Mundo cão
O que é mais importante: a morte de uma criança ou de um cão? Do cão, pelo menos a fazer fé nesta notícia do DN: «Mulher esfaqueou o seu cão por lhe matar a filha. Uma mulher inglesa esfaqueou, na terça-feira, o seu cão, numa tentativa de salvar a filha de quatro anos de ser fatalmente atacada pelo animal. No entanto, a menina, que acabou por ser atacada, morreu no hospital. Segundo as autoridades policiais, Jodie Hudson esfaqueou o seu cão Mulan, de cerca de oito anos, com uma faca de cozinha, após este ter atacado sua filha Lexi Branson, no apartamento onde viviam, em Mountsorrel, perto de Loughborough (Inglaterra). A menina, de quatro anos, acabou por morrer no hospital, devido aos ferimentos provocados pelo ataque do animal.» O destaque da notícia vai para o facto da mulher ter esfaqueado o cão. A morte da criança vem em segundo plano.

Razão razão, teriam aqueles deputados do PSD ao quererem criar um “Dia do Cão”
Quanto à notícia e ao seu cometário, está tudo dito.
Princípio de solução: que a família, em casos semelhantes, venha a pagar as despesas públicas envolvidas.
Nisto, como em muitas outras situações, acidentes de trânsito por ex.
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Independentemente da interpretação vesga da notícia, é comovente a transcrição do nome da enigmática personagem ” Det Supt Sandall”.
Ah… é “Detective Superintendent David Sandall “.
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Atesta a alta qualidade deste artigo a identificação que o respectivo autor deu ao cidadão que prestou declaração à BBC: Det Supt Sandall (não, o senhor não é indiano, é polícia, Detective Superintendt). Veio-me à memória quando o saudoso Gabriel Alves disse que o golo de uma certa equipa alemã tinha sido marcado por um tal Eigentor.
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Saudações, caro João Lisboa, que estava a escrever o mesmo que eu, à mesma hora! Presumo que também estivesse a tomar um café às 09h30 🙂 PS: a notícia do DN transcreve uma notícia da BBC News que já não é a primeira sobre o assunto.
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O café foi às 9:45.
🙂
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Nem uma linha sobre o inenarrável guião para a reforma do estado, sobre o atraso protocular do vice em Macau, das frases incrívelmente infelizes de Crato, sobre os valores (e para quando o número real deste custo, sobretudo a nível nacional, dos cartões frota Galp, de qualquer tipo de chefia, sem plafond e registo de viatura) de consumo de combustíveis ao nível do governo… Se estas gafes, incompetências ou excessos, fossem de personagens socialistas, quantas linhas escreveria a D. Helena.
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Estamos mesmo a bater no fundo… Um post que coloca a nu a crescente falta de valores do mundo actual e os comentários que vemos…. esquerdalha ressabiada a falar de Partidos… é mais um subsídio que querem ?
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Olhe que não. Quem trás à liça causas fracturantes são os partidos deste desgoverno,nº de cães em casa,adoção por pessoas do mesmo sexo,etc.Claro que a autora do post está bem alinhada.Penso que a maioria contratou a agência de imagem e propaganda do Bloco.
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Essas que diz… mais obrigar os cães a usarem telemovel…
Multa por preferir piropos caninos… tais como: – Que lindo bichano. sr manel!
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As ações feias é que tornam as outras bonitas!
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Para se buscar as causas da morte da criança, tem de se perceber a história do animal.
O resto é fofoquice.
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E a Síria?
R.
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O problema não está no cão. Está nos pais do cão, esses é que devem ser responsabilizados por não terem ensinado o filhote a apenas ladrar e não morder. Muitos políticos portugueses fazem isso na perfeição.
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Já repararam na atenção dada pela Helena Matos a pequenos aocntecimentos quotidianos de que procura tirar a conclusão da necessidade de “pena capital” para o infrator? Nenhuma reflexão um pouco mais elaborada. Simplesmente “com ferro matas, com ferro morres”. Estará a preparar algum motim contra o governo?
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Quem é o infractor?
“com ferro matas, com ferro morres” – o quê?
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D. Helena:
Se a menina devia merecer e merece toda a atenção, não devia esquecer que um cão é um ser vivo.
Sem o mundo dos cães e outros viventes não havia Helenas!
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Que comentário mais tolo, Monteiro: se o cão é um ser vivo, a menina é um ser morto.
O Monteiro acha que a menina – que o cão matou, repare – é que “não devia esquecer que o cão é um ser vivo”? Atendeu bem no que escreveu?
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Em Portugal, há donos de cães que se assumem como sendo da família dos próprios cães. Se também for esse o caso da senhora Hudson, bate tudo certo. 😉
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A Helena, se não fosse mauzinha como é e pouco solidária com os seus companheiros e companheiras, deveria dar apoio a esta intelectual de direita que tanto contribui para a cultura portuguesa. Ainda por cima sendo tão maltratada pelos comentadores, muito menos fofinhos do que os do Blasfémias. 😉
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Um mundo-cão.
Um mundo-cão.
Um mundo-cão.
Este é…
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