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Duas visões

30 Outubro, 2013

Para a SEDES “A ideia de que a geração em idade contributiva não terá pensões gera uma revolta contra o facto de se pagar hoje para nada se receber amanhã. Alimentá-la encoraja
todo o tipo de fugas à contribuição, agravando o exacto problema que visava resolver.” Ou seja a SEDES não nega que a “demografia tem colocado em particular stress o sistema, mas são precisas
soluções globais e de longo prazo. O problema não se resolve com ameaças e, muito menos, descredibilizando o sistema de pensões e reformas. mas acha que é melhor não se explicar qual é o verdadeiro do risco do sistema: não pagar aos actuais contribuintes. Por outro lado a questão da sustentabilidade não é apenas colocada pela demografia como aponta a SEDES mas também pelas forma de cálculo e pela própria natureza distributiva do sistema. Por fim é falso  afirmar como faz  a SEDES: “a reforma de 2007 do sistema de pensões, que foi profunda, teve particular cuidado em salvaguardar o Estado de Direito, e as garantias constitucionais e a sustentabilidade do sistema.” A reforma de 2007 não foi profunda e garantiu a sustentabilidade do sistema temporariamente e à custa da enorme degradação do valor das pensões que vão ser pagas aos actuais contribuintes. Esse empurrar para a frente o ónus da insustentabilidade do sistema é aquilo que em Portugal se tem chamado ter “particular cuidado em salvaguardar o Estado de Direito, e as garantias constitucionais e a sustentabilidade do sistema” Nascida nos anos 70 a SEDES assume em textos como este uma posição marcadamente geracional e egoísta.

Ainda sobre este assunto ou de forma mais lata sobre o coneito de dieito adquirido ler hoje Vítor Bento no  DE:  quando a sociedade, através do Estado, atribui um direito social a todos ou a alguns dos seus membros, cria simultaneamente sobre todos ou alguns dos seus membros (não necessariamente os mesmos) a obrigação de a assegurar. Seja contributivamente, no caso de direitos associados a contribuições pecuniárias, providenciando os recursos necessários para realizar esse direito; seja materializando as condições para que ao direito, mais abstracto no seu conteúdo (caso, por exemplo, do “direito ao trabalho”) possa ser dada substância.  (…) Quando é atribuído um direito desta natureza – uma pensão, um subsídio, por exemplo -, e simultaneamente criada a obrigação correspondente, existe um determinado equilíbrio contratual entre os dois lados – beneficiários do direito e sujeitos da obrigação – e é com base nesse equilíbrio que ambas as partes formulam as suas expectativas. Como normalmente ao direito é atribuído um valor pré-determinado, mesmo que evolutivo, cabe ao sujeito da obrigação a incerteza maior sobre o encargo que esta lhe aportará no futuro.

 

61 comentários leave one →
  1. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    30 Outubro, 2013 09:03

    Tambem tu, SEDES!?

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  2. vortex's avatar
    vortex permalink
    30 Outubro, 2013 09:24

    a sedes lembra-me a anedota do ‘espermatozóide coxo’

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  3. PiErre's avatar
    PiErre permalink
    30 Outubro, 2013 09:30

    O Estado confiscou as Caixas de Previdência e apossou-se dos fundos que lá existiam. Foi um ROUBO.
    Durante 42 anos contribuí para a Caixa de Previdência da minha empresa, gerida autonomamente, para ter uma reforma condigna e cuidados de saúde para mim e a minha família directa.
    O Estado só tem de devolver aquilo que roubou, de modo a que as Caixas de Previdência possam ser restauradas.
    O Estado deve deixar de meter o bedelho onde não é chamado e não tem competência nem vocação, como está amplamente demonstrado.

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      30 Outubro, 2013 09:34

      Como sabe o conceito de previdência é mto diferente do presente sistema de segurança social. De facto o Estado português decidiu passar de um sistema para outro e dada a presente dificuldade de sustentar o sistema toda e qualquer mudança no sentido de sair mesmo que numa ínfima parte dos descontos gera enormes problemas.

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      • RCAS's avatar
        RCAS permalink
        30 Outubro, 2013 15:15

        O Governo quer acabar com os chamados “meios-bilhetes”, descontos de 50% para idosos e crianças até aos 12 anos, que ainda existem na CP e na Rede Nacional de Expresso.
        Espectáculo! estes idosos da treta pá, riquinhos…

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      • und's avatar
        und permalink
        30 Outubro, 2013 18:53

        inda existe rede nacional de expressos? bolas

        a cp anda?

        vazia…..deves andar só na linha pá

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    • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
      Alexandre Carvalho da Silveira permalink
      30 Outubro, 2013 09:42

      PiErre tem toda a razão. O estado confiscou o dinheiro das Caixas de Previdência privadas na voragem da estatização do pós 25/4. Mas agora é tarde, sr PiErre; nunca ouviu dizer que “depois do gato lamber a sardinha, ela já não volta prá caixa”?

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      • RCAS's avatar
        RCAS permalink
        30 Outubro, 2013 14:24

        A helenafmatos, tem uma visão neoliberal do funcionamento da sociedade!
        Tudo bem! vivemos em Democracia!
        A reforma de 2007, foi elogiada internacionalmente, e previa-se que fosse sustentável 30 a 40 anos!
        É evidente que com estes incompetentes que nos governam, nada é sustentável, nem sequer a MUITO curto prazo! nem amanhã sequer!
        Repare-se nos dados oficiais 1º semestre 2011,onde as receitas estavam estabilizadas, crescia-se a 1,9 do PIB, apesar da tempestade perfeita, e a segurança social tinha superavit:

        – Pensões e contribuições -1º Semestre de 2011

        Receita -contribuições para a seg.social – 6.634,1 mil milhões

        Despesa com pensões seg. social – 6.336,9 mil milhões
        Diferencial = 298 milhões de euros
        Fonte:DGO, Sintese de organização orçamental julho de 2011

        Que houve então? o que é que se passou em quase 3 anos? porquê esta aflição com a bancarrota da S.Social? Pois é…

        “AUSTERIDADE EXPANSIVA E VIRTUOSA”!!!

        PS: Haja pachorra!

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    • Oscar Maximo's avatar
      Oscar Maximo permalink
      30 Outubro, 2013 11:58

      Há gente que percebe ainda menos que a Lili Caneças: se o Estado pudesse providenciar a todos os direitos, então por definição não estava falido.
      Logo, alguns direitos vão ter de cair, a bem ou a mal.

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      • PiErre's avatar
        PiErre permalink
        30 Outubro, 2013 13:43

        És um alho, ó Oscar.

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  4. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    30 Outubro, 2013 09:38

    A SEDES desta vez não tem razão no que diz respeito às reformas. Mas ouvi ontem Campos e Cunha afirmar uma coisa na TVI24 com a qual concordo: havendo cerca de um milhão e duzentos mil pensionistas que nunca tiveram uma carreira contributiva pelas mais variadas razões e são os que menos recebem, essas “reformas” não deviam estar metidas no mesmo saco que as dos reformados que fizeram os seus descontos ao longo da sua vida profissional. Essas reformas que em bom rigor são subsídios que o estado dá, e bem, aos ex trabalhadores rurais e outros que nunca fizeram descontos, deviam ter uma rubrica própria no oge, porque é de lá que sai na integra o dinheiro para as pagar, e não como acontece actualmente, do orçamento da segurança social.

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      30 Outubro, 2013 09:50

      Isso é verdade mas apenas em parte. De facto o lado assistencial (em que se inclui o salário mínimo como referência para apoios que nada têm a ver com carreiras contributivas) não deve ser confundido com o lado da segurança social. Mas registo que ninguém se indignou de cada vez que se dizia que o sistema devia acentuar o seu lado solidário, expressão que legitimou essa e outras práticas.
      Mas também é verdade que o dinheiro da Segurança Social não é de modo algum apenas o dinheiro que os beneficiários descontam. O OE contribui cada vez mais para a Segurança Social. E contribui para cobrir as depesas desse lado assistencial. E nao só.

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      • PiErre's avatar
        PiErre permalink
        30 Outubro, 2013 13:48

        “Mas registo que ninguém se indignou…”
        .
        Tem a certeza? Olhe, eu indignei-me e sei de outras pessoas que também se indignaram. Infelizmente para nada.

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      • lucklucky's avatar
        lucklucky permalink
        31 Outubro, 2013 13:14

        Quem não se indignou foram os jornalistas.

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  5. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    30 Outubro, 2013 09:55

    Não fora o apetite das Seguradoras e dos Fundos, a questão das pensões seria um tema mais pacífico, politicamente. Um pouco mais de caracter do governo na elaboração do OE14 era bem vindo – anuncia cortes a partir de €419 para depois alterar para cortes a partir de €600 e apresenta isso como uma vitória.

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  6. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    30 Outubro, 2013 09:58

    Não fora o apetite das Seguradoras e dos Fundos, a questão das pensões seria um tema mais pacífico, politicamente. – Porquê?

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    • Portela Menos 1's avatar
      Portela Menos 1 permalink
      30 Outubro, 2013 10:20

      parte da resposta está por aqui: http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=80589
      Quanto ao resto, o que não faltam são casos de gente que contribuiu para fundos/seguradoras privados, que foram à falência, ficando sem um £€$.

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        30 Outubro, 2013 12:20

        Portela, parece que quem está a contribuir para a Segurança Social, vai ter o mesmo destino, não é? Quem tem agora 30-40 anos e faz os seus descontos, quando chegar a sua vez de se reformar recebe népias, porque os papás gastaram a grana toda nas reformas que receberam no passado, ou seja no presente.

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      • und's avatar
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        30 Outubro, 2013 17:55

        e quem tem 60 tem reforma daqui a 6 ou daqui a 7?

        e quem descontou desde os 15 e anda a trabalhar há 45 num se arreforma puquê?

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  7. Piscoiso's avatar
    30 Outubro, 2013 10:04

    Acho piada à transferência das críticas ao Governo para críticas ao Estado.
    É assim a modos de uma despersonalização do estado a que os governantes levaram isto.

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      30 Outubro, 2013 10:09

      Como tem sido uma política seguida continuamente desde os últimos anos de Marcello Caetano até que nos anos de 2012/13 o assunto começou a ser equacionado não faz sentido falar deste ou doutro governo em particular.

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      • und's avatar
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        30 Outubro, 2013 17:56

        as transferências de marcello caetano foram essencialmente para o ministério do ultramar e para o exército

        as casas do povo e dos pescadores nã beliscaram muito a cgaposentativa…

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      • und's avatar
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        30 Outubro, 2013 17:58

        as deste são para a soares da costa e para o amorim e outros gajos

        como fez o socras

        poupem a narrativa tá,,,

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  8. colono's avatar
    colono permalink
    30 Outubro, 2013 11:26

    HOJE HÁ GREVE NO METRO… Não é novidade.
    Novidade é saber-se que:

    Os funcionários têm direito à reforma IGUAL ao ultimo vencimento no activo!!!!
    BAIXA MÉDICA: 100% do SALÁRIO!
    SUBSIDIO: 68 Euros se não FALTAREM mais de 5 horas num mês / Més todo um prémio de 223 Euros!!!

    Fora os elevados vencimentos que auferem, comparativamente à média do operariado…

    Canalhas que não se coíbem de prejudicar quem quer trabalhar!

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    • und's avatar
      und permalink
      30 Outubro, 2013 17:59

      amanhã há….raio destes pretos…..
      volta pra angola pá…..

      macacos….

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  9. Carlos Barbosa Oliveira's avatar
    30 Outubro, 2013 11:37

    A D. Helena sempre foi tão amiga da SEDES e dos Compromissos Por (tu) Gal e agora que a SEDES não disse o que gostava de ouvir, reage de forma vigorosa ( e dizendo algumas inverdades à PPC, mas isso nem vale a pena lembrar, porque a D. Helena faz isso deliberadamente).
    Não seja tão (a)bruta ! Se gosta de ser roubada, o problema é seu. Se acha que quem descontou durante 40 anos de boa fé não tem direito àquilo que lhe foi prometido, então isso define bem o que significa ser sério. Só cumprir os contratos, quando nos convém.

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      30 Outubro, 2013 12:08

      Quer ficar exactamente com o montante que descontou durante 40 anos? É melhor fazer as contas antes de avançar com essa proposta

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    • Tiro ao Alvo's avatar
      Tiro ao Alvo permalink
      30 Outubro, 2013 12:19

      Barbosa, como sabe até 2007 os pensionistas que fizeram descontos sobre salários elevados, auferem pensões correspondentes.
      A partir de 2007, quem se reformou ou vai reformar e que antes vencia salários altos, esses estão a receber pensões bem inferiores, nalguns casos, quase a metade do que recebem os mais antigos, com carreiras e descontos semelhantes.
      Acha isto justo? Não descontaram todos de “boa-fé”, mas obrigatoriamente? Porquê uns filhos e os outros enteados?

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      • und's avatar
        und permalink
        30 Outubro, 2013 18:03

        questãi de idade

        é como o vinho ….os mais velhos ficam mais caros

        até 1986 era o contrário

        de resto um professor precisava de 36 anos de serviço e 65 de idade para se reformar de 1985 a 1993

        ódespois as cousas mudaram e permitiu-se a reforma até aos 54 como a fátima felgueiras 1950-2004……que ao contrário do borges continua viva depois da reforma…

        tinha mais vida além do déficite

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    • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
      Alexandre Carvalho da Silveira permalink
      30 Outubro, 2013 12:26

      Portela 10:20, percebes agora porque é que os futuros reformados não vão receber práticamente nada? o sr Oliveira explica aqui porquê: não lhe interessa o dinheiro que descontou na sua carreira contributiva, interessa-lhe mais o que politicos oportunistas lhe prometeram. Quem vier a seguir que apague a luz e feche a porta, e quando se reformar vá viver para debaixo da ponte mais próxima.

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      • Portela Menos 1's avatar
        Portela Menos 1 permalink
        30 Outubro, 2013 14:28

        o que o sr Carlos Barbosa Oliveira escreve vai mais no sentido – com o qual estou de acordo – de mostrar indignação pelo tratamento dado pelo Estado/Governo a (alguns) CONTRATOS elaborados entre partes com base no princípio da confiança.
        Para além disso – no que a contratos com os vampiros das PPP’s diz respeito – não há qualquer semelhança com o terrorismo social que aplicam a pensões de 500-600 euros, cortes subsídios de doença e de desemprego.
        Há dias um banqueiro do BES sugeriu o deferimento de pagamentos (não sei se foi o termo utilizado, mas ia no sentido de um período de carência) dos encargos com PPP’S; vimos por aqui alguma opinião dos bloguistas do Blasfémias? Alguém no governo se mostrou disponível para equacionar o tema? Não, que se tenha conhecimento. Preferem cortar em pensões de ricos com …600 euros.

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      • RCAS's avatar
        RCAS permalink
        30 Outubro, 2013 15:07

        Portela, eles só ouvem o que querem, só leiem o que querem, e perante argumentos até oficiais, assobiam para o lado. Isto que o meu amigo disse, não é musica que gostem de ouvir…
        Mas… afinal é normal, convenhamos não gostam de ver que O REI VAI NU!!!

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        30 Outubro, 2013 17:45

        Portela, o drama dos que pensam como tu, é que acham que sem o BPN e as PPPs estas medidas não seriam necessárias. Estão enganados: isto teria sempre de acontecer, o BPN e as PPPs só tornam as coisas mais dificeis.

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      • und's avatar
        und permalink
        30 Outubro, 2013 18:05

        eles só se reformam aos 47 se são autarcas do PCP em palmela ou do PS em bracara augusta ou do PSD ….pois eles

        escreve nós é mais abrangente ó rabenta carrilho auto sustenido

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      • Portela Menos 1's avatar
        Portela Menos 1 permalink
        30 Outubro, 2013 18:20

        ACS,
        já esgotei os argumentos para o tema e estou convencido que não te faço mudar de opinião, nem esse é o objectivo da discussão; mas podes sempre perguntar ao Ricciardi do BES o que é que ele queria dizer com aquela cena das PPP.

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      • Tiro ao Alvo's avatar
        Tiro ao Alvo permalink
        30 Outubro, 2013 18:36

        Milagre: o Portela anda a apoiar banqueiros!

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      • Portela Menos 1's avatar
        Portela Menos 1 permalink
        30 Outubro, 2013 18:38

        Tiro, e até leio os teus comentários 🙂

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      • und's avatar
        und permalink
        30 Outubro, 2013 18:51

        JÁ ESGOTASTE PÁ USA ESTES

        e varia um bocado

        num te faças explodir em praias desertas

        olha ide prá tunísia ensinar terrorismo internauta

        Anónimo
        epá,
        o anormal que manda a newsletter do psd está outra vez a enxamear os comentários com spam. um gajo gasta a rodinha do rato e no fim só há dois ou três comentários dignos desse nome.

        metam um filtro nisto, sff. senão este anormal vai passar aqui a vida a encher chouriços e o pessoal desiste espreitar os comentários (que é o objectivo dele).

        abraço!

        deixado a 13/5/13 às 22:03
        link | responder a comentário | discussão

        Ana Paula
        Faço minhas as suas palavras… Faço exactamente o mesmo: rasto a rodinha do rato a passar a “palha”.

        deixado a 14/5/13 às 21:24
        link | responder a comentário | início da discussão | discussão

        João Vasco Gonçalves
        Faço minhas as suas palavras… Faço exactamente o mesmo: rasto a rodinha do rato a passar a “palha”.
        Mas comentar se há a mais ou a menos, isso é coisa para especialistas.

        deixado a 15/5/13 às 01:44

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      • lucklucky's avatar
        lucklucky permalink
        31 Outubro, 2013 13:19

        O Portela é daqueles que não quer fazer contas porque não quer enfrentar a verdade, por isso só lhe convém usar palavras e não números.

        As palavras são elásticas e os números são fixos.
        Logo o Portela pode falar de PPP sem contabilizar coisa alguma. A elasticidade dá para o que convém.

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  10. Trinta e três's avatar
    Trinta e três permalink
    30 Outubro, 2013 12:04

    Sejamos claros: deste governo ainda não saiu REFORMA alguma. Apenas cortes e contratos não cumpridos. Logo, este debate não faz sentido.

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  11. tric0001's avatar
  12. montenegro's avatar
    montenegro permalink
    30 Outubro, 2013 12:19

    Vocelência, drª HMatos, o que é que sabe do prof. Marcelo Caetano? viveu nesse tempo?

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    • Tiro ao Alvo's avatar
      Tiro ao Alvo permalink
      30 Outubro, 2013 12:22

      Que pergunta tão tola, montenegro.

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    • colono's avatar
      colono permalink
      30 Outubro, 2013 12:44

      É preciso ser muito pateta para fazer uma pergunta destas?

      Ficamos a saber que Montenegro… não “sabe” se D. Afonso Henriques, foi o 1º rei de Portugal… Ninguém da família dele viveu naquele tempo!

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      • und's avatar
        und permalink
        30 Outubro, 2013 18:08

        e da tua viveu? ou já nascem mortos?

        cerebralmente

        o bate na mãe pagou umas luvas à mafia clerical para ser rey da merdaleja

        o 1º rey de portucale foi um galego qualquer…..

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  13. Fincapé's avatar
    Fincapé permalink
    30 Outubro, 2013 12:40

    Cuidado, Helena. Ainda pensam que é gaga. ;
    “… sobre o coneito de dieito…”
    ———-
    Indo ao que interessa, todos esses “importantes analistas”, como Vítor Bento, são para mim uma deceção profunda. O tipo de economistas que concebeu o atual sistema, ou, no caso, que o ajuda a sustentar acaba por já não conseguir fazer qualquer “golpe de rins” ao cérebro.
    Há várias propostas alternativas para a sustentabilidade eterna da segurança social. Basta fazê-la depender da riqueza criada. E nem pode ser de outra maneira. Alguns desses economistas, que eu designo economistas do regime, andam há imenso tempo a dizer que: primeiro, já só há quatro contribuintes para pagar uma reforma quando antigamente eram sete ou oito; depois, já só há três contribuintes para pagar uma reforma; depois de depois, já só há dois contribuintes para pagar uma reforma. E nem se apercebem do ridículo.
    Quem paga as reformas é a riqueza criada. Mesmo os descontos diretos dos contribuintes, com base no seu salário, é feito com base na riqueza criada, porque o salário tem uma relação com ela. Então o que falta? Falta ter em atenção a riqueza global criada.
    Repare-se que se for montada uma fábrica robotizada, sem qualquer necessidade de mão-de-obra, nenhuma riqueza aí produzida entra na segurança social.
    O ultraliberalismo pode ser contra, porque vive para desregular a sociedade. Não quer saber que o progresso social resulta exatamente de haver uma sociedade a disponibilizar oportunidades. Se alguém não contribui para a sociedade de onde tira tudo, é melhor que dela seja afastado.
    E a questão é, não irá haver emprego para todos. Não haverá forma de todos trabalharem. Não tem qualquer interesse que se trabalhe até velhinho em nome da segurança social se os mais novos nem sequer conseguem emprego.
    O capitalismo financeiro provocou a crise com a ajuda dos economistas do regime que o sustentavam. E agora andam numa atitude de moralismo aparente a fazer de conta que percebem alguma coisa da sociedade. Mas não percebem.

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      30 Outubro, 2013 13:13

      «Há várias propostas alternativas para a sustentabilidade eterna da segurança social. Basta fazê-la depender da riqueza criada.» Portanto para manter o actual status mais uns tempos o estado protege fiscalmente empresas de baixa tecnologia e baixa rentabilidade. Vai ser lindo o futuro!

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        30 Outubro, 2013 13:21

        Qual status, Helena? Quer dar uma injeção atrás da orelha aos mais velhos? Acha que é sustentável deixar os mais novos no desemprego e velhinhos a trabalhar?
        Pensa que vai haver emprego para toda a gente?
        Não é relacionado com a segurança social, mas conhece as ideias de Van Parijs?
        Não percebo muito bem o que pretendem os “liberais”.

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        30 Outubro, 2013 13:55

        Tive de sair e não respondi à questão colocada sobre as empresas de baixa tecnologia. Muitas empresas de “baixa tecnologia” são do terceiro setor ligadas ao apoio a idosos e a crianças, como lares e infantários.
        Mesmo em relação às empresas de outro tipo, nem sempre se pode falar de baixa produtividade e baixa rentabilidade. Aquelas que, podendo, não recorrem à tecnologia e, portanto, não se modernizam, perderão em competitividade e provavelmente fecharão. Mas não lhe parece que não haverá igualdade se uma empresa de qualidade não puder crescer apenas porque uma super-empresa (multinacional ou não) consegue anular essa possibilidade?
        Afinal, a desregulação liberal permitiu o crescimento de muitas empresas que beneficiavam do facto de já serem grandes, prejudicando todas as outras. Ou seja, a defesa intransigente dos mercados não contempla as condicionantes dos próprios mercados.

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  14. joao Fernandes's avatar
    joao Fernandes permalink
    30 Outubro, 2013 12:56

    Vejamos este caso , agradecendo desde já a vossa opinião. Eu neste momento trato literalmente da minha mãe, acamada em estado avançado da doença Alzymer.Depois de algumas tentativas em por num lar de dia, foram inválidas dado a grande carencia, amor a familia e o ser independente, ao ponto de nada a fazer aceitar esta ideia. Eu como filho e não como um produto feito por esta mulherm que deu tudo por mim, sofreu a dobrar as minhas triestezas e perdas, enfim uma mãe, avó com letra grande, não tenho a obrigação de tratar , mas o dever como filho de tratar da minha mãe.Enfim isto pode parecer nada ter com a segurança social, mas tem. Tenho dois filhos a menina frequenta a CERCICA e o menino no ensino especial. São crianças cujo futuro para elas e nesta selva é algo muito dramático para mim, e sofrimento pois um dia eu e a mãe teremos de partir. Aí pergunto o que será dos meus filhos? No IRS consta outras receitas que nada tem haver com a situação esta ligada a segurança social. Ou seja temos uma forma de complemento o de tentar vender objectos usados, dados ou mesmo feitos e restaurados. Para tal e a unica forma de vender é numa feira, em que temos de pagar um espaço, pela nossa situação, de poder tratar da minha mãe ao sabado, deixar tratada, tratar dos meus filhos pois para eles é uma alegria ir para um sitio onde existe muita gente, quer pelo passeio e se possivel vender alguma coisa. Pois bem nós por mês podemos fazer uma media de100 euros, havendo meses melhores onde podemos fazer mais do que isso, pois quero fazer uma referencia, onde posso provar dado o nosso estatuto, sermos conhecidos pelos vendedores e não feirantes, pois como muitos jovens vendem aos sabados nós fazemos o mesmo e atenção só ate ao meio dia, uma hora no maximo. Isto pode ser provado por toda a gente inclusivé os fiscais, onde o tratar da minha mãe, a preocupação em saber como está, não poderia ficar mais tempo do que 4 horas aos sabados. Não faço mais feiras nenhumas, só esta. Pois bem aparece-me uma divida de 6900 euros a pagar a segurança social. Portestei inclusivé entrei pelo ministério de trabalho e solidariedade, a dentro onde a minha indignação e revolta levou-me a um estado de ir até as ultimas consequencias. A segurança social que rouba literalmente as pessoas que trabalharam toda a vida, mesmo a minha mãe que recebe uma pensão minima, com o pouco da parte do meu pai que morreu e ajudava a minha mãe, e um apoio muito abaixo que deveria o estado dar as pessoas neste caso, ficaram com ele!!!!!!! Sim 90 euros foi o que roubaram, onde estou no Centro de emprego como a tratar da miha mãe, por opção, sim opção, optando pela o que o meu afecto e amor a minha mae, e a consciencia a não conseguir abandonar a pessoa que educou.me, sofreu, passou muito e agora deitava no lixo? como muita gente o faz? Mas acontece depois desse facto, protestei e para espanto meu, agora recebo uma carta de divida de 2500 euros!!!!!!!O que fazer? Ou seja uma ou outra não corresponde ao que eles exigem o pagamento de 150 euros por mês a quem faz as feiras. Ora se eu não facturo essa quantia muitas vezes por mês, muito menos agora, como tem a lata de virem pedir essa quantia depois de eu apresentar o meu argumento, com provas se assim entenderem. Pergunto como pode uma segurança social viver de futuro quando este governo arrasou a confiança do povo por Portugal? Como podem vir pedir algo quando eles gastam milhões em coisas como a incapacidade de fazer com que os ladrões devolvam o dinheiro do BPN. Bastava isso. Mais porque não fazem uma segurança social com duas diferenças. Um dos ricos outra dos pobres? Ou seja para tornar sustentavel a segurança social, não é a falta de contribuição ( cada um depositar para a sua velhice o que pode, mas é seu) se os senhores mafiosos, deputados e qualquer um sim qualquer um mesmo ricos, não são capazes de abdicar do pouco que seja, em prol dos mais necessitados? Sabem porquê? Porque existem pessoas muito egoista e ganaciosas. Unhas de fome. Gostaria de achar a vossa parecer e se possivel sugerir onde poderei processar tamanah injustiça?

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  15. murphy's avatar
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    30 Outubro, 2013 14:16

    Ninguém deseja uma “guerra de gerações”, mas negar que em torno do assunto “Pensões” não existe um conflito de interesses, é enfiar a cabeça na areia…
    Basta olhar para estes factos simples: se há 20 anos existiam 4 trabalhadores activos por cada reformado (e a esperança média de vida, i.e., o n.º de anos médio que as pessoas usufruíam da pensão era de 10 – 12 anos), alguém com o mínimo de conhecimentos de matemática pode acreditar que o mesmo sistema suportará pagar o mesmo nível de pensões quando, dentro de poucos anos, teremos 3 pensionistas por cada 4 trabalhadores activos e, apesar da subida da idade de reforma, em média as pessoas receberão as suas pensões por 20 – 25 anos?!

    E este é um ótimo caso para evidenciar como a Constituição não se pode sobrepor à realidade. Qual a inconstitucionalidade que os srs Juízes vão escolher? Assegurar os “direitos adquiridos” de um grupo de cidadãos à custa de outro grupo (os atuais contribuintes) que, no futuro, poderão nem ter reforma?…

    http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/da-constitucionalidade.html

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  16. RCAS's avatar
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    30 Outubro, 2013 14:57

    Não gosto de sociedades neoliberais, baseiam-se no egoismo individual, no salve-se sem poder, desenrasquem-se!
    Creio que o cerne do problema está na criação de riqueza colectiva, não só material, mas tambem moral, de sodiriedade entre as pessoas! acredito piamente nisso!
    A austeridade, levada a limites absurdos, pode aliviar brevemente as contas públicas, mas logo se revelará uma não-solução, uma vez mergulhados os países na recessão económica!
    Somos um exemplo perfeito disto mesmo!
    Repare-se que até o Papa é sensível a esta tendência no Mundo e denunciou “as ideologias do liberalismo radical e da tecnocracia” que insinuam que “o crescimento económico se deve conseguir mesmo à custa da erosão da função social do Estado”. Chama-lhe “capitalismo financeiro desregrado”, que procura a todo o custo a “maximização do lucro e do consumo”. Não o diz explicitamente, mas sabemos bem que a crise que vivemos resulta dessa sede desmedida de lucro. Não foram os compromissos sociais do Estado que a geraram, mas são eles que estão a ser sacrificados.
    Para o Papa não passa por aí a solução da crise, mas por “um novo modelo de desenvolvimento”, que defenda o valor da vida humana, bem como por “políticas de desenvolvimento industrial e agrícola”. Reclama, também, uma melhor “estruturação ética” e um maior controlo dos “mercados monetário, financeiro e comercial”.
    Será o Papa um perigoso esquerdista? e pensar que á uma cambada de cinicos neoliberais que enxameiam as igrejas, batendo hipócritamente com a mão no peito!!!…

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      30 Outubro, 2013 15:09

      Qual é regime de Segurança social do vaticano?

      “a crise que vivemos resulta dessa sede desmedida de lucro” – o que tem isso a ver com a Seguança Social portuguesa

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      • Fincapé's avatar
        Fincapé permalink
        30 Outubro, 2013 15:20

        O regime de “segurança social” do Vaticano deve ser melhorzinho do que o dos territórios menos sagrados. Não consta que lá se passe fome, Helena.

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      • und's avatar
        und permalink
        30 Outubro, 2013 18:10

        e tem ainda loja P2 a gerir a banca

        os mações deles sã melhores cós nossos…..

        o grande orienta-te calabrese é mai antiquus….ó elephas

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  17. RCAS's avatar
    RCAS permalink
    30 Outubro, 2013 18:09

    Helena

    Porque é que a lena foi buscar “a crise que vivemos resulta dessa sede desmedida de lucro”, fora do contexto? citei o Papa como referência da doutrina social da Igreja!
    Porquê?

    “As ideologias do liberalismo radical e da tecnocracia” como a que estamos a viver, esta sim tem a tudo a ver! a seg. social está com problemas,que há dois anos não tinha!
    Com a sua deriva de “austeridade expansiva e virtuosa”, este governo levou o País ao não cumprimento de nenhuma das metas que tinham como objectivo, a sucessivos buracos, sendo agora necessário um valor de 4,8 mil milhões de euros, para cumprir o defice!
    Perdidos na deriva, género “Meninos Falharam”, olham para tudo o que mexe, para poder sacar. Onde? no mais fácil e á mão… às pensões!!! Aos pensionistas e em particular os da CGA, foram efectivamente os alvos preveligiados, deste governo, depois, chaman-lhe pomposamente”reforma para a sustentabilidade da Segurança Social”…
    Não é! só acredita aqueles que acreditam no Pai Natal!

    Não foi o PS de Sócrates, que estabeleceu as bases para a convergência no IMEDIATO na idade das reformas, no factor de sustentabilidade, na alteração do cálculo das pensões? Não foi o PS que afirmou sempre, que estaria SEMPRE disponível, para debater o aperfeiçoamento dessa convergência, a bem da equidade e da sustententabilidade?
    Agora…no meu entender bem, não deve é apoiar uma redução nominal das pensões já atribuídas! porquê? porque não se discute a criação de riqueza neste País? não daria umas boas postagens? eu creio que sim!!!
    A lena lembra-se do ” para pior já basta assim?” Pois é!

    PS- Um pouco mais acima está plasmado a situação da SSocial no 1º semestre de 2011. Não estou a inventar nada, são dados oficiais!

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    • und's avatar
      und permalink
      30 Outubro, 2013 18:27

      Ressabiado Caquético Anti-sucia all? hiperligação permanente
      30 Outubro, 2013 18:09

      Helena

      Porque é que a lena …..repititivo porque é ca matos?

      foi buscar “a crise que vivemos ….em que vivemos? vives na crise e inda tens computa computador computa?

      resulta dessa sede desmedida de lucro”, fora do contexto?
      citei o Papa como referência da doutrina social da Igreja!…..aquela igreja que diz para irem aos ricos e darem a deus? e deixarem o IMI da igreja em pax?
      Porquê? o quê?

      “As ideologias do liberalismo radical e da tecnocracia” como a que estamos a viver, esta sim tem a tudo a ver! com quê?

      a seg. social está com problemas,que há dois anos não tinha! milagre de fétima?

      Com a sua deriva de “austeridade expansiva e virtuosa”, austeridade? ó filha chamam-se impostos austeridade é quando se chega a 1975 e nem água tens na torneira durante meses
      e o lixo arde nas ruas como em nápoles

      este governo levou o País ao não cumprimento ….incumprimento

      de nenhuma das metas …..quais eram as metas?

      as metas atingem-se ou incumprem-se?

      que tinham como objectivo, a sucessivos buracos, sendo agora necessário um valor de 4,8 mil milhões de euros, para cumprir o defice!

      Ó BARATA TONTA O DÉFICITE NUM SE CUMPRE CONTINUA DEFICITÁRIO

      ATÉ EM ESCUDOS VAMOS CONTINUAR A TÊ-LO EXCEPTO SE A TUA FAIXA ETÁRIA QUINAR TODA

      Perdidos na deriva, ?

      género “Meninos Falharam”, ?

      olham para tudo o que mexe, para poder sacar. Onde? no mais fácil e á mão…
      às pensões!!! Aos pensionistas e em particular os da CGA, foram efectivamente os alvos preveligiados,PRIVILEGIADOS DIZEM OS GAMAS….BOLAS ÉS FRACOTE PÁ

      deste governo, depois, chaman-lhe pomposamente”reforma para a sustentabilidade da Segurança Social”…NÃ ISSO FOI O SOCRATES QUANDO CORTOU AS PRIMEIRAS JÁ LÁ VÃO 6 ANOS E PICOS
      Não é! só acredita aqueles que acreditam no Pai Natal!….OU SEJA O MALUCO UTILIZA O ARGUMENTO PAPAI NOEL

      Não foi o PS REPARE-SE NÃO O PS DE SOARES OU DO FIRME E HIRTO COMO UMA BARRA DE FERRO MAS O PS de Sócrates,
      NARRATIVA DA CAVERNA que estabeleceu as bases para a convergência no IMEDIATO na idade das reformas, no factor de sustentabilidade, na alteração do cálculo das pensões? Não foi o PS que afirmou sempre, que estaria SEMPRE EM MAIÚSCULAS PARA ENFATIZAR A ETERNIDADE ROUBADA

      disponível, para debater o aperfeiçoamento dessa convergência, a bem da equidade e da sustententabilidade? E QUI IDADE? QUAL?

      JÁ SUSTEN TEN TABILIDADE TENTEN …..
      Agora…no meu entender bem,ACHO QUE É MAIS MAL QUE BEM MAS INFIM

      não deve é apoiar uma redução nominal das pensões já atribuídas!

      porquê? PORQUE TENS UMA E AGENTE NEM POR ISSO?

      FIZERAM O MESMO DE 1955 ATÉ 1986 COM A INFLAÇÃO Ó PUTÉFIA SOCRATISTA…

      porque não se discute a criação de riqueza neste País?CRIA-SE COMO?
      COM EN PREGOS VIRTUAIS CON CON’S COMO TU?

      não daria umas boas postagens? NÃ ESTAS POST AGE GENS ANDAM BUÉ D’AGÉES

      eu creio que sim!!!ÉS UM CRENTE PÁ((((((????$$$$$$$
      A lena lembra-se do ” para pior já basta assim?” Pois é!É O QUÊ?

      PS- Um pouco mais acima está plasmado a situação da SSocial no 1º semestre de 2011. Não estou a inventar nada, são dados oficiais! PLASMADO EM PLASMA

      BOLAS ISSO É LIXADO PRÓS ELECTRÕES…..
      ELE NUM INVENTA NADA COITADO NUM TEM CAPACIDADE PRA ISSE…

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      • RCAS's avatar
        RCAS permalink
        30 Outubro, 2013 20:22

        Creio que, nem a tua própria imagem no espelho, te consegue aguentar!!!…

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  18. eirinhas's avatar
    30 Outubro, 2013 19:07

    Será que o PR acha que temos um governo normal?,isto é,trata a Sociedade como um todo ou faz compartimentações? Logo,um povo só pode agir com normalidade quando está perante uma normalidade,o que não é o caso.

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