Mexendo peças
8 Abril, 2013
8 de Abril de 2013: Silva Peneda preside às comemorações do 10 de Junho
14 de Dezembro de 2012: Soaristas têm ‘Monti’ para Cavaco
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8 de Abril de 2013: Silva Peneda preside às comemorações do 10 de Junho
14 de Dezembro de 2012: Soaristas têm ‘Monti’ para Cavaco
Helena,
Já reparou, com certeza, que Silva Peneda, dos homens do tempo de Cavaco, é um dos poucos que sobram com credibilidade política. Veja por onde anda grande parte daquela tropa.
Naturalmente, as pessoas gostam dele. Por sinal aqui há tempos não gostei que ele falasse no aumento da idade da reforma como solução. Dizia ele que era só aplicar a proporção entre os 65 anos quando as pessoas viviam até aos 70 para agora. Esqueceu-se do raio das máquinas, da automação, do aumento brutal da produtividade, da necessidade de colocar os 18% de desempregados a trabalhar, enfim, esqueceu-se de várias coisas. Mas lá que é um dos últimos social-democratas do PSD, lá isso é. Se calhar, o PSD só aguenta esta designação em sua honra. Senão, chamar-se-ia PU (Partido Ultra-Liberal). 😉
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E não é que vai tudo acabar em bem!
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O dilema da democracia
A democracia está em risco, não duvidemos.
“Temos que mentir, caso contrário perdemos as eleições e acabam lá, os outros que também mentem, piorando a situação”.
Assim pensam, assim fazem. Mas não um ou outro. Fazem todos.
Pensando assim, legitimam – nas suas consciências – as suas mentiras. Sócrates é um excelente exemplo deste procedimento conseguindo fazer afirmações (falsas e ilusórias) com uma aparência de sinceridade fantástica.
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O problema não era tão relevante há alguns anos atrás. Antes das grandes mudanças motivadas pela globalização. O crescimento era uma realidade (e uma possibilidade real) e o trabalho ainda existia, dentro das fronteiras dos países desenvolvidos. A energia e a matéria prima existiam em quantidades e preços razoáveis pois os países desenvolvidos mandavam no Mundo a seu belo prazer.
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Hoje, nada disto existe.
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E não enfrentamos os problemas, porque não os queremos reconhecer. Fingimos que não existem, o que não nos permite estuda-los, enfrenta-los e supera-los. Nada disso. Pelo contrário. Negar é que está a dar.
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O primeiro ponto seria entender que não haverá mais crescimento (a não ser que antes se caia muito e de forma desamparada). Que não estamos numa crise (num ponto baixo, recuperável) mas sim num ajuste em baixa (ainda a cair, para um ponto sustentável, mais abaixo).
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E que, não havendo crescimento, não haverá mais trabalho pelo que urge actuar a esse nível (é uma das primeiras medidas). Distribuindo melhor o trabalho existente, aumentando o número dos que acedem ao trabalho, pagam impostos e contribuições sociais, e reduzindo os subsidiados e indignados na rua. E, mais importante que isso, cortando a sangria do futuro que está em andamento com a saída de todo o nosso potencial (juventude) para o exterior (emigração).
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Mas haverá muito mais a fazer. Mudando as agulhas da solução do exterior (troika e financiamentos externos) para o interior (medidas adaptadas às nossas necessidades e financiamentos internos.
http://notaslivres.blogspot.com/2013/04/adeus-relvas-precisamos-de-alternativas.html
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Cavaco afirma-se, a cada dia que passa, como o mais risível e anedótico PR deste país.
Uma calamidade.
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Espero que o Silva Peneda leve para o governo, o genro! vejam quem é o menino…
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