Cortar na despesa
8 Abril, 2013
Cortar na despesa implica despedir pessoas a custo zero e cortar nas pensões. A primeira opção é ilegal, a segunda é inconstitucional. Não saímos daqui.
26 comentários
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Cortar na despesa implica despedir pessoas a custo zero e cortar nas pensões. A primeira opção é ilegal, a segunda é inconstitucional. Não saímos daqui.
Este governo meteu-se (e insiste em meter o país) numa senda de labirinto sem saída.
O cúmplice de Belém pensa iludir a Realidade com o apadrinhamento tardio deste governo.
A tragi-comédia prossegue.
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Credo , Abrenuncio .
Não consegue ver outra despesa ?
É Advogado dessa outra despesa ???
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e eu a pensar que ontem o Gaspar ia ser substituido por alguem que nos conduziria à saida do Euro ordenadamente…caso fosse possivel…mas enfim, o Primeiro-ministro de Portugal, não quis cortar com a despesa do Euro em Portugal…destruição económica…falta de liquidez…desemprego…etc…lá teremos que “pagar” uma ficção…nunca mais se corta nesta despesa
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Sempre podemos privatizar ou parar o financiamento no primeiro caso, e no segundo que eu saiba a Constituição não diz qual deve ser a pensão máxima.
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Eu fiz as contas, e se limitamos as pensões a um máximo de 2 salários mínimos poupamos NO MÍNIMO 1,9 mil milhões de euros.
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Quando se passam dois anos a pastar as coisas tornam-se mais difíceis. A solução dos incompetentes é fazer os “outros” (que por acaso são os portugueses) levar com a factura da leviandade…
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Negativo.
Fechar a RTP, eliminar todos os subsídios às Fundações, eliminar todos os Observatórios, priivatizar a TAP.
Isto é só um começo.
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Porque é que tem de ser a custo zero… ? não se pode pagar as rescisões com o as receitas das privatizações uma vez que estas não contam para o défice ? Significa subir a divida publica no imediato mas permite uma correcção que até é mais estrutural do que a simples redução de salários, que ficava sempre sujeita a ser re-aumentada de cada vez que se aproximassem eleições
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Cortar na despesa é|
1 cortar nas rendas da EDP, Galp, PT , e nacionalizar as PPPs que têm contratos leoninos e criminosos contra os portugueses. Basta um decreto que sera aprovado por unanimidade na AR. So irão votar contra os deputados do PSD e do CDs que trabalham nos escritórios de advogados que têm como clientes as concessionárias.
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Algumas das “sugestões” anteriores ignoram a inevitabilidade do principal: redução efectiva e ampla dos funcionários públicos. Não por revanchismo ou para “espezinhar” quem quer que seja, mas apenas porque o Estado tem gente a mais para a “bolsa”. Infelizmente para nosso infortúnio o PPC não o fez quando devia e agora é tarde.
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Imagina-se o estoiro deste governo ainda antes do foguetório das festas populares que se aproxima…
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João Miranda,
mas o TC não considerou inconstitucionais os cortes nas reformas. Nem considerou inconstitucionais os cortes nos vencimentos que vigoram pelo terceiro ano, suponho.
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“O estado tem gente a mais”
Por acaso vendo as estatísticas do eurostat e comparando com os outros paises da Europa até nao tem
Citando PP o que esta a mais é
“Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos e cartéis das grandes empresas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer.”
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“Cortar na despesa implica despedir pessoas a custo zero”
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E porque não fracionar o pagamento das indemnizações ?
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Não iria ter que pagar os salários? Utilize a mesma quantia, ou um pouco acima, e paga uma prestação…
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Que se lixem as estatísticas do Eurotast. Com o conhecimento de que tenho do «país real» vejo que temos funcionários a mais. A começar pelas empresas municipais que são uma aberração sem fim e têm servido para empregar quem não tem emprego no sector privado e tem «conhecimentos». Acredita nos números do nosso funcionalismo? É ingénuo a esse ponto? Esquece que ocultam todo o Estado paralelo?
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Portugal deve voltar à despesa pública que tinha em 2000, e reduzir a carga fiscal. Isso implica cortar quase metade da despesa. É possível em poucos anos. Basta cortar drasticamente os apoios às fundações, acabar com mais de metade dos concelho, acabar com as empresas municipais, extinguir observatórios e institutos, rever o cálculo das reformas da função pública, encerrar escolas, encerrar algumas escolas superiores, politécnicos e uma ou duas universidades, despedir mais de 100 000 almas, colocar uma «troika» interna permanente dentro do poder local e das regiões autónomas. Haverá coragem de matar o monstro engordado desde Guterres?
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É que o monstro cresceu e engordou mas o PIB estagnou. Está na hora da «matança».
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Por este andar, o João Miranda ainda vai concluir que a solução tem que passar por uma expropriação violenta do setor financeiro e sua consequente nacionalização…
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Já se foram os aneis,agora discutesse o que deve vender primeiro se: a falange a falanginha ou a falangeta.
Pobre país o que este povo foi capaz de fazer por ti.
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(…) Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos e cartéis das grandes empresas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer.(…)
josepachecopereira dixit
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Acerca de “O estado tem gente a mais” — Meses atrás tive de ir a uma “Autoridade” do Estado obter a validação dum documento para prática de determinada actividade. Cheguei pouco antes das 02:00. Estava fechado para almoço. Às duas em ponto a porta abriu-se. Fui informado pelo segurança (duma empresa privada) que era ele a “colocar o carimbo”, ficando com o documento original (afinal a verificação de conformidade era simples…). Pouco depois, ao sair, verifiquei que os “funcionários” começavam a sair também para o jardim para tomarem café. Estava um dia bonito e ensolarado… (a descrição não é baseada em factos reais. É real mesmo!).
Esta observação pode ser mesquinha e não reflecte seguramente o “todo” mas é o espelho duma certa realidade: “autoridades” a mais, certificações descabidas e desnecessárias, burocracia absurda. Um novelo surrealista de ineficiência quase irracional. Enquanto o Estado não se resolver o País não o “aguenta”… Por mais subterfúgios e “negociação de rendas e PPP, e morte às fundações, etc.” com que nos queiramos iludir e distrair, a realidade é mesmo o antigo e sempre presente “monstro”. Por mais que batam no Tribunal Constitucional, que se entretenham com celeumas estéreis, ou outros truques de óptica, a realidade não muda…
P.S.: mudar funcionários públicos por “externalização” de serviços também não adianta. Apenas muda a estrutura das contas. Afinal de contas o “meu” funcionário” (da segurança privada) também já estava “externalizado”…
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Reduzir Salários da Administração publica. É constitucional.
O Sócrates ja o fez. Média de 5% ano.
Em 4 anos temos a reestruturação feita.
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“11,1% era, em 2011, o peso da administração pública no emprego. Um valor que, apesar de o Governo considerar excessivo, fica muito aquém da média de 15% da OCDE.” In Visão, 4 a 10 de abril 2013.
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Como constatei há bastante tempo, toda a política nacional é baseada na mentira, nas falsidades e omissões de relatórios na truncagem e ocultação de dados. É por isso que não temos hipótese de sobrevivência. Não há um só estudo que eu, provinciano, não detete imediatamente em cima da sua apresentação defeitos, propositados ou não, que adulteram e inibem a sua utilização futura.
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Temo que, fruto da tomada ignorante de decisões governamentais, ou então tomada de decisões com ajuda das centenas de especialistas de vinte e tal anos acabados de fazer os seus juvenis estágios, o futuro seja hoje incinerado. Quando o Estado for colocado na situação de não funcionamento, poderá depois encerrar totalmente as portas (era bom, não era, ancap?) ou colocar de novo pessoal para cumprir o serviço que aos Estados compete (aqui e em todo o planeta), gastando ainda mais.
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Isto não tem nada a ver com o que, acima, diz Luís FA. Tal como ele, também eu gostaria de ter o Estado a funcionar bem, com o pessoal que for necessário. Quando necessitar de um arranjo no coraçãozinho, quero chegar ao SNS e ter quem mo conserte.
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Fincapé — Posted 8 Abril, 2013 at 15:48
Agradeço a partilha de pontos de vista. Até agora, o nosso Primeiro Ministro sempre que o contrariam responde com “ah, sim, não querem a minha receita?!! então vou tirar-vos estes e aqueles e aqueloutros serviços, etc.”… Aquilo que o “cidadão” quer, é que quem governa produza um Estado pequeno e ágil, suficientemente eficiente e eficaz para garantir o máximo de retorno em serviços face aos impostos que já pagamos. Quem pense que se trata unicamente de REDUZIR FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS engana-se. A redução deve acontecer como CONSEQUÊNCIA de melhorias a introduzir. Esta “linguagem” tem estado ausente – ou não faz parte – da retórica do “adolescente” PPC.
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Não tem de agradecer, Luís FA.
Todos nós conhecemos situações de mau funcionamento do Estado. Apesar de tudo, os meus maiores prejuízos vieram (vêm) de setores privados.
No entanto, eu sempre estive convencido que seria relativamente fácil melhorar o funcionamento do Estado se houvesse vontade. Desde horários de abertura de de repartições, até às necessidades de pessoal. Há um problema mais difícil de resolver ou quase impossível: a burocracia, as leis mal feitas e o diacho da responsabilidade da sua interpretação que cai sempre em cima do desgraçado que está ao balcão.
A legislação está cheia de “des” e “das” que boicota toda e qualquer interpretação. Se um jurista ou advogado como Paulo Rangel não foi capaz de redigir de forma entendível uma lei tão simples como a da limitação dos mandatos, imagine-se como será redigida toda a difícil legislação. E se ninguém consegue interpretar a treta de PR imagine-se o que é interpretar todo o complexo legislativo. E de quem é sempre a culpa da incorreta interpretação? No caso de leis políticas, não é de ninguém. No caso de leis mais técnicas, é do desgraçado que tem de responder ao público. Não há-de ser fácil.
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Ter um bocadinho de inteligência para perceber que o caminho seguido nada resolve…
Ter um bocadinho de inteligência para notar que o “rombo” aberto pelo TC nada significa se comparado com o ROMBO aberto pelo Gaspar…
Ter um bocadinho de inteligência para incentivar a produção, inovação e dar alguma esperança ao povo…
É… não saimos daqui…
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