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Leiam que ler nunca fez mal a ninguém

23 Julho, 2013

Do cabaré para a revolução, de JOANA STICHINI VILELA na Carrossel: Paixões proibidas, casamentos arranjados, espectáculos de striptease. A jovem alentejana nunca teve uma vida convencional mas a dada altura tudo se tornou ainda mais inacreditável.

5 comentários leave one →
  1. YHWH's avatar
    YHWH permalink
    23 Julho, 2013 09:37

    Mais uma propagadora do DOPING da leitura?!…

    Nietzsche, Freud, Grothendieck e mais algumas mentes estratosféricas bem avisaram dos danos irreversíveis que a leitura projecta sobre as mentes pensantes da complexidade.

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  2. Surprese's avatar
    Surprese permalink
    23 Julho, 2013 11:58

    A sujeita já cumpriu pena pelos assaltos?
    Este país é incrível, onde ladrões e assassinos (como o americano George Wright) tem direito a uma vidinha impune e com cobertura comunicação social.

    E depois admiramo-nos dos políticos que temos: são o que o povo gosta.

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    • Trinta e três's avatar
      Trinta e três permalink
      23 Julho, 2013 14:38

      Durma descansado porque “os políticos que temos”, nunca se metiam em tais riscos. São pessoal que prefere a “vidinha” a vida a sério.

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  3. @!@'s avatar
    23 Julho, 2013 12:41

    Ler é maçada….

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  4. Euro2cent's avatar
    Euro2cent permalink
    23 Julho, 2013 20:18

    A camarada Vilela teve o bom senso de não tentar acrescentar a sua pincelada por cima do retrato que tirou, e tirou bem tirado.

    Lembrou-me o melhor retratista do Portugal do século XX, José Vilhena, que o pintou em livros de humor brejeiro vendidos a vinte escudos (nos tempos em que um dólar custava vinte escudos).

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