Grandes discursos do socialismo
26 Outubro, 2013
Somos socialistas, somos inimigos do injusto sistema económico capitalista que explora os mais fracos, com o seu sistema de salários injustos, com a sua desproporcionada avaliação do ser humano de acordo com riqueza e propriedade em vez de responsabilidade e mérito; estamos determinados em destruir este sistema de todas as formas possíveis.
– Adolf Hitler, 1 de Maio de 1927
77 comentários
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E depois?
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O ter boa memória, o ser culto e estar com os pés firmes na terra, e ainda o espírito de navegar pelo conhecimento histórico, trás grandes problemas ao debate ideológico, porque, às vezes, consegue-se provar que o que parecia ser um caminho diferente no culto e exercício do poder, tem terminado sempre de forma igual.
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É um belo discurso, Vitor. E, sobre as funções sociais e económicas do estado, o mesmo autor tem também coisas magníficas…
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comecei a ler a pensar ser uma citação do jerónimo na reportagem sobre a conferência sobre o cunhal…
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Mais socialismo, facção blasfemiana:
“Eu insisto absolutamente em proteger a propriedade privada… precisamos encorajar a iniciativa privada!”
Nós lutamos pela manutenção da propriedade privada… nós protegeremos a iniciativa privada como a mais eficiente, ou mais realista, forma de ordem econômica.”
“Meu socialismo nada tem a ver com marxismo. Marxismo é anti-propriedade. O Socialismo verdadeiro não é.”
“”O marxismo aparece como a tentativa dos judeus para enfraquecer, em todas as manifestações da vida humana, o princípio da personalidade e substituí-lo pelo prestígio das massas. “
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E depois?
.
-Depois o crack do 29!
E depois?
-Depois muito mas tarde a menina Angela e a continuacao muito rapidinho a Dona Merkel…:)
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Como deve saber Hitler não expressou somente erros…
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O Passos usou a mesma artimanha.
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Que dizer dos discursos de Torquemada?
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6. Império Belga
O Império Belga começa por ser um negócio privado de um rei – Leopoldo II (1835 – 1909 ), embora com uma justificação humanitária. Em finais do século XIX, Leopoldo olha para o que estava a acontecer em África, onde os grandes capitalistas europeus se estavam a apoderar de vastas regiões, reúne capitais e parte à conquista do seu quinhão africano. Um saque e um genocídio semelhante aos que os espanhóis fizeram na América ía começar.
Os portugueses chegaram ao Congo no século XV, tendo mantido com as populações locais durante séculos intensas relações políticas, culturais e comerciais. A cristianização da região foi feita por missionários portugueses até ao século XIX, quando foram substituídos por missionários franceses e belgas.
No século XIIX, Leopoldo II atacou as pretensões de Portugal em ficar com o Congo, argumentado que era um país sem grandes recursos económicos e praticava a escravatura nas suas colónias. Esta justificação foi então apoiada pela França, Inglaterra e Alemanha que acabaram por lhe dar o Congo, como propriedade pessoal.
Leopoldo II, em 1876, promove um empreendimento de exploração económica do Congo, sob o pretexto de civilizar os negros da região. Civilizar significava na sua opinião, escravizar a população do Congo, retirá-la da “ociosidade” em que vivia. A escravatura, tratada como “trabalho forçado”, iria dar “utilidade” aos congolenses, ao dar-lhes a oportunidade de contribuírem para aumentar a sua riqueza pessoal e financiarem grandes obras públicas na Bélgica.
Em 1878, encarrega o “explorador” Henry Stanley de fundar um entreposto comercial no rio Congo. Durante a partilha de África na célebre Conferência de Berlim, em 1885, as potências europeias concedem-lhe a título pessoal um vasto território que não tarda a denominar Estado Livre do Congo. Em 1891 funda a sinistra Companhia do Catanga destinada á extracção da borracha. Outras companhias irão sendo criadas para uma verdadeira rapina do Congo.
O novo “estado” transforma as populações locais em escravos. Milhões de pessoas (homens, mulheres e crianças) morrem extenuados pelo trabalho forçado ou são assassinadas. Será a partir deste “estado” escravocrata que mais tarde será formado o Estado do Zaire (actual República Democrática do Congo).
Leopoldo II através de uma política colonial assente na escravatura, chacina das populações e saque dos recursos naturais, transformou a região do Congo numa das mais instáveis do mundo.
Leopoldo II, não se confinou ao Congo, não tardou em apropriar-se da região do actual Ruanda, Uganda e Burundi . As suas populações foram uma vez mais escravizadas, sucedendo-se as matanças e os genocídios. Os territórios de antigas tribos foram divididos, populações deslocadas, assim como foram estimulados os ódios tribais. A típica política colonial: dividir para reinar !
Com a morte desta sinistra personagem, em 1909, o Estado Livre do Congo torna-se numa colónia da Bélgica, passando a ser chamada Congo Belga. A política de brutal exploração das populações em nada se alterou.
A Igreja católica belga participa activamente nesta política colonial, fomentando na região ódios tribais, nomeadamente entre Tutsis e Hutus.
Ao longo de décadas foram enviados para a região sucessivos bandos de mercenários para manterem ditadores no poder ou apoiarem o saque das populações e dos seus recursos naturais.
Após a Independência do Congo, em 1960, as ingerências externas continuaram, transformando a região num caos, onde são constantes as guerras e os genocídios. A matriz “civilizacional” do sanguinário Leopoldo II continua viva.
Carlos Fontes
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Pacifismo[editar]
Henry Ford foi um cristão episcopal que era contra a guerra, argumentando que ela era um desperdício de tempo.22 Ford tornou-se altamente crítico com aqueles que financiavam a guerra e parecia fazer tudo o que podia para detê-los. Em 1915 o pacifista Rosika Schwimmer obteve a ajuda de Henry Ford para financiar uma viagem de navio para a Europa, com o objetivo de ser uma espécie de “missão de paz”, para si e aproximadamente 170 outros proeminentes líderes pacifistas. O pastor episcopal de Ford, Reverendo Samuel S. Marquis, acompanhou-o na viagem. Marquis também liderou o departamento de sociologia de Ford entre 1913 e 1921. Ford conversou com o presidente Wilson sobre a missão, mas não obteve qualquer apoio governamental. Seu grupo partiu rumo à neutra Suécia e à Holanda para encontrar-se com ativistas da paz naquele país. Ridicularizado, teve que deixar o navio logo que este chegou à Suécia. Em sua vida, Ford tinha empatia com o movimento nazista, por ser contra a dominação dos meios de comunicação do ocidente por judeus, chegando inclusive a ser condecorado por Hitler com a Ordem de Mérito da Águia Alemã em 30 de julho de 1938.23 24 25
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Era “contra a guerra” excepto na modalidade Leopoldina de dividir para reinar, especialmente os principais concorrentes.
Até 1941 os EUA ainda eram o principal parceiro comercial da Alemanha, aos “aliados” era proibido bombardear as fábricas da GM e Ford, que equipavam toda a máquina de guerra, o óleo dos motores dos veículos deixados pelos Nazis às portas de Moscovo depois da retirada era obviamente Castrol…
O que Leopoldo fez no Congo não é assim tão diferente do que os Americanos (e os Ingleses antes deles) fizeram à Rússia, principal concorrente com maior produção agrícola e muito mais recursos naturais, e de caminho a toda a Europa. Só a “narrativa” é que está montada com outro grau de sofisticação…
Cumps,
Buiça
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Só mentiras.
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Já ninguém, nem os neoliberais ou fascistoides ligam patavina aos discursos do Hitler. Estão ultrapassados, fora de moda. Não servem de guião.
Nenhum político “encaixa” ou se preocupa, nem ninguém leva a sério o extracto desse discurso aqui colocado por VC, para “adaptá-lo” à realidade tuga.
Foi um “fáite divéres” de VC para apimentar o dia e a caixa de comentários.
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Ó parceiro, você parece o piscoiso. E para parecer ainda mais até escreve ´”fáite divéres”. Parecem gémeos!
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Pronto, quando se começa a desenterrar discursos do Hitler é porque já não se tem nada de interessante para dizer. Vítor, tire umas férias enquanto tem direito a elas!
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Férias… e aproveitar para frequentar uma clínica de discussão!
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Dada a situação tuga, eu preferia por exemplo um incentivo para a cacetada com um grunhido do Viriato ou para a a pazada, duas palavras seguidas da Padeira de Aljubarrota.
Mas compreendo : VC não é historiador, de Viriato não há nadinha de nada (nem um ossinho para venerar) e da Padeira, “dizem” que falava pouco, e usava mais o vernáculo tipo Sócrates.
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Para a troca este excerto de discurso:
“…O programa de reconstrução do povo e do Reich resulta da grande necessidade de nossa vida política, moral e económica. Convencido que esta derrocada tem suas origens em feridas no seio do próprio povo, é objectivo do governo da revolução nacional eliminar aquelas enfermidades da vida popular, e evitar futuramente qualquer possibilidade de seu retorno…“. (Hitler, discurso no Krolloper a 23 de Março de 1933).
Qualquer semelhança entre o acima citado e os ajustamentos ‘permanentes’ e ‘para futuro’, anunciados diariamente aos portugueses é mera coincidência.
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Charlie Chaplin também usava um bigode como o Hitler.
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«Carga policial sem aviso (SOL)
Quase um ano após os tumultos em frente ao Parlamento, que terminaram com uma violenta carga policial, o tribunal não deu como provado que a PSP tenha emitido uma ordem de dispersão “clara e perceptível”, aos manifestantes concentrados em São Bento, no dia 14 de Novembro de 2012.»
Mais um tribunal que passa a ALVO?!…
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Ontem também houve um tribunal que condenou o policia a nove anos de prisão, e o ladrão a dois anos. Teria sido o mesmo tribunal? Eu acho que estes juizes andaram todos na mesma escola enquanto militavam na UEC.
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É que o polícia matou um menor de 13 anos através do uso inadequado de arma de fogo…
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“uso inadequado de arma de fogo”? Estava a mexer a sopa com ela?
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YHWH desejo do fundo do meu coração que um dia não se encontre com aquele cigano, e muito menos se for com o seu filho. Quem é que leva um filho de 12 anos para um assalto?
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Teriam aprendido que se mandavam as pessoas de férias para os gulags ou iriam para os campos de formação profissional e as crianças seriam servidas ao pequeno almoço.
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Não, VC, usou a arma como um amedrontado ou como um inconsciente, e não como um polícia a deve usar.
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No sentido em que o YHWH usa as caixas de comentário como um amedrontado, incapaz de se identificar pelo nome pelo qual é reconhecido por vizinhos?
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Alexandre, a questão nestas situações não é de coração: é de cabeça e de lei, o que parece faltar gritantemente a muitos dos «profissionais da violência legitimada e contida» que operam em nome do Estado.
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Acho piada que ninguém entenda que Hitler era nacional-socialista.
E contra os banqueiros judeus que exploravam o povo alemão.
E que ganhou as eleições.
Mas isso de extrema-direita já acabou há muito tempo.
Hoje já ninguém fala disso.
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Ou que a palavra “social” ou “socialista” não tem necessariamente de estar associada ao comunismo ou internacional-socialismo.
Se lhe puserem vinho na lata de coca-cola não estranhe arrotar menos.
Por isso é tão importante olhar para o conteúdo dos discursos em vez de os dispensar com rótulos. O senhor Adolfo respondia, à sua maneira, às preocupações dos eleitores alemães da altura, por isso foi eleito.
Muitos paralelos podem ser estabelecidos entre essas preocupações da altura e as de muitos Europeus hoje em dia. Na realidade quase todos os receios são os mesmos, só a questão de raças e religiões (felizmente) está ausente.
Em breve abriremos a torneira da água e ouviremos um angolano a dizer-lhe “passa para cá 1 euro por esse copo de água, malandro” e nem o governo nem a polícia valerão de nada de tão contentes que estarão a embolsar pessoalmente 1 centimo por cada um desses euros.
Vamos ter medo. E vamos votar no discurso que responder a esse medo.
Todos estes temas são actualíssimos.
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Vá lá, nós já conhecemos as vacuidades tópicas com que VC gosta de se divertir em jogo de «paciências com o baralho todo».
Como o termo social é nuclear nas relações humanas, VC diverte-se a ligar os fios de todas as formas que lhe ocorrem (ainda que não respeitando as amperagens, e usando e abusando das falácias relacionais).
Assim tanto pode relacionar o social com o nacional, nos seus derivados ideológico-terminológicos puros, como o social com a democracia, ou social com o fascismo, ou sabe-se lá mais o quê…,
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Acho piada que ninguém entenda que Hitler era nacional-socialista.
E contra os banqueiros judeus que exploravam o povo alemão.
E que ganhou as eleições.
Mas isso de extrema-direita já acabou há muito tempo.
Hoje já ninguém fala disso.
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Bom, Isso é hoje. Amanha ja vamos ver.
Hoje em Grecia ja falam disso sustituindo banqueiros judeus por europeus…Ou tanto dá que dá o mesmo?
E ja se olhamos mais adiante no futuro…ou seja para pasado amanhá…
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Lerdos? é isto und/ ora,http://estadosentido.blogs.sapo.pt/3114908.html?mode=reply#reply, e vitorcunha.
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Reductio_ad_Hitlerum
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Post de e para lerdos, é isto und/ ora,http://estadosentido.blogs.sapo.pt/3114908.html?mode=reply#reply, e vitorcunha.
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poste de enfiar no cu? lerdo implica apenas dificuldade de transmissão de impulsos electro-químicos
há atrasados mentaes muito rÁPidos …..tu pareces uma chita…..
ou chit..ou escreve-se shit?.
não volto a cu men t’arte jámé…..
estado sentido é mesmo nome de b-log gay tamém tem bar?
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Como tu sabes.
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Ok. Os socialistas tugas são nazistas. E os direitolas tugas, são o quê? Estúpidos.
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Er… Quer que remova esse comentário confessional?
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Remover… não!
Aqui sim… discursos altamente!
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Não, são liberais como o Pinochet. A diferença não é grande (pelo menos um ganhou eleições, o outro nem isso).
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O termo “Nazismo” vem das palavras alemãs “Nacional Socialismo”.
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sim já sabemos és o mestre da infopédia e dos livros invendáveis
deverias olhar pró exemplo do socras….Nat Sozi contracção ou aglutinação de abreviaturas meu belfo
como é que vai o puto….já deixou de impingir o livro do papá? agora é a vez dos netos né….
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quando é que vitorcunha termina o post para se poder comentar?
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e cu mentam o quê? nada acrescentam a algo que já por si nada acrescenta a nada
é como os últimos XIX governos ou os próximos XX…
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Há pessoas, tal como o Adolfo que mudam a vida em função dos acontecimentos da época e que podem originar consequentes modificações nas sociedades. Esses mal ou bem fizeram História. Ficam para a posteridade.
Outros que eram antes MRPP, atraiçoaram os seus princípios programáticos e viraram neo liberais, alguns, para não dizer todos, sem saberem bem o que isso é.
Outros ainda saíram traiçoeiramente do PCP ou PS e alinharam pelo mesmo diapasão. Costumam-se vender por um prato de lentilhas com boroa.
Ora como VC muito bem sabe, existem muitos desses “seres” na nossa sociedade.
A esses tenho um nome que de momento e por respeito a este blog (algo que alguns dos seus subscritores muitas vezes não possuem), me vou suster de o referir.
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http://en.wikipedia.org/wiki/Fritz_Thyssen
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The Night of the Long Knives (German: Nacht der langen Messer (help·info)), sometimes called Operation Hummingbird or, mistakenly, sometimes in Germany, the Röhm-Putsch, was a purge that took place in Nazi Germany between June 30 and July 2, 1934, when the Nazi regime carried out a series of political murders. Leading figures of the left-wing Strasserist faction of the Nazi Party, along with its figurehead, Gregor Strasser, were murdered, as were prominent conservative anti-Nazis (such as former Chancellor Kurt von Schleicher and Gustav Ritter von Kahr, who had suppressed Hitler’s Beer Hall Putsch in 1923). Many of those killed were leaders of the Sturmabteilung (SA), the paramilitary brownshirts.
Adolf Hitler moved against the SA and its leader, Ernst Röhm, because he saw the independence of the SA and the penchant of its members for street violence as a direct threat to his newly gained political power. Hitler also wanted to conciliate leaders of the Reichswehr, the official German military who feared and despised the SA—in particular Röhm’s ambition to absorb the Reichswehr into the SA under Röhm’s leadership. Additionally, Hitler was uncomfortable with Röhm’s outspoken support for a “second revolution” to redistribute wealth. (In Röhm’s view Hitler’s election had accomplished the “nationalistic” revolution but had left unfulfilled the “socialistic” motive in National Socialism.)
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É mais um soci@lista. Definem-se pelo que querem controlar na vida dos outros.
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Comunistas e nazis comemoravam juntos o 1ª de Maio: há medalhas alusivas à amizade nazi-comuna na Áustria. Nacionalismos em Espanha ancoraram-se à muleta nazi para ganharem a “independência”. Contudo hoje o comunismo tem um tratamento de louvor e o nazismo -criado e amamentado pelos comunas e socialistas- é rejeitado.
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Recomendo-lhe vivamente que pegue num qualquer livro de História do século XX, isso passa-lhe.
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Dissecting leftism: An original Nazi Labor day medal from 1934
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Aprendam com este: é assim que se branqueia a história.
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https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcThItvn_zOO75WvFBFLh20g6v87zJoYtQCuEy3Cwek6F4Hs3MfQIA
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Também gosto de “brincar”.Quer mais???
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Adolf Hitler moved against the SA and its leader, Ernst Röhm, because he saw the independence of the SA and the penchant of its members for street violence as a direct threat to his newly gained political power. Hitler also wanted to conciliate leaders of the Reichswehr, the official German military who feared and despised the SA—in particular Röhm’s ambition to absorb the Reichswehr into the SA under Röhm’s leadership. Additionally, Hitler was uncomfortable with Röhm’s outspoken support for a “second revolution” to redistribute wealth. (In Röhm’s view Hitler’s election had accomplished the “nationalistic” revolution but had left unfulfilled the “socialistic” motive in National Socialism.)
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Eu diria que o sec XX (e Orwell detalha-o perfeitamente logo na primeira metade) demonstra à saciedade que todos os comunismos na oposição serviram para conquistar as massas e chegar ao poder. Uma vez conquistado o poder, acabaram todos da mesma maneira, líderes perpétuos, culto da personalidade, zero democracia, muito poucas liberdades, atrasos tecnológicos e ineficiências várias, crimes contra a humanidade, países inteiros a definhar, senhas a dizer “pão” e nenhum pão nas prateleiras.
Mas como alguns tinham SNS e escola pública obrigatória, talvez valha a pena fazer milhões de pessoas passar pelo mesmo outra vez…
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mas não estávamos a falar de socialismo? a que propósito vem esse comentário?
este agora quer nos fazer crer que os nazis eram comunistas!!!!!
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Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei
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Socialismo, comunismo, como pode ver no mais recente post do VC nos discursos de Estaline a palavra usada é socialismo.
Não tenho culpa que haja tanta gente presa a rótulos e não me ocupava aqui das nuances dos regimes autoritários, o comentário era sobre as fases da tomada do poder por líderes autoritários com culto da personalidade:
primeiro travestem-se de socialistas, comunistas, o que lhes quiser chamar, tudo é direitos e fim da opressão e felicidade e amanhãs que cantam, depois em todos eles há noite das facas longas, estados de emergência e excepção (com guerra ou sem ela), eliminação da oposição e perpetuar do poder sem liberdades sequer de ter opinião.
O ponto não é se Hitler matou mais que Lenine e Estaline, o ponto é que os guiões são idênticos. E continuam aliás em vigor, há exemplos pelo mundo inteiro, até no Egipto os fanáticos religiosos na fase de ascenção ao poder prometem moderação, direitos, liberdades… e quando lá chegam impõem a religião única obrigatória, restringem os direitos e o culto de Maomé, que tem sempre as suas vantagens pois pode-se ir mudando os fantoches mantendo sempre o mesmo culto.
Por último, há ainda os casos em que os ditadores que lá chegam por esta via são de facto boa gente, sejam eles da versão Allende ou versão generais competentes – mesmo nesses casos o guião acaba por falhar pois toda a suposta bondade do regime morre com o personagem.
Espero estar mais claro.
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está clarissimo e concordo com a maioria do que escreve mas… isso quererá dizer que o capitalismo não apresenta nenhum desses sintomas ou que o capitalismo não provoca milhões de mortos?
reformulo a pergunta, no capitalismo não há regimes autoritários que seguem o mesmo guião?
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Que tem o capitalismo com isso? Socialistas e comunistas são capitalistas na mesma. A não ser que o Stalin plantasse a sua própria horta (mas isso violaria a propriedade do estado).
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Sim, também não vejo o Capitalismo propriamente como uma ideologia, parece-me mais uma lei da selva mais sofisticada, um conjunto de equações aritméticas que não são propriamente física de partículas, 2+2=4, se trabalhar mais e/ou melhor produzo mais, etc. cada um desses pequenos jogos supostamente “regulado” por governos eleitos para manter o jogo minimamente justo.
Tipo jogar ao monopólio e não deixar que alguns jogadores tenham impressoras a cores ao lado e outros não, esse tipo de coisas.
Claro que a parte da regulação falha em muitíssimos pontos, por um lado por insistirmos em eleger reguladores que nem a aritmética mais simples entendem, por outro lado por corrupção pura e simples, o sapiens não vai deixar de gostar de ter mais amanhã do que tem hoje.
Mas essencialmente tem a ver com produção, quem trabalhar melhor e/ou mais, produz mais e fica mais rico. Não tem propriamente que ver com lições de moral sobre como deve ser a vida dos outros.
Voltando ao socialismo, de social, de sociedade, as formas como estas se organizam no meio da selva que é o planeta tem muito a ver com isso também, qual a forma de se produzir mais e melhor para se enriquecer e ficarmos todos mais abastados e termos mais bem-estar. A “justiça” dos vários jogos e várias fórmulas em vigor é essencial e falha muito, mas confunde-se muito a justiça de as regras serem as mesmas para todos com a “justiça” de os resultados deixarem todos iguais. É como confundir num jogo de futebol a justiça de as regras serem iguais para e aceites por todos com a “justiça” no marcador.
Neste contexto todas as ideologias não passam de formas de grupos de sapiens manipularem as massas para chegarem ao poder e impor as suas regras, a “narrativa” que adoptam não me interessa tanto como qual são as regras de jogo que pretendem aplicar, embora me preocupe o facto de cada vez mais as “narrativas” apenas servirem para esconder ou lançar fumo sobre as verdadeiras intenções (ou ausência total de ideias, também acontece muito) de quem as conta.
Cumps,
Buiça
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“O Governo manterá, em relação aos demais órgãos de soberania, um comportamento pautado pelo escrupuloso respeito das normas constitucionais. Para além disso, faz questão de sublinhar o seu propósito de considerar como decorrente de um imperativo nacional a cooperação entre órgãos de soberania dentro das suas esferas de competência específica, sem prejuízo do princípio da separação de poderes.
O Governo não pretende usar, em relação a qualquer outro órgão de soberania, o argumento político que resulta de ser a Assembleia da República e ele, Governo, quem exprime a mais recente e actualizada expressão da vontade popular. Não se porá em causa a legitimidade constitucional e popular de cada órgão de soberania, tal como decorre da lei fundamental.
Esta atitude não colide com as opiniões que as forças políticas apoiantes do Governo possam ter acerca da existência, da configuração, do comportamento ou do futuro dos vários órgãos de soberania ou dos seus titulares. Ela é assumida em nome do respeito pela legalidade e do interesse nacional. As instituições do Estado têm de se respeitar mutuamente e entender-se nos limites estabelecidos pela Constituição.”
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Grandes discursos do V/ adorado (só pode ser panascagem!) aldrabão, pacóvio e incompetente:
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ora hiperligação permanente
27 Outubro, 2013 01:20
curioso o tempo que se perde como todo o tempo pois nunca se ganha nisto
apagar cu mentários enterrar postes no cu….é uma actividade bufas fascistas
lembram-me o veiga simão e o vasco gonçalves….
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E na prática, como foi? Acabaram com o “injusto sistema” ou, pelo contrário, apoiaram-se nele?
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na prática vou-te responder uns 6 minutos antes de teres questionado
é tudo relativo
é como a moral dos gangues partidários
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o vitor “esqueceu-se” de aprovar o unico comentário que lança alguma luz sobre esta questão do socialismo no nacional-socialismo. e certamente que não foi por ir contra a interpretação enviesada e manipuladora que ele quer dar á citação hitleriana…
a censura também é socialista, é? cuidado vitor, ainda há uma noite das facas longas aqui no blasfemias….
já faltou mais.
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Este vitor cunha é um anormal…
Em 1933, os católicos, os nacionalistas e os monárquicos votaram a favor da proposta do NSDAP para eliminar o parlamento e concentrar todos os poderes no fuhrer. Semanas depois todos os partidos eram extintos e iniciavam-se as prisões e perseguições.
Os socialistas votaram contra e os comunistas apesar de eleitos nunca lhe foi permitido ocupar os lugares atribuidos.
Realmente o hitler era socialista. Que estupidez.
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Isso foi antes ou depois de Hitler ter sido obrigado a fundar um Partido Nacional-Socialista porque o Nacionalista tinha sido extinto? E já agora, foi antes ou depois do Pacto Anti-Komintern? Não precisa de responder, as perguntas eram retóricas e simplesmente limitavam-se a demonstrar algumas incongruências no pensamento da referida personagem.
Façam-me um favor, não me venham com aquela manobra política para manter os soviéticos fora da guerra (o Pacto Germano-Soviético) que foi desrespeitada pelo tal socialista à primeira oportunidade. Não me venham dizer que é essa a prova de que os atos de Hitler eram socialistas, porque sinceramente, sempre considerei que as pessoas que sabem escrever têm um mínimo de inteligência. Claro que o Vitor Cunha gosta de se aproveitar de discursos demagógicos com o objetivo de ganhar votos (sim, não sei se se lembram, o Hitler teve de ganhar votos num país falido e o operariado ainda era um conjunto grande de votos) para dizer algo oposto à realidade, só demonstra quão fraca é a argumentação dele (e quão esquecido é, principalmente dos apoios que os nacionais-socialistas e os fascistas deram às grandes empresas monopolistas controladas por entidades privadas).
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Agora, alguns excertos de 1933.
«Em princípio o governo não protegerá os interesses econômicos do povo alemão pelo método tortuoso de uma burocracia econômica a ser organizada pelo Estado, mas pelo máximo fomento da iniciativa particular e pelo reconhecimento dos direitos de propriedade.
«Entre as intenções produtivas por um lado e, de outro, o trabalho produtivo, deve-se construir um equilíbrio justo. A administração deve ser resultado da capacidade do respeito da aplicação e do trabalho através da economia. Também o problema de nossas finanças públicas se resume, ao final, no problema de uma administração austera.
«A planejada reforma de nosso sistema tributário deve simplificar as classificações e com isso levar a uma diminuição dos custos e dos tributos. Fundamentalmente o moinho fiscal deve ser construído na correnteza e não na fonte. Diante desta premissa, deve haver uma diminuição dos tributos através da simplificação da administração. Esta reforma tributária a ser instituída no Reich e nos Estados não é uma questão do momento, mas sim segundo as necessidades do período analisado.
«O governo evitará sistematicamente as experiências monetárias.
«Enfrentamos acima de tudo duas tarefas econômicas de primeira magnitude. A salvação do agricultor alemão deve ser conseguida a qualquer preço.
«A destruição desta classe em nosso povo levará às conseqüências mais graves. O restabelecimento da rentabilidade das propriedades agrícolas e pecuaristas pode ser duro para o consumidor. O destino, entretanto, que assolaria todo o povo alemão caso os agricultores desaparecessem, seria com uma desgraça sem comparação. Somente em conjunto com a recuperação da rentabilidade de nossa agricultura e pecuária, a questão referente à execução ou acordos pode ser solucionada. Caso isso não aconteça, então a eliminação de nossos agricultores levaria não apenas à bancarrota da economia alemã, mas principalmente à destruição do núcleo do povo alemão. Sua preservação saudável é também condição fundamental para o florescer e germinação de nossa indústria, de nosso comércio interno e das exportações alemãs. Sem o contrapeso dos agricultores alemães, a loucura comunista já teria assolado a Alemanha e com isso destruído definitivamente a economia alemã. O que nossa economia geral incluindo nossas exportações deve agradecer à saudável existência do camponês alemão, não pode ser compensado através de nenhum sacrifício comercial. Por isso o futuro povoamento do solo alemão deve atrair também nossa grande preocupação.
«Para vencer a catástrofe econômica é necessário:
«1. uma liderança absolutamente autoritária nos assuntos internos, afim de criar a confiança na estabilidade das condições
«2. A garantia, pelas grandes nações, de uma paz duradoura, afim de restaurar a confiança mútua entre as nações.
«3. A vitória final dos princípios do bom senso na organização e condução da economia, assim como na desobrigação geral nas reparações e responsabilidades irreais pelas dívidas e juros.»
Em relação a algumas políticas económicas (a começar por evitar experiências monetárias) parece que estamos a ler uma transcrição de Pedro Passos Coelho ou da direita portuguesa a mostrar por que razão não podemos sair do euro, isso seria uma experiência monetária. Também gostei de ler o atual primeiro-ministro português no que diz respeito à agricultura e à administração austera.
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Uma parte de mim deixa-se rir, outra fica com um semblante sério e grave. O misto de emoções a que estamos todos já habituados a sentir… ler/ouvir quase todos os meses novos casos ou simplesmente o relembrar de notícias destas:
“O Correio da Manhã conta hoje que a família do ex-primeiro-ministro José Sócrates tem 383 milhões em offshore. Os documentos foram entregues por Mário Machado (LOL). Acrescenta o CM que a empresa criada em 2000 no paraíso fiscal de Gilbraltar movimentou autênticas fortunas. Gestores são tio, tia e primos de Sócrates. ” 06/09/2011 DN.
Sabemos que o avô de J. Sócrates através das minas em Trás-os-Montes enriqueceu a vender volfrâmio e ao que parece construiu uma fortuna que mais tarde a mãe do ex 1º ministro herdou. Podíamos falar das luvas do Freeport, o aeroporto de Beja, o caso da Uni. Independente, o Magalhães e a contratação pública duvidosa e a suspeita de fraude fiscal da JP Sá Couto, o estranho acontecimento Wikipédia (interessante), o escândalo “Face Oculta” e a sucata de Ovar, as escutas, a lixeira da Cova da Beira e muito mais. Parece que o “Eng” foi completamente investigado e retratado pelos TPTB dos meios de informação de maneiras que temos que ter cuidado ao analisar. Levantaram-se muitas suspeitas contra o “Eng.” que certamente serão falsas, baseadas em estratégias político-partidárias e até ódios pessoais. Muito poderá ser verdade também. Não se irá nunca saber.
Mas, o que importa realmente tudo isto? O que importa os submarinos do Portas e o caso Moderna, o afastamento da M.J. Morgado, e as fotocopias dos segredos de estado? O que importa falarmos da aparente corrupção transversal de Sócrates quando sabemos da fundação Soares e dinheiros públicos e do caso de Macau, Cavaco e os amigos, as swap e as escutas e o BPN, e o BPN…incrível, o maior esquema de lavagem e desvios de dinheiro de todos os tempos em Portugal, o estado faz um bailout de por volta de 2.700.000.000,00 ao banco. Mais ou menos 270€ a cada homem, mulher e criança deste país. O que importa todas as dezenas e dezenas de casos de possível corrupção, abuso de poder e troca de influência que assolam a nossa política? O que importa a justiça completamente desacreditada em Portugal? O que importa todos os organismos do estado serem um caos organizado em incompetência?
A sério…O que isso importa já? Não estão fartos? Já não sabe toda a gente como é que este sistema funciona? Capitalismo mascarado com a beleza brilhante da democracia…Que importa verdadeiramente o que eles fazem? Que importância terá tudo isso, quando somos nós que alimentamos esta política cansada, velha e consumida por paradigmas antigos e obsoletos! Somos nós que ajudamos a criar esta desigualdade social, ajudamos a criar esta pobreza e ajudamos a destruir o futuro de milhares e milhares de pessoas incluindo nós mesmos e as nossas famílias. Nós somos a força motriz da máquina estadual.
Temos ideias cimentadas na nossa mente. Temos sonhos de democracia e daquilo que vale a liberdade. Lembro-me de o meu pai me ligar quando o Ps perdeu as eleições e o membro da Opus Dei e futuro consultor da CGD largar então as rédeas do governo, a visão do meu pai marcada com o cunho social-democrata, lembro-me de ele falar de ideias quase místicas sobre Sá Carneiro e o que foi a AD. Penso em como me ensinaram o que era a Europa e o que era o sonho de uma Europa unificada, todas as palavras e imagens em catapultas de Beethoven. Todos temos sentidos e ideais impregnados em nós como o perfume de um cravo ou a voz do Zeca sobre uma guitarra. É suposto termos sentimentos e memórias que mais tarde vão criar predisposição para acreditarmos ou não em determinadas coisas. Tudo isso influencia quem nós somos. Mas, quando paramos de duvidar, quando deixamos de ter pensamento crítico, quando deixamos de querer saber mais e quando não queremos evoluir e queremos preservar um sentido de auto identificação atribuído por outros homens, outras filosofias e outras moralidades sem questionarmos tudo isso, então aí sim, seremos escravos de um sistema que vive de escravidão. Social, mas acima de tudo, mental. Temos que romper as barreiras do pensamento corrente e sermos seres emergentes em constante procura de um sistema social justo. Nem esquerda nem direita, sem classes políticas primárias. Isso são ideias passadas e podres, a nossa base intelectual primária tem que ser e será ultimamente, a igualdade social. O sistema actual permite a desigualdade porque a desigualdade é um produto do próprio sistema. Lentamente somos simplesmente operários do 1% em regime de pseudo-liberdade. Vivemos com a discutível noção de que temos o controlo de tudo nas nossas mãos através do voto. Nada muda. Nada mudou. É completamente vazio de significado prático. É só olharmos para nós agora mesmo. Para tudo isto que se passa, socialmente, economicamente, moralmente. São tudo ilusões, ideias que servem um propósito que não nos serve a nós: Povo. A apatia perante a política e o sistema governamental não é nossa, mas sim deles para nós. As verdadeiras mãos que controlam o mercado financeiro estão-se nas tintas para a empresa que fechou ou para a família que perdeu a casa, para a fome, para a dor psicológica e para o desespero de não conseguir sobreviver com dignidade neste sistema.
Os sistemas capitalistas baseados na burla de Ponzi estão no centro de todos os actuais sistemas democráticos. Sistemas de burla encontrados em todos os tipos de investimento, multi-level marketing e fraudes de franchising etc. Nada melhor do que ter acesso a todo o capital de um país, de vários países, para que a fraude que começou com implicações no bem-estar de alguns, se torne universalmente trágica. Transversal a toda a humanidade.
Seremos só isto para sempre? Seremos escravos de uma ilusão para sempre?
Estamos à espera, à espera que apareça alguém que nos liberte, alguém que fale e que nos toque, que nos faça segui-lo(a)…esperamos que alguém se manifeste, que alguém diga não…esperamos que nos inspirem e que nos façam acreditar para que no fundo da nossa alma instigada pela verdade, arranjemos então força que nos faça ir atrás de algo sem medo…mas o mais importante, o que temos que perceber, é que não precisamos de ninguém, não precisamos de esperar. Nós temos voz e nós temos vontade. A verdade está do nosso lado. Temos coração e coragem, acima de tudo temos o discernimento para distinguirmos o bem do mal, o justo do injusto. As nossas vozes podem-se ouvir e juntas serão impossíveis de conter. Nós somos a chave para a paz, para acabarmos com a fome e a guerra entre Homens, somos nós a solução. Podemos progredir e evoluir juntos em paz como uma só raça até aos confins do tempo e do espaço.
Chamai então um pelo outro, dai as mãos e as mentes as vidas e os sonhos.
Um génio de computadores, um perito em explosivos e muita vontade. Gabardina e chapéu. Encontramo-nos à meia-noite no cais.
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