nem todas as oposições são iguais
10 Novembro, 2012
Algumas, mesmo que sistematicamente divergentes do governo em questões de fundo, não se escusam a uma colaboração franca e sadia quando está em causa o interesse comum. A bem da nação.
13 comentários
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‘nem todas as oposições são iguais’…, e nem todas as reacções são, também, idênticas.
Quando a Esquerda reclama a renegociação (por impossibilidade de cumprimento) está a defender o ‘calote’ e não quer honrar os compromissos do Estado. Quando a mesma posição vem da Direita é, pura e simplesmente, ‘patriótica’.
Em que ficamos?
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Um perigoso e infiltrado esquerdista esse joao almeida.
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«Relvas cria jobs para ex-autarcas
Vai nascer uma nova classe de dirigentes a nível intermunicipal. Serão mais de uma centena, remunerados.»
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Corta na saúde, corta da educação, cortas nas pensões. É isso mesmo!
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Faz todo o sentido que alguém de um dos Partidos do Governo colabore com o dito.
Uma vez que a colaboração citada é considerada sadia, pressupõe haver muita colaboração doentia no interior do Governo.
O Relvas tem estudado?
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Rui, já tive oportunidade de sugerir a esse catraio, que tanto defendeu o corte na despesa, que mostrasse o que vale e propusesse cortes que compensassem os 2,8 bi que o Gaspar pretende aumentar no IRS. Mas desconfio que posso esperar deitado…
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LR, ele responderá a si que propõe os mesmos que v.exa defende
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Isso não existe em Portugal: ainda nos recordamos do recente pasmo da Alemanha, da França e do BCE, que depois de garantirem ao PR e a Passos que em caso de aprovação do PEC4 (por eles elaboradamente estruturado ao longo de meses com o governo português) Portugal não precisaria de pedir um resgate já que eles providenciariam o crédito necessário, viram o PEC4 inexplicavelmente bloqueado por uma oposição do PSD que ao tempo acorria às agências de rating para vilipendiar o mais que podia o estado do país…
Agora rebolam-se na lama que arranjaram…
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Com as minhas desculpas aqui vai um comentário fora do link: quando há tres ou quatro anos tivemos conhecimento que o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Juiz Noronha do Nascimento, mandou destruir escutas de conversas telefonicas entre o então 1º ministro José Socrates e o seu grande amigo e camarada Armando Vara, muita gente, em que me incluo, se insurgiu com a situação, que o Juiz veio para os media justificar com a razão de ele não as ter autorizado, sendo de acordo com a sua interpretação da Lei, o unico que o podia fazer. Por isso, mandou-as destruir, não lhe importando então que as tais conversas pudessem ser provas importantes em processos que então estavam, e estão ainda a correr nos Tribunais.
Eis senão quando, há umas semanas o Expresso que parece ter topeiras em todo o lado, noticia que o actual 1º ministro foi escutado em conversas com um banqueiro que está a ser investigado pelo Ministério publico. Neste caso o Juiz\ Nascimento, Presidente do STJ, que tambem não autorizou estas escutas, foi chamado a pronunciar-se sobre a validação das conversas escutadas que envolvem o actual 1º ministro, sendo que estas conversas já tinham mais de nove meses, e a lei determina que a validação tem de ser efectuada até 15 dias depois da escuta ter sido feita.
E o que decidiu o sr Juiz Noronha do Nascimento? decidiu validar estas escutas, incorrendo numa ilegalidade porque 15 dias não são 9 meses, e numa contradição para a qual não encontro adjectivos, com a decisão que tomou em relação ao Socrates. Sendo que José Socrates tudo fez para que as escutas fossem destruidas, e Passos Coelho referiu-se ao assunto dizendo que até gostava que as conversas fossem tornadas publicas.
Se não é, parece, que o PSTJ é uma figurinha decorativa, que decide de acordo com simpatias politicas, ou pior ainda, decide assuntos de estado, de acordo com a vontade do 1º ministro que está em funções. Se não é, parece uma irrelevância, portanto!
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este ideólogo do cds é o galamba do partido
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O problema será que, com o passar do tempo, podemos estar a comprometer o futuro.
O protelamento da renegociação do memorando poderá obrigar a uma situação muito pior: a reestruturação da dívida (tal como em 1902).
Os mais recentes dados que, aos bochechos, vão sendo libertados para a opinião pública, apontam para o fim da coesão da coligação governamental quanto a este item (renegociação).
E voltamos à questão política. A renegociação não aconteceu ainda porque desse passo resulta, inevitavelmente, a queda (extemporânea) do actual Governo. O previsto é tal só aconteça depois das eleições autárquicas.
Só que nessa altura os danos serão irreversíveis. Portanto, mais vale alterar (actaulizar) o calendário político.
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(…) e Passos Coelho referiu-se ao assunto dizendo que até gostava que as conversas fossem tornadas publicas. (…)
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esta frase de PPC é mais perigosa para a liberdade das pessoas do que uma fuga de informação conseguida por qualquer jornal. Um juiz não precisa que uma conversa se torne pública para fazer justiça; eu não quero escutas divulgadas, quero saber de justiça nos tribunais…para Sócrates, Passos, BES, Portela, ACSilveira ….
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Eu oposição por oposição prefiro a de missionário.
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Este post estragou-me um comentário… porque sinto que fui eu que fiz o post. 🙂
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