Minable, vous avez dit « minable »
Minable, vous avez dit « minable » ? Comme c’est minable ! » – Assim começa a carta que Gerard Depardieu dirige ao primeiro-ministro francês. Depardieu é um dos exilados fiscais franceses. Não se faz esperar a reacção do poder político àqueles que se recusam a pagar mais e mais para que, sob um discurso do Estado social, o Estado cresça cada vez mais e os políticos façam da promessa a sua ideologia: declarar que não se quer pagar mais impostos equivale hoje a tornar-se um proscrito. Taxar cada vez mais os ricos não resolve nada mas alimenta a ideia de que assim se resolveria a crise. Ayrault primeiro-ministro da França criou uma nova espécie de exilados: os exilados fiscais. Um deles é Depardieu. Ayrault não gostou que Depardieu trocasse a sua residência francesa pela belga. Chamou-lhe “minable” (miserável, desprezível..). Depardieu respondeu numa carta aberta que diz aquilo que muitos não ousam: Rappelant avoir commencé à travailler « à 14 ans comme imprimeur, comme manutentionnaire puis comme artiste dramatique », Gérard Depardieu affirme avoir « toujours payé (ses) taxes et impôts ».«Qui êtes-vous pour me juger ainsi, je vous le demande M. Ayrault, 1er Ministre de M. Hollande, je vous le demande, qui êtes-vous?»« Des personnages plus illustres que moi ont été expatriés ou ont quitté le pays. Je n’ai malheureusement plus rien à faire ici. Je pars parce que vous considérez que le succès, la création, le talent, en fait, la différence, doivent être sanctionnés » « Je ne demande pas à être approuvé, je pourrais au moins être respecté ! Tous ceux qui ont quitté la France n’ont pas été injuriés comme je le suis » « Je pars, après avoir payé en 2012, 85 % d’impôts sur mes revenus. » « Je n’ai jamais tué personne, je ne pense pas avoir démérité, j’ai payé 145 millions d’euros d’impôts en 45 ans, je fais travailler 80 personnes (…) Je ne suis ni à plaindre ni à vanter, mais je refuse le mot ’minable’ » « Je vous rends mon passeport et ma Sécurité sociale dont je ne me suis jamais servi. Nous n’avons plus la même patrie, je suis un vrai Européen, un citoyen du monde, comme mon père me l’a toujours inculqué » « Malgré mes excès, mon appétit et mon amour de la vie, je suis un être libre, Monsieur, et je vais rester poli »
Obs. Entretanto em Fança já há quem proponha que se retire a nacionalidade aos franceses que não paguem impostos naquele país e mr Ayrault sonha com a possibilidade de impedir os exílios fiscais.

« Je pars, après avoir payé en 2012, 85 % d’impôts sur mes revenus. »
Isto é pura contra-informação, certamente aconselhada pelos advogados de Depardieu.
Em França não existem taxas de 85%. Talvez Depardieu «pretedesse» referir que 85% dos seus rendimentos foram taxados, o que nada tem de excepcional.
Attention, Cyrano!… Si tu insiste dans la mésonge ton nez approchera celui de Pinocchio!…
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Quem diria que este miserável Depardieu, que aprovou aquelas poucas vergonhas de Clinton com uma estagiária, iria morder com a sua boca socialista outro socialista igualmente horroroso?
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Eh, Eh … um irredutível gaulês!
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Têm imensa piada estes opositores aos impostos “tout court”. Só que, tal como outros vendedores de ilusões, têm um problema: não conseguem, sequer, apresentar uma simples maquete da sociedade que defendem. Sabemos o que aconteceu quendo, outros vendedores de ilusões, tiveram hipótese de aplicar as suas aldrabices.
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“Chama-se capitalismo. Nós somos orgulhosamente capitalistas. Não faço qualquer confusão sobre isso”, referiu Schmidt.
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Comentando a sua opção e as estratégias similares seguidas pelos responsáveis da Starbucks e da Amazon, que permitiram fugir ao pagamento de impostos no Reino Unido, o presidente executivo da Google afirmou mesmo com algum sarcasmo que outra opção iria contra a lógica do mercado e a defesa dos interesses dos acionistas: “Há muitos benefícios em ser-se britânico (…) É muito bom para nós, mas, chegarmos aos acionistas e dizer ‘ponderámos sobre 200 países mas sentimos pena das pessoas britânicas e quisemos (pagar-lhes mais)’, provavelmente haverá alguma lei contra isso”.
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Entenda-mo-nos,
A taxação prevista em França a 75% para os rendimentos superiores a 1M€ anuais, não visa resolver a crise do déficite: visa, isso sim, recentrar a justiça fiscal neste tempo de crise.
Quem acompanhe estudos económicos e fiscais mais profundos conhece a obra de Landais, Pikkety e Saez («Pour une révolution fiscale») onde se demonstra (sim, matematicamente!) que as designadas «elevadas taxas» (nos sistemas fiscais ditos progressivos) dos mais altos rendimentos são na realidade e no final de toda a tramitação fiscal inferiores àquelas impostas à classe média.
As taxas elevadas para os mais altos rendimentos não novidade alguma: ao longo das últimas décadas os países nórdicos e a Holanda sustentaram significativamente a sua qualidade de vida social (a mais elevada do planeta) numa elevada taxação dos altos rendimentos.
Na década de 30 a França teve taxas de 90%, e mesmo nos já «gloriosos 30» ela permaneceu nos 70%, o que em nada afectou o desenvolvimento do país ou constrangiu o capitalismo.
A taxação dos «rendimentos exorbitantes» foi defendida nos EUA como desejável, fixando-se entre 1941 e 1964 nos 91%, permancendo acima dos 70% até 1980, epóca em que começou a famosa desregulação (curiosamente coincidente com queda acentuada da taxação dos mais altos rendimentos…) que nos conduziu ao cataclismo de 2008…
E como se viu o capitalismo não faleceu nos EUA durante tal regime fiscal. Porque como os economistas bem sabem ao nivel estratosférico definido fiscalmente por «rendimentos exorbitantes», tal exorbitância já não sucede como remuneração de quaisquer capacidades, competências ou dinamismo (as características que legitimam o capitalismo como benfeitoria social), mas remuneram (como o demonstra empiricamente a crise financeira de 2008) a rapacidade, os riscos associados a apostas gigantescas no curto prazo e na perversão de equilíbrios económico-financeiros essenciais, a ilegalidade, a subversão do funcionamento das estruturas de controlo, a tomada de riscos execessivos e socialmente irresponsáveis.
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PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO – UNI-VOS
( ou as preocupações sociais dos liberais com os “exilados fiscais” popularmente designados como criminosos por fuga aos impostos)
Presidente da Google orgulhoso da fuga aos impostos
“Chama-se capitalismo”, declarou Eric Schmidt a propósito do esquema que permitiu à Google poupar milhares de milhões de euros através de paraísos fiscais
FRANÇA/ IMPOSTOS – Artigo publicado em 13 de Dezembro de 2012 – Atualizado em 13 de Dezembro de 2012
Gérard Depardieu vende mansão em Paris para fugir de impostos
O preço de venda não foi indicado, mas o Parisien menciona uma soma de cerca de 50 milhões de euros. Segundo comunicado do grupo imobiliário, o decorador Jacques Garcia contribuiu para a renovação da propriedade.
Díaz Ferrán, Losada y Cabo, en prisión tras no pagar fianzas históricas
El expresidente de la patronal y el exdirector de Marsans deberán entregar 30 millones cada uno
Además, el supuesto liquidador de las empresas se enfrenta al pago de 50 millones
Nota de rodapé – fica claro que para os liberais a caso monte branco e a fuga de capitais em malas é um acto de liberdade e que os implicados neste caso devem ser considerados heróis nacionais.
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A ALDEIA GAULESA DOS “POBRES EXILADOS FISCAIS”
Depardieu mudou a sua residência fiscal para Nechin, uma pequena aldeia junto à fronteira franco-belga que se tornou um local de eleição para os franceses mais ricos que assim evitam a taxa de 75% aprovada pelo governo de François Hollande.
Um quarto da população da aldeia é francesa, incluindo membros das famílias Meunier e Mulliez, proprietárias do Carrefour e Auchan, respectivamente.
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Eu, se fosse ao Dépardieu e aos outros todos, fazia exactamente a mesma coisa, punha-me a andar. ” Minable” é o 1º ministro da França, que já foi condenado por corrupção quando era “maire” de Nantes, por favorecer os amigos e camaradas em negócios com a camara.
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Depois do fiasco da sua interpretação de Asterix, Depardieu põe-se nos bicos dos pés para ser notícia.
Todos os bons tenistas franceses, por exemplo, têm residência no Mónaco para fugirem aos impostos.
Qual é o problema? Terem-lhe chamado “minable”?
Até vem a propósito, depois da série televisiva “Os Miseráveis” em que interpretou Valjean de um modo em que não chega aos calcanhares de um Liam Neeson na versão americana (1998) da mesma obra de Hugo.
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Depois de ver os comentários que por aqui vão, dou graças a deus por já não ter que aturar esta esquerda-lha de terceira categoria.
Aqui, do outro lado do atlântico, ainda se consegue respirar.
Passem bem. Divirtam-se com os vossos “direitos adquiridos”, que eu prefiro trabalhar para conseguir os meus.
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Socialista à Força,
tu deves pretender dizer «comprar direitos» e por isso usas o eufemismo trabalhar…
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Bem pior são os “famosos” tugas que colocam da maneira que se sabe o dinheiro em offshores. Mais (ou os mesmos) que faltam às obrigações fiscais para com o Estado. Alguns, afectos ao P”S”, ao P”SD”, ao PP…
(Loureiros & Co.).
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“Quem não está bem, muda-se !” — foi o que GDepardieu e outros fizeram. Muito bem !, quando o Estado é canalha, abusador e mal servido por governantes.
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A Baronesa disse-o de uma vez por todas : “sucialismo” é , pura e simplesmente, dispôr( leia-se , gastar ) do dinheiro dos outros.
Quanto aos actuais governantes da “prostituta das nações” , nada de original : tal como os seus canhotos predecessores, limitam-se a aplicar o princípio do ” coeur à gauche, portefeuille à droite” …
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Um verdadeiro herói liberal
Gérard Depardieu renuncia ao passaporte francês
Gerard Depardieu ‘urinated in plane’s aisle’
THE FRENCHMAN DEPARDIEU BOUGHT VINEYARDS IN CRIMEA AND ´SECRETLY´ MAKES WINE
Gerard Depardieu accused of ‘road rage attack’ after collision with motorist
Gérard Depardieu detido após acidente
O actor francês Gérard Depardieu esteve hoje envolvido num acidente com um motociclo em Paris e foi colocado sob custódia policial, uma vez que conduzia embriagado, indicou uma fonte policial.
6. He and his oldest son, who died at age 37 a few years ago, did not get along. Guillaume Depardieu wrote in his autobiography, “There is nothing in [my father’s] life but deceit … He’s the only person I know who lies to his analyst.”
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Piscoiso. Em relação ao tema do flash e do javascript. Respondi-te isto. «Piscoiso, essa não colhe. Os projectos são para roadshows. Não entendo porque o Estado continua a pedir projetos para cd’s de apresentação de tratamento de asmáticos em Flash à Novabase (2010 e 2011) e paga a peso de ouro.
O que interessa para o caso ser open source ou não? São cd’s interativos para o Ministério da Saúde e da Educação.»
Explicas-me porque tem de ser em Flash? A programação Flash que o Estado anda a comprar/financiar é para pura demonstração. Cd’s de demonstração. Porque raio tem de ser em Flash?!
R.
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Os socialistas só sabem criar despesa e distribuem e mal … aquilo que outros criam e, por isso sacam até não poderem mais, só criando mais e mais desgraça … e viva o Sócrates! … o Analfabeto, espertalhão dos 7 costados, que nos ajudou e muito a pôr no fundo … mas o artista amanhou-se bem … e raspou-se … não vá alguém dar-lhe alguma bordoada que o indígena bem merecia … e é ver as intervenções dos seus Filhotes na Assembleia … um nojo … em França infelizmente é a mesma desgraça … Vivó Socialismo … da batata … Avé!
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A Franxa nã precisa de nada desses tipos; tem lá a socretina figura que vale por eles todos…
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Ena tanto apoiante do coelhinho . Todos querem que se cobrem altos impostos. Serão os mesmos que aqui chamam de esbulho fiscal?
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Por aqui e por França se vê aqueles que querem mandar na vida dos outros.
Os Piscoisos, Duartes e Wall streeters… quererem mandar nos outros.
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E a palavra mais importante que Depardieu escreveu foi: A Diferença.
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A Diferença que não é tolerada por PCP,BE, PS, PSD, CDS.
Todos Soci@listas.
Os Portugueses ou cada vez mais só podem ser iguais uns aos outros e como tal asseguram o definhamento de Portugal. Igualdade não tem redundância. Não há defesas. Só há uma . Os ovos estão todos no mesmo cesto.
E por isso o País cai todo.
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“Muito bem !, quando o Estado é canalha, abusador e mal servido por governantes.”
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Não é muito bem. As pessoas sendo diferentes deveriam poder viver no país onde nasceram sem terem de fugir do seu País e do soci@lismo seja este de esquerda ou direita. Uma sociedade com verdadeira objecção de consciência onde cada um escolhia a maneira de se relacionar com o estado seria muito mais livre e com cada pessoa a escolher o seu caminho e as suas consequências.
Mas o paternalismo tribalista continua agora sob capa do fascismo social.
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O confisco de 3/4 dos rendimentos de uma pessoa que recebe mais de 1M€ é acima considerado um ” recentrar a justiça fiscal neste tempo de crise.”
Bravo, porque nem Hitler nem o seu primo Zé Estaline diriam melhor. A Europa tornou-se fascista porque os europeus assim o votaram. Faz-me lembrar a conhecida resposta de Olof Palme para Otelo Saraiva de Carvalho, quando este lhe veio contar todo contente que em Portugal iam acabar com os ricos: “nós cá na Suécia estamos mais preocupados em acabar com os pobres”
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Entao porque nao acabam?
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Ó lucklu, eu não sei qual é o partido do Depardieu e estou-me nas tintas para a sua visão politiqueira da cena.
Limito-me a referir que Depardieu é um mau ator que tenta notoriedade por uma questão tão simples e vulgar como mudar de residência para fugir aos impostos.
Mude ele de residência para fugir aos impostos, por causa do clima, ou para fugir da sogra, para mim era igual.
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Há aqui muita gente que devia estar a ser investigada por crime de evasão fiscal.
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“Até vem a propósito, depois da série televisiva “Os Miseráveis” em que interpretou Valjean de um modo em que não chega aos calcanhares de um Liam Neeson na versão americana” piscoiso.
O quanto baste a também ele ser assim um ‘miserável’, mon dieu, le ‘minable’ Depardieu .
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“A Diferença que não é tolerada por PCP,BE, PS, PSD, CDS.
Todos Soci@listas.
Os Portugueses ou cada vez mais só podem ser iguais uns aos outros” lucklucky
Mentira. Isso nunca, jamais, há-de acontecer, enquanto o poder mafioso, maçon, de padrinhos e nepotes notar que lhe cabe, pelo tempo em que domina, redistribuir pelos boys e amigos da seita quantos mais tachos puder, rendimentos e negócios. E pois nem todos são assim tão ‘Soci@listas’ como entende, ó lucky.
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Vocês comentadores (eu incluído) por que não estamos já todos em reflexão sobre a entrevista que PPCoelho “dará” às 20:00 na PortoTV, e sobretudo expectantes pelos comentários do equidistante partidário CAAmorim ?
Porra, já não há expectativas sobre o que o PM afirmará ?
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É assim mesmo! Não pagamos! Não pagamos! Não pagamos! Não pagaaaaaaamos!!!!!!!!
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PPCoelho afirmou há pouco no congresso da JSD que há pessoas (“poucas”) que recebem muito das reformas e que o que descontaram (e trabalharam) foi, proporcionalmente, muito inferior a esses montantes. “Acima de 600 Euros” blá-blá-bla´.
Estará na cabeça do PM e do ministro das finanças por exemplo ex-deputados SÓ com 8 ou 12 anos em S.Bento ? Mais ex-directores ?, mais ex-autarcas ?, mais ex-secretários de estado ?, mais ex-ministros ?, etc? etc ?
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A Baronesa definiu a coisa : “sucialistas” são óptimos a apropriar-se do dinheiro dos outros…
Lá , como cá, a parasitagem das quadrilhas políticas/sindicais a actuar como verdadeiros “gangsters” – com a cumplicidade , ignorantemente interessada, dos idiotas úteis habituais, entre amanuenses aplicados e psítacídeos saídos directamente da linha de montagem ” His master´s voice”.
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Há por aqui muitos delinquentes e nao me parece que sejam juvenis.
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“Estará na cabeça do PM e do ministro das finanças por exemplo ex-deputados SÓ com 8 ou 12 anos em S.Bento ? Mais ex-directores ?, mais ex-autarcas ?, mais ex-secretários de estado ?, mais ex-ministros ?, etc? etc ?” MJRB
O primeiro disse 2demagogia” e levou logo palmas em cima da amestrada jota. Isso mesmo enquanto ouvíamos o nosso primeiro, mentiroso e desonesto, estar a ser altamente um filha da mãe demagogo. Mas fazx o que quer, diz à vontade, sem medo de nada, diz ele, o tratante, que não lhe faltam guarda-costas, nem Amorim, without coments.
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eh, pá,
e ao fim
vocês votam
é em duas ou três seitas
https://www.facebook.com/notes/jorge-tavares/o-que-sustenta-a-partidocracia-%C3%A9-o-sistema-eleitoral/108628802556106
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O Passos hoje na entrevista ao Porto Canal superiormente comentada pelo Amorim que nao é da Família Amorim sera que se vai demitir?
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Morais Sarmento, provavelmente tido neste P”SD” como membro da “escardalhada”, afirmou hoje o que eu e muita mais gente “da escardalhada” aqui e noutros locais temos dito e escrito: em 2013 há “aumento da tensão social e política”. E mais: “O PSD vai ter um trambolhão” nas autárquicas ; “prevê a perda de cerca de 60 câmaras”…
Culpa de quem ? — “da escardalhada”…Pois claro !
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Já que o Paasos vai ao Portocanal, bem podia ir substituir o gajo do programa da culinária.
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Jonas,
ao ouvir PPCoelho no Congresso da JSD, mais uma vez me fez reportar às ladaínhas da padralhada. No tom de voz, na demagogia, na mentira, no entretenimento, na anestesia…
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Neste momento, cerca de 40′ antes da chegada de PPCoelho no Porto Canal, já estará CAAmorim (Estaleiros de Viana, Sr. deputado !, esperam-no por lá !) à porta da estação de TV à espera do líder. Chove ? — não importa ! Faz frio ? — pelo contrário ! Está sozinho ? — ficará contente com o abraço do PM…
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Um estado que penaliza os seus elementos mais produtivos é um estado em decadência.
Um estado que impede cada pessoa de escolher entre a liberdade com responsabilidade e o proteccionismo do estado é um estado social fascista ou socialista .
Ambas as premissas levam á desgraça da maioria e ao enriquecimento da nomenklatura partidaria , tal como se demonstra com a realidade actual.
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A frase de Depardieu ‘Je pars parce que vous considérez que le succès, la création, le talent, en fait, la différence, doivent être sanctionnés…’ não poderia ser ‘colada’ (com a devida adaptação) às declarações que Passos Coelho proferiu hoje, em Penela, sobre a intenção de ‘esmagar’ as reformas e pensões?
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PP?Coelho e VGaspar estão a “esmagar” a torto e a direito quem tem ordenados, rendimentos, pensões, que consideram ainda mais “esmagáveis”. E protegem quem entende (“ai aguentam, aguentam !”) que devem “esmagar” as classes média, e abaixo desta classe.
França tem uma quantidade considerável de personalidades internacionalmente mediáticas e poderosas na economia, nas artes. Portugal tem uma quantidade mínima acomodada ao “esquema” e sempre na expectativa de benesses do Estado — agacham-se se necessitarem, sem tomates para fazerem o que o magnata e GDepardieu fizeram.
(José Saramago e Maria João Pires desertaram da estrumeira por motivos diferentes. E a massaroca da Fundação-do-Pingo Doce, por interesses “nacionais”…).
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Que anda meio mundo a salvar o “dele” …já não devia ser admiração para ninguém !!!
E a prova que a “massa” está acima de tudo , do próprio carácter , da personalidade e sei lá que mais , exemplificam aqueles , que optam por auferir a/s reforma/s , em vez do “salário” daquilo que fazem .
Mas bom – bom mesmo – seria arrecadar ambas , talvez desse então prás despesas !!!
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MJRB,
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Sabe bem que considero o Passos Coelho um socialista com um liberalismo «amouse-bouche» (já que estamos na ordem francófona neste artigo). O MJRB terá a bondade de me dizer o que faria diferente.
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Digo-lhe o que faria: poria todos os rendimentos a partir de EUR 500.000 a pagar a boníssima taxa de 10%. E acabava com o IRC. E daria um sinal silencioso, contudo marcante, ao Depardieu, aos Oreal, aos ricos de tosa a justíssima France que se fizessem taxar em Portugal.
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10,0% de alguma coisa é melhor que 52% de nada. Porque os ricos sabem e podem bem mandar o seu dinheiro para outro lado, nas barbas dos Hollandes e dos Gaspar.
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Na verdade, o que eu quero em portugal não é apenas o dinheiro. É o talento. É o saber que os empresários, os técnicos e os actores e os músicos podem trazer. É fazer de Portugal um lugar onde queiram viver. É impossível que vivam aqui sem que eventualmente venham a investir por cá. Se não eles, os seus filhos e netos, que decerto se considerarão portugueses.
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Quer uma saída para a crise? Exporte (mande os estivadores para o fundo do mar, junto coma Novabase e esses tipos de chupistas do orçamento). Importe talento, técnicos, pessoas que se fizeram por si e que sabem organizar e criar máquinas de fazer dinheiro. Aposto que se forem taxados a 10% a partir do EUR 500.000 terá mais dinheiro do que hoje com as taxas que apenas são justas na mente de quem não sabe fazer nada na vida. E sabe uma coisa? Com as fortunas que por aí andam (e que nem sabemos quão grandes estas são), e com a tranquilidade e a hospitalidade portuguesas, coisa que a esquerda quer a custo perturbar, temos mais que condições para atrair os ricos, os talentosos, os diferentes. Numa palavra, os que sabem fazer.
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O que por aí se propala de justiça social é dejecto de cloacas que são as bocas dos invejosos, dos malenvídios e dos estultos, dos ociosos e dos petulantes. Dos sem-talento e dos que arranjam sempre desculpas para as suas inanições intelectuais. Dos que querem viver do pecúnio dos outros, dos que não souberam nem sabem trabalhar. Felizmente, mesmo pesando as nossas diferenças, tenho todas as razões para o não incluir neste misérrimo grupo.
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Finalizo. Não há justiça social quando o pão do trabalhador sustenta o vício e o ócio. Não há justiça social quando o chefe de família ou mesmo o casal se vê sem emprego porque o estado, com as suas políticas fiscais, amedronta os empresários e faz meter o seu dinheiro ao fresco em outras partes. Nenhuma justiça existe quando se mantêm os privilégios e a modorra de um milhão e poucas pessoas ao custo de três e tal milhões de outras.
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Chamar exilados a estes otários é ofensivo!
Antes de mais, é indispensável dizê-lo! Se, eventualmente, Depardieu tivesse de subsistir de subsídios (como aconteceu com a Rõwling que agora se recusa a ser “exilada” para pagar menos impostos) seria um ser enclausurado e não livre, como afirma ser.
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Isto sito, é inaceitável cobrar 85% a qualquer título.
Na verdade, e isto nem a mim aproveita, é alucinante que quem ganha 80.000,00€ pague mais de 50%.
Ainda assim, chamar-lhes exilados…é RIDÍCULO!
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FColaço,
Na actual conjuntura política, judicial, económica, financeira, social E LOBISTA tuga, Vc. considera PPCoelho um “socialista com um liberalismo ‘amouse-bouche'”. Nem colocou aspas em “socialista” — é obra, carago !
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O próprio Salazar era um socialista. Criou o ESTADO novo.
Tanta estupidez bíblica , como dizia o outro
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MJRB,
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Consegue-me fazer crer que o modus operandi do Passos Coelho não é senão uma socialice pegada? Que para além das boas palavras (e ele tem-nas) existe substância nas medidas?
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Eu tenho discutido isso de tempos a tempos com o Anti-Comuna. Ele tem a impressão de que o Gaspar está a fazer um bom trabalho. Eu tenho a impressão apenas de que ele está a fazer o trabalho possível, dados os constrangimentos, cujo primeiro, exclusivamente português e não imposto de fora, é:
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1) Não tocarás senão de modo cosmético nos privilégios dos funcionários públicos.
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Para isso:
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2) Os que não são funcionários públicos que paguem a conta;
3) Manterás também as clientelas do RSI;
4) Demonizarás os ricos, mesmo a risco de os perder para o estrangeiro;
5) Não tocarás nos meios de propaganda e de publicidade televisiva do Governo, mesmo se estes comtinuamente se viram contra ti;
6) Governarás ao sabor da sondagem, como fizeram os teus predessessores socialistas. (erro ortográfico de 2ss intencional).
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Portanto, caro MJRB, se anda como um pato, grasna como um pato e se parece como um pato, é um excelente candidato a acompanhar arroz e salada. QUACK!
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FColaço,
Sintetizo : se a actual sociedade tuga fosse socialmente equilibrada, justa, cristalina e progressiva pela capacidade dos governantes e por inabalável desejo dos governados, eu entenderia os seus dois comentários interpelativos. Acontece o contrário : governantes e governados são-o-que-são. Note: este meu “governantes e governados são-o-que-são” contem tudo o que um país não deve ter e muito menos depender.
Sou um tuga cumpridor para com o Estado + impostos, etc. Respeito quem é eleito para governar, seja uma autarquia ou o país, independentemente do partido A ou Z. MAS, quem se serve do poder para perturbar a sociedade, massacrar indefesos, cercear liberdades, usufruir –e dar a usufruir– a partir do estatuto, desrespeitar a Lei e estrangular regras, quem me tenta ou mesmo retira indevidamente bens e abusa nos impostos, não tem, nunca teve nem terá em mim um “pato”. Dou-lhe sempre coice verbal e pior do que isso, aumento a indiferença e cultivo o desprezo.
Quantidade enorme de governados não se importam por serem roubados, vilipendiados, vigarizados, intrujados — “QUACK !”
Segundo Vc., os votantes em PPCoelho elegeram (no PSD e nas legislativas) um “socialista” quiçá proto-comunista, em vez dum social-democrata. Foram “patos”, porque tiveram tempo suficiente para analisarem a criatura&seus –repito & seus–, correndo o risco de serem devorados num arroz com laranja e salada. Ou passarem diariamente à alimentação com salada, arroz, água e só isso, porque novamente “patos”, congratularam-se e perfilaram-se perante a entente P”SD”-PP… “QUACK !”
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FColaço,
A(n)ote se quiser : não venho ao Blasfémias para colocar uns bitaites com o objectivo de analisar e debater promenores e pormaiores da economia, das finanças, da justiça, do partidarismo tuga. E etc.
Venho aqui só leve-levemente…
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MJRB,
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O pato não era o MJRB (creio que me expressei mal e fui por isso entendido de forma errónea). O pato é o socialista e o socialismo. Se o Passos Coelho não emagrece realmente o Estado, então é um pato socialista, destinado a acompanhar o arroz e a salada que são os desejos dos palermas que acreditam que é o omnipotente estado que vai salvar o comum dos mortais. Passos Coelho pode ser um pouco menos socialista que os anteriores. É contudo um socialista, e acho mesmo qque é daqueles que apenas não faz mais socialismo e estado-pai porque o dinheiro se acabou. Esse é o pato.
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A história mostra-nos, MJRB, que os políticos cuidam antes de tudo das suas próprias coutadas. Nunca verá um político a passar fome, mesmo em tempos de miséria. E em tempos de fartura, vê-los-á a distribuir sinecuras à esquerda e a usar o dinheiro dalhures para firmar alianças em proveito próprio. Se o Relvas o fez, também, o fez o Jorge Coelho ou o Almerindo Marques ou o Ferreira do Amaral ou mesmo o Álvaro Cunhal, quando pôde. O Coelho, o Marques e o Amaral conseguiram o milagre de serem presidentes dos mesmos que beneficiaram, sem que isso os pusesse na prisão. Milagre da multiplicação dos Euros, dirá. Não é assim, é mais a parábola do mordomo infiel, dita pela boca do mesmo Jesus Cristo.
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Quanto ao Cunhal, só não foi ditador malevolente do rectângulo e ilhas adjacentes (com o dinheiro comummente desviado para a Suiça) porque o povo lhe fez o grande manguito e dispensou a sabedoria magna dos vermilhóides. Coisa que os comunistas nunca conseguiram engolir é que eles não representam senão 7% dos idiotas que populam a sociedade portuguesa. 93% manda-os passear.
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Agora note o MJRB, se quiser: o dinheiro dos outros acabou. É tempo de encolher o Estado e mandar encher a gamela noutro lado a súcia dos funcionários que pouco ou nada fazem (havendo outros bons e diligentes que devem ser conservados e aumentados). Nunca vi alguém fora da função pública dizer bem dos trabalhadores da função pública. Não sou só eu a pensar assim. Ademais, já lá estive e sei o que a casa gasta e o que produz, e todas as marotices para se acabar com o trabalho.
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Sabe que o absentismo num grupo de hospitais em Lisboa excede os 10%? Sim, meu caro, 11 e tal por cento. Num dia normal, 600 funcionários faltam ao trabalho. Quer melhor do que isto?
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A voracidade dos Estados Socialistas não conhece limites!!! 85% de impostos???!!!
Dias negros pairam no horizonte da pátria de Voltaire…
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Francisco Colaço,
permita-me que lhe apresente o situe no mundo real complementar a esse «Socialismo» que aqui observamos, ainda que mais ou menos subjectivamente, vilipendiado como a origem de todos os males:
Eis o alternativo (e existente!…) «maravilhos0 mundo complementar» à prevalência de um sistema de equílibrio social sustentável, progressivo e melhorável: +1000 biliões (europeus, milhões de milhões!) de fundos em «gravitação especulativa» contra 70 biliões de pib mundial proveniente da economia real…
E depois há quem finja não compreender o surgimento das crises económicas providenciadas por tal insustentabilidade de desregulação financeira alegremente permitida por esse maravilhoso, ainda que irresponsável e ganancioso, mundo complementar.
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