Aos médicos tenta-se aumentar o horário e acaba-se por com aumento svoluntários, para quem os aceite, mas pagos. Ás profissões com vínculo nem pensar em alterar o vínculo: irão para a mobilidade mas jamais serão despedidos. Aos profs aumenta-se o horário, muda-se o Estatuto da Carreira Docente e vão para a mobilidade especial. Sindicatos muito competentes os sindicatos dos professores… O MEC adora-os (por isso paga os salários de topo de carreira aos sindicalistas).
Isto do desemprego gera destes acidentes em que um cara formatado numa coisa aparece a debitar noutra.
Ainda vamos ter o Herman a apresentar o programa do trânsito.
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Afinal VC sempre lê jornais, mas antigos.
Não é o melhor de José Miguel Gaspar que possui uma escrita muito própria. Deve já ter um clube de fas tal como Ferreira Fernandes, Miguel Esteves Cardoso que mais não conheço.
Tive uma dúvida nesta parte: “todo estampado de costas”.
Ando a pesquisar acidentes onde uma viatura se tenha “estampado, metade de costas, a outra metade de frente”.
De resto, o senhor chama-se Gaspar, não é?
Eu sou todo pró liberdade literária: em livros ou mesmo em crónicas de jornal. Mas as notícias, independentemente de respeitarem ou não os velhos cânones, devem ser objetivas. Principalmente, tendo em atenção o público a quem se dirigem.
João, pode mesmo ficar com a bicicleta: faça um post que diga “Vítor Cunha é obviamente um idiota porque não fez uma ou mais concordâncias corre(c)tamente”. Mande link do Facebook que eu faço like.
Não frequento Facebooks. E ando muito mal de bicicleta. E não direi ““Vítor Cunha é obviamente um idiota porque não fez uma ou mais concordâncias corre(c)tamente”” mas direi que há sintomas minúsculos que denunciam males maiores. Over & out.
O Ciberdúvidas dirá o que bem entender. Mas, se “este vocábulo ainda não está aportuguesado, grafando-se como em francês”, por que raio, no que diz respeito ao género, haveria de existir uma excepção trolha?
Caro João Lisboa,
O uso também constrói a língua. Não há exposição de pintura primitiva moderna que não apareça nos cartazes como “pintura naif” (com trema no i). Eu também teria escrito “poesia naif”. Mas eu sou apenas um aprendiz, às vezes, apenas de feiticeiro. Não se zangue.
Trolha:
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s.f. Utensílio de pedreiro, para espalhar argamassa, ou para o revestimento de gesso; desempoladeira, esparavel.
S.m. Pedreiro ordinário; servente de pedreiro.
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“pedreiro ordinário” deve ser o maior insulto a vitorcunha 🙂
Aos médicos tenta-se aumentar o horário e acaba-se por com aumento svoluntários, para quem os aceite, mas pagos. Ás profissões com vínculo nem pensar em alterar o vínculo: irão para a mobilidade mas jamais serão despedidos. Aos profs aumenta-se o horário, muda-se o Estatuto da Carreira Docente e vão para a mobilidade especial. Sindicatos muito competentes os sindicatos dos professores… O MEC adora-os (por isso paga os salários de topo de carreira aos sindicalistas).
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a “luta” promovida pelos sindicatos dos professores seria “naif” se os sindicalistas não fossem sindicalistas há 30 anos.
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Isto do desemprego gera destes acidentes em que um cara formatado numa coisa aparece a debitar noutra.
Ainda vamos ter o Herman a apresentar o programa do trânsito.
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Afinal VC sempre lê jornais, mas antigos.
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Queria verificar se a tendência poética do Jornal de Notícias é recente. Parece que já dura há algum tempo.
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continuamos a ler jornais – apesar de se terem transformado em inimigos de estimação 🙂
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Caro VitorC
E porque não, como uma excelente sátira,
ao estado a que chegou o país
da 3ª República?
A luta continua,
empobrecimento ou morte.
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o condutor é capaz de não gostar. O jornal da gonçalo cristóvão pode levar ,eventualmente,com um processo,digo eu.
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À pretensa «poesia naif» temos um rigoroso naif que se toma por um não-naif…
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Não é o melhor de José Miguel Gaspar que possui uma escrita muito própria. Deve já ter um clube de fas tal como Ferreira Fernandes, Miguel Esteves Cardoso que mais não conheço.
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Tive uma dúvida nesta parte: “todo estampado de costas”.
Ando a pesquisar acidentes onde uma viatura se tenha “estampado, metade de costas, a outra metade de frente”.
De resto, o senhor chama-se Gaspar, não é?
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É uma liberdade literária à lá Lobo Antunes.
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Eu sou todo pró liberdade literária: em livros ou mesmo em crónicas de jornal. Mas as notícias, independentemente de respeitarem ou não os velhos cânones, devem ser objetivas. Principalmente, tendo em atenção o público a quem se dirigem.
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De facto VCunha fez muito bem em colocar aqui esse incrível, patético e lírico texto.
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“Poesia” é feminino. Logo, não é “naïf” mas “naïve”. Quando não se sabe, é melhor não armar ao pingarelho.
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Não, João Lisboa: é poesio, com bolas, sobre Transformers e camiões e essas coisas d’omem.
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João Lisboa,
Então, por exemplo Helberto Hélder ou outro “poetO” fazem, como escreve VCunha, “poesio” ?…
E, uma criadora de poesia é “poetisa” ?
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João, pode mesmo ficar com a bicicleta: faça um post que diga “Vítor Cunha é obviamente um idiota porque não fez uma ou mais concordâncias corre(c)tamente”. Mande link do Facebook que eu faço like.
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Não frequento Facebooks. E ando muito mal de bicicleta. E não direi ““Vítor Cunha é obviamente um idiota porque não fez uma ou mais concordâncias corre(c)tamente”” mas direi que há sintomas minúsculos que denunciam males maiores. Over & out.
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Não sei se o João Lisboa exagerou:
http://ciberduvidas.pt/perguntas/get/299882
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O Ciberdúvidas dirá o que bem entender. Mas, se “este vocábulo ainda não está aportuguesado, grafando-se como em francês”, por que raio, no que diz respeito ao género, haveria de existir uma excepção trolha?
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João Lisboa, eu aceito a minha trolhice, que por sinal, também não deve estar no dicionário.
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Caro João Lisboa,
O uso também constrói a língua. Não há exposição de pintura primitiva moderna que não apareça nos cartazes como “pintura naif” (com trema no i). Eu também teria escrito “poesia naif”. Mas eu sou apenas um aprendiz, às vezes, apenas de feiticeiro. Não se zangue.
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Trolha:
.
s.f. Utensílio de pedreiro, para espalhar argamassa, ou para o revestimento de gesso; desempoladeira, esparavel.
S.m. Pedreiro ordinário; servente de pedreiro.
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“pedreiro ordinário” deve ser o maior insulto a vitorcunha 🙂
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Isso é um insulto maçónico.
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Se for uma trolhice muito grande, só cabe numa enciclopédia. 😛
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