Nota-se que percebe o que está a dizer
22 Outubro, 2013
Um resumo do que António José Seguro disse hoje:
- a prioridade “deve ser a receita do Estado”
- Propomos um limite para a despesa corrente primária
- aplicação de fundos comunitários até 2020 sem subsídios, mas antes com verbas reembolsáveis.
- a componente nacional destinada ao investimento com fundos comunitários não deve ser contabilizada para o défice
Em resumo, Seguro pretende um limite para a despesa corrente primária, mas, subentende-se, esse limite não é para levar a sério, até porque o que vai baixar o défice é a receita do Estado (leia-se, impostos) e alguma batota contabilística, não contabilizando a comparticipação dos fundos comunitários, um truque contabilístico que pouco importa dado que deixa de ser distribuiído dinheiro europeu a fundo perdido.
19 comentários
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Independentemente de guerrilhas partidárias ou romances de cordel e mal dizer entre politiqueiros, sacanagens pessoais que secundarizam e prejudicam Portugal eis o que importa, REALISMO:
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a Espanha rejeitou Troika e FMI.
resultados dos PEC’s que usou com muitissimo menos sacrifcios que Austeristas&Apocalipticos, vulgo sacrificioa/bota abaixo/arresto de bens de Portugal:
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To Hell and Back: Spain’s Grotesque Recession and Its Surprising New Economy
A not-so-short history of the Spanish economy: The half-century housing bubble, the excruciating recession, the grisly unemployment, and, finally, a glimmer of hope.
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Practically overnight, Spain’s debt burden doubled. As Greece’s own crisis raised fears of its default, European leaders envisioned a domino effect that could engulf Spain, Portugal, Ireland and even Italy, and threaten the stability of the Euro currency itself. European leaders were looking into an abyss and fearing an imminent collapse of the entire post-World War II project.
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If Spain controlled its own currency, like the U.S. does, it might have printed money and risked inflation to pay off its debt. Instead, Spain is tethered to the euro and has little control over monetary policy
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Zapatero felt he had no choice but to cut spending and raise taxes to win back trust of Spain’s investors. His plans included a 5-percent salary cut and a salary freeze for public employees, a cost-of-living freeze for pensions, a higher retirement age, the elimination of “kiddie stipends” (the widespread European practice of providing several hundred dollars per month per child to families), an increase in the value-added tax, and modest cuts in health spending.
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Austerity, which had destroyed hundreds of thousands of jobs, would inevitably destroy the Socialists, themselves.
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“Insiders, such as labor union members and public employees, strongly prefer employment protection schemes that protect their jobs,” says Professor Mariely Lopez-Santana of George Mason University, who studies Spain’s labor markets. “Outsiders, such as the unemployed or those with temporary employment, favor policies that reduce labor protections to pry open more jobs.”
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In September 2013, the government announced a bounty of good news. Exports were up 8 percent–higher than Germany’s–bond yields were down and the economy actually grew for the first time in three years.
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http://www.theatlantic.com/business/archive/2013/10/to-hell-and-back-spains-grotesque-recession-and-its-surprising-new-economy/280678/
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Menos sacrificios em Espanha? vejam-se os cortes que foram feitos na despesa do estado, salários e reformas, entre outros. A Espanha, que não tinha os nossos desequilibrios estruturais, pôs as trancas à porta, e não foi resgatada porque fez o seu próprio ajustamento. A chatice é que lá estão com quase 30% de desemprego. Além disso, o maior problema da Espanha, e que de resto não está resolvido, é com os bancos, principalmente as cajas, que eram controladas pelas autonomias, e ainda hoje se desconhece a profundidade real do buraco que elas criaram.
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Juntos Cavamos Avante hipercagação permanente
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Independentemente de guerrilhas partidárias ou romances de cordel que no fundo diz o sicário são a mesma merda
e mal dizer entre politiqueiros, sacanagens pessoais que secundarizam e prejudicam Portugal falido….
eis o que importa, REALISMO: neorrealismo?
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a Espanha rejeitou Troika e FMI……ou seja 3+1 o tetra…..
aceitou umas centenas de milhares de milhões para a banca do BCE
que aparentemente faz parte da troika mas com maluco nã se discute…
resultados dos PEC’s que usou com muitissimo menos sacrifcios que Austeristas&Apocalipticos, vulgo sacrificioa/bota abaixo/arresto de bens de Portugal: pois esta é mais difícil deve ser figura de estilo…..
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To Hell and Back: Spain’s Grotesque Recession and Its Surprising New Economy
A not-so-short history of the Spanish economy: The half-century housing bubble, the excruciating recession, the grisly unemployment, and, finally, a glimmer of hope……ou seja há carradas de chinas e russos a comprar casas de férias e a contratar criadagem
apesar disso o desemprego está on
e a catalunha vai off
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Practically overnight, Spain’s debt burden doubled. e o déficite este ano vai nos 9 e tal
As Greece’s own crisis raised fears of its default, mas deviam muito mais logo to big to fail
e afinal os pepinos assassinos num eram espanhóis
European leaders envisioned a domino effect that could engulf Spain, Portugal, Ireland and even Italy, and threaten the stability of the Euro currency itself. European leaders que não lideram nada e fazem só merda desde mid-enterrande….were looking into an abyss ,,,,,,,aqui diz-se túnel
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If Spain controlled its own currency, like the U.S. does, it might have printed money and risked inflation to pay off its debt….enquanto os US of A exportam inflação pró resto do mundo até ver…..
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Bem dito.
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Resumindo, dos PIIGS, Portugal, Irlanda, Italia, Grecia e Espanha, tome nota só Portugal se deixou entalar. Assente no ipod, a Irlanda não autorizou tocarem num milimetro da sua ‘arma secreta’ para aliciar as grandes multinacionais, a Italia nem se fala até despacharam o Monti, a Grecia papou 70% de perdão da divida, a Espanha atulhada de Desemprego mandou o FMI dar uma volta e já resolveu o problema.
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E Portugal ? Anda às aranhas para se desenrascar, deu tudo e não tem nada. É a realidade. Culpa de quem ? De ninguém, tá bem ou não está ? É o estilo tuga.
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Deixe lá os EUA. Gira noutras estratosferas a que Portugal está a anos luz mas vai-se agarrar como lapa para se desculpar, abaixo tem pano para mangas. Por exemplo há quem diga (até havia acontecido aquela coisa dos ‘tigres asiáticos’):
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A Map of the World’s Slave Workforce
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According to a new estimate, there are 30 million forced laborers in the world. Some reports show they’re involved in making everything from iPhones to chocolate.
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and more than half of them are in prominent emerging markets like India, China, and Russia.
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But the largest form of forced labor is in private industry, where about two-thirds of people working in slave conditions—usually forced or bonded labor—are found.
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· The index says that there are about 3 million slaves in China, in state-run forced labor camps, at private industrial firms making electronics and designer bags, and in the brick-making industry.
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· Companies like Apple, Boeing and Intel—among thousands of others—have been under pressure to document that the tin, tantalum, tungsten, and gold they use aren’t being mined by slaves in the Democratic Republic of Con Congo
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http://www.theatlantic.com/international/archive/2013/10/a-map-of-the-worlds-slave-workforce/280732/
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Fall of Chinese Regime Predicted by Well Known Financial Expert
The housing and asset bubbles in China are big, and will lead to disaster
http://www.theepochtimes.com/n3/325510-fall-of-chinese-regime-predicted-by-well-known-financial-expert/
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repara pá a economia separou-se da produção de bens e serviços há muitos anos
daí comprarem-se túlipas por quilos de metal e comprarem-se pedaços de carbono cristalizado a alta pressão por milhões de notas de 10 libras com as fuças duma isabel inexistente
a bolha imobiliária chinesa é resolúvel pois além de estar numa china em franca expansão para o mercado interno e asiático …..depende da recompra pelo estado absolutista de tudo o que nele existe se necessário for
já nos us of a tal não é possível pois o estado não tem essa capacidade ….
messias do fim há muitos…mas ele vai chegar um dia isso é certo
todas as civilizações falham e esta desde a peste negra tem-se aguentado muito mal….
te preocupes nã os teus putos afogam-se antes do fim….
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Sobre, apenas:
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-El Tesoro prorroga la racha y baja el coste por emitir 3.521 millones en letras
http://economia.elpais.com/economia/2013/10/22/actualidad/1382436287_420101.html
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-Botín: “Es un momento fantástico, a España le está llegando dinero para todo”
http://economia.elpais.com/economia/2013/10/17/actualidad/1382019708_862175.html
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e com troikadas ‘ganhou-se’:
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-Portugal confía en mecanismos de apoyo internacional para evitar otro rescate
http://economia.elpais.com/economia/2013/10/22/agencias/1382452630_495827.html?rel=rosEP
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Creio que todos estão a contribuir duma forma ou doutra para ultrapassar o fiorde sem mais avalanches para não se acabar nisto:
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.Los griegos son un 40% más pobres que en 2008 tras el rescate europeo
http://economia.elpais.com/economia/2013/10/22/actualidad/1382443021_006750.html
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Algo em contrário naturalmente será bem vindo.
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ora recomenda aos que são ‘tugas’ e pensão ‘Tuga’ tão abandonados, incompreendidos e deserdados do Mundo:
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Recomenda-se sonhar acordado é bom:
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=Why Daydreaming Might Actually Be Good For You
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http://theconversation.com/daydream-believer-why-your-brain-is-wired-to-wander-18881#ixzz2iTgDxBlh
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Ressalvo que nnão ponho em duvida as boas intenções, a crença e a boa fé das elites dos ‘bons alunos’. Mas ….. pois, pois é, nem interessam as consequências porque é assim há ‘seculus i seculorum’ (não é latim, é vernáculo da rua). E lá se vai cantando e rindo, nada no horizonte.
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Então mas não era o JM o voluntarioso defensor das comédias dos tectos orçamentais e similares?!…
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Toda a gente já percebeu que o défice de 4% imposto pela troyka não é para levar a sério:
“até porque o que vai baixar o défice é a receita do Estado (leia-se, impostos) e alguma batota contabilística, não contabilizando a comparticipação dos fundos comunitários, um truque contabilístico!
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O que importa para a troika, é o estado não exceder o montante que está previsto gastar em cada ano. E esses limites têm sido cumpridos, por isso as avaliações da troika têm sido positivas. Os numeros do defice é só para entreter os media e os politicos da oposição. P. ex., este ano o defice previsto é de 5,5%, mas vai ser de 5,8% por causa do Banif, mas isso não incomoda a troika, porque a despesa publica está dentro do que estava previsto, e em Agosto estava até um pouco mais abaixo. É tão simples quanto isso.
Quanto ao Seguro, ficou hoje demonstrado que ele adoptou um discurso para as tvs, e outro mais institucional para o exterior, mas esquece-se que aqueles que ele quer impressionar ouvem os dois discursos, e arrisca-se a que ninguém o leve a sério.
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Agora adicione as “obras estruturantes” que lá estão assim como quem não quer a coisa, e que no PS já sabemos como é, e faça as contas.
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Como os dirigentes socialistas são bastante atacados por não dizerem palavras sábias, coloco aqui uma frase de Eurico Brilhante Dias, que vem na primeira página do jornal “I” de hoje (23/10):
“Ninguém no seu perfeito juízo pode prometer baixar impostos”.
Mais sábio do que isto não há. Mas o governo vai baixar o IRC, embora compensando através do castigo aos carros a gasóleo.
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Na Era da grande comunicaçao, encontram-se perolas nos arquivos….
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Embora a conclusão do artigo abaixo seja apenas uma tese, toca em dois pontos escaldantes que a UE e a zona Euro tem em cima da mesa,
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que as naturais tensões entre membros tão diferentes arrastam até ao ‘precipicio’ onde ou implode ou dá o salto da carpa para a frente. Trata-se do habitual modelo de decisão ‘caotico’ que tem aperfeiçoado e aprofundado a UE e o Euro como é suposto suceder novamente embora a demora seja enervante. Por vezes desnecessariamente desanimadora e desmobilizadora dos Cidadãos porém uma esperança para não ser outra vez campo de batalha que outros quiçá interessados em guerra evitarão na casa deles.
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“In other words, the euro has turned a recession into a depression, because it doesn’t let its countries fight either. They can’t devalue their currency or cut interest rates or even run bigger deficits when they get into trouble, so their trouble gets worse”
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“See, the euro zone doesn’t have a fiscal or banking union, so its currency union really shouldn’t be treated as a whole. Euro members aren’t so much parts of a federal state as countries with just particularly hard-to-break currency pegs”
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em:
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-The Euro May Not Be Doomed, But It Is a Disaster
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A new paper claims countries with fixed exchange rates weathered the financial crisis just as well as others. Europe disagrees
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http://www.theatlantic.com/business/archive/2013/10/the-euro-may-not-be-doomed-but-it-is-a-disaster/280714/
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Ficou tudo entalado com esta notícia, num silêncio ensurdecedor.
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Para que se entenda a “falta de memoria” de muitos aconchegados ao sistema, e’ bom recordar.
Parte 1
Parte 2
Parte 3 e final da entrevista
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Estará em curso alguma queda de Governo? É que já é o segundo a entrar em realismo repentino em menos de 24 horas:
http://www.noticiasaominuto.com/politica/120823/ninguem-no-juizo-perfeito-pode-prometer-reducao-de-impostos#.UmfUnJ01iHs
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Resumindo e concluindo, sugere que afinal a subida do SPD ao poder, sozinho ou em coligação, não era o sol na terra que anunciavam por aí aos quatro ventos. Então toca a bater em retirada. Virar a casaca, já cá não está quem falou.
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Pois é, na hora da verdade primeiro são alemães e os seus interesses. E estão certos.
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Errados estão os outros em todos os espetros partidarios e politicos tugas do primeiro estão os estrangeiros e os seus interesses. Que deslumbramento, que glória com o estamos no estrangeiro, com os estrangeiros, entre os do estrangeiro. Lá fora bela viola, dentro de casa pão bolorento.
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Se não estou em erro uns chamam-lhe provincianismo, outros chico espertos de cátedra, outros embasbacados e outros ainda deslumbrados. Por mi detesto usar emblemas, não gosto de futebois mas respeito quem gasta disso.
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