Três alternativas, uma só solução
Alternativa 1
Arranjar quem mantenha o défice português. O governo anterior não conseguiu; após muito espernear com taxas de juro catastróficas, tentou resgate “a portas fechadas” na UE sem sucesso, sendo obrigado a resgate FEEF/FMI. Esta alternativa não existe, diga o que dizer o Hollande do momento.
Alternativa 2a
Aumentar receitas. Ninguém está disposto a mais aumentos de impostos nem estes, por si só, permitiriam o grau de ajuste orçamental que encaminhasse para a alternativa 1. Esta alternativa, por si só, não existe. Independentemente do que disser o Hollande do momento.
Alternativa 2b
Crescimento. Obter receitas através do aumento da produtividade. Keynesianismo, mesmo que funcionasse, é impossível (não há dinheiro, ver alternativa 1); resta desburocratizar a actividade económica – já que redução do custo da mão de obra também ninguém aceita. Na melhor das hipóteses, mesmo crescendo, seria insípido e não resolveria o problema (taxa de endividamento seria sempre superior à taxa de crescimento). Independentemente do que disser o Hollande do momento.
Alternativa 3
Reduzir despesa. A fatia de leão são salários e pensões. Ninguém quer aceitar mais cortes. Outras parcelas são insignificantes para o efeito (e ainda há dias se queixavam de falta de papel higiénico). Redução da despesa é a única alternativa exequível mas implica aceitar ajuste dos salários e pensões à produtividade do país. Esta alternativa também é conhecida por austeridade. Independentemente do que disser o Hollande do momento.
Alternativa 4
Menti. Há outra alternativa: falir. Ser obrigado a sair do euro, tornar bens e matérias-primas de importação incomportáveis, reduzir salários através da inflação e, em suma, penar por muitos e muitos anos. Imprimir dinheiro à bruta para manter eleitor satisfeito com valores nominais.
Independentemente do que disser o Hollande do momento.
Agora escolham o comprimido azul ou o comprimido vermelho.

The
world
overshadowed,
soiled
and
overcast,
Void
of
all
joy
and
full
of
ire
and
sadness.
(Ezra Pound)
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* Montante pago em salários e pensões aquém da média europeia e abaixo dos 10% do PIB.
* Pelo contrário, a soma das despesas contratualizadas com outras entidades (investimentos, bens, serviços e consumos intermédios), totaliza cerca de 17% do PIB, pelo que gerar aí uma poupança de 10% significa poupar quase 2% do PIB (mais de 3.000 M)
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Então aumentem-se salários e pensões. Deve resultar.
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deixe-se de sofismos VC que vc não é o Sócrates (o filósofo, bem… o filósofo grego, da Grécia antiga…)
“(investimentos, bens, serviços e consumos intermédios), totaliza cerca de 17% do PIB”
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“despesas contratualizadas com outras entidades (investimentos, bens, serviços e consumos intermédios), totaliza cerca de 17% do PIB, pelo que gerar aí uma poupança de 10% significa poupar quase 2% do PIB (mais de 3.000 M)”
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ainda hoje li que os ctt pagam de aluguer 266 mil euros mês ( 3 milhões ano ) por edifícios devolutos.. e suponho que casos desses , de alugar casas por milhares aos, “amigos” haverá às carradas .parece que ele há muita despesa por onde cortar , ou esses contratos de aluguer de edifícios sem uso também são blindados ?
e não diga que isso é peanuts , porque não é.
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eu não conheço o sr L. Valadares Tavares mas cito-o, uma vez que os editores do Blasfémias deixaram de ler o Público: (…) quem nunca viveu a experiência de administração pública ou não a estudou, tende a formar percepções erradas e a não conseguir controlar a própria despesa tal como os factos evidenciam. Talvez o melhor exemplo deste desconhecimento seja pensar que o principal problema da despesa pública seja o montante pago em salários e em pensões (…)
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Ah, um céptico. Despeça-se o INE então.
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era engraçado o céptico fazer parte do INE, essa vaca sagrada que deve ser bombardeada com elogios pelos neos cada vez que dá resultados sobre crescimento e …desemprego 🙂
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Sr- Vitorcunha, existem muitas soluções alternativas, que a sua limitada imaginação não descortina.
Uma delas e bastante avisada era o senhor ir dar banho ao cão, que sinceramente para analista económico não tem jeito, é apenas uma caixa de ressonância de quem lhe paga para produzir este tipo de post, a si e a alguns dos seus colegas que por ai vão arrotando umas post”as de pescada.
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Dar banho ao cão? Isso é um luxo em casa de Vítor Cunha, seguidor que é de Isabel Jonet por certo limita-se a esfregar os olhos numa bacia de água, que por certo utilizará para a sopa, faças-lhes justiça, são poupadinhos estes neoliberais.
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Já fui dar banho ao cão. Está melhor, com esta alternativa?
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Alternativa 5
Espero que, daqui a pedaço, quando me levantar, Passos Coelho e restantes membros do governo se tenham já entregado (ou entregue, para os menos puristas) na polícia. Os anteriores, certamente seguirão o exemplo. Mas quem fez a exigência, certamente não conseguirá andar de “espinha direita” se não for o primeiro a entregar-se.
O Vítor Cunha dirá que esta alternativa não o é porque não resolverá o problema. Mas eu acredito que sim e confio em Passos Coelho, embora apenas para efeitos da aplicação desta alternativa. 😉
[http://www.tvi24.iol.pt/politica/psd-pedro-passos-coelho/1206132-4072.html]
[http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2010/11/05/psddefende-responsabilizacao-civil-e-criminal-pelos-maus-resultados-da-economia]
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1704718
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/economia/crise-passos-coelho-quer-responsabilizacao-civil-e-criminal
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=3777
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Esse Passos foi de férias, depois de levar porrada sem jeito por ter feito essas afirmações, que, se fossem seguidas, “isto” já estaria diferente. Para melhor, penso eu.
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E venha o Hollande do momento. Não muda a realidade mas gostamos mais da camisola do clube.
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@Vitor Cunha. Ha’ ainda a alternativa #5. Entregar isto aos marcianos…..
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Eles teem soluçoes de fora deste mundo para TODOS os problemas e ja’ estao a mirar a crise como uma oportunidade.
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Basta le-los por aqui……
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Vai sempre ter à 4ª alternativa. Eles é que chamam a isso um doce (e organizam logo uma Internacional que não se entende acerca do nome da iguaria).
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Pois, mas marciano nao quer que o que poe em practica seja visto como uma “ideia de outros”…… e cozinham a coisa sempre como se fosse um plano originario do mundo deles, Marte.
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Ate’ porque ja’ aplicaram essas teorias a outros terraqueos e…. os resultados foram “fantasticos”. Pelo que dizem…..
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Em suporte ao que disse anteriormente, alguem se surpreende se este tipo de propaganda nao esta’ a ser posto em practica pelo CC(CP) marciano por ai’?
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A julgar pelo que alguns “comentadores” escrevinham, parece-me que sim…..
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Desculpem, mas esta, quanto muito será a alternativa 6. A cinco está atrás. 😉
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hehehe enquanto se escreve nao da’ para ver outras “inputs”…… que seja entao a #6…..
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Acontece. E hoje pratiquei muito. 😛
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Não omitir que a Opção 1 estava acordada com o BCE, Alemanha e França.
Mas o PSD, «a bem da nação!…», atirou a melhor das opções para o lixo para «patrioticamente» ascender ao poder.
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Ler PEC IV. E chorar.
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Vitor, com o PECIV e pelo que li, chorava-se sem duvida… mas longe, muitooooo longe deste autentico vale de lagrimas que é a situação actual destes iluminados que nos governam!
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Quem gosta de ficar a dever eternamente é pessoa a quem eu não emprestaria um cêntimo. Não é gente em quem se possa confiar.
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Um outro enquadramento alternativo:
http://notaslivres.blogspot.pt/2013/04/adeus-relvas-precisamos-de-alternativas.html
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Pessoalmente prefiro uma mistura de várias opções. Aumentamos a receita junto de grandes fortunas (através dos juros dos depósitos, e não dos próprios depósitos), ao mesmo tempo que colocamos algumas medidas protecionistas ao mercado português (sem nunca abandonar o euro). Reduzimos seriamente a despesa com salários e pensões, passa a não haver nenhuma pensão paga pelo Estado acima de 2000€. Os salários da Função Pública e setor empresarial do Estado passam a ter um limite máximo de 3500€ (sem quaisquer exceções).
Obrigamos a um perdão da dívida por parte de todos os credores nacionais (mais fáceis de controlar) e começamos negociações sobre juros a 1% com todos os credores internacionais, informando (não ameaçando) que é aquilo ou o incumprimento.
Desburocratizamos muito a administração pública, usando, finalmente, aquilo que a informática nos permite fazer.
Renacionalizamos todas as empresas privatizadas nos últimos 20 anos (sim, desde 93), com o objetivo de assegurar alguns lucros ao setor empresarial do Estado.
Aumentamos o salário mínimo e reduzimos o horário de trabalho (para uma convergência entre o público e o privado), isto para não esquecer as medidas clássicas do keynesianismo.
Suspendemos e nacionalizamos todas as PPP, verificando depois, caso a caso, se vale a pena ou não que tal continue a existir.
Ah, impôr médias e medianas salariais nas empresas privadas, obrigando a um aumento dos salários mais baixos, para aumentar o consumo.
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Completamente de acordo. Não percebo é onde é que vai buscar dinheiro para as nacionalizações. Acho que uma regulação minimamente séria de todo o sector não transacionável tem de bastar enquanto não se resolver a questão financeira.
Ainda sobre a desburocratização, também me parece interessante aligeirar regulamentações em sectores excessivamente regulados (muito por culpa da UE).
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Repare que as nacionalizações são de empresas anteriormente do Estado, como tal, para além de nacionalizações pode dizer-se expropriações. O objetivo é usar essas empresas para ter postos de trabalho e não andar a dar dinheiro a grupos privados. Aqui os lucros (que obviamente teriam de existir) seriam encaminhados para o sistema de segurança social.
Quanto às regulamentações da UE, não passam disso, regulamentações, que, em muitos casos, Portugal pode ou não aprovar. Mas os governos querem ser os bons alunos europeístas.
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“O objetivo é usar essas empresas para ter postos de trabalho”
Portanto, inventar emprego à custa do “contribuinte”.
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Uma questão de português de que não sei a resposta: são três alternativas ou são três opções ou é uma opção e duas alternativas?
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Não sei, Henrique. Hoje em dia preferem a nomenclatura “alternativa” mesmo para o chá do crescimento. Outra das “alternativas” é chamar credores de nazis: o que, como se sabe, resulta num aumento de simpatia de credores por devedores que não querem pagar.
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Como já aqui foi dito, estas alternativas não são verdadeiras alternativas na medida em que não são mutuamente exclusivas. Em rigor, a palavra abordagem parece-me mais adequada. A abordagem correcta consiste, a meu ver, numa combinação virtuosa das 4 expostas pelo VC.
1) A Alemanha e os restantes países (e instituições) da UE cuja situação orçamental está relativamente equilibrada têm de continuar a financiar o ajustamento dos demais. Não o fazer significa comprometer definitivamente a viabilidade do projecto europeu.
2) O estado tem de alguma maneira promover o crescimento económico, seja pela via da desburocratização, seja pela via de uma redução selectiva da carga fiscal. Eu não sei como, mas o clima de crispação social que resulta das actuais taxas de desemprego (sobretudo jovem) não me parece sustentável. Uma sociedade com estes níveis de desemprego é uma sociedade insana.
3) Reduzir a despesa. Tem de ser, mas há, a meu ver, que olhar para esta inevitabilidade como uma oportunidade para tornar o estado mais justo: eliminando serviços inúteis, eliminando prestações injustas, acabando com subsídios injustificados, promovendo o mérito entre os funcionários, esbatendo as desigualdades dentro do estado (entre classes profissionais, aproximando as classes cujos rendimentos não se coadunam com actual situação financeira do estado das demais).
4) Default parcial. Os credores têm de assumir parte das perdas se não quiserem perder tudo. Um país com uma dívida pública superior a 120% do pib não me parece viável. O serviço da dívida tem um peso excessivo no OE. Um default parcial acordado com os credores tem desde logo o mérito de afastar a hipótese de um default decidido unilateralmente, que a meu ver será inevitável se a coesão social se continuar a deteriorar como tem vindo a acontecer.
Parece-me que é sobretudo preciso bom senso. Acho ridículo que os partidos do dito “arco da governação” não consigam encontrar um mínimo denominador comum sobre o que fazer para tirar o país desta situação. É uma vergona e só revela que não estão à altura dos cargos que ocupam. Em vez de se criarem consensos, aprofundam-se as divergências. Como sempre, a classe política actual parece-me o maior obstáculo que o país enfrenta na superação da crise.
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Tenho uma proposta ainda melhor, que elaborarei em post mal seja possível. Mas, para já, fica aqui um teaser.

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Já reparou que a mama azul é muito maior?
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Sobretudo, reparei que há 462 mil na CGA e 1699 mil na SS. Isto corresponde a 27% dos pensionistas na CGA. Reparei que o custo anual para CGA é 633 milhões e para SS é 612 milhões. Grosso modo, 27% dos pensionistas recebem 50% das pensões. Vamos adivinhar: SS ou CGA?
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Mexer nas pensões é mexer no contrato social. Não discuto que seja inevitável, mas parece-me que uma alteração desta natureza deve sobretudo procurar ser justa. Por exemplo, porque é que não se começa pelas pensões cujos valores não têm correspondência na carreira contributiva dos respectivos beneficiários? Estou-me a lembrar por exemplo de ex-políticos e ex-banqueiros. Dir-me-ão que é uma gota num oceano. Talvez seja, mas serve para moralizar a “reforma” do sistema, passe a expressão.
Do meu ponto de vista, as pensões da CGA não traduzem os descontos dos seus beneficiários. Esses descontos são fictícios e portanto, a meu ver, dentro do estado as pensões devem antes ser entendidas como um compromisso assumido pelo estado para com os seus funcionários. O rift social tão bem ilustrado pelo gráfico do VC só peca por não incluir na linha azul o sector empresarial do estado. Qualquer reforma do sistema de pensões deve procurar atenuar este rift em vez de o sublinhar.
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Na minha terra, os antigos manhosos, diziam assim: “quem parte e reparte e não fica com a maior parte, ou é burro, ou não tem arte”.
Sabe o amigo de que lado estão os políticos, reformados ou não?
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Vitor Cunha, venha cá a casa que eu explico-lhe isso com exemplos da vida real. Ah! Se calhar também sabe!
E depois leia o Eugénio Rosa, esse mau! 😉
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Mas, Fincapé, o argumento socializante é que um país não se gere como uma casa. Até deu anos de estudo parisiense e tudo.
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Não percebeu. Os exemplos que lhe dou em casa são exemplos da “rua”. São exemplos reais de como os dados que entram nos seus gráficos são um monstruoso embuste. Ou não sabe que o que entra no INE são os dados dos papéis? Os políticos, cheios de tolerância para com as aldrabices que se fazem, não podem falar em certas habilidades, mas nós podemos e devemos falar nelas.
Já para não falar nisto. Só não percebo porque é que se escondem estas coisas. Principalmente, por muitos daqueles que fazem de conta que defendem sociedades abertas e livres.
Click to access 53-2012-Pensoes-AP-superiores-SP.pdf
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Podemos discutir. Aliás, terei todo o gosto e especial prazer em desmistificar números oriundos de dirigentes sindicais. Talvez a começar pelos números dos próprios sindicatos. Dê-me uns dias. 🙂
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(…) a ideia de que existe uma semelhança entre gestão das contas de um país e a gestão das contas de uma casa não consta nem nos manuais de economia mais ortodoxos … é uma ideia bem acolhida pelo senso comum, cujo maior defensor se chama Medina Carreira (…)
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Não o estava a ver, Fincapé, a dar tanta importância aos escritos do Eugénio Rosa.
Não quero acreditar que é daqueles que inala, mas não fuma (ou será fuma, mas não inala?).
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Vítor, você é ingénuo. Sem ofensa, claro.
Conhece muita gente que desconte para a SS de acordo com aquilo que ganha?
Eugénio Rosa utiliza normalmente dados do INE e outros oficiais.
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Fincapé, conheço eu, que sempre descontei tudo o que me exigiram, sem fugir a um escudo, ou a um cêntimo. E eu não sou melhor do que muitos outros meus concidadãos, acredite.
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Venha também cá a casa com o Vítor. 😉
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Pus uma resposta, mais abaixo, fora do sítio. Ups! Vocês moem-me a cabeça e dá nisto! 😉
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Fechamos a porta, vamos passear, talvez para a China, Dubai ou Las Vegas, fazemos uma jogatinas para ver se a sorte muda, e vimos cá de férias para pagar a conta da electricidade,
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Não sei porquê, Tiro.
Quando pesquiso este tema na internet é o único que aborda este tema com decência utilizando dados oficiais. E é isso que analisa. Já o vi no “Negócios da Semana” e, para além de ser o único com alguma educação, falando apenas na sua vez e sem interromper os outros (incluindo o José Gomes Ferreira), foi o único que demonstrou conhecimento deste assunto. O JGF parecia uma barata tonta a correr atrás do conhecimento, sem deixar falar ninguém. A feira criada serviu perfeitamente a quem não gosta de conhecer a realidade.
A mim interessa-me pouco ou nada se ele está ligado à Intersindical ou não. Quando comecei a ler a informação dele, há anos, nem sabia quem era.
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Justificação aceite. Eu não costumo ver “Negócios da Semana”, e também gosto que utilizam dados oficiais, sem os deturpar.
Não quero abordar aqui a qualidade dos técnicos superiores da administração pública, por onde passei algum tempo, nem a forma como muitíssimos foram seleccionados/promovidos, nem a maneira como muitos obtiveram os cursos superiores que os catapultaram, mas estou convencido que passa por aí grande parte da enorme diferença entre os valores das pensões de reforma pagas aos funcionários públicos, face aos beneficiários da SS.
Além disso, parece-me que o Fincapé sabe disso tanto ou mais do que eu.
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Sei pelas experiências concretas face ao que me está próximo, ao que me rodeia e ao que vou lendo. Embora no que diz respeito ao que me rodeia a roda não tenha pouco diâmetro. Mas não tenho informação privilegiado, nem gosto de fazer de sabichão. Digamos que já vi(vi) o suficiente.
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No que a números e contas diz respeito, prefiro 1 Eugénio Rosa a 5 João Miranda ou a10 Camilo Lourenço 🙂
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