“Porreiro, pá!”…lembram-se? *
No dia (…) 13 de dezembro, há 5 anos atrás, assinou-se o Tratado de Lisboa. Porém, este último Tratado refundador da União, entrou em vigência, cerca de dois anos mais tarde (1 de dezembro de 2009). Em rigor, desmultiplica-se em dois, a saber, o Tratado da União Europeia reatualizado e o novo Tratado sobre o Funcionamento da União (Europeia). Ora, Lisboa e o seu Tratado, acabam por ficar associados ao mais tortuoso e difícil período de vida da Europa integrada. No entanto, o Tratado representou, por irónico que agora isso nos pareça, o desbloquear de um impasse institucional com quase uma década.
Na verdade, pouco tempo após o início da aplicação do Tratado, mergulhamos nesta nossa (europeia e portuguesa) crise, começando por apanhar, em cheio, com os escombros do casino financeiro de Wall Street e depois, descobrindo, com o espanto da inconsciência e da ingenuidade, que a nossa tradicional forma de governação, assente e dependente da banalização da dívida pública, também era, afinal, uma gigantesca e insustentável “bolha” de ar. No caso português, o estouro começou a sentir-se em 2010, apesar da tentativa pueril de o retardar e negar, por parte de Sócrates e de Teixeira dos Santos. Foi-nos, depois e em 2011, servido pela “tróica”, já com a bancarrota no ar e tendo como “menu”, o “memorando de entendimento”.
Coincidentemente, ontem mesmo, soube-se que os Ministros das Finanças da União, tinham alcançado um acordo sobre a supervisão bancária. Acordo que colocará, nas mãos do Banco Central Europeu, a partir de 2014, a gestão do risco bancário, pelo menos, no que diga respeito aos bancos europeus de maior dimensão. É um passo importante, ainda que retardado, no que diz respeito àquilo que Lisboa não conseguiu alcançar: as bases sólidas de uma efetiva união económica. Claro está que, para nós, cidadãos comuns desta Europa atordoada, os efeitos ainda não se sentirão ao virar da esquina. Mas – principalmente, para os portugueses, cujo presente já se perdeu – é importante acreditar que ainda há esperança num futuro próximo … coisa que o nosso Governo não tem sabido transmitir-nos convincentemente e, sejamos justos, a Europa, com os seus impasses e cimeiras sucessivas, “históricas” e erráticas, também não. E lá voltamos àquela questão da economia e da psicologia: por mais “modelos” técnicos que se utilizem, aquela também depende desta. Por outro lado, por mais ilusões que tenhamos sobre a nossa soberania financeira, importa interiorizarmos que o nosso futuro depende do futuro da União. Decide-se, cada vez mais, em Bruxelas. Por isso, levemos a sério a política europeia!
* GRANDE PORTO, ed. sexta feira, 14.12.2012

Nunca faltam coisas para lembrar: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/12/blog-post_16.html
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Política europeia, qual ?
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“há 5 anos atrás”
Olha se fosse há 5 anos adiante…
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E mais ainda: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/12/foram-precisos-quase-quatro-anos-para.html
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Sera que o JMF se esqueceu de comemorar esta data?
A União Democrática Popular formou-se em 16 de Dezembro de 1974, a partir de 3 grupos marxistas-leninistas, o Comité de Apoio à Reconstrução do Partido Marxista-Leninista (CARP ML), surgido depois de 1974, os Comités Comunistas Revolucionários Marxistas-Leninistas (CCRML), criados em 1970 a partir de uma cisão do CM-LP e que se assumiam como seus verdadeiros sucessores, e a Unidade Revolucionária Marxista-Leninista (URML), surgida em 1971, e que teve uma breve aproximação aos trotskistas.
Teve o seu I Congresso em 9 de Março de 1975. A sua linha ideológica era genericamente tida por maoísta, elegendo como regime de eleição do Leste europeu a Albânia. Elegeu um deputado para a Assembleia Constituinte em 25 de Abril de 1975, Américo Duarte, após Pulido Valente, um dos fundadores do CM-LP em 1964, ter sido barrado do cargo por ter visitado um preso político de então que fora seu amigo de infância e que por sinal era banqueiro. Votou a favor da Constituição de 1976.
Em 1976, nas eleições para a 1ª Assembleia Legislativa foi eleito como deputado Acácio Barreiros, um ex-estudante de engenharia que vinha dos CCRM-L e que mais tarde aderiria ao Partido Socialista de que viria também a ser deputado, e nas eleições de 1979 Mário Tomé é eleito deputado à Assembleia da República. Em 1976 participa como principal força política num movimento revolucionário unitário de apoio à candidatura presidencial de Otelo Saraiva de Carvalho, que chega a obter 16,5% dos votos nacionais, movimento que tenta persistir depois das presidenciais concorrendo com os GDUP’s às autárquicas de Dezembro de 1976 (apenas 2,49%).
Em 1983 apresenta-se às eleições legislativas coligada com o Partido Socialista Revolucionário, após profundas cisões no interior do PC(R) de que a UDP se pretendia a “frente de massas” e que levaram ao afastamento de Acácio Barreiros, João Carlos Espada, José Manuel Fernandes e outros, no rescaldo do fim da Revolução e dos GDUP. Só voltará a ter representação parlamentar no período 1991-95, fruto de um acordo com o PCP que leva Mário Tomé de novo à Assembleia da República.
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Ainda a propósito de recordações
Relatório militar revela que tropas portuguesas participaram em decapitações
“5 – Avançaram os cortadores de cabeças. Cumpriram a sua missão.
6 – Avançou o soba. Colocou as cabeças nos paus. Ficaram dois sem cabeça. As cabeças ficaram espetadas pela boca, submissamente viradas para o chão.
7 – Clarim tocou ombro arma, apresentar arma.
8 – Soba falou ao povo, explicando a razão porque tinham ficado dois paus sem cabeça, à espera dos futuros não respeitadores da lei.
9 – Ao soba eu disse: os corpos podem ser enterrados as cabeças ficam sete dias, os paus ficam para sempre.”
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O que espera a Cristandade no Médio-Oriente, com a aliança da Judearia Portuguesa com os Turcos…Passos Coelho, vai à Turquia apoiar a estratégia Turco-Saudita-Judaica para a destruição da Cristandade Síria…Obrigado, Passos!!! Judeu…O que espera a Cristandade no Médio-Oriente, com a aliança da Judearia Portuguesa com os Turcos…Portugal é mesmo uma Judearia!! até já apoia a destruição da razão da sua existêcia…
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http://www.youtube.com/watch?v=MpMvpXIt5DY
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Há por aqui muitos delinquentes e nao me parece que sejam juvenis.
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Paulo Portas anda a vender a alma de Portugal, às Monarquias Sauditas…em troca de acordos comerciais Portugal fecha os olhos à destruição da Cristandade no Médio-Oriente, afinal como Judearia que é, só lhe interessa a defesa dos Judeus na região….Passos Coelho, com o apoio de Mário Soares, vai à Turquia afirmar a solidariedade da Judearia Portuguesa com os Turcos, na sua já tradicional caça à Cristandade na região…se necessitarem de soldados portugueses para a fronteira Turco-Siria, avisem…que nada melhor que colocar a cristandade portuguesa a combater a cristandade assyria, em nome dos Judeus…mas enfim, quando as relações comerciais entre o Brasil e Portugal já usa como intermediários Judeus ( A TAP para entrar no Brasil e operar o mercado interno deste, só entra se for com os Judeus …ao ponto a que isto chegou!!!?? o Brasil envia uma mensagem aos Portugueses, TAP cá a operar no nosso mercado interno, so com os Judeus ) tá tudo dito… a decadêcia a que Portugal chegou…!
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“… os escombros do casino financeiro de Wall Street.”
Os escombros reergueram-se rapidamente, que os banqueiros de casino não dormem em serviço, ao contrário dos políticos e das populações.
Mas o texto está bom.
E também me parece isto:
“…importa interiorizarmos que o nosso futuro depende do futuro da União…”
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Ó TRIC, Mário Soares com Passos Coelho? faxavor!!!!
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Interessante a forma actual de classificar a crise: “Na verdade, pouco tempo após o início da aplicação do Tratado, mergulhamos nesta nossa (europeia e portuguesa) crise“…
Nem sempre foi ‘europeia e portuguesa’, não é verdade?
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“Na capital turca, o primeiro-ministro começa a agenda às 9:00 (7:00 em Lisboa) com um pequeno-almoço de trabalho com empresários portugueses, seguindo-se uma vista ao Mausoléu Kemal Atatürk, fundador e primeiro presidente da República da Turquia, onde o chefe de Governo português irá depor uma coroa de flores.”
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não podia haver maior simbolismo, do apoio de Portugal à destruição da Cristande no Médio-Oriente…Espero que Passos Coelho, em nome da Judearia de Portugal ( com o aval de Mário Soares…) , não se esqueça de afirmar e agradecer o papel inspirador que o movimento de Kemal Atatürk teve na destruição da Monarquia Portuguesa e implementação da I-republica…mas em especial, agradecer a inspiração que foi Kemal Ataturk na perseguição à Igreja Católica Portuguesa….realmente, a “Judearia Portugal” não podia escolher melhor simbolismo para expressar o seu apoio à destruição da Cristandade no Médio-Oriente…uma coroa de flores no tumulo de Kemal Ataturk…
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con com desliga né
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