Renováveis
5 Abril, 2013
A subida da percentagem de energia de fontes renováveis nos últimos meses é boa ou má para o bolso dos consumidores?
18 comentários
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A subida da percentagem de energia de fontes renováveis nos últimos meses é boa ou má para o bolso dos consumidores?
Sou daqueles que não tenho nenhum sentimento de respeito por socrates.
Também acho que:
Neste caso, utópicamente roubando com favorecimentos ou não pelo menos desemvolvemos uma nova tecnologia.
Não é a mesma coisa que fazer autoestradas, se os investimentos/gastos do estado tivessem um fim produtivo e independencia de matérias primas , como as renováveis, pelo menos a longo prazo se a tecnologia não ficar obsoleta devemos ter algum beneficio.
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Depende da superficialidade da análise.
Frequentemente, há uma realidade real e outra virtual (geralmente bem escondida).
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Por se produzir mais ou menos, a renda recebida pelos PRE’s renováveis não varia. Portanto, e uma vez que mais produção renovável implica menos importação de combustível, isso só é melhor para a balança comercial. O consumidor nunca irá dar pela diferença porque o défice tarifário é muito grande e este efeito é relativamente pequeno e diluído.
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Curiosamente o Texas, onde abunda a extracção petrolífera, tem a maior produção de energia eólica do mundo, com a Estação Roscoe de Energia Eólica. No total, 9.900 megawatts de energia eólica foram gerados em 2009 – o suficiente para fornecer electricidade para 2,4 milhões de lares e comparável à capacidade de três centrais nucleares.
O que me espanta é ver a produção de petróleo que eles têm, e ainda se dedicarem a essas ventilações energéticas, o que certamente não é por desporto.
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Evidentemente que é bom, na medida em que diminui a balança de pagamentos , já que só um perfeito “escravo”, colonizado mental , acredita que as liberalizações de agua ou luz descem preços , são simplesmente ROES se se quiser armar em engravatado economês , ou torneiras numa linguagem mais coloquial que do lado accionista hedgam a posição de pau ( seja pelo lado regulado, seja pelo lado liberal) enquanto consumidor , isto é tão simples que doi
cumprimentos
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Depende da forma como o mercado tiver sido estabelecido.
Em Portugal foi um desastre, com rendas garantidas pelo estado muito acima dos custos de energias alternativas mais baratas. Os custos ficaram 5 a 7 vezes superiores à melhor alternativa, a importação de gás natural.
Adicionalmente, num sistema elétrico, as energias alternativas, tendo em conta o seu caráter intermitente, obrigam a manter um sistema de produção paralelo em suspenso (que inicia a produção quando o vento acalma) , que implicaram subsídios caríssimos para centrais da EDP e Endesa (as CMEC’s)
A estratégia energética em Portugal foi um desastre. Na aparência foi desenhado por pessoas com graves atrasos mentais. Mas se pensarmos bem, essas pessoas enriqueceram de forma pornográfica. Por isso as pessoas com graves atrasos mentais terão sido os seus eleitores e os jornalistas de causas que rejubilavam enquanto este desastre foi desenvolvido.
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Não forçosamente neste caso, infelizmente caminhamos para uma situação em que teremos mesmo que escolher: ou pagamos mais mas consumimos nacional ou pagamos menos e compramos fora. No primeiro caso, o caro sairá barato pois o dinheiro ficará no País. No segundo caso o barato será caro pois toda a produção sairá porta fora, com ela o trabalho, o emprego, a riqueza.
Logo se entenderá que a globalização terá de ser limitada (a produção local terá de ser defendida) no referente ao consumo local. Uma batata nacional terá de ser defendida no mercado nacional face a uma batata importada. Sem prejuízo de ambas, nos mercados internacionais estarem no mesmo pé concorrencial.
Hoje não é assim. Logo se verá que amanhã terá de ser…
No que se refere à energia é também assim. O problema na energia tem a ver com o investimento inicial para chegarmos à energia renovável. Se é todo concretizado com importações (se os painéis solares e as turbinas das barragens vêm todas da Alemanha), de nada serve.
http://existenciasustentada.blogspot.pt/2011/01/19-sector-primario.html
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Nada como um psiquiatra a dissertar sobre energia.
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Depende? com todo o respeito, lamento mas mas não depende absolutamente nada , o energético é quase todo global e de um modo geral a teoria das torneiras funciona em todo o lado , quando se esticam no neo tontismo dá enron , é a unica coisa que se deve estar atento no seu lado accionista , no lado consumidor é pagar e calar ou se preferir pagar e berrar , na onda sou um atómo racional, agarrem-me se não eu mato , etcs e afins
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Pertinente:
http://expresso.sapo.pt/a-edp-vive-acima-das-nossas-possibilidades=f796952
.
Quando um grande grupo na CUPIDEZ do lucro imediato, põe em causa as PMEs e até as grandes empresas pra investir em Espanha e no Brasil, e aqui em pleno sec.XXI ainda há pessoas a candeeiro de petróleo, e a desistir da electricidade é CRIME.
Como pagam o aquecimento os reformados que têm 200 euros de reforma?
Hoje entro em oficinas que arranjam os carros cá fora e têm a luz desligada lá dentro.Luz em casa virou luxo.
É criminoso e pornográfico o que ganham na Admnistração da EDP. PQPariu
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Sabe, o investimento nas renováveis teria sido bom se nós o tivéssemos aproveitado. Veja-se, mesmo com as rendas inaceitáveis que o contribuinte pagava pela energia renovável (puramente desnecessárias, se o governo se limitasse a tirar também os apoios económicos das energias fósseis, elevando os preços para os preços reais), quando a empresa (EDP) pertencia (ainda que apenas parcialmente) ao Estado português, uma parte do dinheiro era mantida em Portugal, impedindo importações de energia elétrica e diminuindo o défice energético e consequentemente o da balança comercial. Com o brilhante trabalho que o governo fez ao dar a empresa aos chineses, o dinheiro acaba por sair do país na mesma.
Já agora, não se está a esquecer que a energia das centrais hídricas também é renovável. Ou seja, a energia proveniente daquelas centrais que o governo ATUAL tem prometido a alguns autarcas fazer, também estão incluídos nas energias renováveis. E eu que pensava que só o Sócrates é que fazia negociatas na energia.
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PS: É claro que seria mais fácil combater o défice energético construindo duas ou três centrais a carvão. Infelizmente, da última vez que verifiquei, Portugal precisa de importar o carvão, logo, os benefícios para a balança comercial seriam nulos.
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Partindo do princípio que o consumidor paga o mesmo pela energia que consome, independentemente da origem, será bom ou mau consoante o preço a que o governo prometeu comprar essas renováveis aos “investidores” (leia-se xupistas) seja com uma margem de lucro que as torne mais caras do que o já caro défice tarifário contratado para as fontes “normais” de energia.
Porque todas essas rendas acabam por nos vir buscar aos impostos.
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De momento é nula. Amanhã a minha conta vai continuar igual.
Filosofia é outra coisa.
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A resposta depende de duas coisas: a) de que renováveis falamos (se for a hídrica, sai mais barato, se for a eólica depende um bocado de quando entraram em funcionamento os parques visto que a tarifa inicial era mais alta mas tem vindo a baixar, tendo os últimos tarifas ao mesmo nível da de outras fontes de energia, se for solar, que com certeza não é o caso, sai muito mais caro; b) depende do tempo de análise. As tarifas de boa parte das renováveis, e penso que seja a eólica que está aqui em causa, é fixa e portanto a prazo poderá sair mais cara ou mais barata, mas o mais provável é que seja mais barata, que as que dependem dos preços do petróleo. Acresce que ao fim de quinze anos, e em alguns parques está-se bastante próximo desse tempo, a eólica deixa de ter garantida a tarifa, entrando ao preço de mercado, que tenderá a ser mais competitivo que nas outras fontes porque o investimento, que é o que pesa no preço da eólica, está amortizado e o que conta a partir daí é o preço da operação, que tende a ser baixo porque a fonte energética é de borla.
Espero ter ajudado a não deixar este assunto ser discutido como se houvesse um sporting benfica e não fosse um assunto complexo e com muitas incertezas.
henrique pereira dos santos
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Os consumidores são cidadãos. As energias renováveis são sempre boas para os cidadãos. Se não for para os bolsos, serão para os pulmões, para a pele, para o organismo em geral. E muito mais para as gerações futuras.
Logo, as energias renováveis são boas para os consumidores/cidadãos.
Se também forem boas para os bolsos, que são feitos de pano, ainda melhor. 😉
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As energias renovaveis se nao gerarem impostos para o estado nao tem interesse nenhum . A energia renovavel tem custos nem que nao seja impostos que o consumidor tera de pagar.
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Caro henrique pereira dos santos,
Obrigado pelo seu comentário. A pergunta do post não é retórica (eu não sei a resposta).
Antes de me associar à alegria de alguns ambientalistas com as notícias, gostava de ver alguns números, isto é, de saber se tanta renovável (leia-se tanta eólica) não vai significar um aumento dos custos do CMEC nas facturas dos próximos meses (ou e engrossar o défice tarifário), já que, se não me engano, o carvão e o gás têm estado quase parados mas continuam a ter direito a receber uma fatia que apenas sai do “consumo” para a parcela dos CIEG (parcela que, pelo menos nas minhas facturas, parece cada vez mais gorda) e se a exportação significa “venda” de energia a Espanha ou apenas “doação” (paga pelos consumidores portugueses) como já aconteceu antes.
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Caro Carlos Loureiro,
Estamos os dois na mesma, também não sei o preço e gostaria de saber.
Mas é importante reter duas notas:
1) é bem possível que parte do aumento desta energia renovável seja da grande hídrica, que é barata e, mais importante, tirando circunstâncias excepcionais pode ser controlada de maneira a só produzir em alturas de cheio, onde o preço da electricidade é alto;
2) o défice tarifário é gerado pelo estabelecimento de preços ao consumidor mais baixos que os pagos ao produtor, e isso não resulta das renováveis mas de uma política anti-liberal, errada, de todos os governos. Não existe nenhuma relação entre o desenvolvimento económico e o preço da energia no país, pelo que os preços altos da energia não, nem deixam de ser, nenhum problema sério para a economia.
henrique pereira dos santos
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