ideias para o crescimento
O governo português continua teimosamente a insistir em políticas recessivas de austeridade, rejeitando as políticas de crescimento económico que lhe têm sido aconselhadas pela oposição, por eminentes economistas portugueses e estrangeiros, pelas centrais sindicais, por ilustres membros da prelatura lusitana da Igreja Católica, sobretudo pelo seu Bispo Castrense D. Januário Torgal Ferreira, por Tozé Seguro, pelo Presidente da República actual e pelos Presidentes da República pretéritos Mário Soares e Jorge Sampaio, e pelo Doutor Artur Baptista da Silva, conselheiro não ratificado da ONU.
Tamanha cegueira só pode encontrar justificação na falta de cultura dos membros do governo e numa imensa falta de imaginação para criarem as políticas de crescimento económico de que todos falam. Ou, então, num profundo masoquismo político, que se satisfaz em maltratar o povo e em perder votos e eleições, coisa incomum na política, a merecer estudo psicanalítico.
Para suprir essa lacuna governamental e pôr o país no caminho que ele merece, deixamos aqui algumas sugestões de políticas económicas para o crescimento. Embora estas ideias sejam nossas, apostamos que encontraremos a sua grande maioria nas propostas que o Partido Socialista levou para o acordo de salvação nacional.
Assim:
1ª Fabricar notas de banco em quantidade suficiente para acabar com a crise e com a pobreza (ideia roubada ao Dr. Mário Soares).
2ª Obrigar os bancos a concederem crédito ao consumo e às empresas a custo zero ou próximo disso. Os bancos iriam buscar aos seus lucros perdulários o dinheiro que «perderiam» nestas operações. A dinamização da economia interna com estas medidas seria espectacular e geraria riqueza e prosperidade para todos (ideia roubada do Professor Francisco Louçã).
3ª Duplicar o número de funcionários públicos, acabando assim com o problema do desemprego e com a instabilidade na administração pública (ideia roubada ao Sr. Arménio Carlos).
4ª Retomar um amplo programa de obras públicas, desde logo o TGV e o novo aeroporto de Lisboa, mas também novas auto-estradas, pontes, hospitais, escolas e outros, através de vantajosas parcerias público-privadas, que gerariam emprego, dinamizariam o mercado interno, criariam riqueza para todos e, mais importante de tudo, não teriam qualquer encargo sobre os contribuintes portugueses (ideia roubada ao Engenheiro José Sócrates).
5ª Criar um grande banco público de fomento da economia e das empresas, que emprestaria dinheiro a quem dele precisasse para desenvolver negócios de sucesso garantido (ideia roubada ao Dr. António José Seguro).
6ª Pregar o calote aos alemães e demais credores do tesouro público (ideia roubada a um ilustre deputado do PS, cujo nome não se me ocorre no momento).
7ª Obrigar os empresários portugueses a duplicarem os postos de trabalho nas suas empresas, a reajustarem anualmente os salários em 10%, a aplicarem um salário mínimo com o valor praticado na Suécia e a não despedirem trabalhadores nos próximos cinco anos (ideias roubadas ao Sr. Jerónimo de Sousa).
8ª Solicitar aos nossos amigos europeus que nos paguem a dívida (ideia roubada ao Dr. António José Seguro, que tem muitos amigos por essa Europa fora).
9ª Criar o «Dia Nacional do Empresário», prometer a redução dos impostos num prazo máximo de cinquenta anos, criar condições atractivas para o investimento estrangeiro, como o «Prémio do Investidor Camone do Ano» (pago em títulos da dívida pública), e garantir aos investidores que «Portugal é um país amigo» (ideias roubadas ao Sr. Primeiro-Ministro Dr. Paulo Portas).
É fácil e não custa nada, como se vê. Só falta começar.

Como já irrita andar sempre a repetir argumentos, registe para memória futura: enquanto não resolver o problema do desemprego, não resolve problema algum. Depois, vocês, supostamente liberais, têm que resolver um problema: há muito que, quem tem capital- capital a sério- não quer investir em bens transacionáveis. Há muito! Que fazer? Encostam-se ao paredão? Nacionaliza-se tudo? Ou usam-se incentivos (protecionistas!) que estimulem esse investimento?
GostarGostar
E como se resolve o problema do desemprego? Maneira socialista = mais ou todos funcionários públicos, ou há outra forma?
GostarGostar
A maneira socialista, pode ser essa se estiver a referir-se a uma tendência comunista. Para as correntes atualmente designadas por sociais democratas, não é assim necessariamente. Para mim, não o é de todo e, a experiência americana dos anos 30, tem exemplos para quem os quiser estudar. Agora, há uma série de patranhas em que não alinho, como, por exemplo, a de que no final do horizonte austeritário está uma amanhã radiante de crescimento económico. Para haver, para além de ser necessário não atrapalhar a vida às pequenas e médias empresas que horrorizam os nossos liberais, têm que ser dados estímulos ao investimento (que não têm que significar dar dinheiro e, muito menos, dar dinheiro aos amigos). Simultaneamente, têm que existir almofadas para conter as consequência do desemprego, pelo que é um disparate o ataque que está a ser feito aos serviços sociais do Estado (atenção: eu disse serviços sociais e não serviços para os amigos).
GostarGostar
Realmente já irrita esta mania de alguns insistirem em que a “solução” para sairmos de uma situação em que gastamos mais do que produzimos e devemos mais do que podemos pagar é mostrar que não temos intenção de sequer tentar pagar (parte d)o que devemos e que qualquer mudança que façamos é para gastar mais e não menos e pedirmos que nos dêem dinheiro para dar emprego aos desempregados de forma a eles poderem comprar o que produzam.
Esta gente desliga o cérebro antes de escrever ou não tem nada para desligar?
GostarGostar
Diga isso ao seu governo. Ele é que anda a tentar aldrabar toda a gente, fingindo que vai pagar o que sabe não conseguir fazer. Quanto ao facto do Amado Lopes gastar mais do que produz, é um problema que tem que resolver. Quando idêntico raciocínio passa para um país inteiro, é preciso saber como PRODUZIR MAIS. Pois, eu sei, isso é mais durinho e é só para quem tem cérebro a funcionar.
GostarGostar
Trinta e Três,
“Diga isso ao seu governo. Ele é que anda a tentar aldrabar toda a gente, fingindo que vai pagar o que sabe não conseguir fazer.”
Há uma diferença substancial entre mostrar que se quer pagar o que se deve, mesmo quando se sabe que isso é virtualmente impossível, e fingir que se vai pagar.
Por outro lado, assumir que não se vai pagar o que se deve e pedir mais dinheiro aos credores, ao mesmo tempo que se diz que se quer aumentar ainda mais a despesa e reduzir a receita, não é ser aldrabão. É preciso dizer o que é?
“Quanto ao facto do Amado Lopes gastar mais do que produz, é um problema que tem que resolver.”
Uma vez que parece não considerar a dívida e deficit de Portugal como comunitários (no sentido de que dizem respeito a todos, independentemente de quanto cada um “contribua” para aqueles), fazemos o seguinte: o Trinta e Três só contribui para as despesas do Estado que defende e eu só contribuo para as despesas do Estado que defendo.
Naturalmente, as despesas estruturais (órgãos de soberania e segurança pública, p.e.) terão que ser pagas por todos.
Uma condição é que o total das contribuições tem que cobrir o total das despesas. É que ou começamos a amortizar a dívida, o que implica superavit público real (com todas as despesas contabilizadas), ou deixamos de ter quem nos “empreste” dinheiro, o que implica deficit público zero (também com todas as despesas contabilizadas).
“Quando idêntico raciocínio passa para um país inteiro, é preciso saber como PRODUZIR MAIS. Pois, eu sei, isso é mais durinho e é só para quem tem cérebro a funcionar.”
Quem tem cérebro a funcionar sabe que o que é realmente necessário é VENDER MAIS DO QUE SE COMPRA. Produzir mais para consumir mais ou deixar estragar não resolve nenhum problema, apenas os aprofunda.
GostarGostar
Se, por acaso, tivesse lido todo o comentário que escrevi ao post do Rui A., sabia que já tinha respondido à parte da produção. Que é preciso produzir mais do que se consome, já ando eu (e muitos outros) a dizer há muito. O problema é que a linha do governo que o Amado Lopes defende, ignora isso e reduz tudo a uma folha de contabilidade do Estado: receitas e despesas. Claro que dá sempre buraco.
GostarGostar
Só mais uma coisa: o governo não tem nada que dar a entender que quer pagar o impagável, a menos que considere que os credores são atrasados mentais que ainda mão perceberam o final da história. O que o governo tem que fazer, é assumir a situação real (não é possível pagar) e negociar tendo em conta esse pressuposto. Também convém não cair na armadilha dos credores que, naturalmente, procuram sacar tudo o que puderem.
GostarGostar
Trinta e Três,
Parte do que o Estado consome é fundamental para manter o país a funcionar mas o Estado não produz, apenas consome. E, para consumir, tira aos privados capital que estes poderiam usar para criar riqueza. O Estado tirar capital aos privados para investir em actividades económicas é um contra-senso.
As decisões de “investimento” do Estado são “políticas” e estão completamente dependentes dos grupos de pressão, o que leva a que esses “investimentos” sejam normalmente usados para transferir dinheiro para pessoas, empresas, organizações e corporações “amigas” ou que é necessário manter satisfeitas.
O interesse do Estado normalmente não interessa a quem toma as decisões o que leva a decisões completamente ruínosas para os portugueses (veja-se o caso das PPP’s, a nacionalização do BPN, a não privatização do Grupo RTP, …). O facto de quem toma essas decisões usar dinheiro que não lhe custou a ganhar e não responder pelos resultados do que decide leva a que a falta de vergonha impere. Basta-lhes dizer que são decisões políticas e quem paga tem que se calar.
Para melhorar o desempenho da economia, o que o Estado tem que fazer é:
– não dificultar a vida aos empresários com exigências despropositadas (regulamentos, licenciamentos, …) além do estritamente necessário para proteger o público;
– ser célere, consistente e justo nas decisões judiciais, para transmitir confiança aos investidores;
– gastar o menos possível, para pesar o menos possível nos contribuintes e, assim, haver mais capital disponível para investir;
– manter um quadro legal e fiscal estável de modo a garantir a previsibilidade que os investimentos de médio-longo prazo (os que realmente interessam) requerem.
O que o Estado NÃO deve fazer é:
– tirar dinheiro às empresas que criam riqueza para o dar às que a não criam;
– tirar dinheiro a quem trabalha para o distribuir por quem pode mas não quer trabalhar;
– tirar dinheiro a quem o ganhou para o dar a quem grita mais alto;
– insistir em manter no Estado funções (nas áreas do Ensino e da Saúde, p.e.) que são normalmente melhor prestadas pelos privados e que beneficiariam com a competição entre estes;
– manter, na Administração Pública e nas empresas públicas, regalias completamente despropositadas em comparação com o privado e que são pagas por este, o que promove a ineficiência e o compadrio.
O Trinta e Três pode defender (e bem) que “é preciso produzir mais do que se consome” mas se sugere que o aumento da produção deve ser promovido através de investimento público então está é a defender precisamente o contrário.
E quando escreve que “o governo não tem nada que dar a entender que quer pagar o impagável” demonstra que acredita que é quem precisa da ajuda de outros que dita as regras e que não percebe nada de negociação.
No momento em que o Governo diga “não é possível pagar” deixa de ter com que negociar e, com um grau de certeza bastante elevado, Portugal ficará de um momento para o outro sem acesso a fontes de financiamento externo e, portanto, obrigado a viver exactamente na medida das suas possibilidades. Ou seja, muitíssimo pior do que vive agora.
Ao demonstrar que Portugal está realmente a procurar mudar de rumo, o Governo acumula argumentos para poder negociar a ajuda de que necessitamos para que a nossa situação venha a melhorar. E essa ajuda nunca será “empréstimos” a fundo perdido mas sim investimento.
As pernas dos “banqueiros alemães” podem “tremer” com a perspectiva de não receberem de volta o dinheiro que lhes devemos mas, perante a certeza de que não o vão receber, é garantido que não nos emprestarão mais nem emprestarão a quem queira “enterrar” dinheiro em Portugal.
GostarGostar
Joaquim Amado Lopes:
Indo diretamente ao mais importante desta polémica. Portugal NÃO está a mostrar querer mudar de rumo. Portugal está a aplicar uma política de contenção de despesas de duvidoso critério, sem qualquer alteração naquilo que é fundamental e que é a única garantia de que as coisas não voltam ao mesmo na primeira oportunidade: a sua estrutura produtiva. Dizer se isso é feito pela iniciativa privada ou com estímulos do Estado (que, por aqui, se confunde, sempre, com dar mais dinheiro) é uma falsa questão. É uma falsa questão, porque essas reformas não são possíveis sem a colaboração de ambos e com uma forte ação do Estado: na fiscalidade, na legislação, na burocracia, na criação de “almofadas” para atenuar os efeitos sociais de algumas reformulações. Deixo de lado, por agora, um aspeto sempre ignorado nas polémicas do “Blasfèmias”: quem detém capital, a sério, não está interessado em investi-lo no setor produtivo.
.
Credores. Aqueles que nos emprestaram dinheiro, estão-se nas tintas para a orientação política das medidas que tomamos, desde que… paguemos. Os “conselhos” que têm dado, preocupam-se, apenas, com esse objetivo: garantir que pagamos. Se assim não fosse, há muito que se tinham preocupado com a tal “economia” de que os atuais governantes dizem ter “chegado a hora”. Ora, quem tem memória das coisas sabe que um dos motivos por que chegamos ao estado caótico em que nos encontramos, foi devido à aplicação de algumas orientações/conselhos/imposições da União Europeia que levaram à quase extinção de atividades, em vez de se optar pela sua reformulação. Todos citam (nem sempre bem) os exemplos da agricultura e das pescas, mas pouco falam na metalomecânica (vejam a história do encerramento da Sorefame). Todos falam nas “ventoinhas” subsidiadas do Sócrates, mas poucos se preocupam em ver de onde veio a ideia/diretiva e qual a origem do material instalado. Todos enchem a boca com conceitos como o da “globalização” (a tal que, segundo os responsáveis da UE, ia empurrar a China para a democracia em menos de um fósforo), mas poucos se preocupam em estudar as desigualdades existentes nesse processo (estamos a importar, sem qualquer entrave, produtos que não cumprem as exigências impostas aos produtores europeus; estamos a importar, sem qualquer entrave, produtos de países que continuam a aplicar taxas de mais de 50% a iguais produtos europeus). Por isso, limitar a questão da dívida a uma simples poupança para mostrar que nos portamos bem, é uma treta para entreter meninos e um crime de lesa pátria. A nossa situação exige medidas simultâneas de intervenção na economia e de política externa, totalmente ao contrário da mariquice do “bom aluno”, que negoceie com base em dados reais: 1º) não há inocentes nesta história em que a UE teve grandes culpas; 2º) a nossa dívida não é pagável; 3º) não ter isto em conta, a única coisa que provoca é a “sangria” do país e uma brutal transferência de riqueza.
GostarGostar
Salazar, homem dotado de uma inteligência superior, dizem os que privaram com ele, resolveu o problema do enorme desemprego que havia em Portugal nos anos 30 e 40 do século passado, mandando calcetar as estradas nacionais, criando assim muitos milhares de empregos.
O actual ministro das obras publicas, podia mandar arrancar o asfalto das inúmeras autoestradas que os socialistas mandaram construir pela malta amiga, e depois encomendar à China, que deve ser o único país que ainda fabrica semelhantes ferramentas, umas centenas de milhar de pás, picaretas, e martelos de calceteiro. Para maço de bater as calçadas, podia aproveitar as cabeças do Seguro, do Galamba, e dos outros todos da esquerda que andam a falar do desemprego, mas não fazem nenhuma ideia, nem querem fazer, do que é preciso para se criarem empregos.
Pode não ser a solução ideal, mas é melhor que as propostas do Seguro que só falam em gastar dinheiro…
GostarGostar
última hora:
salazar keynesiano 🙂
GostarGostar
tens razão, há gente que não tem soluções para o desemprego e outros que têm muita soluções para destruir emprego 🙂
GostarGostar
Não é preciso estragar estradas, nem bater em ninguém. Também não é preciso muito dinheiro. O que não falta, são zonas do país a necessitarem de recuperação que, com algum incentivo fiscal, pode ser promovido pelos privados. Se pensarmos que grande parte do desemprego vem da construção civil… Já mais complicado é arranjar quem tenha conhecimentos para certos tipos de restauro, mas também aí a pedida pode funcionar como um estímulo à formação.
GostarGostar
olha lisboa os 50 mil da CML para a fundação soares davam trabalho a uns 600 pedreiros presos durante um mês e meio….
GostarGostar
O problema do desemprego é fácil de resolver; uns fazem buracos e os outros tapam. O Estado ou rouba ou imprime notas sem lastro para pagar os ordenados. e pronto assim se “alavaca a economia, pois no longo prazo – que ja chegou – estamos todos mortos !
GostarGostar
e paga o pão para o circus maximus com o quê
esse era o problema do More si…
GostarGostar
O Ricardo Araújo Pereira já fica a léguas deste humorista. Parabéns por tão arrojado conjunto de propostas, que só um cérebro privilegiado e actuante podia apresentar. Se estas recomendações forem seguidas, o país está salvo e, com as devidas correcções, podem ser seguidas por outros países em dificuldade. O ovo de Colombo, quem diria!
GostarGostar
É mesmo conversa de economista. Nunca encontrei economista algum que salvasse uma empresa. Um empreendedor tem outras alternativas decerto.
GostarGostar
Decerto que teria a alternativa de trabalhar como um louco, procurar clientes, e conseguir vender-lhes produtos e serviços que permitam obter um bom lucro, já depois de pagar salários e empréstimos.
Decerto que não contaria com o dinheiro dos outros.
GostarGostar
“Um empreendedor tem outras alternativas decerto.”
Há pessoas que comem tudo que lhe colocam no prato sem pensar 2 vezes, sem se quer se darem ao trabalho de tentarem pelo menos usar mais um bocado do cerebro.
GostarGostar
10ª Criar um novo BPN em folha e pôr o rui a. como seu presidente e dar-lhe plenos poderes para poder repetir tudo de novo
GostarGostar
Este e um desses posts para emarcar…Mais nao agora nao.Non.Niet.
Daqui em um par de anitos.Hihihi
GostarGostar
Este pobre diabo ainda balbuciou algo sobre o crescimento…
Mas era mandado calar a torto e a direito, por parecer de discurso alinhado pela oposição…
Agora despejam-no.
«Passos comunicou a Álvaro a sua saída do Governo (Visão)
Álvaro Santos Pereira foi informado ao final do dia de ontem, segunda-feira, 20, pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de que o seu nome estaria excluído da nova equipa governamental.»
GostarGostar
Se cobrassem na blogosfera por posts a roçar a idiotia, as receitas subiriam exponencialmente…
GostarGostar
O programa do PS fala expressamente num plano de formação “massivo”. Já sabemos todos como funciona essa coisa dos turbo-professores especialistas-desempregados. O objective é mesmo esse: ser massivo e às fornadas, como as novas opotunidades. De preferência, “dando” computadores e outros “gadgets” que fazem as delícias em épocas eleitorais, que o estado paga, via IRS, IVA dos restaurantes e cortes na FP, anos mais tarde, assim permitindo ao governante esquivar-se às suas responsabilidades, ao mesmo tempo que se pode vangloriar publicamente dos seus feitos e dos outros não fazerem o mesmo. Isto é o que se vai repetir mais tarde ou mais cedo, mal seja possível.
GostarGostar
É assim mesmo, Rui A!
Eu só gostava de ser assim tão inteligente.
Viva o peeche, o único que nos pode levar à salvação.
GostarGostar
Habemus são-paio: «o líder socialista assegura que “temos soluções que passam pelo fim da política de austeridade, vista por muitos como obrigatória, e que consiste basicamente em cortes cegos que não olham para as pessoas mas apenas para números”.»
Não aprendem nunca 🙂
GostarGostar
“Seguro: “Temos soluções que passam pelo fim da austeridade”.
A lata do moçoilo não tem limites.
Foi o que lhe disse d. corleone do sepulcro para vomitar para os jornais e já cheira mal.
GostarGostar
A resposta ao autor deste post está aqui:
.
http://www.telegraph.co.uk/finance/comment/ambroseevans_pritchard/10196220/Europes-crisis-states-should-fight-back-with-a-debtors-cartel.html
.
Passar bem.
GostarGostar
O ” LEGENDARY OF FINANCE” Cavaco e o “MASTER CROOK” Passos não têm ideias ? Quiçá o Relvas o Dias o Isaltino o Oliveira e o Duarte possam dar uma ajudinha no crescimento da coisa !
GostarGostar
Convém não esquecer que a FRANÇA está em RECESSÃO
com o PIB a cair a olhos vistos
e agora
lembram-se daqueles/as “analistas” politicos
e politicos de carreira…(os k vivem á custa dos nossos impostos.)
que gritavam bem alto
qo M. Hollande ia acabar com a austeridade?
que o monsieur trazia o Crescimento do PIB……?
q a merkel era a bruxa má?”
lembram?
pois eu ria na altura
e agora só apetece dizer
desgraçados mentais………….
andaram a vender ao povo ouvinte mais um EMBUSTE esquerdóide
e curioso
continuam quase todos os dias a grunhir atoardas e insultos
contra a “direita”…..(q horror…………)
e louvar a esquerdalhada corrupta, mentirosa, embusteira…
GostarGostar
Talvez esta seja a razão de muita coisa:http://expresso.sapo.pt/assessor-diz-que-interesses-levam-a-saida-de-alvaro=f822272
GostarGostar
O Dr A.S:P. deve escrever uma carta a explicar a sua saída, de modo que os Portugueses entendam ,caso contrário, deve apagar do seu curriculum a passagem por este “governo” para não ficar associado a uma enorme palhaçada .A sua carta não dará cobertura ao que todos suspeitamos que venha aí.
GostarGostar
Mas era isso mesmo, acabar-se de vez com a miséria, restaurar o nosso orgulho pátrio, com a soberanidade .
GostarGostar
belas ideais ! suponho que teriam resultados equiparáveis às do psd para reduzir o défice e pagar a dívida 🙂
GostarGostar
1º Balança Comercial:
Exportações Importações
2008 – 54.624.149,6 69.074.327,0
2012 – 58.555.411,0 58.177.076,9
.
.
Variação 2012/2008:
Exportações: +7,10% (3,9 mil milhoes)
Importações: -18,70% (-10,9 mil milhoes)
.
.
2º CONSUMO:
Privado Publico
2008 – 116.025,7 34.532,0
2012 – 111.954,7 30.242,9
Variação:
Consumo Privado – 3,6% ( -4,1 mil milhões)
Consumo Público – 14,1% ( – 4,3 mil milhões)
.
3º INVESTIMENTO:
Privado Publico
2008 – 33.575,4 5.059,4
2012- 23.089,8 3.056,7
Variação:
Privado: – 45% (-10,4 mil milhoes)
Público – 65% (-2,0 mil milhões)
.
NOTA:
1º O ajustamento da BC na ordem de 14,8 mil milhões deveu-se em 74% numa redução das importações.
2º As importações baixaram porque o consumo privado desceu em importações na ordem dos 3,0 mil milhões (60% do consumo) e porque a poupança subiu e porque…
3º … o investimento deixou de consumir importações na ordem dos 7,2 mil milhoes de euros.
Em suma. o ajustamento nas importações deveu-se em 72% porque o investimento colapsou. Os restantes 28% explicam-se por via da redução do consumo.
.
Pode-se ver, assim, quão frágil é o ajustamento efectuado.
.
Rb
GostarGostar
É, digamos, uma justamento que se desajusta se crescermos. Bolas.
.
Rb
GostarGostar
Nao se percebe de onde vem tanta alegria de Rui A com este governo; passou a fã de Portas, só pode 🙂
GostarGostar
Quem sou eu de por tela feito?
De onde venho e onde acaso me leva
o Destino fatal que os meus passos conduz?
Ora sigo, a tatear, mergulhado na treva,
ou tateio, indeciso, ofuscado de luz.
Grão, no campo da Vida, onde a morte se ceva?
Semente que apodrece e não se reproduz?
De onde vim? Da monera? Ou vim do beijo de Eva?
E aonde vou, gemendo, a sangrar os pés nus?
Nessa esfinge da Vida a verdade se esconde;
O espírito concentro e consulto a razão,
E uma voz interior, sincera, me responde:
– Quem és tu? Operário honesto da nação.
De onde é que vens? De casa.
Onde é que estais? No bonde.
Para onde vais? Não vês? Para a repartição.
ou outra instituição
bolseiro
é também dos impostos trambiqueiro
GostarGostar
jsf, nem mais, Álvaro Santos Pereira é bom demais para esta canalha.
De resto as ordens vêm de fora, quando preferirem os ratos põe-nos lá de bandeja.
Os ratos andam esfomeados mas ainda não tiveram a “formação” necessária.
Em Bilderberg nao houve tempo para chafaricas, era preciso dar um empurrão aos espanhóis para privatizarem o Sol, tão só. A água vem a seguir.
Vejam se entendem como caminhamos todos para a escravatura.
O Patriotic Act, as leis de exceção, a repressão, os novos goulags. Acordem.
Espanha privatiza o sol. Espaços de geração de energia para consumo
Fonte: Elpais.cr | 2013/07/21
Espanha privatiza o sol. Espaços de geração de energia para consumo
Madrid, 21 (kaosenlared.net) de julho – foram “privatizadas” o Sol em Espanha: se você for pego coleta de fótons de luz solar para o seu próprio uso, você pode soltar uma multa não superior a 30 milhões. Portanto, se você estava pensando que essa falsa crise causada, a melhor opção era apenas para ter alguns painéis solares que estavam abaixo de 80% ao custo e têm a oportunidade de desconectar da rede e seu embuste conta, você pode esquecer. Com terror que tem o poder de ser “desestabilizada” o consumo de energia (se não desaparecer), alguém contra o que a lógica dita, propôs enterrar a indústria fotovoltaica (que é mais necessário do que nunca) em um poço sem fundo, em algum momento, em 2010, alguém decidiu privatizar o sol …. sim sim, você leu certo, na Espanha totalmente ao contrário da Europa, que cobra uma portagem sobre eletricidade gerada e injetada na linha … em vez para receber lucros, mas isso não é tudo, se você for pego coleta fótons de luz solar para o seu próprio uso, você pode soltar uma multa de 30 milhões de euros. Tal como se se tratasse de uma droga. Cometer o sacrilégio de ser independente de energia pode ser muito caro, o sol agora é só para os poucos privilegiados e as empresas de energia em que os diretores são ex-presidentes e ex-ministros do partido dualistas ppsoe. “União Fotovoltaica Espanhol (UNEF ), que reúne cerca de 300 empresas que representam 85% do setor, garante que, essas mudanças implementadas, seria mais caro o consumo doméstico solar de recorrer a alimentação convencional. “Isso impede que a economia para os consumidores e paralisa a entrada de novos concorrentes no mercado da electricidade,” contemplar “.
GostarGostar
A direitalha fascistóide, continua igual a ela própria.
Após 50 anos de salarismo, Pide, legionários, bufos por todo o lado e com 3 frentes de guerra em África, conseguiram, sem terem sindicatos a fazer (?) reivindicações, o seguinte:
O maior numero de analfabetos da Europa.
Um milhão de emigrantes, só em França.
Cem mil homens em armas, nas “Áfricas”
Assistência médica só para alguns
Tenreiros, Banqueiros, Melos da CUF, era o que se produzia…e mais não digo.
Finalmente, temos o nosso timoneiro, fiel servidor do antigo regime, mas que agora é “democrata” e não se lembra do antigamente.
Por isso Srs. direitolas, eu vos dispenso só pelo mau cheiro e nada mais.
Agora, podeis começar a insultar à vontade e que Deus Nosso Senhor vos pague em dobro !
GostarGostar
> Após 50 anos de salarismo,
Pois. Eu em 1973 também pensava isso tudo. E hoje, após quase quarenta anos de luminosa democracia, só lamento que Marcello Caetano não tivesse continuado a governar Portugal.
Estaríamos bem melhor. Fomos governados por homens honestos, e preferimos uma corja de bandidos. Mas isso é uma história que já aconteceu muitas vezes.
GostarGostar
Foi uma pena , não teres levado um tiro , lá prós lados da Guiné !
GostarGostar
Então dá um tiro na cabeça e vai ter com eles. Até parece que antes não havia corja! em 900 anos de história é só corja que esteve à frente do país, tirando alguns casos pontuais que de tempos a tempos surgiram em Portugal
Na altura mais “gloriosa” de Portugal preferiu-se gastar o dinheiro a fazer torres de belem e palácios de mafra para 500 anos depois o turista vir cá tirar umas fotografias, depois matou-se essa corja para ficar lá a corja da república, depois tirou-se a corja do estado novo para vir esta corja pseudo democratica em que 7 ou 8 distritos de Portugal decidem pelo país inteiro.
Mas no estado novo havia pouco desemprego? pudera…digam-me lá aí que percentagem de sexo feminino trabalhava nessa altura.
GostarGostar
e agora uma coisa completamente diferente!
.
A saída do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, do Executivo de Passos Coelho deve-se a “interesses e negociatas”.
Quem o afirma é João Gonçalves, um seu assessor, que colocou hoje no Facebook uma nota dizendo que “desta vez não é o PR nem o PM que anunciam uma remodelação em primeira mão. São os interesses e as negociatas. Álvaro Santos Pereira – que comete o crime da independência – é removido por eles do Ministério da Economia e do Emprego. Boa tarde e boa sorte”.
João Gonçalves foi assessor do ministro Miguel Relvas antes de passar para o gabinete do ainda ministro da Economia.
Antes de integrar os gabinetes ministeriais, João Gonçalves ganhou notoriedade no blogue “Portugal dos Pequeninos” onde, entre outras coisas, chamou “alforreca” a Passos Coelho e “Torquemada de Tomar” a Miguel Relvas.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/assessor-diz-que-interesses-levam-a-saida-de-alvaro=f822272#ixzz2ZtFurHNh
GostarGostar
não deixa de ser irónico um ex-assessor de Relvas estar preocupado com “interesses” e “negociatas” que terão estado na base da saída do Álvaro 🙂
GostarGostar
interesses desde a A e B construções
até ao pessoal sindical que não dá aulas há anos
até aos profes da filipa de lencastre com 4 horas de serviço este ano
ou aos milhares de horários zero dos anos 90 até 2009/2010
interresses há muites ó putana politiqueirra
GostarGostar
Ca pra mim Passos só está a levar negas!!! tal a dificuldade em formar Governo…
GostarGostar
perdão…o Portas esta com dificuldade…
GostarGostar
toda a pressão sobre o governo é pouca:
.
http://www.publico.pt/economia/noticia/swaps-maria-luis-albuquerque-chamada-de-emergencia-ao-parlamento-1601077
GostarGostar
mê dês tens cá uma tara por links ó vais cu gonçalves
GostarGostar
Passos Coelho e Paulo Portas ainda não convidaram Rui Rio, ou alguém da mesma estirpe, para liderar um novo Governo de coligação ?
GostarGostar
Cadê a solução PSD/CDS ?? está difícil sair…
GostarGostar
Portugal dos pequenos bandalhos
Fez os maiores panegíricos a esta canalha que tomou conta do país. Colaborou com ela, levado pela trela do Dr. Relvas e, após o abandono do ministro da propaganda, aninhou-se no colo do Álvaro, a dar ao rabo feliz e contente. Sem um latido sequer. No dia em que, por tabela, é atirado borda fora, aparece a denunciar “os interesses e as negociatas” que minam e dominam a acção do Governo. Só agora esta arrastadeira ouviu falar no pote? Quando secretariava o Dr. Relvas na entrega da RTP à Newshold nunca deu pela existência de “interesses e negociatas”?
GostarGostar
Temos de acreditar que, em certos momento, as pessoas têm rebates de consciência e isso deve ser o caso do João Gonçalves, que descobriu tarde o caminho certo. Vamos perdoar todos os erros e colaborações menos dignas, com os plenipotenciários do poder, e receber o homem, colaborador do Relvas, no rol dos arrependidos. Os bons cristãos têm sempre o perdão em mente. O Papa Francisco, quando souber desta marosca, irá perdoar. Vamos seguir o exemplo do Sumo Pontífice.
GostarGostar
Vejo no post insanáveis injustiças.
– Uma delas a Passos Coelho, o maior produtor de ideias até ganhar as eleições há dois anos e tal. Nem uma consta do rol do Rui;
– Outra ao Vítor Gaspar que tanta contribuição deu para a salvação económica do país e para o crescimento;
– As outras injustiças distribuem-se pelo FMI e pelas instituições europeias, troiquistas, quadrupedistas ou monistas que tanta contribuição deram, tantos auto-elogios despenderam, sem que vissem qualquer reconhecimento da ingrata maralha.
GostarGostar
colocaram um “americano” pro-judaico-Qatar-turco na liderança da Diplomacia da Nação Cristã de Portugal quando a Cristandade no Médio-Oriente está a ser dizimada…inacreditável!! E eu a pensar que a defesa da Cristandade por parte de Portugal era um objectivo da Nação Portuguesa…mas enfim, afinal o “gang” que controla o Estado da Nação Cristã de Portugal apoio o objectivo estratégico dos Israelitas-Qatar-Turquia na erradicação da Cristandade no Médio-Oriente! não mudou nada…os Judeus-jacobinos-maçons continuam a controlar a diplomacia da Nação de Portugal ..
.
http://www.youtube.com/watch?v=PwMztYbZ4eM
GostarGostar
A Pires de Lima deu-se o prémio de controlar a Ecónomia por andar a fechar fábricas em território nacional e deslocalizando-as para Angola…vai ser o modelo económico de Pires Lima…deslocalizações…
GostarGostar
e depois…mais um jotita que chega a Ministro…
GostarGostar
Hoje foi anunciado um ‘novo’ Governo que nasce ‘velho’. A novidade seria Rui Machete. Mas não nem isso consegue. Machete estará no Governo, e na esteira de Portas, porque também já foi vice-primeiro-ministro (IX Governo Constitucional). Um sai porque vai para vice e outro entra porque já foi vice. Este o mal, falta agora conhecer a caramunha.
GostarGostar
é só uma pequena coincidência :
.
http://www.publico.pt/politica/noticia/novo-ministro-dos-negocios-estrangeiros-com-fortes-ligacoes-ao-bpn-e-ao-bpp-1601101
GostarGostar
bolas andas nisto há 360 minutos neste dia cheio de sol?
havia españolas sedentas por gigolô in tutti lissabona
GostarGostar
r u toquing 2 mi ?
GostarGostar
scriventi in tuo papyrum?
non non c’est alucinación vuestra
mim é surde-mude
GostarGostar
bolas desde o Ps ao Pcp poucos se safam de ligações ao BPN ao BCP ao BPP ao Finibanco como um certo autarca de piscinas no deserto….
aqui a câmara só tinha uns trikos no BPN e tirou-os todos com juros de 7,5% já ódespois de falir….
GostarGostar
foi uma remodelação muito profunda…
GostarGostar
bolas pensava que tinhas tido uma i-dei-a
GostarGostar
depois desta remodelação, razão tinha o Presidente da Republica de tentar um Governo de Salvação…mas os egocêntricos lideres partidários do PSD/PS/CDS só servem para afundar ainda mais esta Nação…
GostarGostar
o presidente tem sempre razão
por mais irracional que seja
veja o sô ares veja
a razão é da falta de tesão?
GostarGostar
momento zen 🙂
GostarGostar
momento sen…sei ó sen sen so….
SE QUEM DORME
SEUS MALES ESPANTA
POR QU’ELA SE ALEVANTA
SE POR TI ELA TORNE
QUANDO DORME
NOUTRA MANTA
bolas por ti ela até come
até quando não tem fome?
toma cialis que ela passa mais tempo acordada
GostarGostar
UM BLOGUE PARA AUTARCAS EM FIM DE CARREIRA E CONSTRUTORES CIVIS NECESSITADOS E MESSIAS NOS PRINCÍPIOS DA DITTA CUJA (COM ELA MOLE OU DURA y DURA)
Dienstag, 23. Juli 2013
BASTOS TIGRES DE PAPEL TÊM OS DIAS BASTOS PAPÉIS TÊM OS TIGRES QUE PORFIAS NAS PORTARIAS QUE TE CONSOMEM NESSAS VIAS EM QUE SAIAS SEM ENTRAR – É VULGAR ENCONTRAR TAIS VOCAÇÕES NAS REPARTIÇÕES
Quem sou eu? De onde venho e onde acaso me leva
o Destino fatal que os meus passos conduz?
Ora sigo, a tatear, mergulhado na treva,
ou tateio, indeciso, ofuscado de luz.
Grão, no campo da Vida, onde a morte se ceva?
Semente que apodrece e não se reproduz?
De onde vim? Da monera? Ou vim do beijo de Eva?
E aonde vou, gemendo, a sangrar os pés nus?
Nessa esfinge da Vida a verdade se esconde;
O espírito concentro e consulto a razão,
E uma voz interior, sincera, me responde:
– Quem és tu? Operário honesto da nação.
De onde é que vens? De casa.
Onde é que estais? No bonde.
Para onde vais? Não vês? Para a repartição.
BASTOS TIGRES TÊM ESPAÇOS
NOS PASSOS DADOS NOS PAÇOS
QUEM SOMOS?
FUNCIONÁRIOS
TEMOS SONOS
DE SICÁRIOS
TEMOS SONHOS
ORDINÁRIOS
TEMOS BÓNUS
DE SALAFRÁRIOS?
TEMOS ÓNUS
DE HORÁRIOS?
Eingestellt von pORTELA Keine Kommentare:
Labels: NÓS FUNCIONÁRIOS SÓ LEMOS FRASES DE OTÁRIOS
GostarGostar
qual nine to five?
http://www.youtube.com/watch?v=5dTHlTu_DC8
GostarGostar
don’t be rude
don’t intrude
this is lude
in blut blute
like a fluke
like a flute
GostarGostar
Κυριακή
אפגניסטן..להיות באפגניסטן
אפגניסט
GostarGostar
Obrigado por me explicar em linguagem que eu entendo as medidas que o nosso holand apregoa e eu não entendia!! talvez mandar uma copia ao palhaço frances já que ele vai fazer asneira em fazer o contrario do que o nosso holand defende!! e rápido senão sera o desastre, pois já anunciou!!
GostarGostar
ho land ho….é grito de pirate
na hollow land von hollande
GostarGostar
Rui, a economia já está a crescer desde 2012. Acorde homem.
“Necessitamos de recentrar a nossa agenda de prioridades, colocando de novo as pessoas no fulcro das preocupações colectivas. Muitos dos nossos agentes políticos não conhecem o país real, só conhecem um país virtual e mediático.”
GostarGostar
Rui A.:
Reduzir ao absurdo as ideias dos outros, como estratégia argumentativa, é pobre. A demagogia e o maniqueísmo são o pão nosso de cada dia dos discursos e comentários mais ou menos oficiais.
Quando, afinal, não é difícil perceber que, se algum futuro resta, será algures entre a austeridade e o regabofe.
GostarGostar
maniqueus faziam maniqueísmos?
futuro tem pouco é?
entre a austria dada e o rega o bofe
bofé….c’est un je ne sais quoi qu’on non entendre
o absurdo também tem i.dei-as
ai nosso senhore salvai-nos com um dilúvio de i.dei-as
se se leva isto a sério
é começar a ler os suicidas do melhor momento literário da depressão congénita alemã
desde o século XIX ao Stefan Zweig e ir jogando roleta russa no entretanto
bolas só novos dus restelos
depressão sem sns já mé
GostarGostar
ENTRE A AUSTERIDADE
E DO REGABOFE,
A IDADE
CAI SOBRE A SOBRIEDADE,
DE CHOFRE
UMA TERNA ANSIEDADE,
PELO COFRE
DA PREVIDÊNCIA?
OU PELA AUSÊNCIA
DE MOTE?
NADAI NADAI
QUE O BOTE
DE TROTE EM TROTE
SE AFUNDA
REMAI REMAI
QUE TUBARÃO
ANÃO
PERSEGUE SUA BUNDA
GostarGostar
TROTAI TRotai
que vermelho mar
vos inunda
no chamejar
da rotunda
GostarGostar
Esdrúxulas rimas, ó nauta.
Heteronímia embora, regular na verve.
Em longos lençóis de cacofónica partitura,
que à remissão da grege, de pouco serve
GostarGostar
pelo FMI e pelas instituições europeias, troiquistas, quadrupedistas ou monistas que tanta contribuição deram, tantos auto-elogios despenderam, sem que vissem qualquer reconhecimento da ingrata contribucao
…
Agora numa parte dos neuronios crrebrais do tal Rui A. mentar a bicha nao toca.Cada tema no seu momento…Ou Alzheimer galopante que tambem bem pudera ser
GostarGostar