um novo estilo
13 Maio, 2013
Acabámos de inaugurar um novo estilo de negociação política: aprovar medidas com os nossos credores e inscrevê-las nos documentos dos acordos firmados pelas partes para que elas não sejam aplicadas.
11 comentários
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o governo vai empurrando com a barriga. A situação é grave e o governo está titubeante porque já tem a noção da porcaria que fez ao não cortar na despesa e ,pelo contrário,aumentar a carga fiscal destruindo a economia ,boa e má.Nesta fase estamos perante uma impossibilidade. Como estamos sem crescimento o ajustamento que é necessário fazer de 10 a 15000 milhões de euros , é impossível sem :1º um perdão de metade da dívida pública ;2º Um deferimento do pagamento do remanescente dos juros ,pelo menos 5 anos ,isto no euro. No caso de saída do euro é necessário novo resgaste ,para apoiar a nossa saída ,mantendo-se na mesma um perdão de 50% da dívida.Este governo não tem mandato para decidir estratégias desta envergadura ,além disso não têm estatuto político e prestígio para tal desiderato. Não podemos permitir que só o bloco e o pcp vejam o óbvio ,gostaria que não fosse assim ,mas a vida dos povos é feita de vitórias e derrotas e o dia em que pedirmos o perdão da dívida pode ser declarado dia da vergonha ,para que os vindouros não esqueçam as brilhantes governações dos últimos anos e que esta crise seja cotejada com o domínio filipino e o domínio napoleónico.
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Isto não vai sem redução das despesas do Estado, incluindo o Parlamento, Municípios e Freguesias, passando por tudo o resto que seria fastidioso enumerar aqui. Só para dizer que nem o Bloco, nem o PCP aceitam a redução de deputados, nem a redução de autarquias. Resumindo, cada partido político defende as suas capelinhas e quem paga as favas são os desgraçados dos reformados, cujos mealheiros das reformas caíram em mãos
de gente de duvidosa seriedade que, pelos vistos, ainda lá continuam
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Ó rui a. é de rir, não é ?!
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“Ó rui a. é de rir, não é ?!”
Não sei se de rir, se de chorar…
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Bom e certeiro post !
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“Não sei se de rir, se de chorar…”
Eu também não, mas como isto tudo parece ter-se tornado numa ópera bufa…
Parece-me que rir é o mais adequado!
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Eu, que gosto de dar uma inclinação à vista que deito às coisas, vejo assim:
Há um tipo viciado em drogas a quem se diz – “tens aqui umas boas doses, mas só as usas em caso extremo.”
Entretanto, o mundo gira como bola colorida entre as mãos de uma criança e, também alegremente, o viciado, à hora habitual lá irá à sua reserva. É que nem necessita de fazer muito esforço, nem ir arrumar carros para comprar a dose.
O problema, para novos e velhos, é que uma vez feito para sempre possível de fazer. Depois virão os da SS que se reformaram com os 5 melhores anos dos últimos 10, depois os que o fizeram com os melhores 10 dos últimos 15, depois… inventarão. No fundo, é um saco azul, provavelmente pouco cheio, à disposição da maralha para quem resolver os problemas do país era mais fácil do que beber um copo de água.
Para já, ao fim de dois anos o governo não produziu qualquer alteração para o futuro, apesar de ter aprovado dois orçamentos. Mauzinhos, eu acho.
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Importante importante:
a) Que o governador do BdP e a sua tribo de administradores,
mantenham os seus estatutos;
b) Que madame Assunção Reformada Esteves, continue com su pension.
A bem do Regime.
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Até já não oiço os políticos dizerem que somos diferentes da Grécia.
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também os reis da 1ª dinastia foram todos excomungados por Roma por razões “semelhantes”
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A tão propalada e inflaccionada credibilidade de Portugal lá fora mostra-se e mantém-se com este modus faciendi?!…
Inovador…
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