Se a peça fosse sobre o “legado histórico” de Chavez, faria sentido a opinião de uma historiadora.
Tratando-se do “legado económico” no Diário Económico, porque carga d’água não é tratado por um economista?
Só cousas que m’apoquentam.
Antes de a ouvir, o que farei, obviamente, até porque gosto da sua voz, quero felicitá-la por ter hoje no Correio da Manhã o Francisco José Viegas a comentar o livro “Os Filhos do Zip Zip”.
Agora, deve evitar criticá-lo por aqui, mesmo que ele mande os outros tomar no dito cujo. 🙂
Oh, god, que já não se limita a gente a fazer o que deve e tem de fazer, se não que adiante amanda arauto a dizer,
a lembrar caa, hoje vou estar ali, amanhã, acolá… e porra, lá esteja, lá vá o fincapé, atrás de onde há bolos, queques e sumo fanta ou se não coca, mesmo, mas deixem a gente ignorar .
Conseguiram ouvir tudo até ao fim??? O bolota não.
Escreveu a historiadora Helena Matos por ai, que Chaves não conseguiu acabar com a Favela de Caracas durante os 16 anos de poder, favelas que foram criadas pelos que semeiam as politicas que ela defende.
A Helena Matos alguma vez se perguntou porque e apesar dos 48 anos de poder , Salazar e Caetano nunca foram capazes de fazer a transição pacifica das chamadas províncias ultramarinas???
Estranho nem é o que a ela diz é o espaço que dispões para o fazer. Já a imaginaram a proceder assim do tempo do botas e contra o botas???
Dra Helena Matos: gosto da sua verve mas para mim Chaves era um amigo de Portugal e dos nossos emigrantes ,portanto, era meu amigo e nestas horas de bancarrota e sofrimento não estou para ouvir histórias de funerais ,de qualquer modo obrigado pelo aviso.
Uma contradição na peça do Diário Económico-Helena Matos.
Helena Matos: “A Venezuela acaba mais pobre”.
Rodapé: “Legado Económico de Hugo Chávez – Taxas de desemprego e pobreza reduziram para metade”.
E parece-me que a Helena está mais magra.
Wall Street em máximos com desemprego em mínimo de quatro anos O anúncio de que as entidades patronais dos EUA contrataram mais trabalhadores do que o esperado, em Fevereiro, esteve a impulsionar a tendência. Além disso, a taxa de desemprego caiu para 7,7%
Notícias do “grande satã”.
R.
“A Venezuela acaba mais pobre e isso é que é um saldo verdadeiramente desastroso”
A isto chama-se MENTIR.
O PIB per capita venezuelano passou de 7400 USD per capita em 1999 para 12000 USD (PPP) em 2011.
Isto são os factos, o resto é a verborreia de uma desempregada funcional chamada Helena Matos.
Helena Matos
“Crude” é uma palavra inglesa para definir o petróleo tal como existe na natureza.
Em português diz-se, salvo melhor palavra, ramas ou petróleo em rama.
Wow! Dezassete minutos e pico a falar sobre o Chavez… Eu diria que, no contexto actual, os Portugueses na Venezuela merecem três minutos, o Chavez e o resto não mais do que dois. Cinco minutinhos chegavam e sobravam.
E esteve muito bem, finalmente alguém relembra à esquerda, que o quer reivindicar à força, e à direita, que o quer odiar ainda com mais força, do que ele realmente era.
Hoje as edições do DE são colocadas em escaparates, em locais estratégicos, á espera de que, quem vai passando leve o seu exemplar, de borla. Só agora começo a entender a razão por que o jornal chegou a esse ponto. É que faz-se passar por de cariz económico, mas o seu objectivo é bem político/partidário. Não tem cuidado na escolha das colaborações e fica ao dispôr de articulistas menos sérios e menos isentos! E o resultado de tudo isso é o que sa sabe: falência à vista.
Tenho alguma dificuldade em perceber como é que uma historiadora pode dizer que a Venezuela acaba mais pobre, e por aí adiante, sem mais nem menos. Eu acho que a televisão, a de raça lusitana particularmente, dá-se muito a exercicios vazios. As mentes estão tão entorpecidas que até já há quem confunda verve e retórica burguesa com uma espécie de diarreia mental.
Tornei-me há muitos anos amigo de um professor universitário espanhol que um dia me surpreendeu com a sua opinião sobre a medicina cubana, quando lhe referi os avanços dessa dita medicina e o facto de Cuba exportar médicos para muitos países: “uma mentira. Medicina e tecnologia estão interligados” disse-me ele, “o diagnóstico depende de tecnologia, de maquinas que Cuba no possue, como nenhum país do quarto mundo possue”, e abrindo uma gaveta da secretária mostrou-me uma quantidade de seringas em saquetas de plastico, “Olhe, isto é o que vou juntando para os meus pobres amigos cubanos. Todos os anos faço uma remessa. Eles nem seringas tem, nem sequer aspirinas, quanto mais medicina avançada! É tudo uma triste farsa!”.
E foi assim que, não sendo médico, percebi logo que o destino de Chavez estava traçado no dia em que embarcou para ser tratado de um cancro em Cuba. E compreendi o enfado e desencanto do Lula quando foi questionado na TV porque não quereria o Chavez ser tratado no Brasil. Acredito que o pobre homem, altamente enfraquecido e fragilizado, tenha sido manipulado por políticos sem escrupulos. O ultimo mês foi trágico. Um dia saberemos.
Se a peça fosse sobre o “legado histórico” de Chavez, faria sentido a opinião de uma historiadora.
Tratando-se do “legado económico” no Diário Económico, porque carga d’água não é tratado por um economista?
Só cousas que m’apoquentam.
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Bulshit
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Antes de a ouvir, o que farei, obviamente, até porque gosto da sua voz, quero felicitá-la por ter hoje no Correio da Manhã o Francisco José Viegas a comentar o livro “Os Filhos do Zip Zip”.
Agora, deve evitar criticá-lo por aqui, mesmo que ele mande os outros tomar no dito cujo. 🙂
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Oh, god, que já não se limita a gente a fazer o que deve e tem de fazer, se não que adiante amanda arauto a dizer,
a lembrar caa, hoje vou estar ali, amanhã, acolá… e porra, lá esteja, lá vá o fincapé, atrás de onde há bolos, queques e sumo fanta ou se não coca, mesmo, mas deixem a gente ignorar .
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Salino,
Você está sem sentido de humor. Acha que eu corro a bolos e a Fanta? 🙂
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Moços,
Conseguiram ouvir tudo até ao fim??? O bolota não.
Escreveu a historiadora Helena Matos por ai, que Chaves não conseguiu acabar com a Favela de Caracas durante os 16 anos de poder, favelas que foram criadas pelos que semeiam as politicas que ela defende.
A Helena Matos alguma vez se perguntou porque e apesar dos 48 anos de poder , Salazar e Caetano nunca foram capazes de fazer a transição pacifica das chamadas províncias ultramarinas???
Estranho nem é o que a ela diz é o espaço que dispões para o fazer. Já a imaginaram a proceder assim do tempo do botas e contra o botas???
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Dra Helena Matos: gosto da sua verve mas para mim Chaves era um amigo de Portugal e dos nossos emigrantes ,portanto, era meu amigo e nestas horas de bancarrota e sofrimento não estou para ouvir histórias de funerais ,de qualquer modo obrigado pelo aviso.
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Este burlesco empalhamento do “querido lider” e a choradeira é um hino aos perfeitos idiotas.
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Duarte
Posted 8 Março, 2013 at 19:45 | Permalink
Bulshit
_____________
Um que se assumiu . . .
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ah é, e foi paga por isso? Parabéns!
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Uma pergunta aos nossos queridos jornalistas: o que distingue um Hugo Chavez, por exemplo, de um José Eduardo dos Santos?
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/03/dos-filhos-e-enteados-da-comunicacao.html
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Até à data só conhecíamos o nome próprio, agora
o apelido foi tornado público . . .
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Uma contradição na peça do Diário Económico-Helena Matos.
Helena Matos: “A Venezuela acaba mais pobre”.
Rodapé: “Legado Económico de Hugo Chávez – Taxas de desemprego e pobreza reduziram para metade”.
E parece-me que a Helena está mais magra.
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Wall Street em máximos com desemprego em mínimo de quatro anos
O anúncio de que as entidades patronais dos EUA contrataram mais trabalhadores do que o esperado, em Fevereiro, esteve a impulsionar a tendência. Além disso, a taxa de desemprego caiu para 7,7%
Notícias do “grande satã”.
R.
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“A Venezuela acaba mais pobre e isso é que é um saldo verdadeiramente desastroso”
A isto chama-se MENTIR.
O PIB per capita venezuelano passou de 7400 USD per capita em 1999 para 12000 USD (PPP) em 2011.
Isto são os factos, o resto é a verborreia de uma desempregada funcional chamada Helena Matos.
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Helena Matos
“Crude” é uma palavra inglesa para definir o petróleo tal como existe na natureza.
Em português diz-se, salvo melhor palavra, ramas ou petróleo em rama.
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Wow! Dezassete minutos e pico a falar sobre o Chavez… Eu diria que, no contexto actual, os Portugueses na Venezuela merecem três minutos, o Chavez e o resto não mais do que dois. Cinco minutinhos chegavam e sobravam.
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E esteve muito bem, finalmente alguém relembra à esquerda, que o quer reivindicar à força, e à direita, que o quer odiar ainda com mais força, do que ele realmente era.
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Isto dos netos dos escravos da América Latina chegarem ao poder é uma coisa que aborrece muito os antigos donos de escravos.
A tradição já não é o que era.
O Mundo está perdido.
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Hoje as edições do DE são colocadas em escaparates, em locais estratégicos, á espera de que, quem vai passando leve o seu exemplar, de borla. Só agora começo a entender a razão por que o jornal chegou a esse ponto. É que faz-se passar por de cariz económico, mas o seu objectivo é bem político/partidário. Não tem cuidado na escolha das colaborações e fica ao dispôr de articulistas menos sérios e menos isentos! E o resultado de tudo isso é o que sa sabe: falência à vista.
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Este gráfico é capaz de ser interessante:
http://fiel-inimigo.blogspot.pt/2013/03/chavez-e-o-social.html
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ver gráfico
http://arrastao.org/2769871.html
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eh, um homem bom, é que foi Chavez,
sem tal despeito, maldade e inveja de dona Helena …
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Tenho alguma dificuldade em perceber como é que uma historiadora pode dizer que a Venezuela acaba mais pobre, e por aí adiante, sem mais nem menos. Eu acho que a televisão, a de raça lusitana particularmente, dá-se muito a exercicios vazios. As mentes estão tão entorpecidas que até já há quem confunda verve e retórica burguesa com uma espécie de diarreia mental.
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Mario Vargas Llosa sobre Chavez… Nada a acrescentar!
http://elpais.com/elpais/2013/03/08/opinion/1362743193_691007.html
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Tornei-me há muitos anos amigo de um professor universitário espanhol que um dia me surpreendeu com a sua opinião sobre a medicina cubana, quando lhe referi os avanços dessa dita medicina e o facto de Cuba exportar médicos para muitos países: “uma mentira. Medicina e tecnologia estão interligados” disse-me ele, “o diagnóstico depende de tecnologia, de maquinas que Cuba no possue, como nenhum país do quarto mundo possue”, e abrindo uma gaveta da secretária mostrou-me uma quantidade de seringas em saquetas de plastico, “Olhe, isto é o que vou juntando para os meus pobres amigos cubanos. Todos os anos faço uma remessa. Eles nem seringas tem, nem sequer aspirinas, quanto mais medicina avançada! É tudo uma triste farsa!”.
E foi assim que, não sendo médico, percebi logo que o destino de Chavez estava traçado no dia em que embarcou para ser tratado de um cancro em Cuba. E compreendi o enfado e desencanto do Lula quando foi questionado na TV porque não quereria o Chavez ser tratado no Brasil. Acredito que o pobre homem, altamente enfraquecido e fragilizado, tenha sido manipulado por políticos sem escrupulos. O ultimo mês foi trágico. Um dia saberemos.
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