

Falhou na sua missão mais básica, falhou em dar abrigo e alimento a quem mais precisa, apesar dos milhares de milhões de euros gastos. É hoje mais fácil encontrar uma pessoa de classe média num bairro social do que um pobre. A isto se resume o debate entre a caridade e a solidariedade.
Que brincalhão!…
Algém (será o JM um deles?!…) está apostado em que o Estado Social falhe e a manobrar para que falhe imperativamente.
E como tal é fácil com as linhas simples (sobressimplificadas) de pensamento para arquitecturas sociais ao estilo JONET…
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Mais uma extravaganza de João Miranda !
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A sra Jonet faz um jeitão ao atual Governo: alimenta a ilusão de uma política social básica, feita de pacotes de arroz e massa às toneladas, mais de leite e óleos alimentares aos quilolitros.
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Ótimo complemento para a outra política igualmente básica, a do deve e haver.
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Tirando isto não fica mais nada!
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Eu não sei, nem quero saber qual a profissão de JMiranda, mas não o queria nem por perto como assessor ou conselheiro económico…
(De vez em quando delira. Este seu post não correesponde à realidade. Ou então anda a gozar com o maralhal)
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JM gosta muito de provocar. E qual é um (1) só sucesso deste seu governo?
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“Acho” que, para JMiranda, um dos sucessos deste governo é, ao colocar no Blasfémias posts polémicos, idiotas, pouco ou nada consubstanciados, proporcionam-lhe X comentários que exibirá aos seus amigos, colegas no trabalho e à “administração” do Blas.
Quanto às pessoas, para ele, que se lixem !
Hei-de ler no Blas um post de JMiranda culpando os trabalhadores –ele sabe bem a quem me refiro !– como causadores das diversificadas e sucessivas crises.
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JOÃO MIRANDA :
UM TUGA, AFINAL, SÓ TEM DEVERES E NENHUNS DIREITOS ?
O ESTADO, PARA SI, É “PESSOA DE BEM” E OS CIDADÃOS CUMPRIDORES UNS BANDIDOS ?
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Agradável notícia : o Prémio Pessoa 2012 foi atribuído a Richard Zenith !
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A única coisa que eu desejava a quem critica o estado social é que venha um dia a precisar dele quando for destruído tal como pretendem
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“Agradável notícia : o Prémio Pessoa 2012 foi atribuído a Richard Zenith ! ”
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tinha que ser Judeu!!! lol até o dinheiro do Prémio Pessoa vai para um Judeu !!! é caso para perguntar existe algum Cristão no Jurí do Prémi Pessoa !!!??? Inacreditável…a cultura portuguesa promovida pela “elites” judaicas-maçónicas é lixeira…Pahaçada total !!! até nisto…
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LSD?
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tric,
O trabalho de RZenith é extraordinário !
Estou-me marimbando se é judeu, católico, agnóstico, se não bebe vinho, se não fuma, se não…
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Não costumo fazer isto, mas lá vai!
Isto vai de mal a pior, mesmo deixando de comer bife ou utilizando um copo para lavar os dentes!
É uma vergonha! Muito triste, mas mesmo muito triste…
“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.”
Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima dum determinado valor. O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome duma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente. Periódicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.
Em Portugal, as campanhas de solidariedade custam ao doador uma parte para a instituição, outra parte para o Estado e mais uma boa parte para a empresa que está a ?operacionalizar? (?!…) a acção. Um país de espertos… até na ajuda aos mais necessitados. Mas nós ficamos quietos e calados, ou então, estupidificamos porque queremos…
Muito triste, muito triste, mas é bom saber…
Leiam s.f.f. e repassem.
Programa de luta contra a fome – Nada é o que parece
Ora veja:
Decorreu este fim de semana mais uma ação, louvável, do programa da luta contra a fome mas….façam o vosso juízo!
A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas! Ou seja 2.644.000 Kilos.
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 € (cinquenta cêntimos), repare que:
2.644.000 kg x 0,50 € dá 1.322.000,00 € (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.
Quanto ganharam???:
– o Estado: 304.000,00 € (23% iva)
– o Hipermercado: 396.600,00 € (margem de lucro de cerca de 30%).
Nunca tinha reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas…
Devo dizer que não deixo de louvar a acção da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.
MAIS….É triste, mas é bom saber…
– Porque é que os madeirenses receberam 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado eram 2 milhões e 880 mil?
Querem saber para onde foi esta “pequena” parcela de 880.000,00 ??
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão-armada. Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA. São 0,72 € no total.
O que por má-fé não se diz é que o donativo que deverá chegar (?) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 €
Assim oferecemos 0,50 € a quem carece, mas cobram-nos 0,72 €, mais 0,22 € ou seja 30%.
Quem ficou com esta diferença?
1º – a PT com 0,10 € (17%) isto é a diferença dos 50 para os 60.
2º – o Estado com 0,12 € (20%) referente ao IVA sobre 0,60 €.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação de uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.A RTP anunciou com imensa satisfação que o montante doado atingiu os 2.000.000,00 €.Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44%, ou seja, mais 880.000,00 ? divididos entre a PT (400.000,00 € para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000,00 € para auxílio do reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas que por lá andam).
A PT cobra comissão de quase 20% num acto de solidariedade!!!
O Estado faz incidir IVA sobre um produto da mais pura generosidade!!!
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o estado social foi abusado , mas é , e agora que quem o paga/ou precisa dele , nicles .
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” … falhou em dar abrigo e alimento a quem mais precisa, …)
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Quem mais precisa são as crianças e para isso existem os pais e as famílias.
O Estado é paizinho de quem?
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Já é altura de o Estado deixar de cobrar impostos (ainda por cima coercivamente).
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tric,
tem a certeza que também não é JUDEU?!…
É que eu sou-o, como muitos portugueses, como também devo ser árabe, e índio ibérico, e relacionado com muita outra gente que andou pela Ibéria…
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PiErre,
espero que essas suas asserções sejam somente motivadas pela «pedrada» do dia e não mais que isso.
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Um povo que continua a viver de esmolas ( “povo do caldo da portaria do convento”, só que agora o caldo assume formas e designações mais “modernaças”…) e que continua a disputar não só a existência da esmola enquanto tal,
mas também o falhanço da administração ( distribuição?) dessa esmola…
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” O trabalho de RZenith é extraordinário !
Estou-me marimbando se é judeu, católico, agnóstico, se não bebe vinho, se não fuma, se não…”
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eu não…os Portugueses é que necessitam de apoio, não são os Judeus…
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Cogumelos?
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Cola de sapateiro?
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Vamos precisar de muitos Gulags? por este andar……
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Aparentemente o João quer substituir o Estado por Jonets na assistência aos mais carenciados.
Depois haveria dois tipos de Jonets:
1. – Segundo a doutrina de Bento Dezasseis.
2. – Doutrinados por Tony Sopranos.
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3 Perolas
1. “Já é altura de o Estado deixar de cobrar impostos (ainda por cima coercivamente).”
2. ” … falhou em dar abrigo e alimento a quem mais precisa, …)
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Quem mais precisa são as crianças e para isso existem os pais e as famílias.
O Estado é paizinho de quem?
3. eu não…os Portugueses é que necessitam de apoio, não são os Judeus…
Palavras ou comentários para quê?
O mais admirável é que os autores destes tesourinhos deprimentes nem sequer vão perceber nada.
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Piscoiso. Agora falando a sério. Preferes ter o Estado a gerir diretamente essa assistência? Ou preferes ter a “iniciativa privada” do Banco Alimentar? Com os velhos é o que se vê. O Estado está pelas costuras e de tanto querer acudir a todos, falha no mais básico.
Como é que podes defender isso? Não compreendo.
R.
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João Miranda,
Saia do circo, deixe-se de palhaçadas, desça à terra e venha conhecer o país real.
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Piscoiso,
LOL! 😉
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Duarte,
🙂
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Carlos,
no centro do alvo.
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http://www.youtube.com/watch?v=yGMwfUbRLdo
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Wall Streeter
Posted 14 Dezembro, 2012 at 16:26 | Permalink
PiErre,
espero que essas suas asserções sejam somente motivadas pela «pedrada» do dia e não mais que isso.
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Desculpe lá ter ofendido o seu paizinho Estado.
Mas foi mesmo de propósito.
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Falhou ou… FALIU? Ou caminha para a falência total????
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Porra ! Tão simples : não foi o Estado Social que falhou ; os actuais governantes não se importam que ele seja ineficaz. Para o destruir.
(E quem vier a seguir, que resolva o drama de milhões de pessoas…).
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“O Estado Social falhou… Falhou na sua missão mais básica, falhou em dar abrigo e alimento a quem mais precisa, apesar dos milhares de milhões de euros gastos.”
—–
Finalmente, um grito de revolta a sério no sentido de melhorar o Estado Social (com maiúscula e tudo). 😉
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Esta ideia diz tudo «(E quem vier a seguir, que resolva o drama de milhões de pessoas…).»
Que País é este onde “milhões” sofrem com o drama do Estado? Para os Portugueses, riqueza sempre foi ter o estado a resolver o drama de milhões. Nunca foi dar espaço à iniciativa privada para dar oportunidade a esses milhões.
Enfim… viva CUBA!!!!
R.
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Rogério,
milhões não sofrem “com” o drama do Estado… Milhões sofrem dramas por causa do Estado-gatuno, do Estado-incumpridor e do Estado-incompetente. Muitos desses milhões descontaram durante anos e anos para a segurança social, etc. Agora, veem-se coarctados nas suas reformas e noutros direitos…
Se exceptuarmos poucos casos, a “iniciativa privada” nunca esteve preocupada nem interessada em criar “oportunidades” condignas. À maioria da “iniciativa privada” só lhe interessa o lucro à custa dos baixos salários e se pudesse contratava gangs para intimidar os trabalhadores e os sindicatos.
Etc.
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Rogério, diga-me onde estão os mauzões que o impedem de ter iniciativa privada, de fazer fábricas e coisas, até o pino, se quiser, que vamos lá os dois bater-lhes.
Há câmaras que oferecem terrenos e, quanto a financiamentos, assim que o Estado pagar o BPN que era privado e despachar mais uns milhões em jovens assessores, pareceres jurídicos, e mais umas coisinhas, poderá também ajudar no seu financimento. Você certamente não quererá apoio do Estado, mas…
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MJRB, nem tudo é como pinta. Dou-lhe razão no primeiro ponto. No segundo ponto os baixos salários em Portugal foram fruto de muitos erros. Um deles a constante desvalorização cambial. O mau investimento e a pouca abertura de certos mercados. Ou melhor, um certo atrofio na criação de mercado. Daí termos vários players Telecom e nenhum deles liberalizar a livre escolha de canal, fazendo pressão para os preços baixarem.
Fincapé. Não digo que existam mauzões. Existe má iniciativa privada. O problema é que essa má iniciativa privada é sustentada (e muitas vezes apoiada) pelo Estado. Olhe este exemplo. Lá fora trabalham com Javascript. Cá, a Nova base ainda paga a peso de ouro a programadores de Flash. Sabe porquê? Porque o cliente Estado paga à Nova Base para fazer projetos em Flash.
R.
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*Desvalorização monetária MJRB.
R.
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Rogério,
os baixos salário em Portugal têm sido ao longo de muitas décadas, puro fruto da exploração ! A maioria das empresas não progrediram porque os seus proprietários pensaram “assim basta” ou aplicaram lucros E APOIOS do Estado em “iniciativas” exclusivamente para abusivas regalias pessoais e familiares– vidé por exemplo dinheiro via Estado tuga que veio de Bruxelas… Ou, empresas que declaram falências sem estarem falidas… Ou, ainda, patrões que deixam os trabalhadores atónitos e preocupados porque o localde trabalho está inesperadamente encerrado… Multiplique estes casos por milhares…
Por exemplo os recentes casos dos barcos de pesca abandonados (com trabalhadores sem salários nem comer, nem qualquer apoio) por “armadores” tugas em França : o que merecem esses armadores ? Serão julgados no Tribunal de Trabalho ? Dentro de alguns anos obterão apoios do Esatado para “iniciativas” ?
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O ADN da maioria(!) do patronato tuga não é o desenvolvimento, mas sim o lucro fácil ! É um mal contagioso. E quando um imberbe “empresário” não sabe como ter imediato lucro fácil, porque admira o exemplo, não descansa enquanto não aprender com o mestre mais próximo e acessível…
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MJRB, todos sabemos desses casos. A questão é outra. O dinheiro passou pelas mãos do Estado. Ou não? A má iniciativa o mau apoio, foram razões suficientes. É claro que há outras variáveis. A morosidade na Justiça. A pouca ética laboral. Os anos de populismo. O atraso escolar da população. O mau investimento. As nacionalizações. A meu ver, o regime corporativista de Estado ainda vigora. Onde o Estado não deixa simplesmente nada de fora. E nesta ânsia de tudo querer mexer, bate com a iniciativa privada, que diga-se em Portugal, tem má fama.
R.
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MJRB, acredite que o empresário nos Estados Unidos não é um filantropo. A questão é que em Portugal o que deve falir, não abre falência. O que tem futuro, já abriu falência. Há lobbys muito fortes. E há espaço para essa nata empresarial criar escola.
Há empresários a receber empréstimo para render juros. Com dinheiro público!!!!!
R.
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A “iniciativa privada” teve e ainda tem muito “terreno” livre para fazer progredir o país e, ela própria. Não é o Estado, OS DEVERES PARA COM O ESTADO E COM A SOCIEDADE que a impede de ser mais dinâmica e progressiva. Simplesmente não quer (“assim basta”) e/ou é trafulha.
De acordo consigo: o patronato vive muito à base da ignorância, subdesenvolvimento, incultura e submissão de empregados.
E, esse tipo de patronato (banqueiros-bandidos à solta incluídos) muito devem agradecer à conivente “justiça” tuga…
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Há alguns empresários nos USA absolutamente filantropos.
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Rogério,
(a)note sff : esse tipo de patronato-canalha tuga vive na “esquerda”, no “centro” e na “direita” partidária…
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“Há alguns empresários nos USA absolutamente filantropos.”
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Cá também há muitos filantropos mas só com o dinheiro dos outros.
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PiErre,
até há casos de filantropos tugas (com o dinheiro extorquido a outros e sugado ao Estado…) que são condecorados no 10 de Junho por tal “generosidade” para com a sociedade…
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Uma conhecida minha afirmou há uns meses atrás: “Ao Estado não interessa que as coisas funcionem bem; interessa que as pessoas necessitem dele para lhes cobrar por isso”.
All said. O exemplo acima apontado pelo Rogério, o da programação, é apenas um de entre muitos. Olhem agora os SIG; quantas são as CM`s – e agora as Com Intermunicipais – que apostam no FOSS? (Free Open Source Software)? É muito mais fácil celebrar contratos “à grande e à pequena” com empresas “sanguessuga”, e depois mais umas consultorias, e SIGa!
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Fala-se por aí do Estado preferir o Flash ao Javascript.
Uma das razões óbvias é o código fonte do Javascript não ser protegido.
Mas isso são outras conversas.
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O estado tira-nos tudo o que ganhamos para dar aos pobres que aliás a democracia ,o socialismo a social democracia , o comunismo etc neste país não conseguiram até ao momento extinguir , o que seria da politica se não houvesse pobres , necessitados e social , cria empregos, desfiles, festas , bancos disto e daquilo, ONG , associaçoes ,peditorios eu sei lá que mais. O estado social tem servido para muita boa gente talvez mais para os que menos precisam .
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Mas é claro que o Estado social tinha de falhar!…Como já falhou noutras geografias…
Desde que os que usufruiram dele constataram que os direitos adquiridos lhes entravam pela porta dentro, nunca mais tiveram preocupação em levantar o cu da cama antes do meio dia!…
O Seilassié disse tudo. Querem o Estado social enorme? Tudo bem! Então têm de o pagar!…
Mas a esquerdalhada e não só, (também o Pacheco Pereira que se passou para o bloco…) esquece que o Estado somos todos nós, e todos nós estamos tesos!
Por culpa não só de governantes estúpidos que não previram no passado que mais tarde ou mais cedo o dinheiro ia acabar, mas também nossa.
O povão andou encantado da vida porque a vidinha lhe corria bem, e nunca se importou em fazer perguntas de onde é que o pilim vinha, agora a conta chegou.
E a malta quer continuar com a manutenção daquilo que está aí… há 38 anos.
Agora? Refundar é preciso e, com os conhecimentos de hoje emendar erros do passado.
Deixem-se de tretas e comecem já, peguem numa folha de papel A4 e apontem aí as despesas diária e mensal, e façam-nas em função daquilo que ganham.
O Office3.org também dá uma boa ajuda…
Para não haver equívocos…Estado social sim! Mas pouco .
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Cavalo?
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João Miranda:
Do seu post, só podemos tirar uma conclusão: não há estado social em Portugal! Logo, há que investigar e abrir processos a todos quantos desviaram verbas que deviam ter sido usadas em serviços sociais.
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Piscoiso, essa não colhe. Os projectos são para roadshows. Não entendo porque o Estado continua a pedir projetos para cd’s de apresentação de tratamento de asmáticos em Flash à Novabase (2010 e 2011) e paga a peso de ouro.
O que interessa para o caso ser open source ou não? São cd’s interativos para o Ministério da Saúde e da Educação.
R.
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