Os filhos do Zip-Zip
7 Março, 2013
7 comentários
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Este blogue foi uma espécie de amigo imaginário deste livro. Enquanto o escrevia vinha aqui por uns minutos ler e comentar. Agora o livro vai para as livrarias e o blogue talvez fique mais em sossego.

ao serviço da estupidificação
socialistas-fascistas, trotskistas, sociais-fascistas continuarão a vir aqui
despejar o ódio e inveja a quem consideram ser seus inimigos.
só conhecem ‘companheiros de estrada’.
ainda por cima são pagos com o dinheiro dos contribuintes
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Falta um livro: O produto das universidades do regime.
Barroso Santana Sócrates, a culminar com Passos Relvas.
E O triunfo dos Varas.
A bem do Regime.
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Parabéns pelo livro!
Nunca pensei que o tempo dos revivalismos chegasse tão depressa!
Evoluimos com demasiada rapidez e nem sempre bem…
Numa das últimas viagens à Serra da Estrela, senti um desconforto enorme ao ver os brinquedos da minha infância como peças do Museu do Brinquedo de Seia… É que sou apenas um “jovem” de 46 anos!
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Sobre o Zip-Zip, dois já morreram e o último está acusado de pedofilia.
Sobre o Lego, está bem e recomenda-se. Tenho um familiar de 6 anos que constrói coisas com o Lego-City.
O detergente Ajax, o Opel Kadett?… se é para trazer à memória o comércio dos finais da década de setenta, eu falaria da Nikon FM, uma máquina fotográfica todo terreno que nem precisava de pilhas para fotografar. De película precisava e é só por isso que já não a utilizo hoje.
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Não diga, Helena, que nos vai deixar órfãos! NÃÃÃÃÃOOOO!
É que já me habituei a si. Aliás, já era um leitor irregular, mas antigo.
Quanto ao livro, vou aguardá-lo pelas livrarias que frequento.
Já em relação aos brinquedos, veja lá como são as coisas: nunca tive legos, nem outras coisas desse tempo, e muito menos a Nikon FM que o Piscoiso refere. Sortudo. É no que dá ter tias ricas. Ou ricas tias! 🙂
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A Esfera dos Livros caprichou: a capa não poderia ser mais feia. 🙂 Mas isso são questões de somenos.
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http://topdisco.blogspot.pt/search/label/1970s
Nas suas consultas de jornais antigos chegou a ver alguma referência às maiores vendas de artistas (nacionais ou internacionais), tal como o caso do sucesso dos Green Windows, e a tabelas de vendas de discos que não eram muito frequentes.
http://portugalrebelde.blogspot.pt/2013/04/helena-matos-discurso-direto.html
PR – No que toca à Música Portuguesa, o que é que estava na “moda” nos anos 70?
Helena Matos – Dependia muito. Tanto podiam ser Amália, António Calvário, António Mourão como os Green Windows, o Duo Ouro Negro ou o Quarteto 1111. Noutro registo muito mais político temos os cantores de intervenção como Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire e Zeca Afonso
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