Pelo que me foi dado observar os de barba são aqueles
*chafurdas* que querem que preceitos da *Sharia* sejam
incorporados na Constituição futura do Egipto . . .
O (nefando e infiel .. . .) Ocidente dividiu há 200 anos (Revolução Francesa) as obrigações do indivíduo em dois campos independentes : o civil, a que todos temos que obedecer, e o religioso, que obriga exclusivamente os crentes. . .
Simples, não é.
Deve haver algo subtil no artigo linkado que me escapa, porque não leio lá qualquer referência a “revolução”.
O que eu leio são referências a uma mistura explosiva de militares e religiosos, desde sempre as duas maiores fontes de morte e destruição. Está mesmo a falar de quê, caro Vitor?
Recomendável reler as hossanas primaverilmente entoadas (pelos/as idiotas úteis do costume) aquando do derrube de Mubarak…
Essa canalha “nem esquece, nem aprende”…
A ‘primavera árabe’ está sempre em movimento. No Egipto – depois de Mubarack – tinha assentado arraiais nas mesquitas. Agora, regressou às casernas. É a dinâmica ‘revolucionária’. ‘Reaccionário’, como diria o Barroso, seria o seu afogamento no Nilo.
Êh, lá tem homens de barba, aqui tem só garotada .
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O Egipto tornou-se na semana que finda, se dúvidas haviam, num país mais respeitável que Portugal.
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Não quer deixar a sua morada, caso o pessoal nacional se excite também e precise de extravasar a sua respeitabilidade?
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Moro longe e rodeado de mar.
E não dou corda a excitamentos sócio-políticos.
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Pelo que me foi dado observar os de barba são aqueles
*chafurdas* que querem que preceitos da *Sharia* sejam
incorporados na Constituição futura do Egipto . . .
O (nefando e infiel .. . .) Ocidente dividiu há 200 anos (Revolução Francesa) as obrigações do indivíduo em dois campos independentes : o civil, a que todos temos que obedecer, e o religioso, que obriga exclusivamente os crentes. . .
Simples, não é.
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Para a família dos defuntos vai ser com certeza…
Deve haver algo subtil no artigo linkado que me escapa, porque não leio lá qualquer referência a “revolução”.
O que eu leio são referências a uma mistura explosiva de militares e religiosos, desde sempre as duas maiores fontes de morte e destruição. Está mesmo a falar de quê, caro Vitor?
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Imagina tu que o Egito é habitado por egípcios.
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E a Grunhelândia ?
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Por grunhelandeses, claro.
São parecidos contigo
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É por causa do Egito, do ato, do pato ou do fato?
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Recomendável reler as hossanas primaverilmente entoadas (pelos/as idiotas úteis do costume) aquando do derrube de Mubarak…
Essa canalha “nem esquece, nem aprende”…
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A ‘primavera árabe’ está sempre em movimento. No Egipto – depois de Mubarack – tinha assentado arraiais nas mesquitas. Agora, regressou às casernas. É a dinâmica ‘revolucionária’. ‘Reaccionário’, como diria o Barroso, seria o seu afogamento no Nilo.
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