Rui, considero, pelos motivos que apresenta no próprio texto, que o Rui acredita numa utopia. O Rui revela conhecimento dos problemas mas apresenta frágeis soluções para os mesmos.
Tenho apenas uma questão que me incomoda solenemente. E quando as crises são de tal maneira graves que a sua resolução pelos mercados poderia demorar décadas, décadas essas que levariam à morte de milhares ou milhões de pessoas e a que outras tantas definhassem? Quando isso acontecesse, o Rui era capaz de ficar parado a assistir à morte das pessoas à sua volta, agarrado a uma ideologia que já não era capaz de assegurar o desenvolvimento das sociedades humanas? Obviamente uma crise no mercado não duraria para sempre e que os seres humanos mais fortes resistiriam às adversidades, mas o Rui era capaz de aplicar o darwinismo social ao ponto de deixar milhares de pessoas morrer só porque se recusaria a intervir nos mercados? Não o conheço, mas duvido sinceramente…
Ó André, não entendo de que você está a falar. Refere-se, porventura, à crise em que Portugal vive, provocada pelo despesismo público, que dura há, pelo menos, 15 anos, e se prepara para permanecer por pelo menos o mesmo período de tempo?
Não, estou a colocar uma hipótese teórica e hipotética. No fundo, estou a levar o liberalismo às últimas consequências, como deve ser feito quando se pensa numa ideologia: levá-la à exaustão e ver até onde é que aguenta. Por outras palavras, não basta dizer que é melhor forma que conhecemos, temos de ver até onde é que isso nos leva e se estamos dispostos a aceitá-lo.
PS: Quem me dera que fosse só 15 anos de despesismo, se fosse era tão fácil de resolver o problema…
ó andreia filha a crise do mercado de cereais no ano passado matou 3 milhões no sahel e na ásia e ninguém se importou muito
este ano a crise do teu telemóvel e do teu compute nexexitados de columbite-tantalite mataram um 200 mil no congo fora os 700 mineiros enterrados vivos ou mortos à pancada desde o início do ano
que agente saiba o mercado do ouro só matou hoje uma velha de 75 anos aqui en portucaló
O problema com o chamado “mercado” tem a ver com o problema chamado “lucro”. O que fazer com ele? O problema adensa-se quando o lucro passa a ser ele próprio uma ramificação do “mercado” e pretende-se dar uma finalidade ao lucro. Ao definir o destino do lucro está-se a criar regras, normas. Por isso pretender que o mercado é livre é treta. O mercado cria imediatamente regras que criam mais regras dando origem ao mercado regulamentado. Ao dizer-se que o mercado é “livre” está-se a criar uma regra distorcida porque falsa e que não é mais do que querer controlar o mercado. Por isso a questão que se deve por é como deve o mercado ser controlado e por quem?
Texto muito razoável. A questão maior relacionada com as economias de mercado, em que boa parte do mundo vive, tem a ver com a regulação. Na realidade, poderão existir alguns excessos regulamentares nalguns casos concretos. Mas também há falhas e faltas na regulamentação de outros setores, responsáveis por graves prejuízos em muitos cidadãos. Já para não falar no seu incumprimento, como acontece por cá, mas que se nota muito na caterva de produtozecos vindos da China, designadamente, produtos alimentares e elétricos.
não não tem tem a ver com a distribuição da riqueza mundial
daí um parolo pagar 6 vezes o preço que um alfarrabista compra o mesmo livro
e duas vezes e meia o preço a que se vende este lixo kultural
134050105 Lote 105 – Livro “A Barca dos Sete Lemes” de Alves Redol, 1ª Edição – Publicações Europa – América 4d 3h 44m 20s
Valor actual:
€22Lance Mínimo: €24
134050106 Lote 106 – Livro “Notícias do Milénio (2000/2001) – Grupo Lusomundo, Nota: apresenta sinais de uso 4d 3h 44m 20s
Valor Inicial:
€1Lance Mínimo: €1
134050107 Lote 107 – Conjunto de 4 Livros “O Universo Ilustrado”, Semanário de Instrução e Recreio, Publicado por uma Sociedade, anos 1877, 1878, 1879 e 1880, sinais de desgaste e uso 4d 3h 45m 20s
Valor actual:
€8Lance Mínimo: €10
o que se paga por cada merda depende das expectativas e gostos de cada um
“Num sistema de total liberdade de comércio, cada país consagra o seu capital e a sua indústria da forma que lhe parecer mais útil. Os objectivos do interesse individual conjugam-se perfeitamente com o bem universal de toda a sociedade”.
Talvez pudesse ser assim se não existissem paraísos fiscais e offshores. É que sendo assim os ‘objectivos do interesse individual’ não se conjugam, fogem…
Rui, considero, pelos motivos que apresenta no próprio texto, que o Rui acredita numa utopia. O Rui revela conhecimento dos problemas mas apresenta frágeis soluções para os mesmos.
Tenho apenas uma questão que me incomoda solenemente. E quando as crises são de tal maneira graves que a sua resolução pelos mercados poderia demorar décadas, décadas essas que levariam à morte de milhares ou milhões de pessoas e a que outras tantas definhassem? Quando isso acontecesse, o Rui era capaz de ficar parado a assistir à morte das pessoas à sua volta, agarrado a uma ideologia que já não era capaz de assegurar o desenvolvimento das sociedades humanas? Obviamente uma crise no mercado não duraria para sempre e que os seres humanos mais fortes resistiriam às adversidades, mas o Rui era capaz de aplicar o darwinismo social ao ponto de deixar milhares de pessoas morrer só porque se recusaria a intervir nos mercados? Não o conheço, mas duvido sinceramente…
GostarGostar
Ó André, não entendo de que você está a falar. Refere-se, porventura, à crise em que Portugal vive, provocada pelo despesismo público, que dura há, pelo menos, 15 anos, e se prepara para permanecer por pelo menos o mesmo período de tempo?
GostarGostar
Não, estou a colocar uma hipótese teórica e hipotética. No fundo, estou a levar o liberalismo às últimas consequências, como deve ser feito quando se pensa numa ideologia: levá-la à exaustão e ver até onde é que aguenta. Por outras palavras, não basta dizer que é melhor forma que conhecemos, temos de ver até onde é que isso nos leva e se estamos dispostos a aceitá-lo.
PS: Quem me dera que fosse só 15 anos de despesismo, se fosse era tão fácil de resolver o problema…
GostarGostar
o liberalismo nas últimas con sequências faz carne picada dos mais novinhos e dos mais velhinhos e mete-os na pança
sábias palavras de Jean Bedel Bokassa
mais tarde levadas à prática na coreia do norte na alemanha por um japonês
nos states e na rússia por mais uns quantos
já os chineses têm um tratado de medicina “o homem como medicamento”
se bem que vAccas loucas como tu sejam impróprias pra con sumo
GostarGostar
ó andreia filha a crise do mercado de cereais no ano passado matou 3 milhões no sahel e na ásia e ninguém se importou muito
este ano a crise do teu telemóvel e do teu compute nexexitados de columbite-tantalite mataram um 200 mil no congo fora os 700 mineiros enterrados vivos ou mortos à pancada desde o início do ano
que agente saiba o mercado do ouro só matou hoje uma velha de 75 anos aqui en portucaló
GostarGostar
O problema com o chamado “mercado” tem a ver com o problema chamado “lucro”. O que fazer com ele? O problema adensa-se quando o lucro passa a ser ele próprio uma ramificação do “mercado” e pretende-se dar uma finalidade ao lucro. Ao definir o destino do lucro está-se a criar regras, normas. Por isso pretender que o mercado é livre é treta. O mercado cria imediatamente regras que criam mais regras dando origem ao mercado regulamentado. Ao dizer-se que o mercado é “livre” está-se a criar uma regra distorcida porque falsa e que não é mais do que querer controlar o mercado. Por isso a questão que se deve por é como deve o mercado ser controlado e por quem?
GostarGostar
não filha o mercado és também tu ó abécula
se 3000 milhões de asiáticos enfardassem como tu
precisávamos de duas américas do norte extras …
ide comer ratburguers ou porquinhos da índia no espeto
ó camelo com coronavírus
GostarGostar
Ah essas tripas. São à moda do Porto?
GostarGostar
Ou serão tuberos de boi????
GostarGostar
será que queria dizer túbaros?
a mioleira e outras partes já nem para comida de cão servem
os mercados asiáticos e africanos cheios de moscas até as moscas comem
GostarGostar
já túberas são du regno fungi e são boas com huevos desses ou dos de galinha mesmo
GostarGostar
ou em simlex para vacca louca
we sing the body electric
e pró ano juntam-se mais 70 milhões de não europeus
aos 140 ou 150 milhões nascidos depois do bébé 7.000 milhões
felizmente este verão viu arder pouco trigo russo
já o arroz parece que vai ter um mau ano nalguns sítios
dizem que 42º evaporam muita água….
os mercados são 1000 milhões de especuladores
e 7200 milhões de con sumidores
os 300 mil compradores de cereais de madya e utar pradesh perderam hontem 2 rupias por quilo
e os ratos comeram outras duas….
eu cá vendia….
já o melão da lezíria tem umas 100 mil tones a menos de peso
ê cá num comprava melão
basta ver as 70 toneladas que o continente deita pró lixo
já o do Lidl vem todo de espanha
a banana da madeira também tá lixada
vocês seus cabrões só metem no cu bananas do equadore
ou seja os mercados são……
GostarGostar
Olhem esta:
http://hat4uk.wordpress.com/2013/08/09/global-looting-the-new-eu-bailin-law-was-passed-8-days-ago-did-you-notice/
GostarGostar
a banca e seguros são ou eram 10 milhões de jobs na europa
em 250 milhões de workers inda são uns 4% do marche de travail du betail
GostarGostar
Parece que TODOS os depósitos vão ficar às ordens da komissão.
GostarGostar
GostarGostar
GostarGostar
mas o qué quisse interessa?
da natureza como propriedade à natureza como con sumo rápido….
desliga a tv quisso passa-te
agente é mesmo optimista né….
GostarGostar
Texto muito razoável. A questão maior relacionada com as economias de mercado, em que boa parte do mundo vive, tem a ver com a regulação. Na realidade, poderão existir alguns excessos regulamentares nalguns casos concretos. Mas também há falhas e faltas na regulamentação de outros setores, responsáveis por graves prejuízos em muitos cidadãos. Já para não falar no seu incumprimento, como acontece por cá, mas que se nota muito na caterva de produtozecos vindos da China, designadamente, produtos alimentares e elétricos.
GostarGostar
não não tem tem a ver com a distribuição da riqueza mundial
daí um parolo pagar 6 vezes o preço que um alfarrabista compra o mesmo livro
e duas vezes e meia o preço a que se vende este lixo kultural
134050105 Lote 105 – Livro “A Barca dos Sete Lemes” de Alves Redol, 1ª Edição – Publicações Europa – América 4d 3h 44m 20s
Valor actual:
€22Lance Mínimo: €24
134050106 Lote 106 – Livro “Notícias do Milénio (2000/2001) – Grupo Lusomundo, Nota: apresenta sinais de uso 4d 3h 44m 20s
Valor Inicial:
€1Lance Mínimo: €1
134050107 Lote 107 – Conjunto de 4 Livros “O Universo Ilustrado”, Semanário de Instrução e Recreio, Publicado por uma Sociedade, anos 1877, 1878, 1879 e 1880, sinais de desgaste e uso 4d 3h 45m 20s
Valor actual:
€8Lance Mínimo: €10
o que se paga por cada merda depende das expectativas e gostos de cada um
GostarGostar
e produtozecos ou produtorzecos no dia lectum suo….suo suo
já sus scrofa sua não
alimentares da china só se forem hóstias de camarão e maçãs….
o que é um produto eléctrico?
you sing-sing the body electric?
GostarGostar
que regulamento impede que alguém compre ópio inglês?
nenhum cortavam-se umas cabeças e o produto tinha saída
trocava-se chá e prata por um pacote de ópio
agora faz-se o mesmo com trigo e metaes e dívida por LCD’s e telemóveis e computas e computes e con’s purcas as tristes burkas?
GostarGostar
“Num sistema de total liberdade de comércio, cada país consagra o seu capital e a sua indústria da forma que lhe parecer mais útil. Os objectivos do interesse individual conjugam-se perfeitamente com o bem universal de toda a sociedade”.
Talvez pudesse ser assim se não existissem paraísos fiscais e offshores. É que sendo assim os ‘objectivos do interesse individual’ não se conjugam, fogem…
GostarGostar
não procuram lugares onde o fisco não os atinja
e quando o fisco lhes vai ao bolso para manter os empregos das élites
os gajos vão ao chá e afogam-no
ou ao xá
depende dos gostos
num país com total liberdade de comércio as dívidas acumulam-se e exportam-se chineses para as minas e para os caminhos de ferro…..
GostarGostar
ou deprecia-se a moeda até ela não comprar nada ao exterior
daí o zimbabué e a somália serem grandes exportadores
GostarGostar