sobre o «fracasso» do capitalismo
6 Julho, 2013
Maílson da Nóbrega, na Veja de hoje: «Na época de Adam Smith, 90% dos europeus ocidentais eram pobres. Actualmente, são apenas 10%».
14 comentários
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Maílson da Nóbrega, na Veja de hoje: «Na época de Adam Smith, 90% dos europeus ocidentais eram pobres. Actualmente, são apenas 10%».
há um país da europa ocidental com 1/5 da sua população em situação de pobreza:
.
http://economico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/economia/pt/desarrollo/1046490.html
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não filha há vários
só portugal tem um terço de pobres abaixo do salário mínimo
abaixo do nosso salário mínimo a roménia tem 9 décimos da sua populaça
daí milhares deles e delas terem vir a dar o cu por portucale….
bom a roménia é oriental né….e nem sequer fala grego…
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Ah, se vem na Veja é porque é.
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Isso de medir a pobreza… O Banco Mundial define a pobreza extrema como viver com menos de 1 dólar por dia (PPP)e pobreza moderada como viver com entre 1 e 2 dólares por dia. Estima-se que 1 bilião e 100 milhões de pessoas a nível mundial tenham níveis de consumo inferiores a 1 dólar por dia e que 2 biliões e 700 milhões tenham um nível inferior a 2 dólares.
Ora veja.
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Ab SURDO 1 DÓLAR? QUANTO É ISSO EM OVOS MALAIOS?
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E eu que pensava que neste blog passavam boa parte do tempo a dizer que os partidos do poder em Portugal (um reflexo da Europa Ocidental) eram todos socialistas. Bem, a coerência perdeu-se com a irrevogabilidade do Portas.
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Caro Rui,
O link remete para a página da revista Veja e o artigo em questão perdeu-se. Eu ia tentar encontrar no texto referido alguma coisa sobre a redistribuição da riqueza criada e da comparação entre a época de Adam Smith e a atual.
E também da seriedade dos produtores de riqueza desse tempo e de hoje, tendo em conta os tempos, a cultura das épocas e a noção de riqueza.
Mas numa coisa tem razão, parece-me: o capitalismo costumava criar mais riqueza do que outras formas de organização conhecidas. Agora… não se sabe muito bem se cria riqueza ou não. O que se sabe é que se especializou em ilusionismo.
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Esperemos que se mantenha na Europa o “capitalismo” das décadas do pós-guerra ou o “capitalismo” dos países nórdicos.
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No chamado ocidente chama-se pobreza a quem tenha menos de 10 euros por dia disponíveis pelo que nas contas das tias elas são pobres em Portugal mas riquissimas entre o bilião de pobres. Ora vejam….
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Mas, afinal, o Rui é liberal ou capitalista?
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isso foi é o triunfo do colonialismo! e agora fomos apanhados na volta da história…
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não, isso foi o triunfo da máquina sobre os luditas orientaes e desorientados
curioso é a euro-américa que destruiu a indústria rudimentar afro-orientalis
ter fornecido os meios para ser suplantada pelo perigo amarrelo de GUILHERME O 2º
A HISTÉRIA NUM TEM VOLTAS SÓ SEBENTAS MUITO SEBENTAS
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ESCREVE-SE FOMOS AFOGADOS NA MARÉ DEMOGRÁFICA DE CON SUMIDOUROS
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A forma de medir a ‘pobreza’ muda constantemente e mudou dramaticamente desde Adam Smith. Actualmente, a taxa de pobreza não mede pobreza nenhuma, mas mede desigualdade de rendimentos. É tudo uma farsa. Nesta forma de medir a pobreza, esta nunca acabará, existirá sempre. E quanto mais rápido a riqueza aumentar (mais liberdade económica), maior será a taxa de pobreza. É tudo uma valente mentira.
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