Intervenções da Parque Escolar por população no escalão [0-14] anos
Vários comentadores referiram que o gráfico deste post é óbvio, alegando que os concelhos mais ricos são também aqueles que têm maior população. Isso será verdade para Lisboa, Oeiras ou Porto mas não é o caso geral. Fica aqui um gráfico que ilustra intervenções Parque Escolar (Fase 0, Fase 1, Fase 2, Fase 3 e Fase 4) em escolas secundárias pela população dos concelhos no escalão [0-14] (2011, Pordata).
As intervenções Parque Escolar são mesmo nos concelhos mais ricos, não nos mais populosos.

ADENDA: Após publicar o artigo, desconfiei daquele pico no patamar 10000-15000 e encontrei um erro na fórmula de cálculo desse patamar. O gráfico corrigido apresenta-se em baixo. Peço desculpa pelo erro. Em qualquer dos casos, as conclusões são as mesmas, mais vincadas ainda com os dados correctos.


Pelo menos no meu concelho as crianças não são levadas à escola quando nascem.
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E cheque-bebé? Nada?
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Teria de ser mais específico: Cheque dos 0-14 anos para frequência escolar.
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Já há.
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Ao preço a que estão os cheques, seria melhor transferência bancária-ensino.
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Não, não há.
O link indicado não contempla crianças com idades inferiores a 3 anos.
A educação pré-escolar destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a entrada na escolaridade obrigatória.
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Talvez os gajos da Parque Escolar tenham considerado que as crianças demasiado novas para estarem na rede escolar acabem por sobreviver a esta austeridade de “isto não se aguenta”.
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E há um gajo no Blasfémias que mete nos gráficos como população escolar as crianças dos zero aos três anos de idade.
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Piscoiso quer infanticidio gráfico, porque acha que vai mudar radicalmente a cena progresso-festeira.
Até porque as obras nas escolas foram feitas para miúdos já na escola, os que nelas entram em 2, 3, 4 anos, aí já há outra festa para contemplar.
Até lhe dou outra: com o ensino obrigatório até ao 12º, 14 anos representa algo até ao 7º ano, com sorte.
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Infanticídio gráfico?
CREDO!
Já vi que não vale a pena falar de rigor.
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Vale, sim. Envie-me a população escolar de todos os concelhos por grau de ensino. CSV, delimitado por ponto e vírgula.
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Terá de pedir isso aos seus empregados ou ao Partido.
A não ser que faça um bico.
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Vítor Cunha
V. é impagável, devia ganhar o dobro.
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Vou enviar-lhe o NIB. Obrigado.
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É IMPAGÁVEL!
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Também me parece. É como a “nossa dívida”. 😉
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Piscoiso HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
12 Novembro, 2013 13:34
Infanticídio gráfico?
CREDO!
Já vi que não vale a pena falar de rigor.
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DE INDEPENDÊNCIA também, Piscoiso, de INDEPENDÊNCIA!!!
(para o cão-de-regaço do Sócrates, sai pura blasfémia . . independência?!).
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Uma boa notícia. Baixa de preços de 0,2% em Outubro, face a período homólogo do ano passado.Agora vão sobrar euros na carteira!
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Que o Vítor gosta de curvas, está mais do que provado. Eu acho que até se engana de propósito só para fazer mais uma.
(Olhe que esta é mesmo a brincar. Eu sei bem o que o Vítor quer).
Agora, o que eu não sei é se o Vítor gosta da realidade. Embora tudo indique que gosta da projeção de uma certa má realidade. 😉
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Fincapé, é com todo o gosto que lhe publico a realidade. Até em livro. Mande-me a realidade e tratamos disso.
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Dizem que sim. Que espremendo os números eles nos dão aquilo que pretendemos. Mas reconheço que tem sido cuidadoso na interpretação da realidade.
Agora, do que não tenho a certeza é da finalidade deste esforço. Mas desconfio. Não dão exatamente o que pretendia, pois não? 😉
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Nós pagamos a dívida de Cardoso e Cunha
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tendo contraído empréstimo ao BPN ( do presidiário Oliveira e Costa)
e após à Parvalorem (diria Parvolorem) terem sido remetidos os “produtos tóxicos”,
ficou devedor deste “Gosht-Bank”.
Levada a Tribunal a Cimpofin (18% CC) _ projeto Explorar algodão em Moçambique_
Considerado “insolvente” (sem abrigo?), C.C. o estado vai pagar pela Parvalorem.
Cardoso e Cunha afirma que do episódio não tem qualquer lembrança . . .
(Se, por acaso encontrarem o Cunha na rua, façam como eu tenho ideia;
dêem um Euro à minha conta , para que possa, ao menos nessa ocasião,
almoçar/jantar . . .
um hamburguer . . .
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Fincapé HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
12 Novembro, 2013 14:18
Que o Vítor gosta de curvas, está mais do que provado. Eu acho que até se engana de propósito só para fazer mais uma.
(Olhe que esta é mesmo a brincar. Eu sei bem o que o Vítor quer).
Agora, o que eu não sei é se o Vítor gosta da realidade. Embora tudo indique que gosta da projeção de uma certa má realidade. 😉
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Realmente a Realidade não existe . . .
Todos nós estamos condenados a apenas atingir uma leitura
filosófica/ideológica/ política de tudo quanto acontece . . .
Fincapé não excluído . . .
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Eu sei, licas. Mas obrigado na mesma. De qualquer modo, a minha apreciação da realidade tende a ser feita a partir de resultados visíveis, tendo em conta os valores universais possíveis.
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deve escrever.se eu sei ler mas mal…..mas obrigado à mesma na mesma fica na mesma enquanto há não à?
e é mais um cotovelo e uma teta….
para curvas são poucas
minimalista
explica lá gama que valores universais são esses?
já mundiais ou cósmicos cómicos é difícil
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Deve, Mário Braga? Não sei, não.
http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=21515
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Não percebo.
A ordenada é o numero de intervenções, a média do numero de intervenções ou a media da percentagem de escolas intervencionadas?
De qualquer forma, esta analise é irrelevente:
1) Y=Numero de intervenções. O gráfico não apresenta informação sobre o numero de escolas por abscissa, logo seria similar ao numero de habitantes por concelho se o numero de intervenções fosse justo.
2) Y= média do numero de intervenções. Significaria que quanto menos população tem o concelho mais intervenções ou escolas teria. Acho que este não é de certeza.
3) Y= percentagem de escolas intervencionadas. Significa que alguns concelhos com mais população têm mais escolas e algumas delas estão em bom estado sem necessidade de intervenção. Também significa que concelhos médios têm um parque escolar mais recente que concelhos mais populosos. Esta opção traduz de certa forma a realidade, visto que os concelhos de dimensão média atingiram a mesma nas ultimas décadas.
Também acho que o Parque escolar foi gastar dinheiro que não tínhamos e que não íamos ter mas qual é a mais valia deste gráfico?
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Número de escolas seleccionadas para intervenção pela Parque Escolar num concelho.
Agora, tem que olhar para o gráfico seguinte.
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Mas será que houve intervenções em todas as escolas seleccionadas pela Parque Escolar?
Só cousas que m’apoquentam.
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Não sei. Mas se não foram, é uma festa que não chegou a acontecer.
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