Pro Memoria, é verdade, CAA, que vem já de há muito, pasdsando o BPN, negócios de ações, negócios da Quinta da Coelha, negócios com BCPs, BPPs, CGDs, auto-estradas, pontes, resmas de negócios a bons juros e compensações tremendas aos amigos das parcerias, desde Cavaco e seu bando de sucesso a Sócrates e Coelho, passando Guterres, Barroso e o mesmo Santana, autêntica máfia de boys, da banca e parceiros. Como a ver quem é que levava mais dinheiro .
Aliás, basta recordar o célebre momento (ainda no governo do PS, apesar de isso ser irrelevante…) em que a sobretaxa extraordinária em sede de IRS representaria (de acordo com declarações oficiais), num determinado dia, 500 M€. No dia seguinte alguém voltou a fazer não se sabe bem que contas e afinal já representaria 900 M€ (não sei se eram exactamente estes os números, mas era qualquer coisa desta magnitude).
Redução do subsídio de desemprego médio em 61€, de 540€ para 479€.
Redução da pensão média mensal da Caixa Geral de Aposentações em 211€, de 1111€ para 900€.
Corte de 13% das despesas com pessoal nos municípios e Regiões Autónomas, equivalente ao despedimento de 19548 funcionários.
Corte de 6% dos custos de funcionamento da Administração Regional e Local, equivalente a 25 municípios ficarem sem orçamento.
Equivalente a aumentar a remuneração média dos funcionários da Guarda Nacional Republicana em 0%.
Equivalente a cortar 21% dos custos de funcionamento da Marinha Portuguesa.
Equivalente a inviabilizar a operação das Estradas de Portugal, do Metro da Rede Ferroviária Nacional e do Metropolitano de Lisboa.
Equivalente aos custos da Assembleia da República e inviabilização da actual estrutura de negócios da Rádio Televisão Portuguesa.
Ehehe acho que era interpelado na via pública para me espancarem. De qualquer maneira, há ali valores/comentários que não são muito esclarecedores, por ex. nas PPP.
Redução da pensão média mensal da Segurança Social em 66€, de 348€ para 282€.
Redução do subsídio de desemprego médio em 103€, de 540€ para 437€.
Redução da pensão média mensal da Caixa Geral de Aposentações em 208€, de 1111€ para 903€.
Corte de 19% das despesas com pessoal nos municípios e Regiões Autónomas, equivalente ao despedimento de 29087 funcionários.
Corte de 19% dos custos de funcionamento da Administração Regional e Local, equivalente a 80 municípios ficarem sem orçamento.
Redução da despesa pública em saúde per capita em 165€, de 869€ para 704€, ou equivalente a 1823936 pessoas ficarem sem cuidados de saúde pública.
Corte de 19% das despesas com pessoal no ministério da Educação e Ciência, equivalente ao despedimento de 46715 docentes e não docentes.
Corte de 19% dos custos de funcionamento, equivalente a encerrar 5 universidades com custos de funcionamento semelhantes à Universidade Técnica de Lisboa.
Equivalente a despedir 69% dos funcionários da Guarda Nacional Republicana.
Equivalente a cortar 134% dos custos de funcionamento da Marinha Portuguesa.
Equivalente à redução do orçamento para o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas em 34%.
Equivalente ao encerramento da Polícia Judiciária e inviabilização da actividade da Direcção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais.
Equivalente aos custos da Assembleia da República e inviabilização da actual estrutura de negócios da Rádio Televisão Portuguesa.
Sempre sonhei de cortar 134% dos custos de funcionamento da Marinha Portuguesa.Aposto que 34% correspondem apenas a submarinos…
Obviamente que se trata de uma aplicação simplista. Mas bastante para se ter uma percepção do peso que cada variável tem nas contas públicas.
E também deu para ter uma percepção da ignorância dominante.
Bovino, Assim de repente aumentava ao maximo o imposto sobre o tabaco. Nao ha guita nao ha vicios. E poupa-se na saude tb. E sou fumador atencao
.
Assim de repente, para o ano sujeitava-se a arrecadar metade ou um terço das receitas com este imposto. As variáveis permitem que defina quanto arrecadaria com cada impostos. Não permitem definir a forma de o fazer: é essa complexidade que se torna difícil gerir.
.
Felizmente não vejo outro caminho que não passe por uma redução gradual mas efectiva e significativa a longo prazo dos impostos e, consequentemente, uma redução da despesa pública. É que os impostos já estão no limite do aceitável.
É que os impostos já estão no limite do aceitável
.
Correcção: os impostos já estão no campo do inaceitável (só aceitável por uma população masoquista e que ainda acredita no Estado como o papá substituto).
Obrigado. Finalmente percebi como é feito o Orçamento do Estado: à toa.
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Que giro.
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Caro Yoda
Ninguém duvida que o OE actualmente em discussão foi feito à toa.
Os que o fizeram fazem constantes demonstrações disso.
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Ah!!! Então é assim que eles fazem?
E eu que pensava que eram cálculos muito complicados!!!
Afinal, é mais fácil fazer um Orçamento de Estado que um vídeo como o do Professor Marcelo!
E depois, criticam o vídeo?
Talvez seja por a Deloitte ser uma multinacional de origem britânica, torna-se inatacável!
Se este trabalho tivesse sido feito por portugueses, choveriam mais críticas. Assim, recomenda-se!
Bravo, blasfemos! Clap, clap, clap!
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E não tem o Orçamento do Estado em LEGO?
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Podiam fazer uma versão “Baby TV” do Orçamento, com sons e cores.
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Assim de repente aumentava ao maximo o imposto sobre o tabaco. Nao ha guita nao ha vicios. E poupa-se na saude tb. E sou fumador atencao…
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Pro Memoria, é verdade, CAA, que vem já de há muito, pasdsando o BPN, negócios de ações, negócios da Quinta da Coelha, negócios com BCPs, BPPs, CGDs, auto-estradas, pontes, resmas de negócios a bons juros e compensações tremendas aos amigos das parcerias, desde Cavaco e seu bando de sucesso a Sócrates e Coelho, passando Guterres, Barroso e o mesmo Santana, autêntica máfia de boys, da banca e parceiros. Como a ver quem é que levava mais dinheiro .
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ONDE É QUE POSSO CORTAR OS 7500 MILHÕES DE EUROS EM BENEFÍCIOS FISCAIS ÀS GRANDES EMPRESAS (BANCA, GALP, PT, EDP, ETC)
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ONDE É QUE POSSO CORTAR OS 7500 MILHÕES DE EUROS EM BENEFÍCIOS FISCAIS ANUAIS ÀS GRANDES EMPRESAS (BANCA, GALP, PT, EDP, ETC)?!…
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Eu não duvido nada. Basta olhar para a evolução da taxa de IVA ao longo da última década (por exemplo) para perceber isso.
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Aliás, basta recordar o célebre momento (ainda no governo do PS, apesar de isso ser irrelevante…) em que a sobretaxa extraordinária em sede de IRS representaria (de acordo com declarações oficiais), num determinado dia, 500 M€. No dia seguinte alguém voltou a fazer não se sabe bem que contas e afinal já representaria 900 M€ (não sei se eram exactamente estes os números, mas era qualquer coisa desta magnitude).
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Algumas das consequências do seu orçamento:
Redução do subsídio de desemprego médio em 61€, de 540€ para 479€.
Redução da pensão média mensal da Caixa Geral de Aposentações em 211€, de 1111€ para 900€.
Corte de 13% das despesas com pessoal nos municípios e Regiões Autónomas, equivalente ao despedimento de 19548 funcionários.
Corte de 6% dos custos de funcionamento da Administração Regional e Local, equivalente a 25 municípios ficarem sem orçamento.
Equivalente a aumentar a remuneração média dos funcionários da Guarda Nacional Republicana em 0%.
Equivalente a cortar 21% dos custos de funcionamento da Marinha Portuguesa.
Equivalente a inviabilizar a operação das Estradas de Portugal, do Metro da Rede Ferroviária Nacional e do Metropolitano de Lisboa.
Equivalente aos custos da Assembleia da República e inviabilização da actual estrutura de negócios da Rádio Televisão Portuguesa.
Ehehe acho que era interpelado na via pública para me espancarem. De qualquer maneira, há ali valores/comentários que não são muito esclarecedores, por ex. nas PPP.
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Agora que estou a ler os comentários…. é óbvio que é brincadeira, queriam fazer mesmo um orçamento Parecem o BE, criticar por criticar.
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Eu cá aumentava “outras receitas” para o dobro, e cortava na totalidade o “outros” da despesa.
Ficavamos com um superavit para ai de 6 mill milhões.
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o objectivo a atingir no Orçamento será este:
Redução da pensão média mensal da Segurança Social em 66€, de 348€ para 282€.
Redução do subsídio de desemprego médio em 103€, de 540€ para 437€.
Redução da pensão média mensal da Caixa Geral de Aposentações em 208€, de 1111€ para 903€.
Corte de 19% das despesas com pessoal nos municípios e Regiões Autónomas, equivalente ao despedimento de 29087 funcionários.
Corte de 19% dos custos de funcionamento da Administração Regional e Local, equivalente a 80 municípios ficarem sem orçamento.
Redução da despesa pública em saúde per capita em 165€, de 869€ para 704€, ou equivalente a 1823936 pessoas ficarem sem cuidados de saúde pública.
Corte de 19% das despesas com pessoal no ministério da Educação e Ciência, equivalente ao despedimento de 46715 docentes e não docentes.
Corte de 19% dos custos de funcionamento, equivalente a encerrar 5 universidades com custos de funcionamento semelhantes à Universidade Técnica de Lisboa.
Equivalente a despedir 69% dos funcionários da Guarda Nacional Republicana.
Equivalente a cortar 134% dos custos de funcionamento da Marinha Portuguesa.
Equivalente à redução do orçamento para o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas em 34%.
Equivalente ao encerramento da Polícia Judiciária e inviabilização da actividade da Direcção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais.
Equivalente aos custos da Assembleia da República e inviabilização da actual estrutura de negócios da Rádio Televisão Portuguesa.
Sempre sonhei de cortar 134% dos custos de funcionamento da Marinha Portuguesa.Aposto que 34% correspondem apenas a submarinos…
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É interessante verificar que a receita de IRC representa apenas 37% da receita de IRS e que o défice é inferior aos juros da dívida.
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é ainda em Euros, logo o orçamento…
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Obviamente que se trata de uma aplicação simplista. Mas bastante para se ter uma percepção do peso que cada variável tem nas contas públicas.
E também deu para ter uma percepção da ignorância dominante.
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Bovino,
Assim de repente aumentava ao maximo o imposto sobre o tabaco. Nao ha guita nao ha vicios. E poupa-se na saude tb. E sou fumador atencao
.
Assim de repente, para o ano sujeitava-se a arrecadar metade ou um terço das receitas com este imposto. As variáveis permitem que defina quanto arrecadaria com cada impostos. Não permitem definir a forma de o fazer: é essa complexidade que se torna difícil gerir.
.
Felizmente não vejo outro caminho que não passe por uma redução gradual mas efectiva e significativa a longo prazo dos impostos e, consequentemente, uma redução da despesa pública. É que os impostos já estão no limite do aceitável.
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É que os impostos já estão no limite do aceitável
.
Correcção: os impostos já estão no campo do inaceitável (só aceitável por uma população masoquista e que ainda acredita no Estado como o papá substituto).
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Já fiz, défice de 3,9%, tive de cortar muita receita obtida e de diminuir muito a despesa
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Não percebo qual a dificuldade. Sobra dinheiro aos montes na Segurança Social: http://youtu.be/58ZT9PeozzU
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