Leiam que ler nunca fez mal a ninguém
23 Julho, 2013
Do cabaré para a revolução, de JOANA STICHINI VILELA na Carrossel: Paixões proibidas, casamentos arranjados, espectáculos de striptease. A jovem alentejana nunca teve uma vida convencional mas a dada altura tudo se tornou ainda mais inacreditável.
5 comentários
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Mais uma propagadora do DOPING da leitura?!…
Nietzsche, Freud, Grothendieck e mais algumas mentes estratosféricas bem avisaram dos danos irreversíveis que a leitura projecta sobre as mentes pensantes da complexidade.
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A sujeita já cumpriu pena pelos assaltos?
Este país é incrível, onde ladrões e assassinos (como o americano George Wright) tem direito a uma vidinha impune e com cobertura comunicação social.
E depois admiramo-nos dos políticos que temos: são o que o povo gosta.
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Durma descansado porque “os políticos que temos”, nunca se metiam em tais riscos. São pessoal que prefere a “vidinha” a vida a sério.
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Ler é maçada….
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A camarada Vilela teve o bom senso de não tentar acrescentar a sua pincelada por cima do retrato que tirou, e tirou bem tirado.
Lembrou-me o melhor retratista do Portugal do século XX, José Vilhena, que o pintou em livros de humor brejeiro vendidos a vinte escudos (nos tempos em que um dólar custava vinte escudos).
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