, não vai lado nenhum…é uma geração taralhouca!!! como bem se vê…O Estado Israelita, designar como nódoa, os feitos da geração que acompanhou Salazar…ainda não expulsaram o embaixador Israelita!!??? os partidos politicos todos caladinhos…mostram bem a nulidade que são e a sua perspectiva histórica de Portugal…visão judaica para “portugal”…
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agora até querem “entregar” a TAP ao Estado Israelita…
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Ai, não te admires, tric, com esse relvas e o compincha de coelho, mais gaspar e a secção portas, estamos bem feitos, gente sem alma e como vendida .
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Nao me admira nada que os livros usados fiquem mais caros do que os novos,dado que nunca imaginei ouvir que a ´agua da torneira fica mais cara que a engarrafada.Acho bem que se mantenha o pai eterno porque,dado seu saber secular,talvez seja a pessoa certa para nos destrinçar estes enigmas.
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