Em sueco seria ainda mais giro
6 Outubro, 2013
Não é que por norma valha muito a pena perder com tempo com ele. Mas desta vez talvez se justifique. É que pelos vistos aderiu à auto-flagelação. Façamos-lhe então, por uma vez, a vontade.
Afirmou o PR que é «masoqusita quem afirma que a dívida portuguesa é insustentável». Ora, sendo o próprio PR um dos que, avisada e atempadamente referiu e vem referindo tal coisa, o facto de agora criticar-se a si mesmo e de forma violenta apenas pode querer dizer que pretende ser fustigado.
Leio na Wikipedea que «Em um sentido extenso pode-se considerar como masoquismo também a forma de prazer com a humilhação verbal.».Tudo bate certo.
7 comentários
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Por favor não faça analogias sexuais com Sexa.
De camninho li;
A forma mais comum de reprodução assexuada em plantas é denominada propagação vegetativa. Nela, estruturas como caules e folhas de determinadas plantas formam raízes, dando origem a novos indivíduos. Grama, batata, morangueiro e violeta são alguns exemplos de plantas que podem dar origem a novos indivíduos por meio desse tipo de reprodução assexuada.
Também Ele se podia dedicar em exclusivo à agricultura.
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Leopold von Sacher-Masoch escreveu o romance A Vénus de Peles, que fazia parte da literatura obrigatória dos cursos de economia nos tempos de sua excelência.
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NÃO FAZIA PARTE DA MASTURMAÇÃO CU LECTIVA DA VERMINAGEM QUE ASSEDIA O ZÉ PAGANTE
E NEM O METIAM EM PELES QUANDO LHE IAM AO LOMBO….
O ZÉ DA FESTA É SEMPRE O BOMBO
OU NA FESTA
E QUEM FAZ O ROMBO É O COISO COM O COISO NO LIVRO….
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Óptimo, Gabriel Silva.
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Como disse acima, não sei se o Gabriel está a iniciar um processo de autocrítica ou se está numa de inflexão à esquerda. Claro que há ainda uma outra hipótese, que é considerar séria politicamente apenas a ação de Passos Coelho. Se assim for, afinal também está numa de Sacher-Masoch. 😉
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O Cavaco está tão estragado que só tem préstimo para a fogueira!
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A dívida portuguesa é sustentável.
Mas isso nada tem a ver com o crescimento económico.
Tem a ver com o défice e com o “tratamento” a dar à dívida criada pelo PS…
Hoje, impõe-nos um corte de 4 mil milhões para ajustar o défice. Mais austeridade para pagar juros e refinanciamento de uma dívida que custa 8 mil milhões em juros.
Os mercados financeiros emprestam-nos (?) a 8%. À Alemanha o dinheiro não custa nada. E até o BCE empresta a 1%… aos bancos.
Não vai haver crescimento económico, nem mais emprego. E os jovens vão continuar a sair, desertificando o País e o seu futuro.
É necessária austeridade mas não estupidez.
É necessário inverter as politicas de trabalho e empregar jovens impedindo a sua saída (serão eles os pais de amanhã) potenciando uma demografia que já é insuficiente.
http://notaslivres.blogspot.pt/2013/10/saidas-para-os-paises-vergados-pela.html
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