E professor pode ser?
«Ministério confirma demissão de director condenado por abusos sexuais» Demitiu-se do cargo de director pelo que voltou a ser professor o que pode implicar um contacto muito superior com crianças. Há cinco anos a propósito do caso Fritzl confrontei a PGR com a pergunta: os violadores ou pedófilos que tenham cumprido penas inferiores a 5 ou 8 anos ficam com o cadastro limpo entre 5 a dez anos depois do cumprimento da pena? E caso isto aconteça esse apagamento do registo criminal é total e irreversível? Por exemplo, caso pretendam adoptar uma criança ou trabalhar numa escola quinze anos depois esses dados já não constam do registo criminal desde que, entretanto, não tenha ocorrido nova condenação por crime? Ao que a PGR respondeu «Pode, de facto, dizer-se que decorridos os prazos de 5/7/10 anos sobre a extinção da pena, a condenação deixa de constar no registo criminal, não sendo passível de conhecimento para qualquer efeito. O cancelamento é definitivo (salvo se houver, entretanto, outra condenação). O regime do artigo 15.º da Lei 57/98 tem natureza genérica, não sendo excluídos quaisquer tipos de crime (nem outro regime especial existe para crimes como os referidos na questão).»
Na sequência do caso Fritzl, o então PGR Pinto Monteiro defendeu uma alteração legislativa: “O que há de perigo neste momento é que no registo criminal desaparece a condenação, portanto, é possível um pedófilo vir a adoptar uma criança. É fácil, é alterarem a lei” Cinco anos depois em que ponto estamos nesta discussão?

E pessoa, pode ser?!…
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um pedófilo não é pessoa no sentido comum de ser um ser humano, um ser cultural portanto: um pedófilo é um grande perverso com uma mente totalmente distorcida pela sua perversidade. É como o assassino em série: só formalmente pode ser considerado uma “pessoa”.
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Lacan tratou como ninguém a questão da perversão. Os “grandes perversos” nunca, jamais, o deixarão de ser, ainda que possam “arrepender-se”…
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Uma conclusão que se pode tirar do post é que a maioria dos deputados são ou defendem os pedófilos, já que não alteram a lei.
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aí está algo não de todo fora dos limites do equacionável…
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Incomoda-me saber que um pedófilo é professor, e que um pedófilo condenado foi nomeado (e depois desnomeado) director de escolas. Algo está muito mal na sociedade tuga.
Mas, sabe-se, o lobby gay é poderoso… e tem tentáculos no poder político.
Por exemplo, um pedófilo ou ex-pedófilo (não condenado) pode ser ministro, secretário de estado, autarca ou deputado ? Pode !…
Não é o ministério dos negócios estrangeiros conhecido, desde há muitos anos como “o ministério rosa” ?
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basta pensar-se no grande diplomata Jorge Rito… (não sei se leva dois t’s, c os plomatas normalmente leva…)
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Eu costumava partilhar no fb com os meus amigos alguns posts vossos, q muito aprecio. Gostava de saber agora como proceder. Grato pela atenção.
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Este pode ser professor: segundo o governo e a assembleia da república, não está a mais.
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“Cinco anos depois em que ponto estamos nesta discussão?”.
Qual discussão? Algum político alguma vez poria o direito das crianças e dos pais acima do de um qualquer criminoso?
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Estou à espera das tardes infantis na televisão – mini-chuva de estrelas – apresentadas pelo Sr. Carlos Cruz.
As crianças mimarem sex-simbols são sempre um orgulho pára os pais.
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Ainda no sábado estava a ler do Expresso a notícia do outro acusado que subiu a diretor.
Acusado ou condenado. A mim dá-me igual. É afastar das crianças. Ponto final.
O resto é conversa de Europeu, cujo tema está bem mais desenvolvido e sem delongas nos States.
R.
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É o país que temos. As vítimas, para a matilha que faz tão aberrantes e celeradas leis, não gozam de qualquer direito, nem merecem um assomo de piedade. Que choldra a corja que tal legislação produziu…
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