Dicas para não parecer um Baptista da Silva
1. Não mostrar espanto por a dívida estar a aumentar na mesma frase em que se queixa do défice. Fica a ideia que não sabe o básico.
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2. Não atribuir a dívida a despesas específicas como “os submarinos”, “o BPN”, “o TGV” ou “comparticipação nacional dos fundos europeus”. Não é assim que funciona.
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3. Não pedir auditorias à dívida nem falar em dívidas odiosas. Foi tudo votado às claras no Parlamento ao longo dos anos e os votos contra foram sempre dos que achavam a despesa insuficiente e agora acham a dívida odiosa.
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4. Evitar a expressão “juros usurários”. Topa-se logo que você não sabe quanto é que Portugal paga de juros.
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5. Não confundir stocks com fluxos (e.g. os submarinos davam para pagar 1 salário da função pública)
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6. Não acusar o governo de aumentar o défice quando o défice está a descer. Por vezes “lá na ONU” não são informados destes detalhes.
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7. Não usar despesas futuras para justificar o défice actual.
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8. Não proponha cortes irrelevantes como cortes nas mordomias dos políticos ou nos carros do Estado. Percebe-se logo que o objectivo é evitar cortes.
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9. Evite contestar a privatização de empresas falidas como a RTP ou a TAP ao mesmo tempo que defende a reestruturação da dívida pública. Dá um ar de caloteiro espertalhão. Cidadão honesto com dívidas que não consegue pagar corta primeiro nos vícios e só depois vai falar com os credores.
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10. Não faça previsões sobre assuntos que não entende nem atire números para o ar para parecer credível. É tão fácil distinguir as bocas de um treteiro de uma previsão informada. Por exemplo: “Quando tivermos uma contração, outra vez de 3, 4 ou 5% da economia, pode ser preciso mudar a política“. Nota-se que os números são atirados para o ar sem qualquer critério ou método para os prever.

Há tipos que não podem deixar de parecer o que são. Há quem os tope à distância e há os basbaques que quando vêem um energúmeno vestido de Armani a arrotar postas de pescadas ressequidas batem palmas. Porreiro pá!
O sub desenvolvimento começa aí.
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Ficamos a saber que o ‘caso Baptista da Silva’ deve ser usado para frenar qualquer crítica ao actual Governo, ao curso do ‘ajustamento’, ao programa de resgate ditado pela troika, à necessidade de o reestruturar, etc.
Baptista da Silva deverá ainda servir para comprovar que os portugueses viveram (e continuam a viver) acima das suas possibilidades e, mais, devem continuar a acreditar em milagres, a desconfiar dos ‘profetas’ (falsos ou verdadeiros), etc.
O que não deve, nem pode, ter limites é a crença neste Governo. Tudo o resto, passa a ser ‘charlatanices à moda do Senhor Silva.
O maniqueísmo (político, financeiro e económico) a funcionar a todo o vapor!
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LDGF,
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O problema não é terem os portugueses vivido acima das suass possibilidades. É o Estado Português ter sempre vivido acima das nossas.
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11. Nao atirar banalidades para o ar. Ex: “neoliberal”, “fascista”, “corrupto”, etc.
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Peço desculpa, quem é o Pedro Lains?
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1. Não mostrar espanto por a dívida estar a aumentar na mesma frase em que se queixa do défice. Fica a ideia que não sabe o básico. OU SEJA O GOVERNO NAO CONSEGUIU O BÁSICO ! DIMINUIR A DIVIDA E O DEFICIT
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2. Não atribuir a dívida a despesas específicas como “os submarinos”, “o BPN”, “o TGV” ou “comparticipação nacional dos fundos europeus”. Não é assim que funciona. FOI TUDO PAGO A PRONTO. CRIEMOS MAIS BPNs ! COMPREMOS MAIS SUBMARINOS, ISTO É BOM, NAO TEM IMPACTO NA DIVIDA. Só OS SALÁRIOS E PENSOES É QUE SAO MAUS?
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3. Não pedir auditorias à dívida nem falar em dívidas odiosas. Foi tudo votado às claras no Parlamento ao longo dos anos e os votos contra foram sempre dos que achavam a despesa insuficiente e agora acham a dívida odiosa. ESPCECIALMENTE NAO QUESTIONAR NUNCA A DIVIDA PRIVADA QUE SE TORNOU PUBLICA
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4. Evitar a expressão “juros usurários”. Topa-se logo que você não sabe quanto é que Portugal paga de juros.POIS BASTA COMPARAR COM OS JUROS DA BANCA JUNTO DO BCE, PARA SE VER QUE SAO JUROS BONZINHOS
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5. Não confundir stocks com fluxos (e.g. os submarinos davam para pagar 1 salário da função pública) COMPREMOS MAIS SUBMARINOS DE ACORDO COM JM ISSO NAO TEM IMPORTÂNCIA NENHUMA
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6. Não acusar o governo de aumentar o défice quando o défice está a descer. Por vezes “lá na ONU” não são informados destes detalhes. NEM ACUSE O GOVERNO DE AUMENTAR O DESEMPREGO, AS FALÊNCIAS , A POBREZA, A EMIGRAÇÃO, A DIVIDA, Por vezes lá no governo nao sao informados destes detalhes.
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7. Não usar despesas futuras para justificar o deficit “?????????SEM EXEMPLOS É DIFICIL
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8. Não proponha cortes irrelevantes como cortes nas mordomias dos políticos ou nos carros do Estado. Percebe-se logo que o objectivo é evitar cortes.PROPONHA ANTES CORTES NO SNS E NA EDUCAÇÃO
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9. Evite contestar a privatização de empresas falidas como a RTP ou a TAP ao mesmo tempo que defende a reestruturação da dívida pública. Dá um ar de caloteiro espertalhão. Cidadão honesto com dívidas que não consegue pagar corta primeiro nos vícios e só depois vai falar com os credores. POR EXEMPLO DEVE-SE CORTAR NOS SALÁRIOS E NAS PENSOES ! PORQUE ISTO DE TRABALHAR E RECEBER UM SALÁRIO É UM VICIO
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10. Não faça previsões sobre assuntos que não entende nem atire números para o ar para parecer credível. É tão fácil distinguir as bocas de um treteiro de uma previsão informada. Por exemplo: “Quando tivermos uma contração, outra vez de 3, 4 ou 5% da economia, pode ser preciso mudar a política“. Nota-se que os números são atirados para o ar sem qualquer critério ou método para os prever.SO DEVEMOS ACREDITAR NAS PREVISÕES DO GASPAR! PORQUE COMO TODOS SABEMOS ESTAO TODAS A BATER CERTO. DESDE AS PREVISÕES DO DESEMPREGO! PASSANDO PELA RECEITA FISCAL E ACABANDO NO PIB
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Dívida de Vítor Baía ao BPN passou para o Estado
O Estado assumiu, através da empresa pública Parvalorem, a dívida de quase 10 milhões de euros de duas empresas de Vítor Baía ao BPN.
Segundo notícia hoje o Correio da Manhã, a dívida resulta da concessão de créditos pelo banco, quando era liderado por José Oliveira e Costa, às sociedades Sunderel – Gestão Imobiliária, e Cleal – Investimentos Imobiliários, que foi gerida por António Manuel Esteves, o ex-sócio a quem Vítor Baía acusou de burla.
Estes créditos foram transferidos do BPN para a Parvalorem sociedade criada para acolher os activos tóxicos do BPN no âmbito da privatização do banco, sendo que será agora a entidade pública que terá que recuperar o dinheiro.
Segundo uma fonte contactada pelo jornal, “os créditos das empresas de Vítor Baía não são os piores, porque têm garantias reais”, que “dão quase para pagar as dívidas” da Sunderel e da Cleal.
O “Correio da Manhã” acrescenta que desde o final de 2011, a Parvalorem já comprou ao BIC créditos malparados no valor total de quase 4,2 mil milhões de euros.
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O JDGF estará a referir-se ao que se passou com a Manuela Moura Guedes na tvi, ou à intervenção dos esbirros do fugitivo no caso do Sol, ou ao programa da fátinha às segundas feiras à noite onde decorriam sessões desbragadas de apoio a uma súcia de aldrabrões praticamente sem contraditório que enfiaram o país num buraco, ou aos noticiários pornográficos de quase todas as televisões onde apareciam e continuam a aparecer sempre os mesmos figurantes?
Maniqueismo é o que alguns procuram disseminar neste blog por terem perdido o equilíbrio se é que alguma vez beneficiaram dele. O mundo dividido em dois, o do Bem e o do Mal é uma forma primária do pensamento. Reduz os fenómenos humanos a uma relação de causa e efeito, certo e errado, isso ou aquilo, é ou não é.
A simplificação é forma deficiente de pensar, nasce da intolerância ou desconhecimento em relação a verdade do outro e da pressa de entender e reagir ao que lhe apresenta como complexo. A pressa é inimiga do diálogo, do pensamento mais elaborado. Só que o mundo não está pintado a branco e preto.
O relvas, o cavaco, o loureiro, sim é verdade. Miguel Relvas, Dias Loureiro e José Luís Arnaut em férias de luxo no Rio de Janeiro (ionline). E depois, retira-se daí o quê? Tapa-se opacidade com opacidade. Ganha-se o quê?
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Aquilo a que chama “despesa específica ao BPN”…
é uma FRAUDE que nos vai custar a todos mais de 7 mil milhões de euros 7.
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João Miranda deseja-nos Boas Festas com um saco de areia para os olhos.
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… e o justo prémio: http://lishbuna.blogspot.pt/2012/12/2012-premio-pour-punir-la-trahison-la.html
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parece que isto
http://www.ionline.pt/opiniao/aldeia-dos-segredos
é dedicado a JM e amigos, que não vêm tudo a preto e branco … são mais do tipo cinzento.
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(…) Esta tese peregrina surge exactamente na mesma semana em que uma reportagem da SIC revelou mais uma parte da teia mafiosa que enriqueceu à custa do BPN, anunciando que as suas brincadeiras poderão vir a custar mais de 7 mil milhões de euros aos contribuintes. Contudo, a módica quantia – quase o dobro do que a troika intimou o governo a cortar até Fevereiro – e a requintada urdidura, parece não ter despertado qualquer curiosidade na comunicação social dita de esquerda. Depois da referida reportagem não se viu nem uma peça jornalística a desenvolver o tema, nem uma pequena investigação sobre o paradeiro do senador Loureiro, nem uma tentativa de obter declarações de Cavaco Silva, Fernando Fantasia ou Oliveira Costa – alguns dos ilustres que se terão reunido na noite da consoada à lareira de um negócio BPN na Aldeia da Coelha. (…)
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DICAS PARA FERIAS
O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da “Cidade Maravilhosa”, o emblemático Copacabana Palace.
Mas não foi o único. O ex-administrador do BPN – Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, e o ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut, também lá estiveram.
Localizado na Praia de Copacabana, o hotel que Miguel Relvas escolheu para passar uns dias de descanso, e que pertence ao grupo Orient-Express, tem hospedado ao longo de décadas membros da realeza, estrelas de cinema, teatro e música, assim como políticos e empresários. Desde que Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos no filme Flying Down to Rio com o Copacabana Palace como cenário principal, o hotel tornou–se internacionalmente conhecido.
A diária no Copacabana Palace, que reabriu a 12 de Dezembro, depois de extensas obras num valor estimado superior a 10 milhões de euros, custa um mínimo de 600 euros e o preço médio por dormida é de 800 euros, sem incluir taxas de serviços de hotel ou pequeno-almoço – e a preços de balcão. Uma refeição no hotel pode custar bem mais que a pernoita e os preços sobem em época alta, como acontece nos períodos de Natal e Ano Novo.
O Copacabana Palace tem um total de 243 apartamentos e suites. Todas as acomodações são projectadas de forma individual com móveis de época e obras de arte originais e possuem vista para o mar e amplas salas de estar.
Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio de Janeiro desde 2008, mas, pelo menos até há alguns anos, era na Baía onde passava – segundo dizia – as melhores férias da sua vida. De resto, as viagens ao Brasil, em trabalho ou turismo, são uma constante desde o tempo de Santana Lopes, quando era secretário-geral do PSD. A regularidade aumentou quando Relvas iniciou a sua actividade como gestor e consultor de empresas privadas, em 2006. A partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico, as idas ao outro lado do Atlântico tornaram-se ainda mais frequentes, até à sua entrada para o governo.
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outro muito apreciado pelos meninos que acham que o “direito à greve está acima das nossas possibilidades”…
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Jardim deve mais de sete mil milhões e “empurrou” ainda outros 10 mil
TOLENTINO DE NÓBREGA 31/12/2012 – 08:24
“Eu gosto de empurrar as dificuldades com a barriga e seguir em frente”, disse há dias o presidente do Governo Regional da Madeira , cujas dívidas, vencidas e futuras, somam já mais de 17 mil milhões de euros.
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prémio “negócio do ano” :
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2970692
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As novas teses de João Miranda irão ser apresentadas no Congresso de Vilar de Perdizes. Quando é?
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É preciso muita lata para atribuir a desgraça do BPN sempre aos mesmos. Mais um caso de maniqueísmo vulgar.
Se quisessem saber o que verdadeiramente aconteceu poderiam informar-se (Porta da Loja).
” Há nitidamente um caso BPN antes e após nacionalização. Antes, o BPN era um “caso de polícia” como alguns declinaram logo.No domínio da gestão de Oliveira e Costa ( preso em casa com pulseira electrónica) o “buraco” era da ordem dos 1,8 mil milhões de euros. Actualmente, o DN estima que pode chegar aos 8,3 mil milhões.
Antes, segundo Miguel Cadilhe, a gestão de Oliveira e Costa, provocou prejuízos que teriam solução se o BdP, dirigido então por Vítor Constâncio, tivesse apoiado o plano de reestruturação. Não apoiou e contribuiu activamente para a nacionalização ocorrida em Novembro de 2008.
Segundo justificação da época essa intervenção do Estado, decidida por José Sócrates, Teixeira dos Santos e com o apoio de Vítor Constâncio, deveu-se ao perigo de “risco sistémico”, ou seja ao efeito de contágio aos demais bancos, com o fantasma de um prejuízo gigantesco de 20 mil milhões de euros…
Na altura esse perigo de contágio foi assumido como um risco económico. Miguel Cadilhe é peremptório em afirmar que a decisão foi apenas política e o tal risco sistémico um pretexto para a justificar. Na altura, os economistas já sabiam que a queda do BPN não provocaria tal efeito por uma simples motivo: o banco não tinha outros bancos como credores, porque “era um banco pequeno e já era conhecido por não ser de confiança” ( Soares de Pinho). Para além disso, a sua quota de mercado era na altura de 2%. Noutros países faliram bancos que tinham quotas de mercado mais importantes e tal não accaretou qualquer colapso sistémico.
Para um professor de Economia como Teixeira dos Santos, a menos que seja um perfeito imbecil, no que não se aposta, ou para um Vítor Constâncio relativamente a quem a aposta é muito mais baixa, apesar da aura de génio que o rodeou neste Portugal saído de Abril, esse risco sistémico não poderia ser razoavelmente ponderado. Os custos que adviriam da nacionalização demonstraram o estupendo erro desses dois indivíduos mais o decisor político de topo, José Sócrates, emigrado actualmente em Paris, a gozar rendimentos.
Porque terão decidido como decidiram? É um mistério. Por isso, para elucidar mistérios, temos sempre os velhos instrumentos da dedução, indução e abdução. Sem processos intencionais, são os factos que os tramam.
Um antigo deputado do PS já disse no outro dia na televisão que não foi qualquer risco sistémico que justificou verdadeiramente a nacionalização do BPN. Foi outra coisa: os interesses de accionistas e depositantes.
Vejamos: a quem se dobrariam aqueles decisores, perante agradar a gregos ou a troianos? Quanto a mim, abductivamente, a certos depositantes.
Quem são eles? Vários e o DN nomeia alguns: o maior era uma empresa, Pousa Flores, de um tal Arlindo de Carvalho, ministro de Cavaco e de um tal José Neto, do PS. Os negócios ruinosos com várias empresas afundaram a conta no BPN.
Depois, um tal Emídio Catum e Fernando Fantasia, empresários envolvidos em negociatas no caso do futuro aeroporto de Alcochete. 53 milhões é a cratera destes dois génios dos negócios.
A seguir, um tal Al Assir, um libanês amigo de Dias Loureiro, e que obtivera empréstimos do banco sem garantias especiais. De amigo, portanto. 30 milhões de euros é o buraco do Assir.
Logo a seguir vem um indivíduo curioso que no outro dia foi citado no julgamento do Freeport, o arquitecto Capinha Lopes. Também é accionista da SLN, o arquitecto faraminoso do Freeport e em relação ao qual José Sócrates terá dito que era o arquitecto certo para o empreendimento certíssimo. 8,3, milhões sem qualquer garantia, porque pelos vistos também era para amigos.
Um tal Luis Filipe Vieira, presidente de um clube de Lisboa também conseguiu sacar umas massas do BPN: uns míseros 20 milhões, em conta caucionada para investimento no fundo Real Estate, em parceria com o BPN.
Quanto a Dias Loureiro que partia e repartia, a melhor parte dele terá sido entre 10 a 30 milhões. Dá para viver. Até em Paris…
O jornalista desportivo João Marcelino , cujo mérito nesta iniciativa é inquestionável, louvável e único, titula o seu escrito sobre o assunto: “A promiscuidade e, claro, o roubo”.
É preciso ver muito bem quem foram os verdadeiros ladrões. Não são, segundo julgo, aqueles que têm sido apontados…e se já há alguém no DIAP a fazer raciocínios elípticos sobre fenómenos de corrupção no caso do espião do SIED, então aqui, neste caso vai ser preciso menos que isso: basta atentar nos factos conhecidos e nas pessoas envolvidas.
O Diário de Notícias com esta infografia que segue pretende fazer o mesmo que o Expresso com o caso dos espiões: mostrar o argueiro do problema sem atender à trave que agora afinal levantou. Nesta infografia faltam algumas caras: precisamente aquelas apontadas, de José Sócrates, Vítor Constâncio e Teixeira dos Santos. Os maus desta fita não são apenas os do PSD…e como diz Paulo Soares Pinho no artigo, “toda a gente fala do buraco do BPN, mas estamos a falar até agora de perdas inferiores ao buraco da CGD.” Quem é que esteve na CGD para cavar este buracão? Disse Catroga: foram “O Vara e o Bandeira, que abandalharam aquilo tudo”…e afinal quem é que nomeou “o Vara e o Bandeira”? Pois foi e toda a gente sabe: foi o emigrado de Paris, José Sócrates. Não se esqueçam dele que ele não se esquecerá de vós…
Mais ainda: quem é que nomeou o tal Bandeira para administrar o BPN depois da nacionalização e em “part-time” com a gestão da CGD? Pois foi e toda a gente sabe: foi o emigrado de Paris, José Sócrates. Não se esqueçam…”
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“Evite contestar a privatização de empresas falidas como a RTP ou a TAP ao mesmo tempo que defende a reestruturação da dívida pública. Dá um ar de caloteiro espertalhão. Cidadão honesto com dívidas que não consegue pagar corta primeiro nos vícios e só depois vai falar com os credores.”
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A Qatar Airlines já controla os Aeroportos Portugeses via a Jacobina França…palhaços estes liberais!! o Qatar o país que anda fnanciar, com os Judeus, a destruição da ristandade no Médio-Oriente…o Liberaismo é mesmo Judaico!!!!
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“Cidadão honesto com dívidas que não consegue pagar corta primeiro nos vícios e só depois vai falar com os credores.”
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nos vicios!!!??? andou a banca e estado a fomentar os vicios…e dpois os intrujas são os cidadãos!!???…liberalismo…judearias, é o que é!!
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2013 o ano do potecionismo económico….da saida da zona monetaria do Euro…face à destruição económica interna de Portugal…em nome do Euro não vale tudo!!!!
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Continuam a atirar poeira para os olhos quando não dizem quem pôs às costas dos portugueses a FRAUDE do BPN. E assim se protegeu muitos amigos promotores da Castilho para começar e tantos outros da SLN.
Convém lembrar que quem “apagou” tudo no secretismo da Parvaloren ainda é vivo e mora em Paris apesar de não ter posses de pagar renda do apartamento.
Tem um nome grego mas fácil de pronunciar. Sete mil milhões, 7 (sete).
Pensando bem as dívidas não são para serem pagas portanto ………
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Sempre a novela BPN… a malta do BPN tem que ir para a cadeia, ponto.
Mas, não esquecer que a fraude do BPN só passou a “ir ao bolso” dos contribuintes portugueses, porque a dupla Socrates & T. Santos decidiu a sua nacionalização “sem custar 1 cêntimo” aos portugueses”, diziam…
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2012/12/filhos-e-enteados-da-comunicacao-social.html“
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Uma vez que João Miranda termina o ano com bastante humor, espero que inicie 2013 com o mesmo espírito. 😉
Bom Ano Novo.
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Os comentaristas do BPN esquecem se que nessa roubalheira havia um regulador que por imcompetencia deixou a roubalheira funcionar. O que se deve fazer a esses regulaores nada claro. Deviam tambem malhar nesse senhor victor constancio
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“Javitudo”,
O seu artigo sobre o BPN é um verdadeiro serviço público : claro e escorreito, não alinha em “clubismos” e põe os nomes aos bois ( ou “boys”,à escolha…).
E não aliena a “memória histórica” : o primeiro responsável por esse autêntico crime encontra-se em Paris , a fzer o “trottoir” nas margens do Sena. Mas a canalha apaniguada continua por cá – e está bem e recomenda-se.
Cpmts.
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É fantástica a quantidade de baptistas da silva que comentam aqui. Safa!
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À atenção da extrema-direita portuguesa:
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“Investir na dívida portuguesa gerou retorno de 57% em 2012
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Prestação das obrigações do tesouro portuguesas foi a melhor entre a dívida pública europeia, com um retorno que quase duplicou o obtido pela dívida irlandesa, que surge em segundo lugar no “ranking” elaborado pela Bloomberg.”
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in http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/taxas_de_juro___credito/detalhe/investir_na_divida_portuguesa_gerou_retorno_de_57_em_2012.html
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Em tempos, aqui neste blog alguém publicou a lista dos ‘aliciados’ depositantes dos creio 30% de juros ‘pagos’ nesses depositos a prazo,
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alguém pode republicar porque perdi o link ?
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Caldeirada por caldeiradas …. parece que andou tudo ao mesmo, o tal mundialmente famoso ‘venha o meu’
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” Na discussão pública em Portugal, que é veiculada pelos órgãos de comunicação social, não existe distinção entre a verdade e a mentira. Foi esta verdade que o batista veio revelar. Eu acho que ele merecia um prémio.
O mau estado da democracia em Portugal, senão mesmo o seu rotundo falhanço, não se deve exclusivamente aos políticos. Deve-se também, e em larga medida, aos jornalistas que, eles próprios, e salvo raras excepções, se tornaram também políticos. Se os jornalistas do Expresso, da TSF e da SIC não andassem a fazer política, se fossem jornalistas verdadeiros, e não políticos disfarçados de jornalistas, o ABS teria passado largamente como um ilustre desconhecido”.
PA, PP.
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“À atenção da extrema-direita portuguesa:”
Quem é a extrema-direita portugues oh anti?
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Á atenção do AntiC-omuna, sobre a próxima criação monstruosa do Gasparostein.
Que meta os aumentos de impostos no rego do as:
“Hoje de manhã ouvi por minutos o fórum da Antena 1. Uma senhora de Trás-Os-Montes queixava-se e bem do saque a que se sujeita, da estupidez política que há tanto tempo nos pastoreia. Terminou a pedir que os portugueses, já em Janeiro, se manifestem. Por mim, estou cheio, farto de manifestações inconsequentes e que pouco mais pedem que a manutenção do status quo e a continuação da chulice institucionalizada de gente que regra geral não contribui em nada para coisa nenhuma. Com a excepção da ascese colectiva que proporcionam aos manifestantes para que servem as manifestações? Para nada.
Almocei fora hoje e paguei 9 euros. Por alma de quem é que os estado há-de receber, directo, 1,7 euros do meu almoço? Por cada 10 euros que gastais seja no que for, quase 2 euros vão para o buraco negro das contas públicas. A que propósito? Durante um ano recusei-me a pagar as portagens nas SCUT e paguei o preço. Ainda agora me recuso a ter Via Verde ou qualquer outro dispositivo para pagamento das portagens. E pago o preço sabendo Deus a falta que me faz a diferença. O que sei é que alguém vai ter que suar as estopinhas para me obrigar a cumprir a Lei e pago para isso. Quereis mesmo protestar? Só há uma maneira: recusai-vos a pagar. Recusai pedir facturas nos restaurantes, nos mecânicos, nos cabeleireiros ou ao canalizador que faz um pequeno serviço em vossa casa. Trocai alheiras por vinho, maçãs por batatas, assistência informática por serviços sexuais. Qualquer coisa serve. Parti os cartões de crédito e passai a pagar tudo em notas, moedas e lingotes de 2,5g de ouro.
Em 2013 é do mais elementar patriotismo e dignidade individual recusar sustentar os proxenetas que nos pastoreiam. Um bom ano de fuga fiscal em 2013 é o que vos desejo. Abracinhos.”
É isto que nos espera Anti. eheheh
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Não limpar constantemente as mãozinhas ao governo anterior quando o governo não tem resposta para dar às perguntas dos deputados.
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outra perspectiva sobre Batista da Silva e o jornalismo:
http://www.ionline.pt/opiniao/ainda-senhor-baptista-da-silva
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Precisa-se sempre onde limpar as mãos!
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Sr Miranda, um analista pós-moderno, do “não parecer”. Aparentemente blasfemo, ao invocar os 10 em vão.
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Qual é o seu objectivo e o processo metodológico, onde estão os seres particulares e contingentes, objecto o sr Artur, o único do espectro do sensível?
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Sabe-se desde Sócrates, que o objecto da análise científica é uma causa universal e não particular. O importante é a essência e não a existência Se a essência se revelasse, acabavam todos os mistérios, até os da pós-modernidade. Fixar-se na existência, dá esta triste realidade.
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“É isto que nos espera Anti. eheheh”
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Podia ser pior. Podia ter um AVC e amanhã a sua familia num velório. Já pensou nisso? ohohoh
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Comentário a ‘Ja vi tudo’ sobre o BPN.
Por acaso já reparou que a solução ontem encontrada para a recapitalização para o BANIF é uma cópia da proposta que a ‘administração Cadilhe’ havia proposto para o BPN?
Vamos às similitades:
1 – o BPN tinha problemas de solvência: o BANIF também.
2 – a situação do BPN, para o BdP e para o Governo de então, ‘ameaçavam’ (!?!?!?)propagação de risco sistémico; a do BANIF não? Nota: a dimensão do Banif – peso no mercado bancário – é superior à do BPN.
3 – Para colmatar as situações debeis de liquidez e solvência, a administr Cadilhe propunha uma solução híbrida: entradas de capitais proprios (dos accionista) e entrada temporária de capitais públicos. Estes naturalmente remunerados.
A proposta agora para o BANIF é exactamente a mesma.
4 – Curiosamente quem deu parecer negativo à solução apresentado pela ‘admin Cadilhe’ foi exactamente a mesma que agora vem propor (e ajudar a implementar) solução idêntica. Ou seja, o Sr Dr Vitor Constâncio, Só que agora na sua reinante posição de administrador do BCEuropeu.
Assina :’zita’ poveira
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Olá : Deviam era ter dado dicas como parecer Baptista da Silva. Em poucos meses ele chegou ao topo. ( E só aí foi desmascarado). Na Academia do Bacalhau Baptista da Silva foi aplaudido de pé !!! ( Acham que Gaspar conseguiria o mesmo feito ? Lógico que não).
Em poucos meses Baptista da Silva ascendeu de incógnito a personalidade cujas palavras eram bebidas por Nicolau Santos.
Deviam era fazer post : Como ser um novo Baptista da Silva.
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