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mais vale tarde do que nunca

8 Abril, 2013
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A declaração, de hoje, de Pedro Passos Coelho confirma o que há muito tempo por aqui dizemos: que não falta por onde cortar no estado e que não é a subir impostos que se equilibram as contas públicas. É bom que o primeiro-ministro, o ministro das finanças e o conjunto do governo tenham, finalmente, ao fim de dois anos, entendido isso, e que comecem a fazer aquilo para que foram eleitos. Não será por deixarem de o fazer, nem por andarem com paninhos quentes, como têm feito até aqui, que deixarão de dizer mal deles e do governo, como ficou demonstrado nos últimos meses. Esperemos, pois, já que lhes puseram fama de liberais, que tratem, efectivamente, de liberalizar o país. Os próximos dois meses serão decisivos para avaliarmos, de vez, o ímpeto reformista do governo do PSD e do CDS.

21 comentários leave one →
  1. falcão's avatar
    falcão permalink
    8 Abril, 2013 00:21

    O que era mesmo bom, era que isso a que chama – eufemisticamente, suponho – de governo PSD-CDS, se retirasse o mais depressa possível para o jazigo, porque os cadáveres expostos demasiado tempo ao ar, começam a cheirar muito mal e são um perigo para a saúde pública.

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  2. jojoratazana's avatar
    jojoratazana permalink
    8 Abril, 2013 00:28

    Olhos vazios de sentido. saliva escorrendo pelas comissuras dos lábios, dementes acossam os lobos a quem roubaram descaradamente.
    Os liberais da tanga, escumalha do povo.

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  3. Incognitus's avatar
    8 Abril, 2013 00:36

    Sim, porque receber dos outros na medida em que aos outros se serve – aquilo que significa ser liberal – é de uma injustiça atroz.

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  4. Incognitus's avatar
    8 Abril, 2013 00:36

    (aquilo que significa, em termos económicos)

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  5. piscoiso's avatar
    piscoiso permalink
    8 Abril, 2013 00:50

    Pelos vistos, a decisão do TC foi positiva.
    Obrigou o Governo a mudar de agulhas.
    Só depois de ver é que acredito.

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  6. Aladdin Sane's avatar
    Aladdin Sane permalink
    8 Abril, 2013 01:05

    Rui Albuquerque, nem mais!
    Piscoiso, claro que foi positiva a decisão do TC. Por um lado, acaba com as injustiças sociais que tinham ocorrido (mesmo tendo em conta a “emergência nacional”); por outro, legitima ainda mais a necessidade de cortar nas despesas e reformar “à séria” o Estado. Agora o seu “a ver vamos” faz todo o sentido: a ver vamos se existirá coragem para extinguir as “toneladas” de institutos e outros organismos públicos inúteis.

    O maior risco: a resistência à reforma da AP. Por outro lado, a oposição perde um dos argumentos: o Governo referiu que não voltará a aumentar impostos. Como é que a esquerda agora quererá que se reduza a dívida? Se souberem, os eleitores agradecem. Caso contrário, os eleitores lembrar-se-ão disso.

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  7. Zé Paulo's avatar
    Zé Paulo permalink
    8 Abril, 2013 06:26

    Podiam começar pelos acessores especialistas na faixa dos 24 anos.
    Mais ainda há quem acredite nesses gajos?
    Interessante certas posições que escrevem por cá. Afinal, foram os gajos que criaram o problema, são os gajos que estão no poder (sem qualquer legitimidade, mas estão), são os gajos que já fizeram dois orçamentos inconstitucionais, são os gajos que têm falhado em todas as metas, etc. etc. etc… mas… que seja a oposição a resolver o problema ou então que, pelo menos, se torne cúmplice.

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  8. Tim's avatar
    Tim permalink
    8 Abril, 2013 06:58

    O Rui A. tem nacionalidade portuguesa recente?!

    Então não lhe ocorre o porquê deste governo, apesar de em maioria absoluta, ter assobiado para o lado quanto à reforma do estado?! Ou acreditou mesmo no ditote de Passos Coelho quando expressou, deixando o partido perplexo, que se estava a borrifar para os resultados eleitorais?!

    É que o partido mais instalado e acomodado dentro do estado é o PSD; é aquele que mais tem a perder com qualquer reforma no estado. Quem conheça a realidade autárquica deste país sabe disto de imediato: muitas pequenas autarquias estruturadas e fornecidas de empregos e recursos «comme les grandes»!…

    Porque terá a reforma dos «institutos» ficado congelada?!

    Porque se avançou para a minudência das freguesias na vez dos municípios (esses sim reclamados pela troika)?!

    Porque se fez a «reforma» das fundações como se fez?!…

    Então este governo, depois do enorme aumento de impostos por si optado, vem dizer, que afinal, poderia até ter optado pela reforma do estado, como se diz agora pronto para o fazer, na vez do castigo imposto pela via fiscal?!…

    Isto é um governo demente, incompetente, e minado pela «partidarite» que sobrepoem boçalmente ao interesse nacional.

    Felizmente vai durar pouco.

    Infelizmente o país vai pagar tal governo muito caro.

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  9. politologo's avatar
    politologo permalink
    8 Abril, 2013 09:25

    Pois é …o bébé PPC em vez de ir choramingar para Belém , devia era logo procurar rapidamente as adaptações necessárias. E que existem … Mas o que se pode esperar da loucura desta incompetência !… Apenas a teimosia da sua ignorância perante as hipóteses de inconstitucionalidades é que poderia não ter previsto logo um Plano B . Não venha agora estupidamente pretender outra vez com a sua santa honestidade enganar o povo , querer fazer do TC o bode expiatório dos seus sucessivos fracassos .Aliás , ele afrontou intencionalmente o TC para posteriormente ter mais um “desculpante” além da já desgastada crise externa . A crise interna ele nunca a viu . Ser PM não é a mesma coisa que ser play-boy. Além disso para tal já está velho e caduco . Mas nem mesmo assim respeita os reformados!… Será que também começa a ter Alzheimer ???
    E perante este mentiroso compulsivo , saberemos sempre a verdade , olhando sempre para o CONTRÁRIO daquilo que ele nos diz …
    Assim , PPC nunca mente !….
    P.S.
    Como vai ele sobreviver depois da amputação do seu siamês ???

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  10. Ricciardi's avatar
    Ricciardi permalink
    8 Abril, 2013 09:26

    Bem, pois, a narrativa é simples: a culpa da crise foi do eng. socrates; a culpa do eng. socrates é a desculpa para a actual crise; a desculpa para actual crise é culpa da Constituição.
    .
    Enfim, a culpa é coisa que já não interessa apurar. O que interessa é perceber uma coisinha muito simples: quer o eng. socrates, que o PM Passos Coelho afundaram Portugal devido ao facto de aceitarem prescrições dos outros e não pensarem pela sua própria cabeça ou nos interesses do país.
    .
    O 1º (socrates), em plena crise internacional, foi no engodo das orientações da UE para torrar mais dinheiro na ‘economia’. E conseguiu, torrou mais do que era pedido.
    .
    O 2º (ppc) foi no engodo de pretender fazer mais austeridade do que a que lhe era pedido. E tambem conseguiu.
    .
    Quem não aguentou estes ímpetos dos dois foi o país. Ao exagero expansionista do 1º, juntou-se o empenhado exagero contraccionista do 2º.
    .
    Podiamos ter sorte de vez em quando e sair-nos na rifa um governante equilibrado. Mas não, só nos saem destes duques.
    .
    E então, vejamos, eu até compreenderia que para sair da crise, que o socrates procurasse investir massaroca no país, endividando-se; compreenderia que, por exemplo, financiasse os defices da altura para diminuir impostos directos. Ou que financiasse os mesmos para co-participar o lançamento de reduções energéticas, atraves do lançamento de concurso para duas centrais nucleares, exploração de gas shale etc.
    .
    Se tivesse gasto o dinheiro emprestado em cenisses produtivas e que proporcionassem redução de importações (energia) ou aumento da produção nacional e indução de investimento estrangeiro atraves da reducção de impostos, eu estaria a aplaudir o sô engenheiro. Mas não, o sô eng. torrou o dinheiro tomado emprestado. Torrou porque pediu mais massa para finalmente… podermos importar mais.
    .
    O sô PPC não fez melhor. Quando estavamos a ver que uma das saídas para a crise de crédito era lograr obter mais investimento estrangeiro, mais produção nacional, o governo decide aumentar impostos directos sobre as empresas e sobre os consumidores. Quando precisavamos de conseguir que se substituisse as importações por produção nacional o que é que o PPC fez? diminuiu o poder de compra do pessoal. Ele achou, e acha, que se o pessoal não tiver dinheiro que não compra estrangeirices. E acertou, parcialmente. O pessoal não compra produtos importados… nem produtos nacionais.
    .
    Ahhhh, afiança, é preciso que a selecção natural avançe e que saiam do mercado as más empresas e maus negócios. Certo. mas o que sabe ele acerca disso? quem é ele para dizer a quem produz batatas ou cebolas que deve fechar? O que me parece é que encerraram os maus negócios e em maior grau os negócios bons e com potencial.
    .
    Mais grave, o governo é o responsavel por se desperdiçar activos. Os investimentos dos privados, muitos deles obtidos por emprestimos, estão a ser deitados para o lixo. As dividas não desapareceram, mas o activos para as pagar estão a falir. É por isso que o credito mal parado cresce a um ritmo muito superior a qualquer outro indicador´que se queria comparar. Por exemplo, o credito mal parado nas empresas cresceu em janeiro 56%. Empresas e particulares juntos totalizam 13 mil milhoes de euros em credito mal parado. Uma barbaridade. O país está a pagar juros ao exterior desse credito mal parado. E não é pouco. 800 milhões por ano, no minimo.
    .
    Portanto, se a decisão do TC resultar, o PPC vai finalmente começar a governar a sério. Mas não me parece que ele saiba bem aproveitar o momentum.
    .
    Ele vai continuar certamente as politicas pelo lado Negro da coisa.
    .
    Qual Dath Vader, coelho vai eliminar mais postos de trabalho, sem cuidar de perceber que o mercado os não absorve. Não cuidará de injectar previsibilidade nas pessoas. Não, ele não fará isso. Ele vai continuar a colocar toda a gente com medo. Nunca se vai perceber quem está a mais no funcionalismo publico. Porque a ideia não é eliminar os excessos. Não, a ideia é eliminar qualquer coisa que mexa e faça despesa.
    .
    Como em economia 2+2 não são 4, a coisa só pode dar errada. Dois mais dois, com Passos, será sempre Três.
    .
    É bom de ver, o dobro do esforço resultou em metade da consolidação.
    .
    É caso para dizer:

    – May the Force be with, Coelho.
    .
    rb

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  11. imperador's avatar
    imperador permalink
    8 Abril, 2013 09:35

    Somos os reis do comentario, da opinião e da má educação. Se pudesse mos calar metade dos faladores e comentadores havia melhoria geral no sistema

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  12. Trinta e três's avatar
    Trinta e três permalink
    8 Abril, 2013 09:37

    O comentador Tim, disse o que há para dizer sobre este assunto. A partir de agora, P. Coelho deixou de ser, apenas, incompetente. É mesmo aldrabão!

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  13. Ricciardi's avatar
    Ricciardi permalink
    8 Abril, 2013 09:38

    Anyway, isto para dizer uma coisa simples. Reduzir o numero de FP’s? Sim, mas fazê-lo com um planeamento, perfeitamente previsivel, de redução natural. Cinco anos bastam para ‘arrumar’ com 150 mil FP’s sem causar dano na sociedade.
    .
    O que o governo deve fazer é simples:
    1º Cortar no minimo 20% da despesa que vai além das constitucionalidades – ver Ricardo Arroja – aonde poderá efectuar um corte de cerca de 6 mil milhoes no 1/3 da despesa.
    2º Reduzir serviços do estado em mais 20%.
    3º Concessionar as escolas publicas das cidades a terceiros reduzindo os custos operacionais. De preferencia chamar as instituições que já deram provas que sabem administrar a educação. Por exemplo, a Igreja.
    4º Nacionalizar as ppp’s rodoviarias atraves de uma Dação em Pagamento com Titulos do Tesouro especiais a 50 anos, cujo reembolso de capital e juros se processe em função estricta dos trafegos efectivos nas estradas.
    5º Actuar nos preços de empresas manifestamente monopolistas.
    6º Privatizar toda e qualquer empresa publica que actue em mercado concorrencial.
    .
    Rb

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  14. Ricciardi's avatar
    Ricciardi permalink
    8 Abril, 2013 09:46

    Mas o governo, aposto, não vai fazer nada disto. O governo vai comprar novas guerras. Acabou a guerra com o TC, mas vai comprar outras. Vai querer despedir a torto e a direito sem cuidar de perceber que não o conseguirá fazer se as pessoas não enxergarem no mercado trabalho alternativo. Vai atiçar ainda mais as pessoas. E não tinha necessidade disso.
    .
    O governo tem que incutir previsibilidade. As pessoas tem de perceber se vão ser despedidas ou não. Tranquilizar e dar confiança. As pessoas só saem do estado letárgico que estão se perceberem o que lhes vai acontecer. Se o governo ameaça despedimentos, sem cuidar de explicar aonde, como, em que prazo, coloca toda a gente em estado de sitio. E a desconfiança é inimiga da vontade de empreender.
    .
    Rb

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  15. Ricciardi's avatar
    Ricciardi permalink
    8 Abril, 2013 09:53

    Eu, por exemplo, não mexo num tostão sem antes perceber o rumo das coisas. Sem perceber para onde nos levam as politicas do governo. Estou rigorosamente parado. Não invisto, não empreendo, não arrisco. Não gasto e cuido de proteger as poupanças retirando-as do sistema. Ou seja, não poupo, não gasto, não invisto.
    .
    Acredito que, como eu, 90% dos portugueses fazem o mesmo.
    .
    Ora, se toda a gente faz isso, eu não vejo como pode o país crescer. A maior crise é, pois, de confiança. E a confiança só pode ser dada por quem nos governa através de previsibilidade. Previsibilidade a todos os níveis.
    .
    Rb

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  16. JS's avatar
    8 Abril, 2013 09:57

    A subida dos impostos foi propositada para obrigar as famílias à poupança forçada, a diminuir o consumo interno e, sobretudo, as importações, objectivando à correcção dos desequilíbrios macro-económicos – um efeito semelhante à desvalorização fiscal. Por muito que nos custe ao bolso, este era o verdadeiro problema do país: o facto de, como um todo, gastarmos mais do que produzimos.
    Sem criação de riqueza, não há povo para espremer, e ninguém empresta dinheiro a quem não gera riqueza.

    Chegou a altura da imperativa, urgente e essencial redução da máquina do Estado.

    Sem apoiar o governo, e achando que muita, mas muita coisa foi mal feita, no seu essencial, a estratégia está bem delineada. Percebo hoje, no entanto, que metade das asneiradas destes 2 anos foram apenas pura e dura estratégia política – e isso sim, faz-me confusão: é preciso tanto jogo de cintura? Não podiam simplesmente ter explicado decentemente às pessoas 1+1 o que poderia acontecer com o país, e o que é que tinha inevitavelmente que ser feito? Seremos assim tão incultos?

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  17. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    8 Abril, 2013 11:15

    Isso é que é fé, rui a.! 🙂

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  18. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    8 Abril, 2013 11:23

    A reacção de Passos à decisão do Tribunal Constitucional confirma pela enésima vez que a grande força deste governo é o facto de ser a corrente de transmissão interna da tutela externa. É o país que tem de se conformar às necessidades dos credores externos, garante Passos secundado por Cavaco. Gaspar é inamovível porque é o BCE em Portugal, o homem aí formado para todas as engenharias neoliberais. Com esta estrutura europeia, todas as conjunturas nacionais, mesmo as mais aparentemente desfavoráveis para as forças sociais reaccionárias, são boas para destruir o Estado social.

    Trata-se então, garantiu Passos, de avançar ainda mais resolutamente nos cortes na despesa pública. Os cortes feitos, os programados e os por programar são o que de mais economicamente recessivo e injusto socialmente se pode fazer, já que estamos a falar de empregos públicos destruídos, de serviços públicos fragilizados, de prestações sociais reduzidas, de necessidades sociais que irão deixar de ser satisfeitas. Estamos a falar de procura popular que se reduz garantidamente, acentuando uma crise que é precisamente de procura e aumentando nesse processo as desigualdades, elemento indispensável na eclosão e perpetuação da crise.

    A sabedoria convencional, que domina o debate público e que aplaudiu o discurso de Passos, ouvi-os por essas rádios e televisões, é composta por gente preconceituosa e egoísta, que tende a não usar os serviços públicos e que só os vê como uma maçada fiscal e/ou por gente que trabalha para, ou quer estar na boa graça de, intocáveis grupos económicos rentistas que prosperam e prosperarão no meio desta devastação.

    Adenda: Schaeuble avisa que Portugal tem de tomar mais medidas depois de veto do TC; Bruxelas acredita que Governo português vai encontrar rapidamente uma solução.
    POSTADO POR JOÃO RODRIGUES ÀS 8.4.13 2 COMENTÁRIOS:

    Portugal nunca teve no poder um bando de vendidos e servidores pelintras do capitalismo financeiro e internacional como estes . Esta gente é miseravel e delinquente. Devem ser tratados como tal e responder em tribunal pelos crimes que estão a cometer contra Portugal e os portugueses. Estou certo que isso acontecera.

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  19. Tim's avatar
    Tim permalink
    8 Abril, 2013 11:44

    Parabéns à lucidez e desassombro de Pacheco Pereira:

    «(…) o caminho seguido pelo governo para o objectivo de cumprimento do memorando da troika é que põe em causa esse cumprimento, porque não teve em conta qualquer preocupação em salvar um quantum da economia nacional, desprezou os efeitos sociais do “ir para além da troika”, não deu importância a qualquer entendimento social e político, vital em momentos de crise. Foi um caminho de pura engenharia social, económica e política, prosseguido com arrogância por uma mistura de técnicos alcandorados à infalibilidade com políticos de aviário, órfãos de cultura e pensamento, permeáveis a que os interesses instalados definissem os limites da sua política. Quiseram servir os poderosos com um imenso complexo de inferioridade social, e mostraram sempre (mostrou-o de novo o primeiro-ministro ontem), um revanchismo agressivo com os mais fracos.

    Pensaram sempre em atacar salários, pensões, reformas, rendimentos individuais e das famílias, serviços públicos para os mais necessitados e nunca em rendas estatais, contratos leoninos, interesses da banca, abusos e cartéis das grandes empresas. Pode-se dizer que fizeram uma escolha entre duas opções, mas a verdade é que nunca houve opção: vieram para fazer o que fizeram, vieram para fazer o que estão a fazer.» (in Abrupto)

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  20. Duarte's avatar
    Duarte permalink
    8 Abril, 2013 12:00

    No principio do século vinte com a influencia Marxista dizia-se que havia um odio de classe dos pobres contra os ricos.

    Esta crise do capitalismo e em Portugal veio demonstrar à saciedade que nunca se viu como hoje um odio, um revanchismo, uma prepotência, uma sobranceria, uma arrogancia de classe tao grande e demente dos ricos contra os pobres, dos poderosos e previligiados contra os mais necessitados.

    Impressionante.
    Infelizmente e conduzidos a este ponto, a historia mostra que isto a continuar assim , se vai resolver como sempre se resolveu nestas circunstancias, nas ruas.

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  21. Etedom's avatar
    Etedom permalink
    8 Abril, 2013 23:56

    Desculpe lá sr Rui a. mas parece.me um pouco ingénuo o seu escrito. Não reparou que Passos Coelho falou de forma vingativa? Ele vai cortar nas mesmas pessoas e coisas e vai lixar os mesmos!

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