E o gamanço de (até hoje) 4,9 mil milhões dos seus amogos de ideologia do BPN foi o quê?
E o gamanço das luvas dos submarinos (na Alemanha e na Grécia há condenados, cá não) foi o quê?
E os múltiplos gamanços que seria fastidioso enumerar foram o quê?
Quando se trata de gamanços dos correlegionários. é o silêncio total
Quande se trata de algo que é um bem público (mesmo que nalguns casos não se tenha plena justificação) é um desperdício.
É interessante verificar esta memória selectiva dois neoliberais.
Na realidade,
as auto-estradas como uma mão cheia de CCB.
De início (CCB) ao fim (museu Coches).
Os Jorges Coelhos do Bloco PS/PSD/CDS, jamais dariam origem a desastres.
A bem dos promotores políticos,
A bem do Regime.
É interessante que esta parceria publico privada é também apoiada entusiasticamente pela CDU que até apela repetidamente que seja posta em marcha sem sequer ser renegociada. São 400 milhões de euros que o PCP não se importa de dar a privados de mão beijada.
Isto só se aplica a quem paga impostos. Como sabemos os milhares de milhões de euros de portugueses que estão nos paraísos fiscais, nos bancos holandeses estão isentos. Em Portugal há muitos heróis liberais estilo Gerard Depardieu.
As movimentações para o Estado vender a TAP a Gérman Efromovich, dono da companhia aérea colombiana Avianca-Taca (ligada à Avianca Brasil), arrancaram em Setembro/Outubro de 2011 quando o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas recebeu o empresário (a pedido deste) para falar do possível investimento na TAP.
Anónimo Posted 17 Dezembro, 2012 at 09:36 | Permalink
Porque é que o senhor não abre um blog e escarrapacha lá esses casos de que aparentemente tanto sabe e nós sabemos tão pouco?
O ‘equívoco’ não foi só a autoestrada. O ‘investimento’ no aeroporto de Beja, também…
Mas basta de chorar sobre o leite derramado. ‘Isso’ serve para quê?
Para justificar as actuais asneiras?…
…e este governo não DÁ aos seus amigos privilegiados estradas e mais obras públicas desnecessárias para construirem, porque estão vigiados pela troyka e não há cheta para isso.
Coelhones & outros no P”SD” e no PP não faltam !…
Se fosse uma empresa privada já tinha entrado em insolvência os acionistas já não tinham nada porque os bancos a segurança social o fisco etc já tinham rapinado tudo o que houvesse ou estivesse para vir (penhoras de pensões de reforma etc) ,teria sido crucificado com inúmeros processos judiciais e sido tratado como o mais reles gatuno por todo o funcionalismo publico com que tivesse que falar.
Mas como é estado e nunca há culpados, apenas foi detectado um equívoco técnico.
É assim errar é Humano.
Só que é mais humano para uns do que para outros.
Que seja um erro técnico. Mas quem comete um erro técnico de 35 milhões tem de ir preso. Num país a sério, claro. Não neste país de aventais e pardais que se dizem do espírito santo.
E o gamanço de (até hoje) 4,9 mil milhões dos seus amogos de ideologia do BPN foi o quê?
E o gamanço das luvas dos submarinos (na Alemanha e na Grécia há condenados, cá não) foi o quê?
E os múltiplos gamanços que seria fastidioso enumerar foram o quê?
Quando se trata de gamanços dos correlegionários. é o silêncio total
Quande se trata de algo que é um bem público (mesmo que nalguns casos não se tenha plena justificação) é um desperdício.
É interessante verificar esta memória selectiva dois neoliberais.
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Na realidade,
as auto-estradas como uma mão cheia de CCB.
De início (CCB) ao fim (museu Coches).
Os Jorges Coelhos do Bloco PS/PSD/CDS, jamais dariam origem a desastres.
A bem dos promotores políticos,
A bem do Regime.
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É interessante que esta parceria publico privada é também apoiada entusiasticamente pela CDU que até apela repetidamente que seja posta em marcha sem sequer ser renegociada. São 400 milhões de euros que o PCP não se importa de dar a privados de mão beijada.
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Isto só se aplica a quem paga impostos. Como sabemos os milhares de milhões de euros de portugueses que estão nos paraísos fiscais, nos bancos holandeses estão isentos. Em Portugal há muitos heróis liberais estilo Gerard Depardieu.
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MAIS UM EXEMPLO DO MERCADO A FUNCIONAR
As movimentações para o Estado vender a TAP a Gérman Efromovich, dono da companhia aérea colombiana Avianca-Taca (ligada à Avianca Brasil), arrancaram em Setembro/Outubro de 2011 quando o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas recebeu o empresário (a pedido deste) para falar do possível investimento na TAP.
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Anónimo Posted 17 Dezembro, 2012 at 09:36 | Permalink
Porque é que o senhor não abre um blog e escarrapacha lá esses casos de que aparentemente tanto sabe e nós sabemos tão pouco?
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Estas chamadas de atenção dão cabo dos palitos do pessoal do contra!
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O ‘equívoco’ não foi só a autoestrada. O ‘investimento’ no aeroporto de Beja, também…
Mas basta de chorar sobre o leite derramado. ‘Isso’ serve para quê?
Para justificar as actuais asneiras?…
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Não têm vergonha.
Helena, aposto que este assunto vai passar ao lado dos que estão sempre a ofendê-la e a desconversar.
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um “equívoco técnico”
Tal como os da Ota, da TTT…uma festa.
De uns gajos porreiros.
Andam por Bruxelas, ONU ou Paris.
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…e este governo não DÁ aos seus amigos privilegiados estradas e mais obras públicas desnecessárias para construirem, porque estão vigiados pela troyka e não há cheta para isso.
Coelhones & outros no P”SD” e no PP não faltam !…
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Anónimo 09:36,
Certíssimo ! Na mouche !
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Ah! Agora percebo: equívocos técnicos!!! Eis o que tanto encontro e não sabia como chamar!
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Se fosse uma empresa privada já tinha entrado em insolvência os acionistas já não tinham nada porque os bancos a segurança social o fisco etc já tinham rapinado tudo o que houvesse ou estivesse para vir (penhoras de pensões de reforma etc) ,teria sido crucificado com inúmeros processos judiciais e sido tratado como o mais reles gatuno por todo o funcionalismo publico com que tivesse que falar.
Mas como é estado e nunca há culpados, apenas foi detectado um equívoco técnico.
É assim errar é Humano.
Só que é mais humano para uns do que para outros.
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Que seja um erro técnico. Mas quem comete um erro técnico de 35 milhões tem de ir preso. Num país a sério, claro. Não neste país de aventais e pardais que se dizem do espírito santo.
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