Perspectiva austríaca da economia portuguesa I
A escola austríaca vê a sociedade como um fenómeno emergente que resulta das decisões descentralizadas de milhões de agentes em resposta à informação que circunda cada um com o objectivo de atingirem os seus próprios fins. Os preços funcionam como um sistema de sinalização de escassez relativa dos bens e serviços. Se todos os agentes agirem em liberdade na prossecução dos seus objectivos de acordo com as suas próprias preferências, emerge um sistema coerente de cooperação e coordenação em larga escala. Os preços permitem coordenar milhões de pessoas que não se conhecem sem que exista um plano comum previamente definido.
Isto tem várias implicações. O mercado é um mecanismo permanente de descoberta de preços. Se, por algum motivo, os agentes económicos são impedidos de agir para satisfazer as suas preferências, essas preferências deixam de se reflectir nos preços. Por outro lado, os próprios preços podem ser deturpados. A deturpação dos preço origina descoordenação levando os agentes a alocar os recursos de forma inconsistente com as preferências dos agentes. Existirão sempre agentes que poderão tirar vantagem do facto de determinadas preferências não estarem a ser satisfeitas, pelo que emergirá um processo de empreendedorismo baseado na descoberta de preferências não satisfeitas. Nesta perspectiva, os empreendedores são agentes que, ao descobrir preferências não satisfeitas, ou statisfeitas à custa de desperdício de recursos, reforçam os laços de coordenação entre agentes.
O preços de que se fala aqui não são apenas os preços de bens e serviços. Incluem impostos, taxas de serviços públicos, taxas de juro, e preços não monetários sob a forma de barreiras de acesso como custos burocráticos e obrigação de registro, tempo e atenção, e cedência de dados pessoais.
A escola austríaca dá por isso relevância a deturpações no sistema de preços que provocam descoordenação e a inconsistências entre preços, preferências e recursos. Isto implica que tanto os preços demasiado baixos como os preços demasiado altos podem criar descoordenação e desperdício de recursos. Estes conceitos estão habitualmente fora dos debates em Portugal. Na nossa discussão pública e política predominam teorias económicas baseadas na deturpação de preços. A deturpação de preços visa criar inconsistências entre as preferências e os preços de forma a estimular a actividade económica necessária para ajustar as preferências dos agentes aos novos preços.

Vou pedir ao Cantinflas, para me explicar isto tudo outra vez !
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Ah, ah, ah! Bela piada, austríaca e tudo.
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Aqui está uma tal *descoordenação*
___1____Queixam-se os industriais da restauração que é devido ao IVA ser
muito elevado que os restaurantes estão às moscas e o negócio em crise mortal.
___2____Há estabelecimento que fazem : coma 2 , pague 1.
Por 2 o negócio dá para mais de 100% de lucro, para 1 vai tudo fechar *amanhã* . . .
Percebem? Eu não . . .
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Tudo certo, excepto a parte dos impostos. Impostos não são preços, porque um preço implica a existência de uma avaliação individual e uma troca voluntária. Impostos são um dos elementos que distorcem o mecanismo de preços.
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Vai-me desculpar, mas a economia ocidental não se baseia, em si mesma, numa deturpação de preços? Se não, para que serve a bolsa de valores e por que existem sobrevalorizações (e subvalorizações, também) nestes mercados? Antes do Estado, convinha analisar esse fundamento da economia atual, que atinge uma importância suprema quando se fala de “mercados”, uma vez que são estes os mercados da economia.
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Na bolsa se eu acho que alguma coisa está sobrevalorizada, vendo, se é ao contrário compro. E o preço ajusta-se.
Mais interessante será perguntar o JM se este mecanismo se deve aplicar a tudo na vida. Suspeito que vai tropeçar em alguns alçapões.
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O problema é quando se dão bolhas tão grandes que acabam por não se ajustar. Provavelmente o João Miranda responder-me-à que são os Estados quem provoca essas bolhas, ao que eu responderia que em 1929 também devem ter sido os Estados, altamente intervencionistas à época, quem provocou a bolha.
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Não existe deturpação de preços? Vê-se bem que esta gente não vive na mesma sociedade que eu. Então vamos falar de preços deturpados. Quando o BC coloca a ‘taxa de juro’ para baixo, isso é o quê? O salário mínimo é o quê? Imprimir dinheiro é o quê? Vivem numa enorme bolha e nem sabem que ela existe, nem quem a faz. E Buiça, quais são esses ‘alçapões’ de que fala (se pudesse numerar uns)?
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Eu não disse que não existia deturpação de preços provocada pelo Estado. O que eu disse, e volto a dizer, é que a própria economia capitalista se encarrega de deturpar por completo os preços no mercado bolsista, desenquadrando-os da realidade. Isso, obviamente, já se passava antes da intervenção estatal.
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o que tu escreveste e voltaste a escrever
é que o estado deturpa a lei universal de oferta e procura
já vasco da gama o dezia
não queres panos pela canela?
el-rey diz para te pendurar com os panos até chegarmos ao preço de marcado
Critério SubCritério Subponderação
Avaliação Curricular Avaliação de Desempenho em 2011-2012 convertida na escala de 0-20 valores 30
Avaliação Curricular Experiência no Ensino Secundário 15
Avaliação Curricular Experiência no Ensino Básico 5
os preços dum mercado de bit con’s feito
é o que os bit con’s estão dispostos A riscar nas linhas de coca
é por isso cas batatas subiram aos 850 para julho
o facto dos batatais estarem a secar na califórnia e as batatas a assar nos camiones a 54ºc
é apenas uma das con sequências de falares a escrever
e escreveres a falar pró vaval mente
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Apanho muito sol, und? Parece mesmo…
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“Taxation is a matter of the market economy. It is one of the characteristic
features of the market economy that the government does not interfere with
the market phenomena and that its technical apparatus is so small that its
maintenance absorbs only a modest fraction of the total sum of the individual
citizens’ incomes. Then taxes are an appropriate vehicle for providing the funds
needed by the government. They are appropriate because they are low and do
not perceptibly disarrange production and consumption. If taxes grow beyond
a moderate limit, they cease to be taxes and turn into devices for the
destruction of the market economy.
This metamorphosis of taxes into weapons of destruction is the mark of
present-day public finance. We do not deal with the quite arbitrary value
judgments concerning the problems of whether heavy taxation is a curse of
a benefit and whether the expenditures financed by the tax yield are or are
not wise and beneficial.
What matters is that the heavier taxation becomes,
the less compatible it is with the preservation of the market economy. There
is no need to raise the question of whether or not it is true that “no country
was ever yet ruined by large expenditures of money by the public and for
the public.”
It cannot be denied that the market economy can be ruined by
large public expenditures and that it is the intention of many people to ruin
it in this way.
Businessmen complain about the oppressiveness of heavy taxes. Statesmen are alarmed about the danger of “eating the seedcorn.” Yet, the true
crux of the taxation issue is to be seen in the paradox that the more taxes
increase, the more they undermine the market economy and concomitantly
the system of taxation itself. Thus the fact becomes manifest that ultimately
the preservation of private property and confiscatory measures are incompatible. Every specific tax, as well as a nation’s whole tax system,
becomes self-defeating above a certain height of the rates”
Human Action, Interference by Taxation, Ludwing Von Misses
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Impostos são definitivamente ‘roubo’. É tão simples quanto isso. Quem disser que não o é, que tente não pagá-los.
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No caso de Portugal, pelo menos em certos municípios em que as novas avaliações para estabelecimento do valor tributável dos imóveis vão já ao arrepio da forte desvalorização da propriedade, o IMI, daí resultante, pode considerar-se confiscatório e incompatível com a manutenção da propriedade privada.
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meu deus um novo pagliacci
ou escreve-se praesi dentis de sabre?
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No nosso caso a tendência para a deturpação de preços tem mais a ver com concepções pré-existentes do que é que o consumidor “deve” querer. Nos piores casos chega-se ao limite e os preços são determinados (deturpardos = subsidiados) conforme o que o utilizador acha que “deve” pagar por eles. Como bem descreve, basta não olhar à conta de quem paga o custo do resto do preço que eu não pago.
Por outro lado, muito superior a qualquer teoria “austríaca” (ironicamente não levada à letra na própria Áustria) ou “keynesiana”, até porque muito mais ancestral e fácil de compreender por qualquer dona de casa, é a noção de CUSTO das coisas.
Faz-me sempre confusão ler quem parte do princípio de que as colunas do deve e do a haver foram inventadas por Hayek ou Keynes ou Smith.
Porque se eu pensar em deturpação de preços em termos do que é o custo real das coisas, posso concluír facilmente (por exemplo) que o bolo dos impostos (o preço) que pago me permitiriam usufruír de muito melhores serviços do que os que me entregam em troca; podia igualmente concluír que pelo custo que o conjunto do sistema de educação nacional me cobra, poderia ter muito melhor ensino se optar em vez de ajustar o preço (impostos) que me cobram, ajustar por exemplo a eternamente rígida capacidade instalada em excesso.
Mas, crucialmente, também me permitiria concluír que o cartel que me fornece energia me cobra um preço exageradíssimo face ao que custa fornecer-me essa energia; ou que por exemplo pelo preço que os portugueses pagam para ver televisão em casa, podiam ver centenas de canais grátis (ou de subscrição um a um conforme os gostos) fornecidos via TDT, se essa rede de distribuição não tivesse sido atribuída a um concorrente do fornecimento por cabo. (um canal digital no sec XXI eu posso fazer de casa com custo reduzidissimo e à rede custa praticamente o mesmo transmitir os 4 canais de sempre ou 4 mil outros em que o limite é apenas a creatividade de cada um, mas curiosamente continuam sempre os mesmos 4 a ser oferecidos e quem quer mais tem de ir para o cabo pagar uma fortuna)
Pensar e entender os custos reais embutidos em cada “preço”, tem ainda a vantagem de evitar os eternos “derbies” entre “direita” e “esquerda”, onde apenas se discute se toleramos mais deturpação de preços do lado do provedor público ou do lado de provedores privados.
Cumps,
Buiça
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Se todos os agentes agirem em liberdade na prossecução dos seus objectivos de acordo com as suas próprias preferências, emerge um sistema coerente de cooperação e coordenação em larga escala.
Isto não é verdade. Há bens que não têm preço, que não podem ser trocados. E é para esses que o tal mercado se pretende dirigir para os açambarcar e tornar inacessíveis, como é o caso das patentes nos Estados Unidos.
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Se bem percebi, está a criticar a liberdade, dando um exemplo de um programa governamental.
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Liderança da Autoridade da Concorrencia para irmao de gestor da optimus…o crony(ismo) desta malta nao tem limites 🙂
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A escola austríaca é demasiado básica. Nem digo teórica porque teve muito mais razão Einstein quando teorizou sobre impossíveis aparentes e mais tarde teve razão nas observações práticas. A escola austríaca faz o contrário: nega o que se observa. Qualquer pessoa sabe que os preços são formados na tentativa de obter o maior lucro possível com o menor trabalho possível. Cingem-se ao mercado, pois claro. Se um vendedor de alfaces estiver ao lado de outro, não tentará vender a sua alface por muito mais do que o vizinho. Se um consumidor comprar sempre nos mesmos vendedores tenderá a comparar os preços nesse locais. Que possibilidades tem um comprador de alfaces de verificar todos os preços da sua vizinhança antes de comprar? Tem zero porque, das duas uma: ou vai verificar todos os preços e perde tempo, gasolina e sapatos, gastando muito mais do que o valor do produto; ou arrisca pagar um pouco mais caro, evitando todas as chatices referidas. Quer dizer, as teorias do laisser faire assentam num monumental engano: o de que é possível os consumidores deterem toda a informação ou, ainda pior, de que é possível tê-la. Mas assentam também noutros monumentais enganos: o da racionalidade dos consumidores. Sabendo-se que os consumidores/cidadãos não são racionais nas coisas mais comuns da sua vida, como podem sê-lo naquilo que é impossível? (Lembro o livro “Previsivelmente Irracional”). Ainda ontem comprei um produto mais barato 33% mais barato do que era habitual. Porquê? Foi numa farmácia e esse produto não me tinha sido apresentado antes, retirando-me a possibilidade de ter essa informação.Não vou falar da teoria do desequilíbrio, referente ao não ajuste imediato dos preços, até porque não sou especialista. Mas posso falar do seguinte, fazendo uma citação de uma leitura recente (embora sobre coisas velhas): ” A concorrência passa a fazer-se essencialmente pela diferenciação dos produtos…” Ou seja, quem tem o tarifário de telemóvel mais baixo para necessidades idênticas , A ou B. É pôr A e B a discutir o assunto para concluir que é o A, diz o A. É o B, diz o B. Conclusão, são os dois, mesmo que um pague mais do que o outro. Entre aqui também a emoção, bem como a obsolescência dos produtos.
Quer isto dizer que estes produtos não deverão estar no chamado mercado livre? Sim, deverão estar. Mas quer também dizer que o mercado tem de ter regulação. A selvajaria que atingiu os mercados e levaram a esta monumental crise levou Greenspan a renegar o que sempre tinha defendido: a desregulamentação. Infelizmente, viu demasiado tarde. Só para se ver o que são mercados desregulamentados: os senhores que andaram a vender papéis aldrabados, cobertos pela legislação, ficaram com lucros de riqueza que não proiduziram. Ou melhor, ficaram com lucros de prejuízos brutais que produziram. Sem que ninguém os responsabilize. Ou melhor, sendo elogiados pelos defensores dos mercados livres, apesar de enxovalhados nas comissões de inquérito do senado americano. Fantástico!
PS: Limitei-me a dizer coisas essenciais, de forma muito rápida, embora o tema merecesse uma reflexão mais pausada. As minhas desculpas.
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Greenspan abandonou tudo o que defendia no momento em que se tornou chairman da FED, basta ler o que escreveu sobre o padrão ouro.
Este o que fez foi intervir fortemente no mercado, a crise de 2008 deveu-se ao que Este fez, na resposta há crise de 2000( bolha das dot.com), convém relembrar que o amado Krugman disse que devia ser a resposta “insuflar uma bolha no mercado imobiliário).
A escola austríaca esta desde 2008 a ganhar adeptos e força que tinha perdido.
Convém não esquecer (ver no youtube) que economistas adeptos desta forma de analisar a economia, previram a crise, bem como Von Mises nos anos 20 previu a grande depressão.
O mercado mais regulado que existe é o mercado bolsista,
A crise nunca teria acontecido (pelo menos na magnitude com que ocorreu) senão fosse pela intervenção estatal.
Atacar a escola austríaca quando se defende o estadismo é engraçado.
Mas natural, geralmente os economistas desta escola são anti estadismo, e ser pela liberdade nos dias que correm não esta na moda.
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Por pouco que me escapava o seu comentário. E perdia uma boa risada. Ainda bem que acha que os famosos “mercados” são sérios. Evita-lhe ficar chateado quando compra gato por lebre. 😉
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esta macacada neo tonta ainda está nesta fase infantil das noções da formação de preço, se virmos bem quase tudo é na bade do se , mas enfim, autêntico surf para Goldmans com tanto mentecapto á solta . Mas conceda-se, com tanto camelo na oferta , os camelos estão baratos
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Não diga isso. Quando o angolano me pedir 5 euros cada vez que eu abrir a torneira lá de casa, estes chorrilhos serão importantes para explicar que esse vai ser o “preço de equilíbrio” e que devemos pagar e calar porque lei é lei e contratos são contratos.
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bolas se tu és o camelo do trício
sabe-se lá porque raio o tritium se chamaria tricium von Hollande
tinhas uns testes de cruzes bem giras
tás en reforme partidária né?
ou es le fills ainé von carolle ex-araujum chiaroscuro? non?
se bem me lembro eras péssimo a fazer com tásse
bom eras péssimo.ponto final
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mas com ceda-se és camelo reformado a 5000?
ou és camelô a meia-reforma comme nosse salvo seja silva pagli aço?
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compraste muitas mais centrifugadoras a 35 000 contos?
perdão, fizestes aquisições de futuro para vossos donzéis?
bolas já não chegava o Miguel Mota inda estar vivo
e este camelo inda num quinou…mesmo a 54ºC aguentam
devem ser transgénicos….
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Perspectiva engraçada é a da Troika a dar uns puxões de orelhas ao governo, não percebendo as significativas cedências deste ao professores, e em total desacordo com o que o governo se comprometera com a Troika na 7ª avaliação…
E como se não bastasse isto, referem os números duvidosos transmitidos pelo governo em Maio…
A 8ª avaliação deve ter muito de explicações, e a Troika deve já fazer-se acompanhar por um perito em perfis psicológicos políticos gregos……
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Qual é o preço da sua vida, caro JM?
.
E a dos seus filhos?
.
E a dos filhos dos outros?
.
Que preço pode inferir do trabalho que a senhora sua mãe teve a gera-lo, cria-lo…
.
Como diria, e bem, o Pedro Arroja, se os nossos pais tivessem o preço como suprema prioridade de todas as coisas, o mais provavel é terem nos lançado ao mar logo que nascemos. Afinal de contas só lhes demos prejuizos.
.
Rb
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o preço da vida anda em 11 rupias…
Ammunition
No. Name
Pakistan Price
1). .30 Bore Local
Rs. 16
2). .30 Bore Chinese
Rs. 22
3). 9mm Daara (Shop Made) Pakistan
Rs. 18
4). 9mm Russian WOLF
Rs. 32
5). 9mm China
Rs. 35
6). 9mm WAH (Pakistan)
Rs. 36
7). 9mm Armscore JHP (Philipines)
Rs. 60
8). 9mm MagTech HP’s (Brazil)
Rs. 75
9). 9mm American Eagle / Federal Cartridge (U.S.A)
Rs. 75
10). 9mm American Eagle / Federal Cartridge Hollow Point (U.S.A)
Rs. 110
11). 9×18 Makarov
Rs. 50
12). .22 Amscor Philippines
Rs. 11
os filhos é à cachaporrada ao estylo hutu…..custam muito mais barato
deve demorar mais uns aninhos…
mas o preço da vida é o de uma naifa em portucalé
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Ricciardi, tem dúvida sobre a influência dos preços no grau de de fecundidade das mulheres?
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Caro Ricciardi,
Muito bem!
Aliás, e um bocado no seguimento do que escreveu, eu acho “piada” aos liberais ferverosos católicos que conseguem, de um só salto mental, conciliar liberalismo económico completo com a sua religião… isto para não falar dos admiradores da Sr.Ayn Rand que também se professam cristãos, quando a ideologia fundada pela referida senhora serviu de base a um tal Anton La Vey para a sua “Church of Satan”.
A verdade é que o liberalismo levado ao extremo (tal e qual como o socialismo ou qualquer outra ideologia) acaba num regime repressivo, seja com Estado (no caso Socialista) sendo em anarquia pura (no liberalismo se levado à sua devida consequência).
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Bom, pela mesma lógica não podemos ser contra a corrupção do Estado pelas corporações e empresas por o Adolfo e o Benito se terem lembrado do mesmo nos seus discursos…?
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ó buiça phodes inté matares el-rey von cu ruptus
mas 20 mil anus de grafitti en foz côa dizem-nos que há bué de auroques e outros boys en lista de espera
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anarquia pura?
isso existe?
nem durruti con seguiu a desorganização social
nem enver hoxha……
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Obviamente que não. Sendo o Homem um ser de grupo, tal não seria possível sem alterar a nossa psique, provavelmente a nível genético.
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a economia caro ou barato jm
j’aime?
está dependente do clima
já o clima aguenta com esta economia?
ai aguenta aguenta
já os californianos a 54ºC tenho sérias dúvidas
e o sistema eléctrico a carvão dos US of A inda menos
a escola austríaca está en crise
e a espécie humana está em deflação …..não deu foi ainda por isso
bom verão ó torresmos pretéritos do futur passé
ou bien passé?
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-> O endividamento em cima de endividamento… pode provocar crescimento… só que… um crescimento não sustentável, crescimento eng.-socratiano, APROXIMA-NOS DA BANCARROTA.
-> A austeridade pode provocar recessão… todavia, no entanto, com medidas de austeridade correctas… podemos estar a AFASTARMO-NOS DA BANCARROTA.
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-> Música para contribuinte-parvo: «AGORA É QUE VAI SER, AGORA É QUE VAI SER».
—> A conversa dos ‘Políticos Carta Branca’ (e de certos lobbys) é a mesma… à décadas: «agora é que vai ser, agora é que vai ser… com mais este novo endividamento é que vamos por o país a crescer de forma sustentável»… e… o país, eng.-socratianamente, a caminhar em direcção à bancarrota…
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—» O contribuinte não pode continuar a andar a ser comido a torto e a direito… leia-se, é urgente uma nova alínea na Constituição: o Estado só poderá pedir dinheiro emprestado nos mercados… mediante uma autorização expressa do contribuinte – obtida através da realização de um REFERENDO.
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Mais:
—>>> O contribuinte não pode andar constantemente a correr atrás do prejuízo: BPN, PPP’s, etc, etc, etc.
!!!…DEMOCRACIA SEMI-DIRECTA…!!!
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Dito de outra forma:
-> Não seja cúmplice dos ‘Políticos Carta Branca’: os políticos que querem carta branca para continuar a estoirar milhões e milhões em endividamento…
-> Apoia os ‘Políticos Disponíveis para serem Fiscalizados’ (pelo contribuinte): “O Direito ao Veto de quem paga”.
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—> É uma ‘regra’ da democracia:
– Um ministro das finanças que dê abébias a certos lobbys tem a vida facilitada… pelo contrário, um ministro das finanças que queira ser rigoroso, tem de enfrentar uma (constante) tempestade política.
—> Mesmo depois de já terem sido estoirados mais de 200 mil milhões em endividamento… os ‘Políticos Carta Branca’ querem estoirar mais: eles continuam a falar em mais e mais despesa… “não enquadrada” na riqueza produzida!?!?!
-> Mais, para os ‘Políticos Carta Branca’ já se vislumbra uma luz ao fim do túnel: “implosão da soberania, ou o caos” – federalismo…
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—> Por um sistema menos permeável a lobbys, os ‘Políticos Disponíveis para serem Fiscalizados’ (pelo contribuinte) farão uma gestão transparente para/perante cidadãos atentos… leia-se, são necessários melhores mecanismos de controlo… um exemplo: “O Direito ao Veto de quem paga” (vulgo contribuinte): ver blog ‘fim-da-cidadania-infantil’.
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