Contactos úteis para a próxima manifestação de esquerda frente à AR
Calciprédios. Calçada Portuguesa
Correia & Chaves- Extrarochas,Lda.
(…) Se não for muito incómodo os manifestantes adquirem as pedras directamente a estas ou outras empresas que naturalmente as colocam no local indicado pelos compradores em vez de arrancarem as pedras da calçada. Assim poupam ao contribuinte a despesa do arranjo da calçada, reciclam as pedrinhas sua propriedade para a próxima manifestação e quiçá desenvolvem laços afectivos com as suas próprias pedrinhas. Podem lá inscrever palavras de ordem como “Somos pacifistas” e “Abaixo a repressão” Por fim mas não por último este procedimento além de ser vantajoso para todos poupa-nos ainda a parágrafos como este que certamente ficará para memória futura desta manifestação: « Reportagem: quem é que atirou a primeira pedra? Talvez estivessem demasiado exaltados para pensar nisso, mas os poucos manifestantes que permaneciam, ora de cócoras, ora de joelhos, a arrancar pedras da calçada em frente à Assembleia da República faziam-no com a ambição de um operário que gosta do seu trabalho. »

Se na próxima manifestação de direita aparecerem 10-15 nazis nessa manifestação (além de milhares e milhares de outros manifestantes), será justo mandar piadinhas chamando nazis a todos os manifestantes?
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Se na próxima manifestação de direita …
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A direita nao se “manifesta”. Nao sao espiritus do mais além…
hehehe
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é tão gira a helena; esta necessidade de alimentar o ego dos “yes man” de Passos&Merkel…
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Põe aí também o teu contacto.
O Blasfémias tem sempre necessidade de comentadores de extrema direita.
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São os inconvenientes da calçada à portuguesa.
Lá por fora, onde as manifestações idênticas se multiplicam, utilizam outros acessórios de arremesso.
Até há uma festa em Espanha, a “tomatina”, onde se curte à brava atirar tomates.
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LOL(ada)
Aquela gente do Público não tem emenda, nem depois de verem 48 Kamaradas para o olho da rua aprendem.
Pudera com o Malheiros como professor!
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A PEDRA DA CALÇADA
Arrancada, despresada,
Uma pedra da calçada,
Posta ao canto duma rua,
Lembrou o mundo ruim
E pôs-se a contar assim
Os transes da vida sua:
“Eu sou de serras distantes,
Onde as fontes, sussurantes,
P’la noite velha adormecem;
E vim p’ra a cidade enorme,
Onde nem a noite dorme
E os homens não se conhecem !
Sobre mim, passaram nobres;
Sobre mim, dormiram pobres;
Vi risos maus; dor’s sublimes,
Salpicaram-me, no entanto,
Com tristes gotas de pranto
E negro sangue de crimes.
Eu vi riquezas mentidas,
Eu vi misérias ‘scondidas,
Vi honra e devassidão;
Guardei-me dos homens falsos,
Debaixo dos pés descalços
Dos pobrezinhos sem pão”.
E aquela pedra sombria,
Muito negra, muito fria
Com um desgosto profundo,
Deixou-se ficar alí;
Não por vergonha de si,
Mas por vergonha do Mundo !
(J. Frederico de Brito)
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Uma slogan a acrescentar para ‘conter’ a próxima manif em S. Bento:
‘Quem não tem telhados de vidro que atire a primeira pedra’…
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hehehehe Dei-me ao trabalho de ler todo o artigo d’o Publico……. O escrevinhador aprendeu bem a tecnica da escrita “psico-emotiva” para “motivar” ataques a’ policia, a quem culpa dos disturbios. O facto de que a policia esteve sob ataque constante durante mais de uma hora nao lhe diz nada, nem o material que tem entre as orelhas aceita…… porque e’ um material inutil, morto.
Os videos mostram pelo menos umas centenas de pessoas a assistir a’ cena sem NADA fazer, excepto alguns bravos que tentaram, por palavras, acabar com aquela rebalderia selvagem de ataque com intençao de causar serios danos fisicos aos policias.
Ora, imaginemos que de dentro dessas centenas de pessoas saiam umas dezenas que fisicamente acabavam com o ataque a’ policia, seus concidadaos e compatriotas (talvez ate’ familiares), e evitavam mais estragos ao patrimonio do contribuinte……. Ai’, o escrevinhador teria que arranjar um outro sujeito para culpar mas certamente nunca a policia que, eventualmente, teria de ir salvar os que anteriormente os atacavam. Escreveria entao loas a’ policia…..
Quem sabe se este nao sera’ um cenario provavel no futuro?
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É muito difícil o Público ultrapassar a Maria, mas a esta velocidade, não só não é impossível como é provável, senão certo.
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Um calhau a sugerir empresas de calhaus.
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Para a direita interessa fingir que o resultado da manifestação da CGTP foi o conflito com a PSP e que a própria manifestação se resumiu no arremesso de pedras e garrafas.
Mas a D. Helena e os que a acompanham esquecem que a realidade é por si só um factor muito mais importante e demonstra que este governo está cada vez mais isolado e não tem saída.
Prepara-se mais uma grande farsa, um “enorme” embuste, com a aprovação pelo PSD/CDS, de um orçamento que, como todos sabem, não vai ser cumprido. De nada valem os avisos da esquerda à direita (certamente infiltrada de perigosos esquerdistas) dos sindicatos às associações patronais, de quase todos os sectores da vida pública (excepto banqueiros e grandes grupos). A dívida vai aumentar, o défice não vai ser cumprido, o desemprego vai aumentar, a economia vai continuar a ser destruída, a recessão vai agravar-se, o país caminha para a bancarrota e para um situação verdadeiramente explosiva.
Mas, como é óbvio, à D. Helena convém-lhe mais falar de pedras.
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Pronto. A helenafmatos já defendeu o seu ponto.
Quanto à greve geral da CGTP e respectiva manifestação não terá nada para nos dizer?
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Lá por fora, onde as manifestações idênticas se multiplicam, utilizam outros acessórios de arremesso.
Até há uma festa em Espanha, a “tomatina”, onde se curte à brava atirar tomates.
Poi é Piscoiso.
Quem não tem cão, caça com gato. Quem não tem tomates, atira o que pode.
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Peço desculpa dona Helena, por todos aqueles que mandaram pedras aos agentes da autoridade, mas foi apenas por não terem ali à mão, para atirarem Gaspares e Passos.
Pode por ai um post. que revele onde se possam adquirir?
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o post está brilhante como é timbre da dra Helena Matos .Mais agressivo e perigoso que as pedras são artigos como o que acabei de lêr na integra(no Público) e que por ser uma tentativa de doutrina e validação do lançamento de pedras ,da próxima até se poderá legitimar o lançamento de rocket contra a polícia .Sr Belmiro 😮 seu jornal estará a ajudar a democracia ? Nasci na ditadura e gostaria de morrer em democracia ,mas por este andar em breve estaremos com uma suspensão de vários anos, outra vez. Neste momento, não concordo com a governação do governo e penso que devemos ir para eleições.
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Esta gente que aparece por aqui a defender os arruaceiros, não tem vergonha. Eu não conheço uma única pessoa que aprove semelhantes procedimentos, e conheço muita gente.
Estou convencido que esses comentadores, do género Portela, devem ter quem lhes pague o salário para fazerem esse papel. Só pode.
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Pacheco Pereira disse na Quadratura do Círculo que uma só pedra podia matar um polícia.
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Quando a coisa der para o torto, que vai dar, sempre quero ver onde se vão meter as Helenas Matos da nossa praça.
Não prestas minha
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Bolota.
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Quando a coisa der para o torto “you bend over and kiss your arse good bye” porque vai apanhar um coça…..
Nao acredita? Entao continuem a atirar pedras……
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A prova de que vai ser preciso ter muita paciência é que até neste blog existem ferverosos apoiantes dos que atiram pedras. Se fosse outra coisa continuariam a apoiar. Perderão pois oportunidade de se queixarem quando as pedras vierem a atingi-los por azar ou quando forem outros energúmenos a lançá-las.
O que eles talvez não saibam é a quem servem os promotores do caos. Os próprios que as atiram também não sabem.
Não servem a nenhum partido político, a nenhum lobby, a nenhum industrial, nem mesmo a nenhum corrupto de trazer por casa. Com o tempo talvez venham a saber. Aí vai uma dica para saberem quem puxa os cordelinhos.
Zbigniew Brzezinski aquele que influencia Obama de há muito comentou recentemente:
“Eu não quero ser um profeta da desgraça, mas eu acho que nós estamos deslizando para a intensificação dos conflitos sociais, hostilidade social, algumas formas de radicalismo”. Este tipo foi professor de Obama nos anos 80, pertence a uma elite que não é controlada pela moral tradicional, tipos extraordinariamente poderosos dispostos a usar crise para produzir uma revolução violenta que fará com que as pessoas clamam por um Estado totalitário, seja de esquerda ou direita, para restaurar a ordem após a violência, tumultos e agitação social “. Há muito que propõe uma sociedade dominada por uma elite cuja reivindicação ao poder político no suposto científico superior know-how. Em breve será possível afirmar vigilância quase contínua ao longo de todo o cidadão e manter arquivos actualizados sujeitos a recuperação instantânea pelas autoridades, contendo informações mais pessoais sobre o cidadão “.
O mundo está cada vez mais pequeno e perigoso. Aqui está como uma pedra arrancada do solo da paróquia pode ter um significado que as minhas pantufas, nesta tarde sombria de Novembro de 2012, não imaginam.
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Quando a direita se manifesta, se é que acham que há direita, são logo apelidados de arruaceiros, fassistas, nazis, etc,etc, quando é a esquerda, é o exercicio de cidadania.
Vários pesos e muitas medidas, conforme dá geito, tplerantes, se forem eles.
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Olha ali um profissional da desordem, extremamente perigoso enquanto agachado em posição fetal deitado no chão! Deixa ver se está vivo…
http://fundacaopd.tumblr.com/post/35870235846/tumba-ja-almocaste
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Tiro ao Alvo, Posted 17 Novembro, 2012 at 19:04: (…) Esta gente que aparece por aqui a defender os arruaceiros, não tem vergonha … Estou convencido que esses comentadores, do género Portela, devem ter quem lhes pague o salário para fazerem esse papel. Só pode. (…)
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tu és que devias ter vergonha de ser idiota; onde é que eu defendi os arruaceiros?
por ter escrito isto :
“é tão gira a helena; esta necessidade de alimentar o ego dos “yes man” de Passos&Merkel…” ?
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As cabeças destes esquerdalhos só têm areia e devem treinar com os mouros a lapidar mulheres.
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Um jornal felizmente sem futuro, jmm
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espero que helenafmatos e/ou jmf criem mais um post de indignação contra os “indignados contra RR” 🙂
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Rui Ramos, a política tem história
17 de Novembro de 2012 por Raquel Varela
O historiador Rui Ramos sugere hoje no Expresso a criação de uma frente contra o PCP, a CGTP, o BE e movimentos sociais, porque as suas actuações estão fora da «liberdade». Foi o artigo mais sério e grave que li porque não há subterfúgios tácticos. A greve geral existe porque «o PCP mandou a CGTP parar os transportes» e os movimentos sociais são «milícias» e o BE finge que é bom rapaz. Porquê agora? Porque, explica o historiador, é preciso cumprir o programa de austeridade e salvar o euro.
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Esta política – calar os opositores em nome da liberdade – historicamente chama-se ditadura. Nem mais nem menos.
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São merdas como os Rui RAmos, Helenas Matos , José MAnuel Fernandes que coontribuindo em muito para a desinformação que grassa por ai, ainda se sentem no direito de escrever coisas como estas.
Mas acho que um destes dias engasgam-se
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Boas sugestões.
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Porém ainda não entraram ao barulho os ‘reservistas’ e as ‘quintas colunas’ tão longe dos partidos que fariam(ão) dos estivadores meninos de coro … de certeza quem anda nas seguranças que nem é o meu caso fareja também. Acho eu. Santa ingenuidade que qualquer um mais atento radiografa a brincar.
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Se a menina Helena está a pensar enveredar por uma carreira de humorista… pense melhor! Sobretudo, não largue ainda o empregozito que tem. 🙂 🙂
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Projecto de Axiomática «à la Helena Matos»: a Direita não apedreja.
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Eu penso que qualquer dia essa malta da extrema esquerda vai começar a levar porrada, tal como aconteceu no passado. Essa gente está a passar-se dos carretos: fazer manifestação, sim; quartar a liberdade dos outros, não; prejudicar toda a gente, nunca; agredir e fazer distúrbios, castigos para quem os fizer. É justo.
Andam a brincar com o fogo…
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“Ninguém ouviu o megafone a pilhas”
João Dias em: “http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/reportagem-quem-e-que-atirou-a-primeira-pedra-1572664?p=1”
Está tudo esclarecido, a culpa é do megafone que estava rouco!!!
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Com jornalismo deste calibre, muito me admira não estarmos já a ferro e fogo!!!
O registo desta reportagem/artigo de opinião do Público (?!) roça a cretinice! Não passa de um incitamento aos arruaceiros, não me surpreende que voem pedras da calçada…
Somos na verdade um país de brandos costumes, caso contrário não seriam toleradas reportagens destas…
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Sou forreta a dar notas… Mas desta vez… BOA NOTA, HELENA!
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Lamento que o Dr. Vitor Gaspar não tenha vindo a público explicar aos portugueses que o acréscimo do imposto previsto para o subsídio de alimentação seja para pagar a reposição da calçada junto da Assembleia da República. Foi um erro político.
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Epá substituam o calçado por placas de cimento iguais ás dos aeroportos, assim só o tempo que levam a levantá-las ja terá passado 1 semana 😉
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