Um caso a seguir
13 Dezembro, 2012
Há dois meses a sua saída do Governo era dada como inevitável agora está em alta. O que aconteceu?
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Há dois meses a sua saída do Governo era dada como inevitável agora está em alta. O que aconteceu?
Laranja mecânica?
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O comité já percebeu que o Governo sai mais lesado por outros meios.
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Não acredito em remodelações, nem estou interessado em saber quem sai ou quem fica, como nos reality shows da TVI. De castigo, iam todos para o vomitorium.
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Há muito mais tempo que o “I” anunciava que tinha combinado a saída com Passos em troca de um lugar na OCDE. Tenho aliás vindo a publicar essa “notícia” todos os meses no meu blog para verificarmos a honestidade de certos jornais e jornalistas.
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Dada como inevitável há muito, é a saída de Relvas.
Desde a Volta à França.
Se o Relvas não sai…
mais ninguém sai.
E siga a dança.
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Já não adianta sair alguém, nem esboçar qualquer remodelação.
O governo sairá em bloco durante o infame ano orçamental de 2013.
Mas o CDS-PP sairá de pára-quedas e repetindo: NÓS AVISAMOS!…
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se este governo se aguentar após os resultados orçamentais do 1º trimestre, HFM pode ir a pé a Fátima.
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É o melhor ministro. Ele e a da Justiça.
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Vou dar este post a ler ao presidente do Sporting.
O grande problema que faz o Sporting perder os jogos é não fazer uma ou outra substituição de jogadores durante o jogo.
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Claro que se está a referir a Relvas. Ele só sai depois das privatizações.
Nao vê como anda feliz. RTP, HPP, TAP, viagens a Angola, Brasil. Muito trabalho. Um autentico estadista.
Daqui a uns tempos cá estaremos para fazer o balanço.
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Em alta? Viu ontem a entrevista na SIC Notícias? Um ministro parecendo um aluno medíocre em plena oral, onde, sem saber a matéria, se tenta “safar” com frases pomposas e “lugares comuns”? É isto um ministro em alta? Alguém que se limita a ideias generalistas, onde o que vai acontecer é sempre o mais importante? Um ministro que interioriza a frase de clube de futebol “para o ano é que vai ser!”? Se quer de ministros com M, fale de Paulo Macedo.
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concordo com o comentário da zazie.A.S.P. começou a perceber a nossa terra e as nossas gentes.
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Oh incontinente leninha, não percebes que o problema está no facto dos outros ministros terem seguido o abjecto alvaro e assim terem-se transformado em personagens mais odiosas do que essa aventesma, que entretanto, seguindo os conselhos do professor, se tem mantido relativamente calado.
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Se soubessem as NEGAS e TAMPAS que este governo já levou perceberiam o porquê de já nem tentarem substituir o que quer que seja.
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Ontem, o ministro Álvaro deu uma boa entrevista ao José Gomes Ferreira. O entrevistador estava mais desorientado do que o ministro, que esteve muito calmo e num excelente plano (isto é apenas uma constatação, não qualquer tipo de rendição!). O JGF conseguiu estar 13 minutos a massacrá-lo para que ele dissesse que nos planos de industrialização o ordenado dos futuros trabalhadores teria de ser muito baixinho para podermos competir.
Aqui o Álvaro deveria ter-lhe respondido que se pagaria um pouquinho abaixo dos operários alemães e, assim, já poderíamos competir com a indústria alemã.
Às vezes, apetecia-me…
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A impressão que eu tenho é que o Álvaro acabou de chegar a Portugal; até aqui ainda se via num gabinete de uma faculdade canadiana.
Agora, vamos ser justos, entre ministros como os que constituem este governo presumo que também eu faria boa figura!
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É verdade. Corre por aí o rumor que o Àlvaro afirmou. “Só me vou se o Relvas fôr.”
Ao que PPC lhe respondeu: ” Então fica caladinho e não faças nada”
Assim foi!
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Pois é, só si quando o cavaco aceitar a remodelação porque é ele que assina em último lugar… e se ele só assinasse se o Relvas sair… o Coelho fica entalado e aí está porque a remodelação nunca mais é!!
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O Álvaro (conjuntamente com o Crato), era de quem mais se esperava (a da Justiça? Com uma reforma miserável dos tribunais de acordo com quem mais gritou ou “influenciou”?). O Crato tem sido um fiasco, quanto ao Álvaro, passou uma triste imagem no episódio do secretário de estado que quis fazer frente ao Mexia e envolveu-se, depois, em várias peripécias de agit-prop. Deve ter percebido, porque se calou e a crise acabou por abrir espaço para atuar. Veremos…
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