blasfémias reforçado
1 Abril, 2013
Malgrado a intensa actividade política (que se reforçará nos próximos meses) de um e a asfixiante actividade empresarial do outro, estamos em condições de anunciar que o Carlos Abreu Amorim (CAA) e o Pedro Arroja regressarão, a 100%, ao Blasfémias, já a partir de amanhã. No regresso à actividade, do primeiro, e ao blogue, do segundo, não foram estranhos os esforços da Helena Matos e do João Caetano Dias (JCD). O Blasfémias sai, assim, reforçado com o regresso em pleno destes dois comentadores.

Só pode ser mentira!
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só fica a faltar a Sara Muller….
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Li-a, no outro dia, num jornal. Deve vir a caminho…
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Boa!
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Nesta maré de regressos porque não convidam o Socrates.
Sempre ajudava o “panem & circus”
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April´s fool ? ( a coisa soa melhor em “bife”…)
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É fartar vilanagem…
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http://www.noticiasaominuto.com/politica/58876/s%C3%B3cio-de-isaltino-recebe-37-milh%C3%B5es-da-c%C3%A2mara-de-oeiras#.UVnz2Vdj-lA
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Força Isaltino!
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Esta mentira merece prémio …
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Jesus, Maria e José!
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ALELUIA!!! http://lishbuna.blogspot.pt/search/label/Pedro%20Arroja
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É fartar vilanagem…
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http://expresso.sapo.pt/a-edp-vive-acima-das-nossas-possibilidades=f796952
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Força Mexia!!!
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Pagava para ver. Ou para ler.
🙂
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Pois sim, mas o Sócrates não conseguiu nem 150 mil postos de trabalho, enquanto Passos consegue só num ano mais de 200 mil. Que dá bem para cima já de 350 mil postos de trabalho. E é qualquer coisa, falando-se de um indivíduo só. Para verem como eu sou mau, pior do que a troika. Eu sou mesmo muito mau …
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Que mentira mais descarada.
O regresso pleno, com comentários abertos, do Amorim,
só depois da queda do governo e da derrota em Gaia.
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http://www.publico.pt/sociedade/noticia/desempregado-reclama-na-justica-o-direito-de-nao-pagar-impostos-1589808
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(…) no século XVII o direito de resistência era entendido como uma reacção aos tiranos, categoria onde entrava também quem não governasse para o bem comum (…)
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http://www.publico.pt/sociedade/noticia/desempregado-reclama-na-justica-o-direito-de-nao-pagar-impostos-1589808
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(…) no século XVII o direito de resistência era entendido como uma reacção aos tiranos, categoria onde entrava também quem não governasse para o bem comum (…)
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E o Menezes não vem?
Já que não vai para o Porto podia ir para o Blasfemias.
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“A intensa actividade política”?
Só se for da Maçonaria.
Há mais actividade na Liga de Futebol.
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Revisitando Keynes, na zona euro
João Carlos Espada, Público, 1/IV/2013
Nos dias que correm, há muitas coisas confusas, sobretudo na zona euro. Uma delas, que aqui tenho vindo a partilhar, reside em saber porque é que políticas alegadamente neoliberais sobem impostos a níveis sem precedentes. Outra reside em saber porque não é possível na zona euro uma drástica redução dos impostos como forma de relançar a economia, diminuir o desemprego e aumentar a receita fiscal.
Com estas perguntas em mente, pode ser útil revisitar o debate entre Keynes e Hayek, que dominou o século XX.
Em primeiro lugar, deve ser recordado que Keynes e Hayek se admiravam mutuamente e testemunharam-no várias vezes. Nicholas Wapshott, no excelente livro
(Norton, 2011) não deixa dúvidas sobre esse ponto.
Em segundo lugar, Hayek nunca apresentou uma crítica global à de Keynes (1936). Na sua obra-prima
(1960), Hayek dedica ao keynesianismo menos de meia dúzia de páginas (280-284). A sua principal crítica é que o keynesianismo conduz à inflação.
Em terceiro lugar, Hayek esclarece naquela obra que só pode haver razões de princípio contra a intervenção do Estado quando esta infringe (pp. 220-233). Em todos os outros casos, tratase apenas de avaliar custos e benefícios e optar democraticamente pelo que parecer mais vantajoso, podendo em seguida o Parlamento corrigir escolhas anteriores com base nos resultados produzidos.
Indiscutivelmente, as políticas de Keynes estavam nesta segunda categoria, de acordo com o argumento de Hayek. Quer dizer, devem ser ponderadas na base dos custos e benefícios. (Não faz por isso sentido impor limites aos défices orçamentais na Constituição, uma moda actual na zona euro que colocaria as políticas keynesianas fora dos limites constitucionais.)
Ora bem, resta agora saber o que defendeu Keynes. Hoje diz-se que ele defendeu permanentes défices orçamentais e permanente despesa pública. Não é exacto.
Keynes simplesmente defendeu que “numa recessão o défice orçamental nunca será reduzido por medidas que reduzam o rendimento nacional”. Alertou para que essas medidas irão inadvertidamente prolongar a recessão, em vez de reequilibrar o orçamento.
Muitas pessoas pensam que, por estas razões, Keynes simplesmente defendeu o aumento da despesa pública durante as recessões, com vista a estimular a procura. Mas também não é exacto.
Keynes, na verdade, defendeu também cortes nos impostos durante as recessões, de forma a estimular a oferta. Isto mesmo ficou claro no seu texto de 1933,
em que defendeu a redução dos impostos como forma de relançar a economia.
Em 1962, o Presidente Kennedy anunciou um ambicioso corte keynesiano nos impostos de 10 mil milhões de dólares com vista a combater o desemprego. Ao fim de quatro anos, a receita fiscal aumentou em 40 mil milhões de dólares. O desemprego baixou de 5,8% para 3,8%. O crescimento da economia subiu para 5,1%.
Vinte anos mais tarde, o Presidente Reagan fez exactamente o mesmo, ou ainda mais. Cortou os impostos em 25%. A economia cresceu 4,8% ao ano entre 1983 e 1986, contra 0,9% entre 1978 e 1982. O desemprego baixou para 5,3%.
Arthur Laffer, um dos grandes inspiradores da reaganomics, reconheceu que a sua política de cortes nos impostos para relançar a economia e aumentar a receita fiscal era inspirada em Keynes.
Por outras palavras, não é exacto que Keynes tenha defendido simplesmente o aumento da despesa pública. Ele também defendeu a redução dos impostos. Basicamente, Keynes defendeu que, numa recessão, a prioridade deve ser relançar o crescimento económico, não equilibrar o orçamento. E, como disse na BBC em 1933: “Tomemos conta do desemprego, pois a seguir o défice tomará conta de si próprio.” Ronald Reagan parafraseou-o no seu estilo singular: “Não me importo com o défice. Ele é suficientemente grande para tomar conta de si próprio.”
Keynes certamente incorreu no erro de fornecer aos políticos uma desculpa para agravarem o défice público mesmo em períodos de crescimento económico — quando o próprio Keynes defendia que, nessas épocas, o défice devia ser reduzido ou mesmo eliminado. Também incorreu no erro de enfatizar mais a sustentação da procura, em vez do corte nos impostos e o estímulo pela oferta. É também verdade que, no médio prazo, o keynesianismo sem limites produziu a estagflação de 1970, como Hayek previra.
Mas não é menos verdade que Keynes enfrentou a depressão de 1930. E talvez seja oportuno recordar que os países de língua inglesa, cujos parlamentos puderam nessa época adoptar políticas keynesianas, foram também aqueles que nunca sofreram as revoluções comunista ou nazi. Talvez valha a pena pensar nisso, hoje, na zona euro.
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Se não traz o Menezes podia trazer o Manuel Monteiro.
E como é que o Arroja vai tratar a Cristina Keller?
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«no século XVII o direito de resistência era entendido como uma reacção aos tiranos, categoria onde entrava também quem não governasse para o bem comum »
Já antes do século XVII, caro Portela. Vá lá ver ver o que dizia o Juan de Mariana sobre o tiranicídio e, depois, averigue qual foi a influência da 2ª Escolástica no pensamento liberal austríaco do século XX.
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Vá lá ver ver o que dizia o Juan de Mariana sobre o tiranicídio e, depois, averigue qual foi a influência da 2ª Escolástica no pensamento liberal austríaco do século XX.
…
A verdade caro Rui. Nao sei como é capaz de lidiar (a portuguesa quero dizer com capote e sem sangue) com o tal Juan de Mariana que falava em tiranicidio e a sua imperiossa necesidade e a continuaçao pasa a vida louvando auténticos tiranetes sudacas. Enfim. Lá com os delicados equilibrios e equilibrismos internos de cada um…Peanuts.
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Frente Popular Anti-francisca
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Anonymous
O que Keynes defendeu foi o intervencionismo do Estado na economia, através de uma série de malabarismos legislativos de que estamos a sofrer as consequências.
Ora o que interessa, como dizem os liberais, é afastar o Estado das actividades económicas e assistencialistas, deixando de pretender redistribuir aquilo que não produz.
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Convinha era que tenham as caixas de comentarios abertas
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O PiErre esquece-se sempre do significado de Estado. Ou então não. Talvez ache que o Estado serve para garantir o socialismo entre os predadores e o liberalismo entre as presas.
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O CAA é o que mete mais nojo!
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o “anti-francisca” é a única verdade do 1 de abril
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“O PiErre esquece-se sempre do significado de Estado.”
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E qual é esse significado, ó Fincapé?
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Can hardly wait…mais do mesmo!
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Olá Blasfémos, Contrariando um pouco o sentido da maioria dos comentários, e a ser verdade o “regresso” de CAA e Arroja, só posso saudar o facto…ter a possibilidade de ler (e aprender) com semelhantes escribas só ajuda ( quem naturalmente estiver disponível a isso…) e melhora o nosso blasfémias. Aprecio de há muito o que escreve o Arroja (nem sempre o acompanho no seu “contra-pêlo” permanente…gostaria de ver in loco algumas das suas teorias colocadas em prática….um ex?) e quanto ao CAA, sinto que a sua presença nas lides “governamentais”, e por essas razões, fazem-nos perder o que de melhor tem o CAA – o sua acutilência, conhecimento naturalmente, irreverênca, a enorme capacidade, com substância, para chamar os “bois pelos nomes”, tudo predicados que (compreensivelmente) se perdem quando se está “amarrado” num espartilho de governo…Mas, helas, sinto que estes meus desejos não passem disso mesmo…Mas mesmo que a notícia seja diatribe de 1 de Abril – já agora não sei se têm a mesma sensação que eu de que este ano se confundiram, e de que maneira, as notícias verdadeiras com as inventadas…, dizia, mesmo que seja falsa, permanecem no Blasfémias agitadores suficientes, em qualidade e quantidade suficientes para prosseguir na luta insana de contrariar a bovinidade geral….
Abr, Paulo
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piscoiso
Posted 1 Abril, 2013 at 22:26 | Permalink
Que mentira mais descarada.
O regresso pleno, com comentários abertos, do Amorim,
só depois da queda do governo e da derrota em Gaia.
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Não desiste . . .
Cada vez mais mentecapto, cada vez mais fiel,
Cada vez mais corrupto, cada vez mais Socratino . .
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Então quando aparece o comentário do ex-futuro presidente da Câmara de Gaia? É que eu quero questioná-lo sobre as dívidas da Câmara mais endividada do país que ele classifica de “bons investimentos”. E já agora pedir-lhe informações sobre as multiplas empresas municipais, criadas para albergar a família e os amigos da casa laranja, que somam muitos milhões de dívidas, meio clandestinas, pois não não aparecem nas contas oficiais da Câmara!
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Falta a nova aquisição do relvas, o futuro ministeriável Miguel Gonçalves. Agora é que vai ser, carago! Ainda há quem não acredite em milagres… Então, não é esta descoberta, um autêntico milagre de Fátima através do Prós e Prós? Aleluia! Os problemas do país são uma invenção de hereges. Jovem, os caminhos do senhor são inescrutáveis, “bate punho” como Miguel Gonçalves, e talvez sejas bafejado pela sorte, conseguindo um emprego num dos “asilos” municipais de Gaia para clientes “laranja”. Tem fé, que a plebe tudo paga…
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dispenso o caa
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O Pedro Arroja mostra alguma inovação … será bom!
Agora o dr.prof.Amorim é uma menos valia para este blog, como se vê pelo
seu desempenho como deputado … não passa de um engraxador do facilitador relvas!!!
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