“Venda” de escolas
Pacheco Pereira ocupa uma página inteira a queixar-se da falta de conteúdo do guião da reforma do Estado para terminar a dizer que, entre outras coisas, o governo não precisa do PS para vender escolas.
Pacheco não deve ter lido e guião e ficou-se pelo que Portas disse na apresentação. É que o guião não fala na venda escolas mas sim na formação por concurso de escolas independentes a partir das instituições existentes. Há diferenças importantes. Quem gere a escola não será dono do edifício, terá receitas públicas asseguradas e poderia (ou não) ficar com a responsabilidade pelo actual corpo do docente.
Pode esta redorma ser feita sem a concordância do PS? Claro que não. Existem restrições constitucionais e políticas que a impedem.
A constituição impõe pelo menos 3 restrições a este tipo de reforma:
– não é possível despedir sem justa causa, o que no caso dos professores contratados antes de 2008 é reforçado por uma especial protecção do emprego baseada no princípio da confiança;
– o Estado tem obrigação de manter uma rede de ensino própria;
– não pode haver propinas até ao 12º ano
Por outro lado, qualquer reforma pode ser revertida no futuro pelo PS, a não ser que fossem neste momento tomadas decisões suficientemente radicais que se tornassem irreversíveis. Acontece que a Constituição impede a criação de escolas verdadeiramente independentes a partir das escolas actuais e limita todas as opções que tornariam a formação de escolas independentes irreversível. A escola teria, muito provavelmente, que ter um estatuto que a mantivesse na rede pública do Estado, não poderia cobrar proprinas (excepto em actividades extracurriculares) e não poderia gerir o quadro de pessoal porque este tem vínculo ao Estado. As limitações seriam tantas que os promotores do projecto não teriam nenhuma margem de gestão nem garantias de que o estatuto da escola não seria revertido quando entrasse um novo governo. Duvido que alguém esteja interessado em tomar conta de escolas nestas condições e com este grau de incerteza. E a reversão do estatuto da escola seria facilitado pelo facto de praticamente nada mudar em termos de receitas próprias, vínculos laborais e estatuto da escola.

O guião…
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não…..a escola desde a telescola inté aos cef’s e seguintes marginalizou sempre os mesmos
e se as escolas industriais técnicas do salazarismo permitiram uma certa ascensão social foram-no sempre para uma minoria
dos 30 mil que chegavam anualmente ao superior público nos anos 80….para uma base de partida de 160 mil recrutas potenciais
passou-se para os 50 mil em 120 mil no fim da década de 90
mas a qualidade da escola pública e das universidades nã melhorou nada desde o estado novo
continuando a reprovar os de mais fracos recursos
25% deles nunca acabavam o básico…..que era de apenas 9 anos
20% dos universitários nunca chegavam a concluir um grau e a maioria dos formados pouca aplicabilidade tem no mercado de trabalho português
ou emigra ou vai ser funcionário público…
logo privatizar escolas ou hospitais nã vai resolver o problema das lapas que vivem à custa dum estado sucia all para uma minoria que dele bene fi cia
logo ide levar no viegas por simplex tá
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Tás a ver… quando tomas os comprimidinhos até dizes umas coisitas certas!
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Quando é que as Forças Templarias de Portugal dão um murro na mesa…afinal existe a Cristandade no Médio-Oriente a lançar um S.O.S. desesperado e a politica externa do actual regime em vigor em Portugal a promover essa mesma destruição…inacreditável!!! o Estado Brasileiro faz de conta que não sabe o que está a acontecer no Iraque,Siria.e Libano…entretem-se com as escutas!! quando a comunidade cristã no médio-oriente está sob a mira dos Israelitas-waabis-turcos!!! Angola, sob dominio Israelita-Qatar pressiona Portugal diplomaticamente…da forma mais nojenta que pode existir! “ameaçando” os portugueses que aí vivem, depois de tudo o que aconteceu…
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Isto das escolas é uma reforma ou são mais PPP?
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Atenção sobretudo a quem ficar com a responsabilidade do corpo do docente. O corpo do docente devia ser incinerado, na minha opinião.
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Caro JM, Em relação ao dito programa de reforma apresentado pelo nosso vice primeiro ministro,em particular no proposto a partir da página 69 (educação), a
aí vai um reparo crítico à possibilidade de criação de escolas “independentes”, geridas por professores. Estranho a proposta. Então andamos desde 2005 a alterar o modelo de gestão da escola pública, sempre com o objectivo último de retirar as escolas aos ditos professores (relembro, ” a ESCOLA NÃO É DOS PROFESSORES”), promovendo-se órgãos de supervisão (Conselhos Gerais), que supostamente representam e defendem essa diáfana entidade designada por “interesse publico”, órgão esse onde os ditos (professores) não têm a maioria (o que tem gerado curiosos movimentos e conluio vários por esse país fora, entre autarquias, associações de pais e representantes de “organizações locais” sempre escolhidas a dedo…), para agora retornarmos à estaca zero e entregar tudo novamente a “esse grupo de relapsos, mandriões e instalados…”? Mas afinal em que ficamos? será que a avaliação ao modelo actual é tão negativa que se justifica, em nome de uma melhor escola, promover tamanha mudança? Quanto ao resto, e uma vez mais, assino por baixo tudo o que o JM disse.
abr, PB
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Um dia destes o JM vai esclarecermos suficientemente porque a venda de hospitais e’ possivel e a venda de “escolas” nao o seria. E isso, claro
, sim fazer apelo a sacrossanta Constitucao….
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porque as escolas são o que a república fechou para as abrir livres e laicas para todos
excepto para os que viviam na merdaleja que tinham de pagar 2 e 500 por mês se queriam aprender a ler com uma mestra não estatizada porque o buiça de serviço público até 1927 andava a 6 léguas de distança
já os hospitais é prá maralha quinar neles o tempo de espera em 1973 era menor do que em 2003 ou 2013….tamém quem ia ó hospital a meio da noute en 1973….morria tudo em casa e chamava-se o endireita quera mais sabedor…
em 1969 coseram-me a orelha em 20 minutes
em 1984 coseram-me a perna em apenas dois dias…..devia ser o efeito or well…well….
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Só uma questão. Por que razão o Estado não deixa as escolas gerirem-se a elas próprias, sem administração central (poupando-se imenso no imenso ministério e direções-gerais e até no próprio cargo de ministro e secretários de estado), apenas tratando de pedir fundos ao Estado para o seu funcionamento? Seria bastante mais prático, nem precisávamos de fazer novas PPP (sabe, aquelas coisas que segundo uma comissão parlamentar liderada pelo PSD, fizeram o Estado gastar mais dinheiro, pelo menos quando analisamos a parte das PPP rodoviária, seria de esperar que este governo não quisesse aumentar mais a despesa cometendo um erro que já foi cometido…).
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ó filha já deixa há anos
daí só ser contratado quem tem primos na skuola ou quem tem boas tetas que tendo em conta a idade média das professoras a contrato é uma competição muy desleal
agora querias acabar com o gave e a dgrhe que já nã fazem nada há anos além dos con cursos anuaes e quadriannuaes? chiça seu facho….
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Há quantos anos é que não entras numa escola? Só dizes asneiras, miúda.
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ó vacca dou aulas desde 1983 e trabalho e desconto desde fevereiro de 81
e contrariamente a ti ó mamalhudo nã tou arreformado…..
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e entro em escolas dUAS A TRÊS VEZES POR SEMANA PÁ….
temos que justificar o subsídio……
até o IEFP era uma escola há 30 anos….
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Tadinho dos teus alunos ó und…
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Porquê?
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Só entra na escola duas a três vezes por semana? Ou dorme lá, ou parece-me que é daqueles professores que vão para lá dar ordens aos outros mas que raramente trabalham. Sim, isso justificaria o facto de depois dizer mal de tudo e todos (estou-me a lembrar que os piores professores que tive, que mais tempo demoravam a fazer qualquer coisa e que menos faziam nas escolas, eram sempre aqueles que nunca faziam greve e eram uns heróis para os pais, ou outros, os que trabalhavam no duro e que faziam as greves, eram uns bandidos que não estavam lá a fazer nada).
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“dou aulas desde 1983 e trabalho e desconto desde fevereiro de 81”
E pelo meio ainde sobrou tempo para roubar sucata na Morávia…. Vexa é um diamante por lapidar.
Vá lá que como diz o RCAS acima, quando toma os comprimidos ainda diz umas cousas conexas…
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Página 73 daquilo a que se convencionou chamar “Guião para a Reforma do Estado”:
“Trata-se, aqui, de convidar, também mediante procedimento concursal, a comunidade dos professores a organizar-se num projecto de escola específico, DE PROPRIEDADE E GESTÃO DOS PRÓPRIOS PROFESSORES, mediante a contratualização com o Estado do serviço prestado e do uso das instalações.”
Se isto não é vender escolas, não sei o que é.
Ah, já sei! É o João Miranda, QUE NÃO LEU O PAPEL, a defender Paulo Portas por todos os meios possíveis, inclusivamente o de desviar as atenções do essencial: a grande merda com que nos presenteou. Veja lá se não segue o caminho do malogrado CAA…
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Os olhos
Com o seu olhar
Que reflete o luar
O sol e até a luz do mar
Brilham
Com um brilho fulgurante
Parece que amplificam a luz
Pois a intensidade do seu brilho
Arrepia.
Pois é um brilho diferente
Não se trata de luz própria
Mas é um brilho que fascina
O reflexo da luz no olhar
De uma criança
Que sonha acordada
Ilumina toda uma geração
Com a luz da esperança
De um mundo melhor
A cada nova mudança
Quanto vale o olhar de uma criança!
Qual será o valor no psi vinte?
Do sonho de uma criança!
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João Miranda:
Na escolaridade obrigatória, os colégios com contrato de associação (penso que é assim que se chama) também não recebem propinas, a não ser nas atividades extracurriculares. Isso não impediu (muito pelo contrário) as negociatas que começara a ser denunciadas.
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na escolaridade obrigatória os putos preferem ir prá holanda que andare na scuola
e a privada pouca diferença faz da pública na qualidade d’ensino
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Só não se percebe porque, o J.M. dá tanta importância aos
comentários do P.Pereira que, está cacimbado com as cor-
tinas de fumo de que foi exímio lançador !???!
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