A parte amarga
António José Seguro tem uma ideia: o subsídio de desemprego correspondente à taxa de desemprego superior à taxa média europeia (actualmente cerca de 11%) deve ser pago pelo orçamento da União Europeia. Assim, no caso de Portugal com uma taxa de desemprego de 18%, cerca de 7/18 dos custos do subsídio de desemprego seriam pagos pela União Europeia e apenas 11/18 dos custos seriam pagos por Portugal. O Luís Aguiar Conraria vê nisto uma sistema de transferências que contribuiría para a formação de uma zona monetária óptima através da eliminação de desequilíbrios temporários entre os estados membros. Ora, o esquema que Seguro defende não é nada disso. É apenas mais uma forma de não mudar nada em Portugal e sacar dinheiro aos alemães. É o sonho de que os alemães possam alimentar um desequilíbrio permanente em Portugal, algo que vem na linha do que Seguro tem defendido nos últimos 2 anos.
O esquema do Seguro não tem as características essenciais que tornam um sistema federal de transferências consistente:
1. existência de uma contribuição para o orçamento federal proporcional à massa salarial (ou algo similar);
2.existências de regras laborais federais comuns.
Sem estas regras (que são a parte amarga do sistema e que Seguro nunca proporá) os países com sistemas laborais flexíveis e baixas taxas de desemprego não estão disponíveis para financiar os erros dos países com práticas laborais inflexíveis e altas taxas de desemprego. O esquema do Seguro seria um incentivo às más políticas laborais e contribuiria para aumentar as taxas de desemprego em toda a Europa, dado que cada país teria interesse em ser receptor líquido do subsídio de desemprego europeu.

Mas esta inteligências, não sabem, que os alemães ao oferecerem um chouriço, têm de receber primeiro um porco ?
Qualquer habitante dos portugas, sabe isso !
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Não perca o latim com ignorantes… ignorantes e com o complexo de perseguição pela Merkel.
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José Seguro defende ideias que nem os comunistas defendem. Até o Cunhal diria: mas este Seguro não tem ideia do que é a necessidade de um País ser industrializado, ter fábricas, ter emprego, produzir. O José Seguro consegue ir buscar o pior da esquerda. Ainda se fosse buscar o melhor da esquerda, até estava perdoado, ou ao menos compreendido… O José Seguro que vá descobrir por que razão a Siderúrgica Nacional, nas mãos de espanhóis, pensa deslocalizar-se para Espanha. Mas para ele isso não era problema: a UE pagaria os subsídios de desemprego resultantes do fecho da fábrica. E víveríamos felizes para sempre. De facto estes tipos sofrem, como comentou A. R., do complexo de perseguição pela Merkel.
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Bom, então confirma-se a suspeita: Portugal está como esses pobres órfãos handicapés que tentam encontrar quem tenha pena deles e os adopte.
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Este Tó Zero Inseguro é mesmo uma nódoa.
Algum tempo atrás quando lhe perguntaram que conhecimentos tinha de economia, a “anta” respondeu que costumava ajudar o pai num pequeno comércio lá da aldeia.
Palavras para quê? É um verdadeiro “artista” Português.
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A mona xuxa carbura sempre com o fim de sacar dinheiro… Seja a quem for!
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Tozé Seguro 1.º Ministro???
Tenham medo, tenham muito medo….
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“É o sonho de que os alemães possam alimentar um desequilíbrio permanente em Portugal, algo que vem na linha do que Seguro tem defendido nos últimos 2 anos.”
Se fosse só o Seguro… Todos os partidos querem tal coisa, e se não for possível disfarçar a austeridade com inflação.
“Bom, então confirma-se a suspeita: Portugal está como esses pobres órfãos handicapés que tentam encontrar quem tenha pena deles e os adopte.”
Ora bem, a entrada na CEE não foi mais do que querer ser rico só por entrar num clube de ricos. Nós nem precisávamos de pensar, bastava fazer o que o Pai europeu nos dizia para fazer.
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