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Encruzilhada da economia portuguesa

13 Setembro, 2013

O gráfico abaixo é talvez o mais importante para perceber a encruzilhada em que Portugal se encontra. Os últimos 2 anos de ajustamento permitem que hoje o país seja capaz de se financiar a si próprio. Mas ainda persistem desequilibrios. O Estado continua a ser um grande consumidor de poupança. Não havendo grande interesse dos credores internacionais em financiar a economia portuguesa, isto implica que o Estado consome poupança prejudicando o resto da economia.

Neste momento existem diversas propostas em cima da mesa que visam aumentar o défice e o consumo interno, o que inevitavelmente levará a um maior consumo de poupança pelo Estado, ao desvio das exportações para o consumo interno e à redução da poupança das famílias. Ou seja, pretende-se estimular a economia do lado da procura interna, mas como não há crédito externo, esse estímulo é feito à custa da redução de crédito às empresas. Essa via, do crescimento via consumo interno, é um regresso ao passado que não é sustentável. As necessidades de financiamento do Estado são neste momento o principal obstáculo ao crescimento sustentável.

nece_financiamento

33 comentários leave one →
  1. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    13 Setembro, 2013 13:24

    Um ossito para os marcianos se entreterem
    .
    http://www.tvi24.iol.pt/programa/4407/91

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    • RCAS's avatar
      RCAS permalink
      13 Setembro, 2013 16:42

      O JM agora anda especializado em “papos pra jacaré”!…

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  2. YHWH's avatar
    YHWH permalink
    13 Setembro, 2013 13:48

    Gaspar, ao menos, reconheceu o seu falhanço e desapareceu do radar.

    Mas JM, o discípulo da panaceia gaspariana, prossegue na elocubração da obra renegada pelo próprio autor.

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    • FC's avatar
      15 Setembro, 2013 18:39

      Gaspar não renegou coisa nenhuma. Sugiro uma re-leitura cuidada da sua carta de demissão.

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  3. ricciardi's avatar
    ricciardi permalink
    13 Setembro, 2013 14:03

    Como é q o JM pode provar q o país se pode financiar a si próprio?
    .
    Vc deduz isso atraves do saldo da balanca de pagamntos. Mas a balanca de pagamentos pode ser positiva e o país continuar a endividar-se.
    .
    Porque?
    .
    Por essa analise tem apenas a ver com fluxos de tesouraria. O q interessa realmente para se saber as necessiades de financiamentos é a diferenca entre os passivos e os activos sobre o exterior. Só quando os activos forem superiores aos passivos é q pode afirmar que nos financiamos a nós proprios.
    .
    And guess what, essa diferença está a agravar-se.
    .
    Portanto é falso q nos estejamos a financiar sem recorrer ao estrangeiro. É ao contrario. Ha um ano a PII estava em -109%, hoje está em -121%. Precisamos de mais 12% de massa para financiar os activos portugueses.
    .
    Abvisao conabilistica da coisa tem falhas tecnicas. Mas eu apresento-lhe uma exemplo. Vc pode estar a gastar menos nas suas despeas domesticas do que o valor ds seus rendimentos, superavitario enfim, e concluia por isso q já nao precisava de finaciamentos exteriores. Ora, se vc estiver a pagar as suas despesas vendendo activos seus, a sua situacao nao está melhor. Está pior. E se os vender ao desbarato abaixo do preco de custo, ainda pior.
    .
    Quer dizer, eu vendo-o a pagar as suas contas deduzo q vc esta equilibrado. Mas vc nao está equilibrado. Vc está a viver acima das suas possibilidades e só o faz enquanto tiver activos para desbastar.
    .
    No caso das empresas a questao coloca-se nas margens de comercializacao. Vender a perder dinheiro equivale a desbastar activos.
    .
    Rb

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  4. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    13 Setembro, 2013 14:07

    Sim, quem vai pagar isto tudo?
    .
    http://oinsurgente.org/2013/09/13/quem-vai-pagar-todos-os-direitos-adquiridos/

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  5. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    13 Setembro, 2013 14:23

    Comentário ao
    http://oinsurgente.org/2013/09/13/quem-vai-pagar-todos-os-direitos-adquiridos/

    Kryptonite 11:31
    “Nem se esperava outra coisa. Para Portugal, os recados deste senhor, do senhor Schauble, etc. oscilam invariavelmente entre os elogios “ao excelente cumprimento e implementação das reformas” e os avisos que não podemos sair da linha que nos traçaram – o “ajustamento” tem se ser feito e ponto final. Entretanto, só de juros pagamos por ano o equivalente ao orçamento do Ministério da Saúde, enquanto o valor da dívida aumenta. Nunca teremos condições de pagar esta dívida e um governo verdadeiramente interessado em resolver os problemas de Portugal e dos portugueses, há muito que deveria ter adoptado outra estratégia, alinhando para uma posição comum com outros países com problemas idênticos e apresentando e defendendo propostas de forma firme, em conjunto”.
    Em conjunto refere-se a partidos com algum impacto. Há partidos que estão interessados no “quanto pior melhor”. Enganam-se, vai ser pior para todos.

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  6. R.'s avatar
    13 Setembro, 2013 14:26

    É como aquela cobra que morde o rabo.
    R.

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  7. MJRB's avatar
    13 Setembro, 2013 14:32

    JMiranda e não só,
    continua a animar o Titanic em afundanço.

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  8. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    13 Setembro, 2013 14:32

    Os sinais:
    Ministério admite falência técnica dos hospitais de Santa Maria e Pulido Valente.
    Todos sabem que há mais, em breve explodirá a bomba.

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  9. tric's avatar
    tric permalink
    13 Setembro, 2013 14:34

    A encruzilhada!!!?? A encruzilhada militar de Portugal…apoiar um ataque ao Regime Sírio ou a defesa militar de Maaloula…depois do que aconteceu, no Iraque, à Cristandade!!!??…
    .

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    • Colono's avatar
      Colono permalink
      13 Setembro, 2013 15:33

      Para o TRic…. gas sarim-intestinal-feijoada…. Bem mereces…. És parvo “comó” cara*****

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  10. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    13 Setembro, 2013 14:35

    “O socialismo, para além de ser a extraordinária coisa que funciona muito bem até se acabar o dinheiro dos outros, consegue reciclar a herança de bens em herança de dívidas.”
    .
    (Extracto do Fiel I nimigo)

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  11. tric's avatar
    tric permalink
    13 Setembro, 2013 14:51

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  12. Eduardo Freitas's avatar
    13 Setembro, 2013 14:51

    «As necessidades de financiamento do Estado são neste momento o principal obstáculo ao crescimento sustentável.»

    “Neste momento”? Não o foram sempre em Portugal sob regimes democráticos?

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  13. javitudo's avatar
    javitudo permalink
    13 Setembro, 2013 14:51

    Estamos a chegar ao ponto 5.

    Interessa a alguns poderosos estabelecer a apatia, a violência sem sentido, a “resposta social organizada para a dissociação”, conforme descrito no páginas do romance Laranja Mecânica de Anthony Burgess: uma sociedade dominada por uma criança irritada e animal. “Um grupo torna-se tão fácil de controlar e apenas humildemente seguindo ordens sem se rebelar, que é o objetivo desta prática”. Além disso, estabelece-se nos adultos a falta de autoridade moral com os seus filhos. Estes estão imersos nas suas próprias fantasias de infância, o que lhes proporciona a TV. E se alguém duvida do que estou dizendo, não tem mais a olhar para a geração adulta atual, que aceitou a decadência moral da geração sem futuro para os seus filhos, em vez de olhar para o conflito, o que levou a estes adultos a aceitar os valores morais mais baixos.
    Háoscilações frequentes que passam por vários cenários: “Pode ser um quadro estável em que as pessoas são capazes de se adaptar mais ou menos o que acontece, ou turbulento, em que as pessoas tomem medidas para aliviar o stress ou está adaptado para aceitar o ambiente cheio de stress. Se a turbulência não parar, ou se intensifica, chega um momento em que as pessoas deixam de se adaptar de forma positiva.
    As pessoas tornam-se desajustadas: escolha a reagir ao estresse de uma maneira que degrada a sua vida. Começam por suprimir a realidade, negando a sua existência e criar fantasias cada vez mais infantis que lhe permitem avançar.
    Vejam o último filme de Woody Allen, Blue Jasmine. Numa situação de crescente agitação social, as pessoas mudam seus valores e adotar outros mais degradadas, valores que são menos humanos e mais animais. O segundo cenário é a “segmentação da sociedade em partes menores. Nesse contexto, os diferentes grupos étnicos, rosto racial e sexual uns dos outros. As nações são fragmentadas em grupos regionais, e estas áreas menores são divididos em áreas ainda menores, de acordo com questões étnicas. ”
    Dá-se um “crescente preconceito dentro e fora do grupo porque as pessoas querem simplificar suas decisões. As linhas naturais de divisões sociais tornam-se barricadas “.
    O Impériotambém tem resposta para isso. Cada vez mais, o “soft power”, definida como actores não-estatais “será exercido por uma gama cada vez maior de indivíduos e organizações, incluindo grupos terroristas e insurgentes, como forma de complementar suas atividades mais violentas e coercitiva.
    Reação da sociedade a uma desintegração como político e psicológico é o estado fascista que George Orwell descreve em 1984 . Neste livro, o Big Brother regula a vida e os conflitos de pessoas na sociedade, há um conflito aparentemente interminável que “cada grupo dominante mantém os seus próprios assuntos, e o objetivo da guerra não é para fazer ou evitar conquista de território, mas para manter intacta a estrutura da sociedade. ”

    O Império também prevê este conflito sem fim. “É provável que as tecnologias de informação e comunicação (TIC) são tão comuns que as pessoas estão permanentemente ligados a uma rede ou fluxo de dados bidirecional, a erosão das liberdades civis que isso implicaria, ser desconectado pode ser considerado suspeito. »
    Blogs como este podem fechar.
    O crescente domínio das TIC permitirá uma comunidades de interesse comum estabelecer e coordenar a mobilização rápida de um número significativo de pessoas rapidamente. “As manifestações rápidos, ouflashmobs , pode ser convocada pelos Estados, terroristas e criminosos, e podem incluir comunidades espalhadas através de fronteiras internacionais, o que obrigou as forças de segurança para corresponder a esse potencial agilidade e capacidade de concentração. ”
    O que é importante é que “este nível de sofisticação exigirá abrangente e concertada uma aplicação de todos os instrumentos e organismos do poder do Estado, juntamente com a cooperação de todas as entidades e organizações relevantes envolvidas na resolução de crise ou de conflito.”
    O que significa isso? Isso significa que a lei marcial.
    Uma vez que a resistência acabou, a terceira etapa do ” choque do futuro ” é a mais intensa e pressupõe que a pessoa a retirar-se e refugiar-se no” seu mundo particular e romper os laços sociais que poderiam levá-lo a ser envolto em assuntos dos outros. ”
    As pessoas estarão dispostas a aceitar tudo…
    Para sobreviver, as pessoas terão que apresentar ao Estado ou passar à clandestinidade. Novamente, de acordo com o relatório sobre as tendências estratégicas: “Qualquer adversário possível futuro é realizado com sucesso as vantagens de ir de metro, se você quiser evitar a capacidade de vigilância, identificação e infiltração de forças militares sofisticados, especialmente os sistemas implantados e Plataformas aéreas.No futuro, os estados optaram por implantar maioria de seus principais núcleos e decisivo subterrâneo poder de combate. Da mesma forma, os adversários irregular premissa tanto o ataque quanto a defesa redes clandestinas, sobretudo em espaços urbanos complexos. »
    Técnicas para acabar com a resistência à aplicação integrada de todos os instrumentos e órgãos do poder do Estado, a mobilização rápida ou flashmobs , tecnologias da informação e comunicação ubíqua, a segmentação da sociedade, níveis endêmicos e alta anarquia de violência, bancos de dados aparência intrusiva, extremamente eficiente e acessível da “sociedade da vigilância” erosão das liberdades civis, a catástrofe humanitária.
    Isto é o que o futuro próximo nos reserva.
    Pode-se instintivamente rejeitar os resultados, embora baseada em evidências sólidas de um relatório secreto preparado por um governo e escrito por Bilderberg.
    O que está em jogo é muito. A trama é real, está em andamento. O 11 de setembro de 2001, foi apenas um prelúdio para o que se prepara”.
    Sociedades desumanizadas feitas de bandos de escravos seletivamente e subjugados.
    Atenção ao essencial.
    Ponham-se a pau.

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  14. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    13 Setembro, 2013 14:55

    @ javitudo
    .
    A enformaçao a que sujeitaram a geraçao pos-25A nao foi feita por acaso…..

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  15. tric's avatar
    tric permalink
    13 Setembro, 2013 15:02

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  16. tric's avatar
  17. tric's avatar
    tric permalink
    13 Setembro, 2013 15:43

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  18. tric's avatar
    tric permalink
    13 Setembro, 2013 16:08

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  19. murphy's avatar
    murphy permalink
    13 Setembro, 2013 16:17

    A resolução desta crise, joga-se no conflito entre o “Portugal que vive à mesa do Orçamento de Estado” – que tenta resistir á mudança de paradigma, mas tem do seu lado a comunicação social e a “elite bem pensante” da capital – e o “outro País”, aquele que não aparece nos telejornais e nas manchetes…

    http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/05/do-portugal-silencioso.html

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  20. André's avatar
    André permalink
    13 Setembro, 2013 17:38

    Tudo bem na teoria. Só uma questão: assume que é preciso algum consumo interno para que os portugueses não morram à fome, certo? Ou o consumo interno de bens alimentares também é para destruir porque destrói investimentos nas exportações? Já agora, estamos de acordo quando assumimos que as pensões que os idosos recebem e os subsídios de desemprego servem para que essas pessoas comam, paguem rendas, enfim, sobrevivam; se estivermos de acordo, será deveras complicado reduzir mais as pensões e os subsídios (a não ser que se queira os idosos e desempregados na rua a morrer de fome).
    Enfim, há teóricos que consideram mais importante algo abstrato na economia do que a vida ou a morte dos habitantes de um país, quer-me parecer que o João Miranda é um deles (ou então que não costuma andar a pé pelo centro das cidades, para ignorar a realidade à sua frente).

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  21. Ricciardi's avatar
    Ricciardi permalink
    13 Setembro, 2013 19:58

    A Posição de Investimento Interancional (PII) mede a saúde da economia do país face ao exterior. Resulta da diferença acumulada entre activos (disponibilidades) e passivos (responsabilidades) que o país detém com o exterior.
    .
    PII de Portugal:

    Activos sobre o exterior:

    2010 – 322 mil milhoes
    2011 – 293 mil milhões (-10%)
    2012 – 285 mil milhões ( -2,8)

    Passivos

    2010 – 507 mil milhoes
    2011 – 472 mil milhões ( -7,4%)
    2012 – 478 mil milhões ( +1,2%)
    .
    A PII dos EUA são de -24%. Suiça de +150%. Da Alemanha é de +40%. De Espanha é de -91%. De Portugal é de +121% em 2013.
    .
    Este agravamento da nossa PII reflecte o obvio. A politica econmica tem sido DESASTROSA. Nos mapas do FMI só há quatro paises que DESEVOLUIRAM desde 2010 e Portugal está em PRIMEIRO.
    .
    Os nossos Activos sobre o exterior decresceram 37 mil milhoes de euros. Os Passivos decresceram 29 mil milhoes. Agravamos as necessidades em 8 mil milhoes de euros. Isto mesmo tendo aumentado as exportaçoes e diminuido as importacoes. Houve um desbaste economico de activos sobre o exterior superior à redução de responsabilidades.
    .
    8 Mil milhoes de euros. Quase 3 mil milhoes ao ano. Um agravanmento de cerca de 2% ao ano.
    .
    Se andarmos para trás no tempo melhor se vê.
    .
    Em 2006 o PII era de -76%, Em 2008 era de -96%. Em 2011 foi de -104%. Em 2013 é de -121%.
    .
    Rb

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    • Joana P.'s avatar
      Joana P. permalink
      15 Setembro, 2013 19:35

      A PII mede a solvabilidade financeira do país face ao exterior, não a saúde da economia.

      A deterioração da PII portuguesa tem-se processado a taxas mais ou menos constantes desde meados dos anos 90: em 96, no inicio do processo de adesão ao euro, o passivo externo líquido era de 7.6%. Mas isso era devido às desvalorizações do escudo (que aumentavam o valor em escudos dos activos detidos no estrangeiro) e às transferêncais unilaterais dos emigrantes (também motivadas pelo mesmo, por isso secaram quando o escudo estabilizou no mercado de câmbios face às moedas fortes europeias) e dos fundos da CEE. O problema estrutural já existia, a estabilidade cambial apenas permitiu que estimadores como a PII o capturassem.

      O que é preciso é que Portugal corrija o defice na balança de bens e serviços e o defice do estado. O que os fluxos mostram é que o primeiro se vai fazendo e no segundo está quase tudo a fazer. Depois o resto, de uma forma ou outra, vai ao lugar.

      E claro, nos últimos anos tem-se amortizado dívida vendendo activos. Isso é irrelevante porque vai implicar um défice futuro na balança de rendimentos para financiar a amortização da divida bruta actual. O que você está aí a ver na PII tem pouco a ver com a política económica dos últimos anos – é consequência de décadas com balanças de bens desequilibradas. Estruturalmente, a única coisa que verdadeiramente importa é o aumento das exportações líquidas e a diminuição dos juros da dívida pública. Neste momento, é o estado que tem de fazer mais – ou seja, gastar menos.

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  22. João Neta's avatar
    14 Setembro, 2013 14:35

    Mas a tese do João Miranda não está comentada, pois não? O método utilizado pode não ser o correto, mas as conclusões são ainda válidas?

    Em resumo, podemos andar a ter estes défices no Orçamento de Estado?

    Objetivamente, estes défices são impeditivos do crescimento económico?

    A diminuição das despesas do Estado deve prosseguir ou parar para evitar maior constrangimento económico à sociedade?

    É verdade que o crédito que o Estado utiliza está a ser desviado das empresas, já que o risco do Estado é inferior?

    E se assim for, isso é mau para o desenvolvimento económico?

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    • FC's avatar
      15 Setembro, 2013 19:00

      O déficit público tal como está é, na minha opinião impeditivo do crescimento económico sustentável. Acho urgente diminuí-lo, para baixar juros ao investimento e sobretudo impostos, tanto sobre o trabalho como sobre o lucro. E acho que o mercado interno interessa muito pouco. De preferência exportar.

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      • João Neta's avatar
        15 Setembro, 2013 21:07

        Ok, pelos comentários que tenho lido a este artigo, e a outros da mesma natureza, até parece que estamos todos enganados quando dizemos que o Estado não pode ter défices e que a economia tem que gerar superavites.

        Por acaso também me parece ser esse o caminho mas há muita gente a escrever que atira algo ao lado.

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